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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

MADONNA X DONALD TRUMP: DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS

Madonna sobre o “Dia Mundial de Luta contra a Aids”:
 
“Donald Trump anunciou que o Dia Mundial da AIDS não deve mais ser reconhecido. Uma coisa é ordenar que agentes federais deixem de comemorar este dia, mas pedir ao público geral para fingir que ele nunca existiu é ridículo, é absurdo, é impensável. Aposto que ele nunca viu seu melhor amigo morrer de AIDS, segurou sua mão e viu o sangue sumir do rosto deles enquanto davam seu último suspiro aos 23 anos. A lista de pessoas que eu conheci, amei e perdi para a AIDS é bem longa. Tenho certeza de que muitos de vocês aí podem se identificar. Deixe-me dizer mais uma vez — ainda não existe cura para a AIDS, e pessoas ainda morrem por causa dela. Eu me recuso a aceitar que essas pessoas morreram em vão. E continuarei a honrar o Dia Mundial da AIDS, e espero que vocês honrem comigo”.


sexta-feira, 10 de outubro de 2025

IS DONALD TRUMP THE ANTICHRIST!?

IS DONALD TRUMP THE ANTICHRIST!?


After Donald Trump "won" the end of the war between Israel and Hamas, much has been said that a ‘false peace’ is happening, that he is the Antichrist, and that the end of the world is near. In fact, Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu said that Trump deserves the Nobel Peace Prize. Regarding this, I ask the following questions:
 
1. What kind of 'false peace' is this that doesn't reach the communities of Rio de Janeiro? If it depends on the factions in Brazil, we will never have 'false peace,' nor true peace (lol), and, obviously, not the famous Apocalypse.
 
2. So, until there is 'peace,' the world won't end!? So, when we achieve 'peace,' God will look on and end everything!? Why doesn't God return while the world is full of wars? When we are at 'peace,' we should enjoy the world, not end it.
 
I, from time to time (a euphemism), think that religious leaders use the Apocalypse as a way to instill fear and, consequently, to manipulate Christians. From the moment that 1. The Apocalypse is near, 2. You are always a sinner who never deserves the Kingdom, and 3. Your leader is the only one who knows everything, you are sensitive to the atrocities that a person with good oratory can commit.
 
God exists, the Devil exists, the spiritual world exists. What shouldn't happen is for 'leaders' to use your faith to manipulate you.
 
Rio de Janeiro, October 9th, 2025
Raphael Paiva

¿ES DONALD TRUMP EL ANTICRISTO?

¿ES DONALD TRUMP EL ANTICRISTO?


Después de que Donald Trump "ganara" el fin de la guerra entre Israel y Hamás, se ha dicho mucho que se está gestando una falsa paz, que él es el Anticristo y que el fin del mundo está cerca. De hecho, el primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, afirmó que Trump merece el Premio Nobel de la Paz. Al respecto, planteo las siguientes preguntas:

1. ¿Qué clase de "falsa paz" es esta que no llega a las comunidades de Río de Janeiro? Si depende de las facciones en Brasil, nunca tendremos una "falsa paz", ni una paz verdadera (jaja), y, obviamente, tampoco el infame Apocalipsis.

2. Entonces, hasta que no haya "paz", ¿el mundo no se acabará? Entonces, cuando alcancemos la "paz", ¿Dios observará y acabará con todo? ¿Por qué Dios no regresa mientras el mundo está lleno de guerras? Cuando estemos en "paz", deberíamos disfrutar del mundo, no acabarlo.

Yo, de vez en cuando (un eufemismo), pienso que los líderes religiosos usan el Apocalipsis para infundir miedo y, en consecuencia, manipular a los cristianos. Desde el momento en que 1. El Apocalipsis está cerca, 2. Siempre eres un pecador que nunca merece el Reino, y 3. Tu líder es el único que lo sabe todo, eres sensible a las atrocidades que una persona con buena oratoria puede cometer.

Dios existe, el Diablo existe, el mundo espiritual existe. Lo que no debería suceder es que los "líderes" usen tu fe para manipularte.

Río de Janeiro, 9 de octubre de 2025
Raphael Paiva

terça-feira, 23 de setembro de 2025

DONALD TRUMP NA ONU | 'QUÍMICA EXCELENTE' COM LULA

Em discurso na ONU, Trump diz que teve 'química excelente' com Lula e afirma que os dois se reunirão na semana que vem
 
Presidente dos EUA elogiou Lula durante discurso a líderes de países membros da ONU nesta terça (23). Ele também defendeu sua própria gestão e disse que ONU 'não está nem perto de seu potencial'.
 
Por Redação g1
 
23/09/2025 11h08  Atualizado há uma hora


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (23), durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU, que se reunirá na semana que vem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para debater as retaliações que os EUA vêm aplicando ao Brasil em reação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.
 
Durante o discurso — no qual ele também exaltou seu próprio governo e criticou a ONU (leia mais abaixo) —, Trump disse que teve "uma química excelente" com o presidente brasileiro, "que pareceu um cara muito agradável".
 
"Eu estava entrando (no plenário da ONU), e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem", disse Trump. "Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos".
 
E Trump seguiu com os elogios ao presidente brasileiro.
 
"Ele parece um cara muito legal, ele gosta de mim e eu gostei dele. E eu só faço negócio com gente de quem eu gosto. Quando não gosto deles, eu não faço. Quando eu não gosto, eu não gosto. Por 39 segundos, nós tivemos uma ótima química e isso é um bom sinal."
 
Fontes do governo brasileiro confirmaram a reunião entre Trump e Lula na semana que vem, mas não disseram se a conversa ocorrerá ao vivo ou por telefone.
 
A fala contrasta com a tensa relação que Estados Unidos e Brasil vêm tendo desde julho, quando Trump anunciou tarifas de 50% a produtos brasileiros.
 
No discurso desta terça, o presidente dos EUA voltou a criticar indiretamente o processo e o Judiciário. Ele afirmou haver "censura, repressão, corrupção judicial e perseguição a críticos políticos" no Brasil.
 
"O Brasil agora enfrenta tarifas pesadas em resposta aos seus esforços sem precedentes para interferir nos direitos e liberdades dos nossos cidadãos americanos e de outros, com censura, repressão, armamento, corrupção judicial e perseguição de críticos políticos nos Estados Unidos", disse Trump, antes de elogiar Lula.
 
PRIMEIRA CONVERSA DIRETA ENTRE TRUMP E LULA
A reunião entre Trump e Lula será a primeira conversa direta entre os dois líderes desde o início da crise do tarifaço. Mas o presidente norte-americano já havia sinalizado estar disposto a se reunir com o brasileiro.

Em julho, após anunciar as tarifas, Trump disse que deveria conversar com Lula "em algum momento, mas não agora". Depois, no início de agosto, Trump disse que "Lula pode falar comigo quando quiser", ao ser questionado sobre a crise com o Brasil.

Em julho, Trump enviou uma carta a Lula anunciando tarifas de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Na ocasião, ele justificou a medida, em parte, pelo que classificou de “caça às bruxas” contra Bolsonaro.

A medida entrou em vigor na primeira semana de agosto. Mas, na época, a Casa Branca anunciou que quase 700 itens seriam isentos, incluindo suco de laranja, combustíveis, veículos, aeronaves civis e determinados tipos de metais e madeira.

DISCURSO DE TRUMP NA ONU
A ONU recomenda que os líderes não passem de 15 minutos., mas Trump discursou por mais de uma hora e de improviso na Assembleia Geral.
 
Antes de mencionar o Brasil, ele exaltou seu governo, criticou a própria ONU e negou, novamente, o aquecimento global.
 
"Graças à minha gestão, os EUA estão na era de ouro. Somos o país mais 'sexy' do mundo", iniciou o presidente norte-americano.
 
Falando pela primeira vez aos líderes de membros da ONU em seu novo mandato presidencial, o norte-americano disse ter melhorado índices de economia e levantou a bandeira de sua política anti-imigração, uma das principais marcas de seu governo até agora.
 
Na sequência, Trump disparou críticas à ONU, a quem culpou por "criar novos problemas" para o mundo.
 
"A ONU não só não resolve os problemas que deveria com muita frequência, como também cria novos problemas para nós resolvermos. O melhor exemplo é a principal questão política do nosso tempo: a crise da migração descontrolada", disse Trump. "A ONU não está nem perto de todo seu potencial".
 
Para justificar a crítica à ONU, usou o argumento que tem repetido em sua autocampanha para vencer o Prêmio Nobel da Paz: o de que "tive de encerrar, sozinho, sete guerras", em referência a conflitos como entre Cambódia e Tailândia, Paquistão e Índia e Israel e Irã — pausado após um ataque dos EUA ao território iraniano.
 
"Muita gente diz que eu deveria ganhar o Nobel da Paz".

Com um discurso que pareceu improvisado em alguns momentos — Trump alegou que o teleprompter do plenário não estava funcionando e que falaria "do coração", o presidente dos EUA arrancou aplausos da plateia em apenas um momento: quando pediu um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
 
No entanto, ele criticou a onda de países que reconheceram o Estado da Palestina nos últimos dias, como os aliados Reino Unido e França.
 
“Tem gente reconhecendo o Estado Palestino, seria uma recompensa muito grande para o Hamas… Apenas libertem os reféns”.
 
Trump também disparou contra a Rússia e a China. Criticou a tentativa de Moscou de controlar o mercado de petróleo e gás natural e disse que se reunirá com líderes europeus ao longo da Assembleia Geral para negociar o boicote que propôs uns dias atrás.
 
Sobre a China, sugeriu que o país foi o responsável por criar o coronavírus. Também menosprezou as mudanças climáticas e disse que "as energias renováveis são uma piada". As previsões sobre o aquecimento global "foram feitas por pessoas estúpidas", afirmou ainda.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/09/23/trump-discursa-na-onu.ghtml

LULA NA ONU | AGRESSÃO CONTRA O JUDICIÁRIO É 'INACEITÁVEL', DIZ LULA

AGRESSÃO CONTRA O JUDICIÁRIO É 'INACEITÁVEL', DIZ LULA


O Brasil, representado pelo presidente Lula, é tradicionalmente o responsável pelo discurso de abertura do debate de líderes na ONU, que está em sua 80ª edição neste ano e ocorre em Nova York.

A fala de Lula em defesa da soberania brasileira ocorre no dia seguinte à nova rodada de sanções do governo americano a cidadãos brasileiros como reação à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Com o tarifaço imposto pelos EUA, este é o pior momento das relações entre Brasil e EUA nas últimas décadas.

"Mesmo sob ataque sem precedentes, o Brasil optou por resistir e defender sua democracia, reconquistada há 40 anos pelo seu povo depois de duas décadas de governos ditatoriais", disse Lula.

"Não há justificativas para as medidas unilaterais e arbitrárias contra as nossas instituições e nossa economia. Agressão contra a independência do poder Judiciário é inaceitável. Essa ingerência em assuntos internos conta com o auxílio de uma extrema-direita subserviente e saudosa das antigas hegemonias", completou o petista.

O petista afirmou ainda que "falsos patriotas arquitetam e promovem publicamente ações contra o Brasil". "Não há pacificação com impunidade", emendou.

"Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos a autocratas e àqueles que os apoiam: nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis", acrescentou Lula.

Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/na-onu-lula-defende-soberania.ghtml

LULA NA ONU | RECADOS A TRUMP

RECADOS A TRUMP


Sem citar os EUA, Lula abriu o discurso com uma crítica à política externa e tarifária adotada por Trump.
 
"Assistimos à consolidação de uma desordem internacional marcada por seguidas concessões à política do poder. Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando a regra", disse.
 
"Existe um evidente paralelo entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia", acrescentou.
 
Lula e Trump trocaram críticas frequentes nos últimos meses, em especial desde que os Estados Unidos sobretaxaram em 50% produtos brasileiros, com o argumento de tentar encerrar uma "caça às bruxas" a Bolsonaro.
 
Trump tentou, sem sucesso, interferir no julgamento do ex-presidente, condenado a 27 anos e três meses de pena pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe.
 
Em seus posicionamentos internos, Lula tem criticado o americano pelo ataque à soberania nacional e, após o julgamento, tem destacado a independência do STF.
 
O discurso desta terça ocorre no dia seguinte ao anúncio pelo governo Trump da revogação do visto americano do advogado-geral da União, Jorge Messias, e da sanção financeira com a lei Magnitsky a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Alexandre de Moraes.
 
🔎Com a sanção, todos os eventuais bens de Viviane nos EUA estão bloqueados, assim como qualquer empresa que esteja ligada a ela.
 
O governo americano já havia feito o mesmo com Alexandre de Moraes em julho. Nem o ministro, nem a esposa podem realizar transações com cidadãos e empresas dos EUA — usando cartões de crédito de bandeira americana, por exemplo.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/na-onu-lula-defende-soberania.ghtml

LULA NA ONU | MENÇÃO À CONDENAÇÃO DE BOLSONARO

MENÇÃO À CONDENAÇÃO DE BOLSONARO


Lula também comentou, durante o discurso, a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão, acusado de liderar uma trama golpista para permanecer no poder, apesar da derrota nas urnas nas eleições de 2022.

"Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos a autocratas e àqueles que os apoiam. Nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis. Seguiremos como nação independente e como povo livre de qualquer tipo de tutela", afirmou Lula.

"Há poucos dias, e pela primeira vez em 525 anos de nossa história, um ex-chefe de Estado foi condenado por atentar contra o Estado Democrático de Direito", disse ainda o presidente.

Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/na-onu-lula-defende-soberania.ghtml

LULA NA ONU | 'NADA JUSTIFICA GENOCÍDIO EM GAZA', AFIRMA O PETISTA

'NADA JUSTIFICA GENOCÍDIO EM GAZA', AFIRMA O PETISTA


No seu discurso, Lula também lamentou a ausência do presidente da Autoridade Palestina presencialmente na reunião e afirmou que "nada justifica o genocídio em curso" na Faixa de Gaza.
 
"Os atentados terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis sob qualquer ângulo, mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza", afirmou Lula.
 
O presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, não participa presencialmente da reunião deste ano, após o governo de Donald Trump, dos Estados Unidos, revogar todos os vistos de membros do governo palestino.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/na-onu-lula-defende-soberania.ghtml

LULA NA ONU | REFORMA DA ONU E DEFESA DO MULTILATERALISMO

REFORMA DA ONU E DEFESA DO MULTILATERALISMO


O presidente brasileiro defendeu a reforma da ONU, além de mencionar a importância do multilateralismo — pauta recorrente em seus discursos durante viagens internacionais e em outras edições da assembleia.
 
"A voz do Sul Global deve ser respeitada e ouvida. A ONU tem hoje quase quatro vezes mais membros do que os 51 que estiveram na sua fundação. Nossa missão histórica é a de torná-la novamente portadora de esperança e promotora da igualdade, da paz, do desenvolvimento sustentável, da diversidade e da tolerância", afirmou.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/na-onu-lula-defende-soberania.ghtml

LULA NA ONU | PAUTA AMBIENTAL E 'COP DA VERDADE'

PAUTA AMBIENTAL E 'COP DA VERDADE'


No pronunciamento, o presidente brasileiro chamou a atenção para as questões climáticas e destacou a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém (PA).

"Bombas e armas nucleares não vão nos proteger da crise climática. O ano de 2024 foi o mais quente já registrado. A COP30, em Belém, será a COP da verdade. Será o momento de os líderes mundiais provarem a seriedade de seu compromisso com o planeta", disse Lula.

Nesse contexto, ele reforçou o convite aos países para a conferência. "Sem ter o quadro completo das Contribuições Nacionalmente Determinadas (as NDCs), caminharemos de olhos vendados para o abismo".

Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/na-onu-lula-defende-soberania.ghtml

NA ONU, LULA MANDA RECADOS A TRUMP, DIZ QUE ATAQUE AO JUDICIÁRIO DO BRASIL É 'INACEITÁVEL' E CONDENA ANISTIA: 'DEMOCRACIA É INEGOCIÁVEL'

Na ONU, Lula manda recados a Trump, diz que ataque ao judiciário do Brasil é 'inaceitável' e condena anistia: 'Democracia é inegociável'

Presidente também criticou guerras e afirmou que 'nada justifica o genocídio em Gaza'. Petista defendeu ainda a regulação das redes sociais e citou condenação de Jair Bolsonaro.

Por Guilherme Mazui, Ana Flávia Castro, Mariana Laboissière, Gustavo Garcia, g1 — Brasília

23/09/2025 10h50  Atualizado há 3 minutos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um discurso, durante a Assembleia Geral da ONU, com recados a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. O petista também afirmou que agressão ao judiciário brasileiro é "inaceitável". E condenou "falsos patriotas" e a possibilidade de anistia a quem ataca a democracia.

Ele disse ainda que a democracia e a soberania brasileiras são "inegociáveis". E que o Brasil passou uma mensagem ao mundo com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe.

No discurso, Lula também defendeu a regulação das redes sociais. E, ao criticar ações de Israel contra o grupo terrorista Hamas, afirmou que "nada justifica o genocídio em curso em Gaza".

O petista também chamou atenção para as mudanças climáticas e convidou os líderes presentes na assembleia para comparecerem à COP30, em Belém (PA).

Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/na-onu-lula-defende-soberania.ghtml

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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

PGR DENUNCIA EDUARDO BOLSONARO NO INQUÉRITO SOBRE COAÇÃO EM PROCESSO JUDICIAL; JAIR BOLSONARO NÃO FOI DENUNCIADO

PGR denuncia Eduardo Bolsonaro no inquérito sobre coação em processo judicial; Jair Bolsonaro não foi denunciado
 
Caso é sobre a atuação de Eduardo junto ao governo dos EUA para levantar sanções contra o Brasil e autoridades do Judiciário. Objetivo, segundo a PGR, era reverter o julgamento do pai, Jair Bolsonaro, por golpe de Estado.
 
Por Márcio Falcão, Marcelo Parreira, Reynaldo Turollo Jr, TV Globo — Brasília
 
22/09/2025 14h53  Atualizado há 30 minutos


A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação em processo judicial.
 
O caso é sobre a atuação de Eduardo para atrapalhar o processo sobre golpe de Estado, em que o pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão.
 
Para a PGR, Eduardo buscou junto ao governo Donald Trump, dos Estados Unidos, levantar sanções e tarifas ao Brasil e a autoridades do Judiciário como represália ao julgamento.
 
A PGR também denunciou o produtor de conteúdo Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro, que agiu nos EUA junto com Eduardo.
 
Jair Bolsonaro, que também era alvo do inquérito, não foi denunciado. Isso significa que a PGR não encontrou indícios de que ele também estava coagindo autoridades judiciais responsáveis pelo processo do golpe.
 
Agora, caberá ao STF decidir se aceita ou não a denúncia contra Eduardo e Paulo Figueiredo. Se for aceita, eles se tornarão réus em uma ação penal.
 
"Os denunciados divulgaram amplamente tragédias financeiras, decorrentes das sanções que se afirmavam e se mostraram aptos para consegui-las [as tragédias financeiras] nos Estados Unidos da América, se o Supremo Tribunal Federal não liberasse os acusados no processo penal contra Jair Bolsonaro e outros", escreveu o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
 
Segundo o procurador-geral, Eduardo e Paulo Figueiredo deixaram claro suas ações e intenções.
 
"A dupla de denunciados não hesitou em arrogar a si própria a inspiração determinante das sanções econômicas que vieram a ser, como é notório, afinal infligidas pelo governo norte-americano."
 
AMEAÇAS A MINISTROS
Segundo a PGR, a estratégia dos denunciados consistiu em ameaçar os ministros do STF com a obtenção de sanções estrangeiras, tanto para os magistrados quanto para o próprio Brasil .
 
Para isso, eles se dedicaram a explorar suas conexões nos Estados Unidos, incluindo contatos com integrantes do alto escalão do governo norte-americano.
 
"A efetivação de sanções crescentes convenceu os denunciados de que as ameaças e os males já infligidos estavam produzindo resultados sobre a disposição dos Ministros julgadores. Com isso animavam-se ao recrudescimento das manifestações de coação. Buscavam deixar explícito, para o público e para os demais julgadores do STF, que a as medidas de que lançavam mão para intimidar os julgadores eram eficazes", declarou Gonet.
 
O procurador-geral destacou que Eduardo e Paulo Figueiredo, em postagens nas redes sociais e em entrevistas, não só anunciavam novas medidas do governo dos EUA, cada vez mais duras, como comemoravam publicamente as já impostas pelo governo Trump.
 
"A dupla denunciada anunciava as sanções previamente, celebrava quando eram impostas e as designava, elas próprias, como prenúncio de outras mais, caso o Supremo Tribunal não cedesse. As providências foram obtidas com porfiado esforço pela dupla, conforme os denunciados – eles próprios – triunfalmente confessam", afirmou Gonet.
 
AÇÕES DOS DENUNCIADOS
A denúncia detalha três principais eventos de sanções que teriam sido orquestrados pelos acusados:
 
  • A suspensão de vistos: Em 18 de julho de 2025, o governo dos EUA suspendeu os vistos de oito ministros do STF. Eduardo Bolsonaro publicou na rede social X (anteriormente Twitter) um agradecimento ao presidente dos EUA e ao Secretário de Estado, afirmando que "tem muito mais por vir". Paulo Figueiredo também comentou o evento, chamando-o de "só o começo" e sugerindo que medidas piores poderiam ser aplicadas.
  • A imposição de tarifas econômicas: Em 9 de julho de 2025, o presidente dos EUA anunciou a imposição de tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras, designando-as como punição pela "perseguição ilegítima" a Jair Bolsonaro e seus apoiadores. O documento do MPF afirma que essas sanções, que os denunciados apelidaram de "Tarifa-Moraes", causaram perdas de receita, impacto negativo no PIB e desemprego setorial no Brasil.
  • A Lei Magnitsky: Em 30 de julho de 2025, o Ministro Alexandre de Moraes foi sancionado com a Lei Global Magnitsky de Responsabilidade pelos Direitos Humanos. Essa medida resulta no bloqueio de bens e na proibição de transações financeiras nos EUA. Os denunciados, após a sanção, continuaram a pressionar o STF, afirmando que a punição de Moraes seria um aviso para os outros ministros .
 
MENSAGENS DE CELULAR
A denúncia utiliza mensagens de WhatsApp apreendidas do celular de Jair Bolsonaro como evidência da trama. Em uma dessas mensagens, Jair Bolsonaro relata ao filho que "todos ou quase todos" os ministros do STF demonstram preocupação com as sanções. O documento também indica que Eduardo Bolsonaro atuou para garantir que apenas ele e Paulo Figueiredo tivessem acesso a autoridades dos EUA. A denúncia conclui que as ações tinham o objetivo de "sobrepor os interesses da família Bolsonaro às normas do devido processo legal e do bom ordenamento da Justiça".
 
Por fim, o Ministério Público Federal pede a condenação de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo pelo crime de coação no curso do processo, em forma continuada, e a reparação dos danos causados . A denúncia destaca que o crime foi formalizado com as ameaças, independentemente de os ministros terem cedido à pressão, visto que a simples prática da ameaça já configura o delito.
 
Link da reportagem: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/22/pgr-denuncia-eduardo-bolsonaro-no-inquerito-sobre-coacao-da-justica.ghtml

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

ASSASSINATO DE CHARLIE KIRK | COMO A IMPRENSA E ALGUNS DA ESQUERDA REAGIRAM?








QUEM É CHARLIE KIRK, ATIVISTA ALIADO DE TRUMP QUE MORREU BALEADO

Quem é Charlie Kirk, ativista aliado de Trump que morreu baleado

Kirk, de 31 anos, foi fundador da Turning Point USA, uma rede com base nos campi universitários dos EUA


O comentarista e ativista conservador Charlie Kirk, aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, morreu nesta quarta após ser atingido no pescoço por um tiro enquanto discursava em um evento na Universidade Utah Valley.
 
Vários vídeos que circulam nas redes sociais mostram Kirk sendo baleado enquanto falava sob uma tenda.
 
QUEM É CHARLIE KIRK
Kirk, de 31 anos, foi fundador da Turning Point USA, uma rede conservadora com base nos campi universitários dos EUA. Ele apresentava o The Charlie Kirk Show, um podcast e programa de rádio conservador que está entre os mais ouvidos na Apple nos EUA.
 
O The Charlie Kirk Show vai ao ar no canal de rádio "The Answer", da Salem Media. Em 2021, o programa foi classificado como o 21º podcast mais popular na Apple Podcasts. Atualmente, a Apple o lista como o número 9 entre os podcasts de notícias dos EUA, oito posições acima da NPR, emissora pública.
 
Já a TPUSA afirma estar presente em mais de 3.500 campi universitários e deu origem a outras iniciativas ativistas, incluindo, entre outras, uma academia online, a Turning Point Faith, e a Turning Point Faith, e a Turning Point Action, um grupo de defesa política que se envolveu no ciclo eleitoral de 2022 no Arizona e em outros swing states.
 
A Turning Point USA teve seu próprio ponto de virada em 2016, quando começou a promover a campanha de Trump para a presidência. Na época, Charlie Kirk atuou como assistente pessoal de Donald Trump Jr. Ele também já discursou em diversos eventospolíticos, incluindo a Convenção Nacional Republicana de 2020.
 
Kirk, porém, não escapou de algumas polêmicas, quando fez comentários a respeito de imigração, eficácia de vacinas durante a pandemia, aborto, DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), resultados das eleições de 2020 controle de natalidade.
 
Kirk era casado com Erika Kirk, uma empreendedora, e o casal tem dois filhos.
 
CENA DO CRIME
No local do atentado havia um público de cerca de 2 mil pessoas, segundo o ex-congressista Jason Chaffetz, presente no evento. A instituição acadêmica informou em um comunicado que um suspeito foi detido.
 
Christine Nelson, da polícia da Utah Valley University, confirmou apenas que "houve disparos" e pediu "às pessoas que permaneçam em suas casas". Um alerta enviado aos estudantes informou que uma pessoa havia sido detida.
 
"Foi dado um único tiro no campus contra um orador visitante. A polícia está investigando; o suspeito está detido", dizia o alerta, segundo o meio local Deseret News.
 
Link da reportagem: https://exame.com/mundo/quem-e-charlie-kirk-ativista-conservador-aliado-de-trump-que-foi-baleado/