Express Yourself

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EXPRESS YOURSELF! DON'T BACK DOWN! “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” [1 TIMÓTEO 01:15]

segunda-feira, 25 de maio de 2026

IS THE FILM 'MICHAEL' REALLY GOOD?

IS THE FILM 'MICHAEL' REALLY GOOD?


I finally watched MICHAEL... and I understand why people are debating it.
 
This isn't a biopic.
 
It's public relations on a budget.
 
Jaafar Jackson did a great job, no doubt.
The voice, the movement, the aura... he STUDIED Michael Jackson properly.
 
But acting alone doesn't save a story that's afraid of itself.
 
The biggest problem?
The film avoids the most difficult conversations.
 
You can't tell the story of one of the most controversial figures in pop culture and then... tiptoe around the controversy.
 
That's not storytelling. That's image management.
 
It feels like the film is constantly protecting him instead of exploring him.
 
Every rough edge is smoothed over.
Every uncomfortable moment is rushed.
 
Every question... calmly avoided.
A great biopic doesn't idolize.
It reveals.
 
Think of films that showcase both brilliance and flaws. That's what makes legends human.
 
This one just wants you to applaud.
 
The crazy part? Actually, there's a GREAT film hidden within this.
 
The musical sequences? Fire.
 
The performance scenes? Electric.
 
The emotional depth? Barely scratched.
 
You leave the theater entertained... but not enlightened.
 
And for a figure as complex as Michael Jackson, this seems like a missed opportunity.
 
Final verdict:
 
If you're a fan, you'll like it.
 
If you're looking for truth, depth, or balance... you might be disappointed.
 
And that's where the real debate begins.
 
What do you think? Did the film tell the truth... or just protect a legacy?
 
[FOWOBI OF LAGOS Profile | Twitter X]

¿ES REALMENTE BUENA LA PELÍCULA 'MICHAEL'?

¿ES REALMENTE BUENA LA PELÍCULA 'MICHAEL'?


Finalmente vi MICHAEL... y entiendo por qué la gente la debate.
 
Esto no es una película biográfica.
 
Es relaciones públicas de bajo presupuesto.
 
Jaafar Jackson hizo un gran trabajo, sin duda.
 
La voz, los movimientos, el aura... ESTUDIÓ a Michael Jackson a fondo.
 
Pero la actuación por sí sola no salva una historia que se acobarda.
 
¿El mayor problema?
 
La película evita las conversaciones más difíciles.
 
No se puede contar la historia de una de las figuras más controvertidas de la cultura pop y luego... andar con pies de plomo alrededor de la controversia.
 
Eso no es contar una historia. Eso es gestión de imagen.
 
Da la sensación de que la película lo protege constantemente en lugar de explorarlo.
 
Se suavizan todos los aspectos incómodos.
 
Se apresuran todos los momentos incómodos.
 
Se evitan todas las preguntas con calma.
 
Una gran película biográfica no idealiza.
 
Revela.
 
Piensa en películas que muestren tanto la brillantez como las imperfecciones. Eso es lo que humaniza a las leyendas.
 
Esta solo busca que aplaudas.
 
¿Lo más sorprendente? En realidad, hay una GRAN película escondida dentro de ella.
 
¿Las secuencias musicales? ¡Espectaculares!
 
¿Las escenas de actuación? ¡Electrizantes!
 
¿La profundidad emocional? Apenas se insinúa.
 
Sales del cine entretenido... pero no iluminado.
 
Y para una figura tan compleja como Michael Jackson, esto parece una oportunidad perdida.
 
Veredicto final:
 
Si eres fan, te gustará.
 
Si buscas verdad, profundidad o equilibrio... puede que te decepcione.
 
Y ahí es donde comienza el verdadero debate.
 
¿Qué opinas? ¿La película contó la verdad... o solo protegió un legado?
 
[Perfil de FOWOBI OF LAGOS | Twitter X]

O FILME 'MICHAEL' É REALMENTE BOM?

O FILME 'MICHAEL' É REALMENTE BOM?


Eu finalmente assisti MICHAEL... e entendo por que as pessoas estão discutindo.

Isso não é uma cinebiografia.
É relações públicas com orçamento.

Jaafar Jackson mandou bem, sem dúvida.
A voz, o movimento, a aura... ele ESTUDOU Michael Jackson direito.

Mas atuação sozinha não salva uma história que tem medo de si mesma.

O maior problema?
O filme evita as conversas mais difíceis.

Você não pode contar a história de uma das figuras mais controversas da cultura pop e depois... andar na ponta dos pés em torno da controvérsia.

Isso não é contar histórias. Isso é gerenciamento de imagem.

Parece que o filme está constantemente protegendo ele em vez de explorá-lo.

Cada ponta áspera é suavizada.
Cada momento desconfortável é apressado.
Cada pergunta... calmamente evitada.
Uma grande cinebiografia não idolatra.
Ela revela.

Pense em filmes que mostram tanto o brilhantismo quanto as falhas. É isso que torna as lendas humanas.

Este só quer que você aplauda.

A parte louca? Na verdade, há um ÓTIMO filme escondido dentro deste.

As sequências musicais? Fogo.
As cenas de performance? Elétricas.
A profundidade emocional? Mal arranhada.
Você sai do cinema entretido... mas não iluminado.

E para uma figura tão complexa quanto Michael Jackson, isso parece uma oportunidade perdida.

Veredito final:

Se você é fã, vai gostar.
Se está procurando verdade, profundidade ou equilíbrio... pode se decepcionar.

E é aí que o verdadeiro debate começa.
O que você acha? O filme contou a verdade... ou só protegeu um legado?

[Perfil FOWOBI OF LAGOS|Twitter X]

MICHAEL JACKSON SERIA MICHAEL JACKSON SEM O PAI?

DEUS TRANSFORMA HOMOSSEXUALIDADE EM HETEROSSEXUALIDADE?

DEUS TRANSFORMA HOMOSSEXUALIDADE EM HETEROSSEXUALIDADE?


Chamar 'cura' ao que foi trauma...
é uma das maiores violências que esses representantes de Deus fazem diariamente à comunidade LGBT.

Ninguém foi transformado, isso não existe.
Foi silenciamento.
Foi ensinado a ter vergonha.
Foi condicionado a viver uma vida que não era dela.

E ainda hoje chamam isso de fé.

A questão não é Deus.
A questão é quem usa o nome de Deus para tentar controlar a existência dos outros.
Se o teu amor exige que alguém deixe de ser quem é... isso não é amor.

Agora quero saber de ti:
Alguma vez tentaram "corrigir" quem você é?

[Por Paulo JNRSS]

O SO DA IMAGEM DE NEYMAR JR. COMO PALANQUE POLÍTICO PARA LÍDERES E CANTORES CRISTÃOS


quarta-feira, 20 de maio de 2026

DEPOIS DE DIZER QUE NÃO TINHA RELAÇÃO COM VORCARO, FLÁVIO BOLSONARO ADMITE VISITA AO BANQUEIRO APÓS 1ª PRISÃO DO DONO DO MASTER

Depois de dizer que não tinha relação com Vorcaro, Flávio Bolsonaro admite visita ao banqueiro após 1ª prisão do dono do Master
 
Na época, as fraudes milionárias do Banco Master já eram de conhecimento público, e Daniel Vorcaro, após ter sido solto na primeira fase da Operação Compliance, cumpria medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica.
 
Por Jornal Nacional
 
19/05/2026 20h50  Atualizado há 7 horas


O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, admitiu, nesta terça-feira (19), que foi à casa de Daniel Vorcaro no fim de 2025, logo após a primeira prisão do banqueiro no caso Master. Na época, Vorcaro cumpria medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica.
 
O senador Flávio Bolsonaro estava reunido com aliados, na sede do PL, em Brasília, durante a manhã desta terça-feira (19), quando o site Metrópoles revelou o encontro na casa do banqueiro. No fim de 2025, Flávio visitou Daniel Vorcaro em São Paulo. A esta altura, as fraudes milionárias do Banco Master já eram de conhecimento público, e Vorcaro, após ter sido solto na primeira fase da Operação Compliance, cumpria medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica.
 
Ao fim da reunião desta terça-feira (19), cercado por aliados, o senador deu explicações sobre o encontro:
 
“No dia seguinte em que ele foi preso, nesse momento que nós vimos ali que deu uma virada de chave, nós entendemos melhor que a situação era muito mais grave. E, em função disso, eu trago aqui para vocês, eu falei lá dentro com os deputados, mas já vi que a imprensa já divulgou, que eu estive com ele mais uma vez após esse evento, quando ele passou a usar o monitoramento eletrônico. Ele não poderia sair da cidade de São Paulo, e eu fui sim ao encontro dele para botar um ponto final nessa história, dizer que se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo e o filme não correria risco.”
 
Até a semana passada, o senador Flávio Bolsonaro dizia que não tinha nenhuma relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. O partido dele convocou a reunião desta terça-feira (19) depois da revelação pelo site Intercept de áudio e mensagens em que Flávio Bolsonaro aparece pedindo dinheiro a Vorcaro para financiar o filme sobre o pai. Na reunião, o senador disse aos aliados que o relacionamento com o banqueiro foi exclusivamente para pedir dinheiro para o filme de Jair Bolsonaro e afirmou que vai apresentar uma prestação de contas do filme em 30 dias.
 
Até agora, Flávio Bolsonaro já confirmou que o filme sobre o pai recebeu US$ 12 milhões bancados por Vorcaro. O caso veio à tona na quarta-feira (13). Em um primeiro momento, o senador negou que o filme tivesse recebido dinheiro do banqueiro.
 
Repórter: Senador, por que o filme do seu pai foi bancado pelo Vorcaro?
Flávio Bolsonaro: É mentira. De onde você tirou isso? Ah, irmão, pelo amor de Deus. Aos jornalistas, bom trabalho e militante... De onde você tirou isso? É dinheiro privado.
 
No mesmo dia, depois da publicação das mensagens, o senador reconheceu que Vorcaro estava financiando o filme:
 
“O que acontece é que, com o passar do tempo, ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato que, ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, o filme sequer ser concluído. Em função disso, inclusive, procuramos outros investidores para concluir esse filme.”
 
No dia seguinte, Flávio alegou que um termo de confidencialidade no contrato do filme o impedia de revelar a relação com o banqueiro e admitiu o envio de recursos de Vorcaro para uma conta do advogado de Eduardo Bolsonaro, Paulo Calixto, nos Estados Unidos:
 
“Você tem que contratar um advogado que entenda dessa área e o advogado é um advogado de confiança do Eduardo Bolsonaro.”
 
Nesta terça-feira (19), o site Intercept Brasil revelou mensagens do deputado federal Mário Frias, do PL, ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro e produtor executivo do filme, agradecendo a Vorcaro pelo apoio financeiro ao projeto. Em áudio enviado no dia 11 de dezembro de 2024, Mário Frias diz que vai manter Vorcaro informado sobre o andamento do filme:
 
“Só te agradecer, meu irmão. Vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso país, tá? Preciso de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?”.
 
Segundo a reportagem, logo após o envio da mensagem, Vorcaro respondeu, dizendo que estava em uma ligação e que retornaria em seguida. Quarenta minutos depois, os dois conversaram em uma ligação de voz, que durou cerca de dois minutos. A reportagem afirma que a conversa ocorreu menos de uma hora depois de um encontro entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro, em Brasília, no qual os dois discutiram o financiamento do filme.
 
A dona da Goup Entertainment, produtora responsável pelo filme, Karina Ferreira Gama, afirmou à TV Globo que o filme custou até agora US$ 13 milhões e que Daniel Vorcaro foi o responsável por 90% da verba que viabilizou o projeto. Segundo ela, o banqueiro atuou como intermediador dos recursos.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/05/19/depois-de-dizer-que-nao-tinha-relacao-com-vorcaro-flavio-bolsonaro-admite-visita-ao-banqueiro-apos-1a-prisao-do-dono-do-master.ghtml

VOTAÇÃO | CENTRÃO APRESENTA PROPOSTA QUE AMPLIA JORNADA PARA 52 HORAS E ADIA FIM DA 6×1

Política
 
Centrão apresenta proposta que amplia jornada para 52 horas e adia fim da 6×1
 
Texto apoiado por 176 deputados flexibiliza regras trabalhistas, amplia poder patronal e empurra redução da jornada por uma década
 
19/05/2026 | 10h37
 
Por Cleber Lourenço


Uma emenda apresentada por parlamentares do Centrão e da extrema direita à PEC do fim da escala 6×1 transformou a proposta original de redução da jornada de trabalho em um texto que amplia possibilidades de flexibilização trabalhista, cria brechas para jornadas de 52 horas semanais e adia a implementação das mudanças por dez anos.
 
A proposta foi protocolada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS) e recebeu 176 assinaturas válidas na Câmara dos Deputados, cinco acima do mínimo necessário para apresentação formal da emenda.
 
Entre os parlamentares que apoiam a proposta estão alguns dos principais nomes da extrema direita no Congresso Nacional, como Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Marcel van Hattem, Caroline de Toni, Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Gustavo Gayer, Bia Kicis, Mario Frias, Rosangela Moro, Zé Trovão, Marco Feliciano e Júlia Zanatta.
 
Na prática, o texto altera completamente o espírito da PEC 221/2019, que originalmente previa redução gradual da jornada semanal para 36 horas. Em vez de reduzir a carga horária, a emenda cria mecanismos para ampliação de jornada, flexibilização de direitos e fortalecimento do poder de negociação patronal.
 
A primeira mudança significativa é a troca da meta original da PEC. O texto inicial previa redução gradual para 36 horas semanais. A emenda do Centrão reduz esse objetivo para 40 horas. Parece detalhe técnico, mas representa quatro horas extras de trabalho por semana em relação ao texto original.
 
Além disso, a proposta cria um sistema de exceções praticamente ilimitado para atividades classificadas como essenciais. O texto afirma que setores ligados à saúde, segurança, mobilidade, abastecimento, infraestrutura crítica e continuidade de serviços poderão manter jornadas de até 44 horas semanais.
 
Na prática, a exceção pode engolir a regra. O conceito de atividade essencial é amplo e dependerá de regulamentação futura por lei complementar.
 
O trecho mais polêmico está na autorização constitucional para que acordos individuais ou coletivos ampliem a jornada em 30% acima do limite estabelecido na Constituição. Como a própria emenda fixa o teto geral em 40 horas semanais, a regra abre espaço para jornadas de 52 horas por semana.
 
O mecanismo funciona como uma espécie de constitucionalização permanente da flexibilização trabalhista. Na prática, mesmo com a promessa pública de redução da jornada, a proposta cria instrumentos para ampliação legal da carga horária.
 
O texto também amplia significativamente o alcance do chamado negociado sobre o legislado. A proposta determina que acordos individuais e instrumentos coletivos prevalecerão sobre normas legais e infralegais em temas como jornada de trabalho, escalas, banco de horas, intervalos, troca de feriados, teletrabalho, prontidão, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.
 
PRINCIPAIS PONTOS DA PROPOSTA
  • Cria brecha para jornadas de até 52 horas semanais
  • Adia implementação do fim da escala 6×1 por dez anos.
  • Troca meta original de 36 horas por 40 horas semanais.
  • Amplia poder de acordos individuais sobre direitos trabalhistas.
  • Permite flexibilizações sem necessidade de compensações ao trabalhador.
  • Mantém jornadas maiores para setores considerados essenciais.
  • Reduz encargos trabalhistas e cria benefícios fiscais para empresas.
  • Condiciona toda mudança futura à aprovação de lei complementar.
 
Na prática, a emenda amplia o poder de negociação das empresas em um país marcado por desemprego elevado, informalidade e fragilidade sindical. Especialistas ouvidos reservadamente pela reportagem avaliam que isso tende a aumentar a pressão sobre trabalhadores para aceitarem condições mais flexíveis de jornada.
 
Após repercussão sobre o tema, os deputados Mário Heringer e Eunicio Oliveira protocolaram requerimentos para retirada das assinaturas do projeto.
 
Outro ponto que chamou atenção é que a proposta permite essas flexibilizações independentemente da estipulação de vantagens compensatórias. Em outras palavras, a empresa poderá negociar mudanças sensíveis sem necessariamente oferecer contrapartidas adicionais ao trabalhador.
 
A proposta também altera a forma de contagem da jornada. O texto determina que pausas, intervalos e períodos previstos em normas regulamentadoras não serão computados como jornada efetiva de trabalho.
 
Na prática, isso significa que trabalhadores poderão permanecer mais tempo dentro do ambiente profissional sem que esse período seja contabilizado integralmente na jornada semanal.
 
Além da flexibilização das regras trabalhistas, a emenda cria uma série de compensações fiscais para empregadores que aderirem ao novo regime. Entre elas estão redução de 50% da contribuição ao FGTS, imunidade temporária de contribuições previdenciárias sobre novos vínculos empregatícios, redução de encargos ligados a riscos ambientais do trabalho e deduções tributárias sobre despesas com novos postos de trabalho.
 
A proposta transfere parte relevante do custo da transição para os cofres públicos. Enquanto trabalhadores terão flexibilização de direitos, empresas receberão benefícios tributários e redução de encargos.
 
O texto também estabelece que a emenda constitucional só entrará em vigor dez anos após sua publicação. Mesmo após esse prazo, a redução da jornada ainda dependerá da aprovação de uma lei complementar para regulamentação das regras de transição, metas de produtividade, fiscalização e impactos econômicos.
 
Na prática, o fim da escala 6×1 fica condicionado a duas etapas futuras: esperar dez anos e depois aprovar nova legislação complementar no Congresso. Parlamentares ligados à proposta argumentam que isso evitaria impactos econômicos e daria segurança jurídica às empresas.
 
Na justificativa da proposta, os deputados afirmam que a redução da jornada poderia gerar impacto inflacionário, aumento de custos e insegurança jurídica. O texto também defende a necessidade de preservar a livre iniciativa e criar mecanismos para adaptação das empresas.
 
CONFIRA OS PARLAMENTARES QUE ASSINARAM A PROPOSTA:
  1. Sérgio Turra (PP-RS)
  2. Joaquim Passarinho (PL-PA)
  3. Alceu Moreira (MDB-RS)
  4. Afonso Hamm (PP-RS)
  5. Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  6. Alberto Fraga (PL-DF)
  7. Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  8. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  9. Any Ortiz (PP-RS)
  10. Ana Paula Leão (PP-MG)
  11. Cobalchini (MDB-SC)
  12. Pedro Westphalen (PP-RS)
  13. Capitão Alden (PL-BA)
  14. Juarez Costa (Republicanos-MT)
  15. Dr. Zacharias Calil (MDB-GO)
  16. Arthur Oliveira Maia (União Brasil-BA)
  17. Mauricio Marcon (PL-RS)
  18. Alexandre Guimarães (MDB-TO)
  19. Fernanda Pessoa (PSD-CE)
  20. Rafael Simões (União Brasil-MG)
  21. General Girão (PL-RN)
  22. Coronel Ulysses (União Brasil-AC)
  23. Mauricio do Vôlei (PL-MG)
  24. Henderson Pinto (União Brasil-PA)
  25. Sergio Souza (MDB-PR)
  26. Lucio Mosquini (PL-RO)
  27. Tião Medeiros (PP-PR)
  28. José Rocha (União Brasil-BA)
  29. Jorge Goetten (Republicanos-SC)
  30. Vitor Lippi (PSD-SP)
  31. Pastor Eurico (PSDB-PE)
  32. Daniela Reinehr (PL-SC)
  33. Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES)
  34. Caroline de Toni (PL-SC)
  35. Daniel Freitas (PL-SC)
  36. Rodrigo Valadares (PL-SE)
  37. Pezenti (MDB-SC)
  38. Dr. Flávio (PL-RJ)
  39. Messias Donato (União Brasil-ES)
  40. Dr. Luiz Ovando (PP-MS)
  41. Adilson Barroso (PL-SP)
  42. Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
  43. Luisa Canziani (União Brasil-PR)
  44. Sanderson (PL-RS)
  45. Célio Silveira (MDB-GO)
  46. Toninho Wandscheer (PP-PR)
  47. Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  48. Pastor Diniz (União Brasil-RR)
  49. Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
  50. Nicoletti (PL-RR)
  51. Julia Zanatta (PL-SC)
  52. Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  53. Chris Tonietto (PL-RJ)
  54. Roberta Roma (PL-BA)
  55. Da Vitoria (PP-ES)
  56. Felipe Francischini (Podemos-PR)
  57. Beto Pereira (Republicanos-MS)
  58. Zé Vitor (PL-MG)
  59. Greyce Elias (PL-MG)
  60. Lafayette de Andrada (PL-MG)
  61. Padovani (PP-PR)
  62. Marcos Pollon (PL-MS)
  63. Josivaldo JP (União Brasil-MA)
  64. Bibo Nunes (PL-RS)
  65. Rodrigo da Zaeli (PL-MT)
  66. Rodolfo Nogueira (PL-MS)
  67. Dilceu Sperafico (PP-PR)
  68. Luiz Nishimori (PSD-PR)
  69. Luiz Carlos Busato (União Brasil-RS)
  70. Giovani Cherini (PL-RS)
  71. Nelson Barbudo (Podemos-MT)
  72. Zezinho Barbary (PP-AC)
  73. Bia Kicis (PL-DF)
  74. Aluisio Mendes (Republicanos-MA)
  75. Fausto Jr. (União Brasil-AM)
  76. Julio Lopes (PP-RJ)
  77. José Nelto (União Brasil-GO)
  78. Domingos Sávio (PL-MG)
  79. Marangoni (Podemos-SP)
  80. Junio Amaral (PL-MG)
  81. Marussa Boldrin (Republicanos-GO)
  82. Luiz Lima (Novo-RJ)
  83. Clarissa Tércio (PP-PE)
  84. Zé Trovão (PL-SC)
  85. Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  86. Márcio Honaiser (Solidariedade-MA)
  87. Coronel Meira (PL-PE)
  88. João Carlos Bacelar (PL-BA)
  89. Zé Adriano (PP-AC)
  90. Simone Marquetto (PP-SP)
  91. Celso Russomanno (Republicanos-SP)
  92. Eli Borges (Republicanos-TO)
  93. Rosângela Reis (PL-MG)
  94. Marcelo Moraes (PL-RS)
  95. Ismael (PL-SC)
  96. Daniel Agrobom (PSD-GO)
  97. Gustavo Gayer (PL-GO)
  98. Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG)
  99. Adriana Ventura (Novo-SP)
  100. Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
  101. Mário Heringer (PDT-MG)
  102. Geraldo Mendes (União Brasil-PR)
  103. Paulo Litro (União Brasil-PR)
  104. Gilson Marques (Novo-SC)
  105. Antonio Andrade (PSDB-TO)
  106. Beto Richa (PSDB-PR)
  107. Carlos Jordy (PL-RJ)
  108. AJ Albuquerque (PP-CE)
  109. Danilo Forte (PP-CE)
  110. Vermelho (PL-PR)
  111. Paulo Azi (União Brasil-BA)
  112. Diego Coronel (Republicanos-BA)
  113. José Medeiros (PL-MT)
  114. Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  115. Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
  116. Hugo Leal (PSD-RJ)
  117. Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)
  118. Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
  119. Magda Mofatto (PL-GO)
  120. Sargento Gonçalves (PL-RN)
  121. Marcel van Hattem (Novo-RS)
  122. Filipe Martins (PL-TO)
  123. Carlos Chiodini (MDB-SC)
  124. Laura Carneiro (PSD-RJ)
  125. Ricardo Salles (Novo-SP)
  126. Roberto Duarte (Republicanos-AC)
  127. Max Lemos (PDT-RJ)
  128. Hildo Rocha (MDB-MA)
  129. Coronel Fernanda (PL-MT)
  130. Pinheirinho (PP-MG)
  131. Murillo Gouvea (PSDB-RJ)
  132. Meire Serafim (União Brasil-AC)
  133. Luciano Vieira (PSDB-RJ)
  134. Marco Feliciano (PL-SP)
  135. Lucas Redecker (PSD-RS)
  136. Lincoln Portela (PL-MG)
  137. Gilberto Abramo (Republicanos-MG)
  138. Átila Lira (PP-PI)
  139. Bebeto (PP-RJ)
  140. Osmar Terra (PL-RS)
  141. Amaro Neto (PP-ES)
  142. Adriano do Baldy (PP-GO)
  143. Dr. Fernando Máximo (PL-RO)
  144. Missionário José Olimpio (PL-SP)
  145. Jorge Braz (Republicanos-RJ)
  146. Julio Arcoverde (PP-PI)
  147. Franciane Bayer (Republicanos-RS)
  148. Mauricio Neves (PP-SP)
  149. Delegado Fabio Costa (PP-AL)
  150. João Maia (PP-RN)
  151. Vinicius Carvalho (PL-SP)
  152. Luiz Fernando Faria (União Brasil-MG)
  153. Mario Frias (PL-SP)
  154. Thiago Flores (União Brasil-RO)
  155. Daniela do Waguinho (Republicanos-RJ)
  156. Zé Silva (União Brasil-MG)
  157. Dr. Jaziel (PL-CE)
  158. Glaustin da Fokus (Podemos-GO)
  159. Doutor Luizinho (PP-RJ)
  160. Aline Gurgel (União Brasil-AP)
  161. Claudio Cajado (PP-BA)
  162. Rosangela Moro (PL-SP)
  163. Rafael Fera (Podemos-RO)
  164. Eunício Oliveira (MDB-CE)
  165. Sargento Fahur (PL-PR)
  166. Diego Andrade (PSD-MG)
  167. Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE)
  168. Ricardo Guidi (PL-SC)
  169. Luiz Gastão (PSD-CE)
  170. Fabio Garcia (União Brasil-MT)
  171. Jefferson Campos (PL-SP)
  172. Gustinho Ribeiro (PP-SE)
  173. Nikolas Ferreira (PL-MG)
 
Link da reportagem: https://iclnoticias.com.br/centrao-apresenta-proposta-amplia-jornada/

ARQUEÓLOGOS RECUPERAM PARTE DA HISTÓRIA DO BRASIL IMPERIAL EM NOVA IGUAÇU, NA BAIXADA FLUMINENSE

Arqueólogos recuperam parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense
 
Cerca de 100 mil objetos ou fragmentos já foram encontrados desde que a pesquisa começou, três anos atrás.
 
Por Jornal Nacional
 
19/05/2026 22h16  Atualizado há 3 horas


O trabalho de arqueólogos recuperou uma parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A área da escavação já foi uma vila de passagem para quem seguia para o Rio de Janeiro.
 
Em um caco de louça cabe um palácio. E quantos cacos de louça cabem em uma cidade inteira? Uma equipe de escavações tenta achar um por um.
 
Pedro Bassan, repórter: E pensar que alguém perdeu um objeto aqui e você está encontrando quase 200 anos depois?
Diogo Borges, arqueólogo: Duzentos anos depois, e isso é uma alegria, né?
 
No século 19, o lugar era tão importante que recebeu até a visita do imperador. Mas depois se tornou um canto quase esquecido de um grande município da Região Metropolitana do Rio, com quase 800 mil habitantes: Nova Iguaçu.
 
E quem passa por lá pode se perguntar: existe a velha Iguaçu? Existia, e desapareceu. Um paredão de pedra é um dos últimos vestígios do lugar que já foi um dos portos mais movimentados do Brasil. Hoje, a antiga Vila de Iguassú está renascendo. Arqueólogos estão descobrindo uma cidade brasileira debaixo da terra. Todo dia, toda hora.
 
Repórter: A Sabrina acabou de achar.
Sabrina Taveira da Silva, historiadora: Pedaço de louça.
Repórter: Pedaço de louça, olha só, posso pegar?
Sabrina Taveira da Silva: Claro.
Diogo Borges: Provavelmente a borda de um prato.
Repórter: Que legal. Parabéns, viu?
 
Os moradores têm orgulho desse passado. O terreno todo esburacado era o quintal do Allan Ferreira de Lucena, que autorizou os trabalhos:
 
“A gente ia cavar para botar um mourão, às vezes achava um objeto, alguma coisa. Meu pai sempre fez questão de que nós zelássemos por isso. Não, não tira a pedra não, deixa”, conta.
Cerca de 100 mil objetos ou fragmentos já foram encontrados desde que a pesquisa começou, três anos atrás. Cada peça é um pequeno retrato do Brasil inteiro naquela época.
 
“Em Vila de Iguassú, a gente tem, assim, uma sociedade que se estrutura e que tem o mesmo padrão de consumo dos outros centros”, diz a arqueóloga Cleide Trindade.
E se existem tantas coisas, é porque muitas pessoas andaram por aquela estrada, pisaram naquele chão. A vila atraía tanta gente porque era um lugar de transição entre a estrada e o rio. Uma espécie de via expressa do café até a antiga capital do Brasil.
 
“A gente tem outros caminhos por terra que levava cerca de 60, 90 dias. Aqui, você vai levar 15 dias”, conta o arqueólogo Diogo Borges.
 
A mesma riqueza que ergueu a vila disse adeus rapidamente. Quando o café passou a ser transportado de trem, Iguassú Velha foi abandonada. A cidade se mudou inteira para perto da estação, a cerca de 15 km dali. Mas no chão antigo, os tijolos se recusam a desaparecer e agora estão ganhando cores novamente.
 
Em abril, a cidade abriu um museu para expor as relíquias encontradas. A pasta de dente vinha em um potinho de louça direto de Paris. A joia da coroa é o botão com o símbolo do imperador. E as peças inteiras, montadas de caco em caco. Alguns pedaços ainda estão faltando. Mas, debaixo das pastagens tem uma cidade escondida, e eles vão procurar até o fim.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/05/19/arqueologos-recuperam-parte-da-historia-do-brasil-imperial-em-nova-iguacu-na-baixada-fluminense.ghtml

OPOSIÇÃO DIZ QUE FIM DA ESCALA 6×1 É MEDIDA ELEITOREIRA E PROPÕE REMUNERAÇÃO POR HORA

Votação acelerada
 
Oposição diz que fim da escala 6×1 é medida eleitoreira e propõe remuneração por hora
 
Ana Carolina Curvello
 
Por Ana Carolina Curvello
 
19/05/2026 às 17:00


A bancada da oposição no Congresso Nacional intensificou a articulação para frear o avanço da PEC do fim da escala 6x1 e passou a defender publicamente um modelo alternativo de relações trabalhistas baseado na remuneração por hora trabalhada.
 
A avaliação de parlamentares oposicionistas é de que a proposta de redução da jornada deve se transformar em uma das principais vitrines eleitorais do governo para 2026. Diante disso, a estratégia deixou de ser apenas barrar a PEC e passou a incluir a construção de uma narrativa alternativa voltada ao setor produtivo.
 
Parlamentares ligados ao PL defendem mecanismos de flexibilização da jornada, incluindo modelos de contratação e remuneração baseados em hora trabalhada.
 
O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) afirmou que pretende apresentar uma proposta de "modernização da escala de trabalho" por meio da remuneração por hora trabalhada. Segundo ele, o projeto busca ampliar a liberdade de negociação entre trabalhador e empregador.
 
"Nossa proposta de modernização da escala de trabalho é a remuneração por hora trabalhada. Com ela todo trabalhador teria a opção de escolher sua jornada e remuneração, da mesma forma o empregador teria liberdade para contratar de acordo com sua demanda de mão de obra", afirmou.
 
A alternativa ao fim da escala 6x1 baseada na remuneração por hora trabalhada também foi defendida pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente, nesta terça-feira (19). Segundo ele, a proposta mantém direitos previstos na Constituição, como FGTS, INSS, férias e 13º salário, ao mesmo tempo em que permitiria jornadas mais adaptáveis à realidade de cada pessoa.
 
Flávio afirmou que o debate sobre o fim da escala 6x1 é legítimo, mas criticou a forma como o tema vem sendo conduzido. Para ele, a discussão é “inoportuna e eleitoreira” e pode acabar provocando demissões, perda de poder de compra e aumento de preços de produtos e serviços.
 
O senador argumentou que sua proposta amplia a liberdade do trabalhador, mas sem retirar garantias. “Quem quer trabalhar mais, ganha mais. Quem precisa de menos horas - pra estudar, pra cuidar de filho, pra cuidar da saúde - tem essa liberdade. Sem perder vínculo. Sem perder proteção”, disse o pré-candidato a presidente por meio de nota enviada à imprensa.
 
Ele também rebateu as críticas de que a proposta causaria precarização do trabalho e afirmou que o verdadeiro problema é a informalidade que atinge milhões de brasileiros.
 
OPOSIÇÃO ATUA EM DUAS FRENTES NO CONGRESSO
Líderes da oposição trabalham em duas frentes: desacelerar a tramitação da PEC no Congresso e apresentar emendas que flexibilizem os impactos da mudança para empresas e empregadores.
 
A PEC do fim da escala 6x1 ainda está em discussão na comissão especial da Câmara dos Deputados, fase em que parlamentares apresentam emendas e negociam mudanças no texto antes da votação em plenário. O presidente da Câmara, Hugo Motta, trabalha com a previsão de concluir a análise da proposta na Casa ainda neste semestre.
 
Para ser aprovada, a PEC precisa do apoio mínimo de 308 deputados em dois turnos de votação. Depois disso, o texto segue para o Senado, onde também precisará passar por comissões e ser aprovado em dois turnos por ao menos 49 senadores.
 
O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que o grupo pretende discutir alterações no texto durante a tramitação na comissão especial.
 
Segundo ele, o relator tem dialogado com diferentes bancadas para construir um texto capaz de reunir os 308 votos necessários para aprovação da proposta. “Estamos encaminhando para um texto que entregue ao Brasil um texto justo, porque precisa de 308 votos. O relator tem que ouvir todas as bancadas”, declarou.
 
Cabo Gilberto também deixou aberta a possibilidade de apoio da oposição à PEC, desde que o relatório final incorpore mudanças defendidas pelo grupo. “Desde o começo a gente vem defendendo que vai votar favorável dependendo do texto”, afirmou.
 
O líder do Novo na Câmara, Gilson Marques (SC), criticou a condução da discussão na comissão especial e afirmou que o debate tem sido influenciado pelo calendário eleitoral. Segundo ele, a proposta ignora diferenças econômicas regionais e pode agravar o desemprego em estados com baixa atividade econômica.
 
“Em Santa Catarina, temos pleno emprego, mas, na Bahia, o desemprego é cinco vezes maior. Aumentar o custo do trabalho é cruel para quem está desempregado”, afirmou.
 
Assim como outros deputados da oposição, o parlamentar defendeu um modelo mais flexível de relações trabalhistas baseado em liberdade de negociação e remuneração proporcional à carga horária trabalhada.
 
“A melhor alternativa é a liberdade de escolha: que trabalhador e empregador decidam como querem trabalhar e que as horas sejam pagas proporcionalmente”, afirmou.
 
O deputado disse ainda que já assinou mais de uma dezena de emendas à proposta e que pode apresentar um voto em separado durante a tramitação na comissão especial. Segundo ele, a tendência é de que a votação ocorra ainda neste semestre devido ao interesse do governo em acelerar a pauta antes do início oficial da campanha eleitoral.
 
SENADORES TAMBÉM QUEREM DESACELERAR TRAMITAÇÃO
Senadores da oposição procuraram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para discutir formas de retardar a análise da PEC na Casa. A intenção é empurrar a votação para depois das eleições presidenciais de 2026.
 
A estratégia depende de um avanço mais lento da matéria na Câmara dos Deputados. A avaliação de oposicionistas é de que, se o texto chegar ao Senado apenas no segundo semestre, o calendário reduzido por convenções partidárias, campanhas eleitorais e Copa do Mundo pode favorecer o adiamento da votação.
 
Nos bastidores, interlocutores afirmam que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), teria sinalizado a Alcolumbre a intenção de cumprir o cronograma alinhado com o Palácio do Planalto para votar a proposta ainda em maio.
 
Mesmo parlamentares contrários à PEC admitem que há risco político em enfrentar diretamente uma pauta ligada à qualidade de vida e à redução da jornada de trabalho.
 
Do outro lado, governistas e parlamentares da esquerda afirmam que as propostas de flexibilização da PEC podem enfraquecer garantias trabalhistas históricas previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
 
PARLAMENTARES TRANSFORMAM DEBATE EM DISPUTA ELEITORAL
Bilynskyj afirma que a PEC do fim da escala 6x1 foi convertida em uma bandeira eleitoral da esquerda após o desgaste de pautas identitárias.
 
Segundo o deputado, dos cerca de 48 milhões de trabalhadores contratados sob o regime CLT no país, aproximadamente 14 milhões atuariam atualmente em escala 6x1.
 
Para ele, a proposta apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) “virou slogan eleitoral, sem estudo de impacto econômico e sem fundamentação robusta”.
 
O parlamentar também afirmou acreditar que o governo federal não teria interesse real em aprovar rapidamente a medida. “Se o governo tivesse vontade, já teria aprovado”, declarou, ao lembrar que a PEC foi apresentada em fevereiro de 2025.
 
A avaliação dentro da oposição é de que a proposta pode fortalecer o discurso do governo junto à classe trabalhadora durante a campanha presidencial de 2026.
 
OPOSIÇÃO ACIONA JUSTIÇA CONTRA PROPAGANDA DO GOVERNO
A disputa em torno da PEC também chegou ao Judiciário. Parlamentares da oposição apresentaram uma ação popular para tentar barrar campanhas do governo federal em defesa da proposta nas redes sociais.
 
O processo aponta que o Palácio do Planalto teria gasto cerca de R$ 1,5 milhão para impulsionar conteúdos relacionados à PEC do fim da escala 6x1.
 
A ação pede a suspensão imediata das campanhas publicitárias e acusa o governo de utilizar meios institucionais “com desvio de finalidade dos recursos públicos para promoção pessoal e com fim eleitoral”.
 
O movimento reforçou a avaliação de oposicionistas de que o governo pretende transformar a proposta em uma das principais marcas sociais da campanha à reeleição de Lula.
 
DEPUTADA APRESENTA EMENDA PARA TRANSIÇÃO DE 12 ANOS
Enquanto tenta retardar a tramitação da PEC, a oposição também passou a protocolar emendas para reduzir os impactos econômicos da mudança.
 
A deputada Julia Zanatta (PL-SC) apresentou uma proposta que cria um período mínimo de transição de 12 anos para implementação integral da redução da jornada de trabalho.
 
Pelo texto, a carga horária semanal seria reduzida gradualmente, com corte de uma hora a cada três anos. Caso a PEC seja aprovada em 2026, a jornada de 40 horas semanais seria atingida em 2038.
 
A emenda também condiciona a continuidade da redução ao crescimento econômico do país. Pela proposta, caso não haja avanço proporcional do Produto Interno Bruto (PIB), novas reduções poderão ser suspensas por mais três anos.
 
Parlamentares da oposição afirmam que a intenção é evitar aumento abrupto de custos para empresas e proteger setores que dependem de jornadas contínuas, como comércio e serviços.

Link da reportagem: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/oposicao-diz-que-fim-da-escala-6x1-e-eleitoreira-e-propoe-remuneracao-por-hora/

RANKING | CIDADES DO BRASIL COM A MELHOR E A PIOR QUALIDADE DE VIDA EM 2026

Ranking mostra cidades do Brasil com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026; veja a lista
 
Gavião Peixoto (SP) lidera pelo 3º ano seguido o Índice de Progresso Social, que avalia os 5.570 municípios do país. Uiramutã (RR) aparece na última posição. Curitiba é a capital mais bem colocada; 19 das 20 piores cidades ficam no Norte e Nordeste.
 
Por Roberto Peixoto, g1
 
19/05/2026 23h59  Atualizado há 36 minutos


Um ranking divulgado nesta quarta-feira (20) pelo instituto Imazon, em parceria com outras organizações, aponta as cidades brasileiras com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026.
 
O levantamento avalia os 5.570 municípios do país e mostra que as desigualdades regionais continuam profundas: 18 das 20 cidades mais bem colocadas ficam no Sul e Sudeste, enquanto 19 das 20 mais baixas colocações estão no Norte e no Nordeste.
 
Pelo terceiro ano seguido, Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera o ranking. A cidade, que tem cerca de 4,8 mil habitantes, marcou 73,10 pontos em uma escala que vai de 0 a 100. Em último lugar aparece Uiramutã, em Roraima, com 42,44 pontos.
 
🔎 PARA VER A LISTA COMPLETA, BAIXE OPDF COM OS DADOS DAS 5,5 MIL MUNICÍPIOS
 
O cálculo é feito pelo Índice de Progresso Social (IPS), que mede e classifica a qualidade de vida com base em 57 indicadores sociais e ambientais. As informações vêm de fontes públicas como DataSUS, IBGE, Inep e MapBiomas.
 
MUNICÍPIOS COM PONTUAÇÕES MAIS ALTAS NO IPS BRASIL 2026
Pontuações dos 20 municípios brasileiros com os desempenhos mais altos no IPS Brasil 2026, com exceção do distrito de Fernando de Noronha (PE)*.
  1. Gavião Peixoto (SP) — 73,10
  2. Jundiaí (SP) — 71,80
  3. Osvaldo Cruz (SP) — 71,76
  4. Pompéia (SP) — 71,76
  5. Curitiba (PR) — 71,29
  6. Nova Lima (MG) — 71,22
  7. Gabriel Monteiro (SP) — 71,16
  8. Cornélio Procópio (PR) — 71,16
  9. Luzerna (SC) — 71,10
  10. Itupeva (SP) — 71,08
  11. Rafard (SP) — 71,08
  12. Presidente Lucena (RS) — 71,05
  13. Adamantina (SP) — 70,97
  14. Maringá (PR) — 70,87
  15. Alto Alegre (RS) — 70,86
  16. Ribeirão Preto (SP) — 70,80
  17. Brasília (DF) — 70,73
  18. Barra Bonita (SP) — 70,71
  19. Araraquara (SP) — 70,70
  20. Águas de São Pedro (SP) — 70,66
*O IPS Brasil considera Fernando de Noronha (PE) como município no ranking, por reunir os dados necessários para o cálculo do índice.
 
Diferentemente do PIB, que mede a riqueza gerada, o IPS quer saber se essa riqueza chega à vida das pessoas.
 
"O IPS é um índice que surge de um entendimento de que desenvolvimento econômico, por si só, não corresponde necessariamente a desenvolvimento social", afirma ao g1 Melissa Wilm, coordenadora do IPS Brasil.
 
"A proposta é medir o que realmente importa na vida das pessoas, diferente de métricas tradicionais, que olham principalmente o quanto foi gasto em determinada área, para olhar o que de fato as pessoas se beneficiaram com o investimento que foi feito".
 
MUNICÍPIOS COM PONTUAÇÕES MAIS BAIXAS NO IPS BRASIL 2026
Pontuações dos 20 municípios brasileiros com os desempenhos mais baixos no IPS Brasil 2026, com exceção do distrito de Fernando de Noronha (PE)*.
  1. Uiramutã (RR) — 42,44
  2. Jacareacanga (PA) — 44,32
  3. Alto Alegre (RR) — 44,72
  4. Portel (PA) — 45,42
  5. Amajari (RR) — 45,58
  6. Pacajá (PA) — 45,87
  7. Anapu (PA) — 45,91
  8. Japorã (MS) — 46,23
  9. Santa Rosa do Purus (AC) — 46,70
  10. Uruará (PA) — 46,80
  11. Trairão (PA) — 46,82
  12. Bannach (PA) — 47,23
  13. São Félix do Xingu (PA) — 47,38
  14. Recursolândia (TO) — 47,39
  15. Cumaru do Norte (PA) — 47,43
  16. Peritoró (MA) — 47,53
  17. Oeiras do Pará (PA) — 47,57
  18. Ladainha (MG) — 47,58
  19. Anajás (PA) — 47,62
  20. Paranã (TO) — 47,63
*O IPS Brasil considera Fernando de Noronha (PE) como município no ranking, por reunir os dados necessários para o cálculo do índice.
 
A nota média do Brasil ficou em 63,40 — uma melhora pequena em relação a 2025 (63,05) e 2024 (62,85).
 
"O progresso foi tímido. A maioria dos municípios subiu no máximo um ou dois pontos de um ano para o outro", diz Melissa.
 
CURITIBA LIDERA ENTRE AS CAPITAIS
Curitiba (PR) é a capital com melhor qualidade de vida, com 71,29 pontos. Em seguida vêm Brasília (70,73), São Paulo (70,64), Campo Grande (69,77) e Belo Horizonte (69,66).
 
Na outra ponta aparecem Macapá (59,65) e Porto Velho (58,59) — as duas únicas capitais que ficaram fora do grupo dos melhores desempenhos do país.
 
Curitiba lidera o ranking das capitais pelo segundo ano seguido. Segundo Wilm, para alcançar uma pontuação alta no IPS, um município precisa apresentar bom desempenho de forma sistemática, consistente e equilibrada entre todas as áreas avaliadas pelo índice.
 
"Curitiba é uma das capitais que tem um desempenho elevado em praticamente todas essas áreas, em especial no componente de qualidade do meio ambiente, com indicadores que olham para áreas verdes urbanas, emissões de CO2 e desmatamento", diz a coordenadora.
 
Mesmo as capitais com melhor desempenho no índice ainda enfrentam desafios importantes. Segundo Melissa, nenhum município brasileiro está livre de fragilidades ou áreas que exigem atenção.
 
Em Curitiba, por exemplo, um dos pontos de alerta está na inclusão social, especialmente em indicadores ligados à população em situação de rua.
 
"Curitiba é um município que tem uma fragilidade dentro do tema de inclusão social, em indicadores como famílias em situação de rua, que precisam de atenção dentro dessa capital", afirma.
 
PONTUAÇÕES DAS CAPITAIS NO IPS BRASIL 2026
  1. Curitiba (PR) — 71,29
  2. Brasília (DF) — 70,73
  3. São Paulo (SP) — 70,64
  4. Campo Grande (MS) — 69,77
  5. Belo Horizonte (MG) — 69,66
  6. Goiânia (GO) — 69,47
  7. Palmas (TO) — 68,91
  8. Florianópolis (SC) — 68,73
  9. João Pessoa (PB) — 67,73
  10. Cuiabá (MT) — 67,22
  11. Rio de Janeiro (RJ) — 67,00
  12. Porto Alegre (RS) — 66,94
  13. Natal (RN) — 66,82
  14. Aracaju (SE) — 66,35
  15. Vitória (ES) — 66,02
  16. Teresina (PI) — 66,02
  17. São Luís (MA) — 65,64
  18. Fortaleza (CE) — 65,15
  19. Boa Vista (RR) — 64,49
  20. Manaus (AM) — 63,91
  21. Belém (PA) — 63,90
  22. Rio Branco (AC) — 63,44
  23. Recife (PE) — 63,22
  24. Salvador (BA) — 62,18
  25. Maceió (AL) — 61,96
  26. Macapá (AP) — 59,65
  27. Porto Velho (RO) — 58,59

NORTE TEM OS PIORES INDICADORES AMBIENTAIS
A região Norte, que reúne os municípios da Amazônia Legal, concentra os piores desempenhos do IPS Brasil.
 
O dado chama atenção porque aparece até mesmo no componente de Qualidade do Meio Ambiente, contrariando a percepção de que a região estaria automaticamente associada à conservação ambiental.
 
Segundo Wilm, esse padrão vem se repetindo de forma consistente nas três edições já divulgadas.
 
Os indicadores ambientais considerados pelo IPS incluem desmatamento acumulado, emissões de gases de efeito estufa, focos de calor e supressão de vegetação.
 
No ranking estadual, o Distrito Federal lidera, com 70,73 pontos, seguido por São Paulo (67,96), Santa Catarina (65,58), Paraná (65,21) e Minas Gerais (64,66). Na outra ponta aparecem Pará (55,80), Maranhão (57,59) e Acre (58,03).
 
A diferença de quase 15 pontos entre o primeiro e o último colocado, segundo Wilm, evidencia a desigualdade entre os estados brasileiros.
 
Assim, se o Brasil fosse comparado às próprias unidades da federação, ocuparia apenas a décima posição.
 
PONTUAÇÕES DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO NO IPS BRASIL 2026
  1. Distrito Federal — 70,73
  2. São Paulo — 67,96
  3. Santa Catarina — 65,58
  4. Paraná — 65,21
  5. Minas Gerais — 64,66
  6. Goiás — 64,52
  7. Mato Grosso do Sul — 64,14
  8. Espírito Santo — 63,61
  9. Rio de Janeiro — 63,47
  10. Rio Grande do Sul — 63,39
  11. Paraíba — 62,39
  12. Sergipe — 62,10
  13. Rio Grande do Norte — 61,83
  14. Mato Grosso — 61,38
  15. Ceará — 61,22
  16. Pernambuco — 60,58
  17. Tocantins — 60,50
  18. Piauí — 60,48
  19. Roraima — 59,65
  20. Amazonas — 59,34
  21. Alagoas — 58,97
  22. Bahia — 58,72
  23. Rondônia — 58,60
  24. Amapá — 58,10
  25. Acre — 58,03
  26. Maranhão — 57,59
  27. Pará — 55,80
Entre os 12 componentes avaliados pelo índice, o que mais avançou de 2025 para 2026 foi o de Acesso à Informação e Comunicação, impulsionado pelo aumento do acesso da população a tecnologias e meios de comunicação.
 
Já Inclusão Social apresentou queda na série histórica. O componente mede indicadores ligados, por exemplo, à representação de mulheres e pessoas negras nas câmaras municipais, violência contra minorias e famílias em situação de rua.
 
Moradia segue como a área de melhor desempenho do país, com nota média de 87,95. Já Direitos Individuais aparece como o componente mais crítico, com média de 39,14.
 
ENTENDA O QUE É O IPS BRASIL
O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. O índice não mede apenas riqueza ou PIB, mas busca mostrar se a população consegue acessar direitos, serviços e condições básicas de vida.
 
O IPS Brasil é desenvolvido em parceria entre o Imazon, a Fundação Avina, a Amazônia 2030, o Centro de Empreendedorismo da Amazônia e a Social Progress Imperative.
 
Os indicadores são divididos em três grandes dimensões:
  • Necessidades Humanas Básicas
Teve a melhor média nacional, com 74,58 pontos. Avalia temas ligados a alimentação, saúde, moradia, saneamento e segurança. O componente Moradia registrou a maior nota do país: 87,95 pontos.
  • Fundamentos do Bem-Estar
Obteve média de 68,81 pontos e reúne indicadores relacionados a educação, acesso à internet, saúde e qualidade ambiental. O componente Acesso à Informação e Comunicação foi o que mais cresceu entre 2025 e 2026, impulsionado pela ampliação do acesso a tecnologias e meios de comunicação.

Ao mesmo tempo, o índice aponta que estados da Amazônia Legal concentram os piores resultados em Qualidade do Meio Ambiente, influenciados por desmatamento acumulado, focos de calor e emissões de gases de efeito estufa.
  • Oportunidades
Foi a dimensão com pior desempenho no país, com média de 46,82 pontos, repetindo o padrão das edições anteriores. Reúne indicadores ligados a direitos individuais, inclusão social, liberdades pessoais e acesso ao ensino superior.
 
Os piores resultados apareceram justamente nos componentes de Direitos Individuais (39,14), Acesso à Educação Superior (45,97) e Inclusão Social (47,22). Segundo o relatório, a área de Inclusão Social vem registrando queda desde 2024, refletindo problemas como violência contra minorias, baixa representatividade política e aumento de famílias em situação de rua.
 
O estudo também divide os municípios brasileiros em nove grupos, dos melhores aos piores desempenhos. Em 2026, 706 cidades ficaram no grupo mais bem avaliado, enquanto apenas 23 municípios apareceram na faixa mais crítica.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/05/19/ranking-ips-2026.ghtml

LISTA DE CONVOCADOS BRASIL NA COPA DO MUNDO 2026

LISTA DE CONVOCADOS BRASIL NA COPA DO MUNDO 2026

 
Goleiros:
Alisson (Liverpool)
Ederson (Fenerbahçe)
Weverton (Grêmio)
 
Defensores
Alex Sandro (Flamengo)
Bremer (Juventus)
Danilo (Flamengo)
Douglas Santos (Zenit)
Gabriel Magalhães (Arsenal)
Ibañez (Al Ahli)
Léo Pereira (Flamengo)
Marquinhos (PSG)
Wesley (Roma)
 
Meio-campistas
Bruno Guimarães (Newcastle)
Casemiro (Manchester United)
Danilo (Botafogo)
Fabinho (Al-Ittihad)
Lucas Paquetá (Flamengo)
 
Atacantes:
Endrick (Lyon)
Gabriel Martinelli (Arsenal)
Igor Thiago (Brentford)
Luiz Henrique (Zenit)
Matheus Cunha (Manchester United)
Neymar (Santos)…
Rayan (Bournemouth)
Raphinha (Barcelona)
Vini Jr (Real Madrid)

terça-feira, 19 de maio de 2026

NEYMAR FOI CONVOCADO! DEIXA O MENINO JOGAR!

NEYMAR FOI CONVOCADO!
DEIXA O MENINO JOGAR!
 
Ontem, dia 18/05/2026, foi divulgada a lista de convocados para a Copa do Mundo de 2026 e o ‘menino’ Ney foi convocado para alegria de uns e raiva de outros. Vamos aos fatos:
  1. Com ou sem Neymar, acho muito difícil nosso país ganhar.
  2. Neymar foi convocado mais pela pressão do que por qualidade.
De qualquer forma, ele indo ou não, essa seria a última Copa dele. Então, por que não o deixar jogar? Entretanto, vamos a mais dois fatos:
  1. Se o Brasil perder (com Neymar), pessoas dirão que Neymar não deveria ter sido chamado e que deveriam tr dado chances a jogadores mais novos.
  2. Se o Brasil perder (sem Neymar), pessoas dirão que o país perdeu porque o Neymar não teia sido convocado.
 
Mas o foco desta publicação é divulgar uma opinião de um influencer que descreveu quase que perfeito o porquê de Neymar ter fãs tão fanáticos. Segue:
 
‘Sabe por que o fã do Neymar fica com tanta raiva quando você critica o Neymar? É porque, na real mesmo, eles não são fãs do Neymar como atleta. Eles são fãs do Neymar como homem. Neymar é um modelo de homem pra esses caras. Por isso que eles ficam tão chateados, dói neles. O sonho do fã do Neymar era ser o Neymar. Mas não é ser um dos melhores jogadores da história do Brasil, multimilionário... não! Isso aí, qualquer um queria. Se fosse sobre futebol, seriam fãs do Pelé, o melhor da história, ou Ronaldo fenômeno, ganhou uma Copa e nos levou pra duas finais de Copa, três vezes melhor do mundo, ou Ronaldinho Gaúcho, o Bruxo, duas vezes melhor do mundo, ganhou uma Copa. Porque o que esses caras admiram de verdade não é o futebol; é o eterno menino Ney, esse cara que trai a mulher grávida, mas vota no Bolsonaro por conta dos valores da família. Qualquer coisa... ‘Ah! Errei! Fui moleque!’. Se machuca, mas vai fazer um cruzeiro pra encher a cara e pegar gente. Meter um atestado no trabalho, mas na verdade eu vou curtir com os meus toys. O que esses caras gostam mesmo é disso aqui ó...


... seja lá o que isso signifique. Quando você critica o Neymar, você tá criticando eles pessoalmente. E os argumentos são ‘Ah! Cê tá com inveja! Quantas Champions você ganhou?’. Porque eles também ganharam a Champions quando o Neymar ganhou a Champions. Eles são ele. As vitórias do Neymar  são as vitórias deles. E, como eles são fracassados, eles não compraram as suas vitórias com as vitórias deles, Marcio de Barueri, que tá desempregado, mas tem um jogo de cama completo do Santos Futebol Clube. Eles comparam as vitórias da carreira de futebol do Neymar com a sua carreira de futebol que você nunca teve, nunca quis ter porque você é um Advogado, jornalista, e por isso você nunca fez um gol e nunca ganhou uma Champions né? Faça alguma crítica ao Neymar que você vai ver o fã do Neymar espumando pela boca, é ódio, é mal sentimento, um mal secreto, uma coisa horrível, é um chilique que só vendo e não tem nada a ver com um ‘tá de Chico’, não é mesmo? Meu ídolo no futebol é o Ronaldo Fenômeno e, quando criticam o Ronaldo Fenômeno, eu não fico com raiva, esperneando por aí. E olha que o Ronaldo Fenômeno tem tudo pra ser bolsonarista. Uma criança ter o Neymar como ídolo, eu até entendo. Agora, um cara com trinta e cinco anos, um adulto funcional... tá aí, as vezes esse deve ser o problema. Não é sobre o futebol né? A gente sabe. Mas vocês nunca vão admitir. Mas pode deixar que eu não conto pra ninguém.’

[Saulo Pinheiro]

O cara é tão ídolo, que, aproveitando o engajamento por ser convocado, ele faz uma divulgação da BLAZE.
Aí você me questiona: 'Qual o problema, mano!? É o trampo dele!'. Bem! Se você acha normal as finanças de famílias serem destruídas por causa de jogos como este, podemos ver claramente que o problema do Brasil não é só os políticos. o problema do Brasil é que se, a maioria do povo brasileiro estivesse no lugar deles, faria igual ou pior.

Para finalizar, eu cito agora duas opiniões de dois conhecidos meus sobre a convocação de Neymar:
‘A Globo fez de tudo para Neymar não ser convocado!’
[Conhecido meu que é bolsonarista]

‘A Globo fez de tudo para Neymar ser convocado!’
[Conhecido meu que é lulista]
 
A conclusão, eu deixo com vocês!
 
Um abraço e vamos questionar tudo e todos!
 
Rio de Janeiro, 19 de maio de 2026
Raphael Paiva