Express Yourself

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EXPRESS YOURSELF! DON'T BACK DOWN! “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” [1 TIMÓTEO 01:15]
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terça-feira, 21 de julho de 2026

A PSICOLOGIA REVELA: CRIANÇAS QUE CRESCERAM COM RESPONSABILIDADES EXCESSIVAS APRESENTAM ESTES SETE COMPORTAMENTOS AO CRESCER

A psicologia revela: crianças que cresceram com responsabilidades excessivas apresentam estes sete comportamentos ao crescer
 
História de Pedro Henrique Cabo • 2 d •
 
3 minutos de leitura


Sabe aquela história de que "criança que ajuda em casa cresce mais forte"? A especialista em educação parental Esther Wojcicki e o pediatra americano Jonathan Williams defendem que dar pequenas tarefas para os filhos estimula a autonomia, a resiliência e a autoconfiança. Mas óbvio que existe um limite saudável..
 
Quando essa carga passa dos limites, entramos em um terreno delicado e super sério: a parentificação. Na psicologia, o termo define a inversão de papéis, ou seja, quando os filhos começam a assumir responsabilidades de adultos bem antes de estarem prontos emocionalmente. Segundo os especialistas do projeto "Mentes Abertas", isso se divide em duas frentes:
 
  • Parentificação instrumental: quando a criança assume a barra pesada da rotina prática (como cuidar dos irmãos mais novos ou limpar a casa toda).
  • Parentificação emocional: quando o pequeno vira o "terapeuta" ou confidente dos próprios pais.
Se você foi aquela criança que precisou amadurecer "na marra", saiba que esse passado pode estar ditando seus comportamentos de hoje.
 
7 sinais de que você sofreu com a inversão de papéis na infância
Veja como a psicologia explica os reflexos da parentificação na sua vida adulta e descubra se você se encaixa nesses padrões:
 
1. Vontade de controlar absolutamente tudo
Se os seus pais dependiam de você para manter a engrenagem da casa funcionando, é muito provável que você tenha crescido achando que o mundo vai desabar se você não supervisionar cada detalhe. O desejo de controle absoluto nada mais é do que uma busca por segurança emocional e uma tentativa de se blindar contra novas frustrações.
 
2. Dificuldade extrema para impor limites
Dizer "não" parece uma missão impossível para você? Em um lar onde se exigia tudo de uma criança, os limites pessoais simplesmente não existiam. Se ninguém te ensinou a se posicionar lá atrás, hoje você aceita mais do que deveria para evitar conflitos.
 
3. Síndrome do 'agradador' (People Pleaser)
Quem cuida dos pais na infância cresce com a ideia errada de que é responsável pela felicidade alheia. É aí que a gente cai na famosa “armadilha da aprovação”, conceito do Dr. Harold Bloomfield: você faz de tudo para ver os outros felizes, mesmo que isso custe o seu próprio bem-estar. Alerta de spoiler: você não é o cuidador do universo!
 
4. Pavor de ser abandonada(o)
A sua autoestima foi construída em cima do quanto você era útil para a sua família. Por isso, na vida adulta, surge aquele medo inconsciente: "se eu não estiver ajudando ou sendo necessária, vão me descartar". Um estudo da Universidade de Columbia mostra que crianças parentificadas têm mais chances de desenvolver apego inseguro, gerando muita ansiedade e textões diante de qualquer sinal de rejeição nos relacionamentos.
 
5. Você assume o papel de 'mãe/pai' dos seus amigos e parceiros
Pesquisas comprovam que crianças que funcionavam como o "pilar" da casa guardam esse hábito no HD. Quando adultas, elas entram em relacionamentos amorosos ou amizades já assumindo o papel de cuidadoras e resolvendo os problemas de todo mundo, mesmo quando ninguém pediu ajuda.
 
6. Um abismo na hora de pedir socorro
Se você aprendeu desde cedo que precisava dar conta de tudo sozinha(o) para sobreviver, pedir ajuda agora parece um sinal de fraqueza ou gera até vergonha. Você prefere se sobrecarregar ao extremo a ter que estender a mão para alguém.
 
7. Crise de identidade e desconexão com os próprios desejos
A autoconsciência e a inteligência emocional são construídas com o tempo. Se a sua infância foi focada em suprir as necessidades dos adultos, faltou tempo e espaço para você descobrir quem era de verdade, seus gostos e hobbies. O resultado? Uma vida adulta com muita dificuldade de entender o que você realmente quer ou precisa.
 
  • Link da reportagem: https://www.msn.com/pt-br/tv/novelas/a-psicologia-revela-crian%C3%A7as-que-cresceram-com-responsabilidades-excessivas-apresentam-estes-sete-comportamentos-ao-crescer/ar-AA28cMoq?ocid=msedgdhp&pc=U531&cvid=6a5f5d00ab9f489ba91251682ff87fc4&ei=29
  • Link da foto: https://blog.unipar.br/psicologia-infantil/

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

ATENÇÃO, PAIS!!! BEIJO GAY EM DESENHO DA NETFLIX!!! ALERTA!!!


Se tem um assunto que as pessoas ainda ficam chocadas, ansiosas, revoltadas, é quando envolve CRIANÇA com HOMOSSEXUALIDADE. A descoberta da vez é da série animada da Netflix ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’. Só para entender (ou não), a Netflix em quase todas as séries (adultas ou infantis) está colocando um núcleo LGBTQIA+. Nesta série, na 5ª temporada, episódio 08, duas personagens mulheres se declaram uma para outra e se beijam na boca. E isso foi motivo de alarde geral principalmente no meio bolsonarista. Outros desenhos também têm núcleo LGBTQIA+, como Voltron, tem uma cena gay bem rápida no desenho Os Caçadores de Trolls, etc. Porém, no mesmo desenho, em episódios posteriores, há um beijo heterossexual (homem e mulher), mas que obviamente não chocou ninguém. Por partes:
 
Vivemos em uma sociedade altamente machista, misógina, racista e homofóbica. Você pode analisar isso nas redes sociais. Quando tem alguma propaganda envolvendo Pabllo Vittar, as reações são diversas tentando deteriorar a imagem da pessoa pelo simples fato de ela ser homossexual. Meu caro, não é porque ela canta mal ou é feia. É pelo fato de sermos, intrinsicamente, homofóbicos. Então, quando em um desenho aparece um casal homo afetivo, isso ainda choca muito, principalmente os ditos ‘conservadores’. As pessoas dizem ‘Não mexam com nossas crianças’, mas um beijo hétero não choca, ninguém alarde. Logo, a questão é que as pessoas ainda são receosas com o tema HOMOSSEXUALIDADE. As pessoas têm medo de seus filhos serem influenciados por algo e se transformarem em homossexuais. E as igrejas têm pregado isso. As pessoas escondem sua raiva e preconceito atrás da Bíblia.
 
Pensa comigo: tu achas que o gay realmente escolheu ser gay? O indivíduo decidiu sofrer a vida toda só para perturbar e tentar influenciar outras pessoas!? Isto não tem lógica! Homossexuais sofrem violência, sofrem bullying, são mortos ou se suicidam, pelo fato de não serem aceitos em sociedade, e você acha que os gays escolheram ser gays e sofrerem a vida toda!?
 
E outro ponto: seus filhos terão contato, uma hora ou outra, com pessoas homossexuais. Seus filhos foram criados para o mundo, eles terão contato com pessoas de todos os tipos. A pergunta que eu faço: que tipo de cidadão você está criando? Um cidadão justo, honesto e respeitador ou um homofóbico de bosta que vai se sentir superior pelo simples fato de ser hétero!?
 
Eu, sinceramente, sou contra sexualizar crianças. Acho que isso deveria ser óbvio para todos. Mas, ao invés de negar a realidade da sociedade em que vivemos, eduque seu filho a ser um cidadão decente, um cidadão que respeita os outros.
 
E se o seu filho for gay, lésbica? O que tanto lhe causa medo, raiva ou ansiedade? Se você quer ter um filho do jeito que você idealizou, não tenha filho. Se você quer ter um filho igual a você, não tenha filho. “Meu filho vai ser hétero, conservador, batista, advogado, vai se casar com uma linda mulher e ter filhos!”. Meu amigo, não tenha filho! Você vai se frustrar! E caso você tenha filho gay, senta com ele, conversa, tenta entender o que é esse universo. Acredite, seu filho deve estar mais perdido que você. Cabe aos pais educarem seus filhos para um futuro promissor, sendo gay ou não.

Raphael Paiva
Rio de Janeiro, 01º de agosto de 2022
Instagram: @raphaelppaiva

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Crianças desta geração: mal educadas, sem limites...


Crianças desta geração, por favor, aprendam algumas coisas básicas:

1. Quando adulto conversa, vc fica quieta!

2. Quando adulto está fazendo algo, você faz o máximo de silêncio para não atrapalhar!

Qual a dificuldade?
E esses pais idiotas?
Que tipo de Educação foi essa!?

"Criança hoje em dia não vê mais punição como punição. Ela vê como diversão!" (PAIVA, Raphael)

Quando eu ia à casa daminha tia, minha mãe dizia quantos cachorros quentes eu podia comer. E we eu comesse mais, era passível de apanhar. Eu não podia botar a mão nas paredes, por causa do dio Ilton. Isso se chama RESPEITO, LIMITES.

Ae quando vc põe limite, fala mais grosso... ae os pais acordam, querem bater, quando é professor, pede para a direção demitir... ...

Fonte da foto utilizada: https://me.me/i/eduque-seu-filho-para-a-sociedade-ninguem-tem-obrigaca0-de-11984847

MEME | Linha Direta & O psicológico das Crianças nos anos 90