Express Yourself

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EXPRESS YOURSELF! DON'T BACK DOWN! “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” [1 TIMÓTEO 01:15]

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Programa Na Moral com Pedro Bial - Estado Laico com Silas Malafaia!

ALGUMAS OBSERVAÇÕES:

1. O programa foi muito bem editado para parecer que Silas Malafaia era incoerente com as palavras e revoltado, e que queria briga a qualquer custo. Parecia Big Brother Brasil.

2.  Líder da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Daniel Sotto-Mayor, chamou todos os pastores evangélicos de LADRÕES, mas Pedro Bial e ninguém se manifestou.

3. Quando Silas Malafaia começa a falar sobre a participação política e social em manifestações, Pedro Bial o corta, dizendo o pensamento dele e finaliza o programa.

4. Ivanir dos Santos, representante das religiões Afro-brasileiras, teve razão em muitas colocações, principalmente com relação ao preconceito que o candomblé sofre. Mas ele passar aquela imagem de bonzinho convidando Silas Malafaia para fazer uma "Passeata das Religiões" foi meio ridículo.

5. Cantor Arlindo, sempre sorridente e feliz, não me desce. Eu absolutamente não gosto dele.

6. A Rede Globo mais uma vez tentou passar uma imagem de que evangélicos são idiotas e "cabeças-oca", fazendo uma péssima edição de mais de duas horas de debate. Mas, graças a Deus, Silas Malafaia mais uma vez nos representou muito bem.

“Quem deu banho de sangue na humanidade foram aqueles que tinham o ateísmo como base. A revolução que aconteceu na Rússia, que matou mais de 70 milhões de pessoas, a revolução da China, que matou mais de 50 milhões de pessoas, o Pol Pot, agora lá no Camboja, naquela região. Estes camaradas tinham como doutrina a exclusão total da religião”, disse Malafaia.

“O Estado é laico, mas o povo não é ateu”, diz Silas Malafaia no Na Moral

Em debate quente no programa Na Moral, Silas Malafaia rebate criticas de ateu e opina sobre crescimento evangélico.
por David de Gregório Neto


“O Estado é laico, mas o povo não é ateu”, diz Silas Malafaia no Na Moral"O Estado é laico, mas o povo não é ateu", diz Malafaia no Na Moral
O pastor Silas Malafaia prometeu e o programa “Na Moral”desta quinta-feira (1º) teve um “debate quente”. Apesar de ter sido resumido, de duas horas para 35 minutos, o programa de Pedro Bial, que foi gravado no dia 13 de julho, foi um dos mais comentados nas redes sociais.
O encontro entre o evangélico Silas Malafaia com o babalorixá Ivanir dos Santos, o padre Jorjão e o presidente da maior associação de ateus do Brasil, Daniel Sotto-Mayor, para discutir o tema Estado Laico chegou a estar entre os trends doTwitter com a hastag #NaMoral.
Ao aceitar o convite Malafaia justificou pelo Twitter dizendo que vai pregar em todos os lugares que ele tiver a oportunidade. E apesar de ter se mostrado temeroso por causa da edição que seria feita a partir das gravações, o líder evangélico mostrou a mesma postura polêmica que lhe é peculiar.
Iniciou sua opinião já discordando do líder da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Daniel Sotto-Mayor, que acusou os governos que se pautaram pela religião de banhar de sangue e oprimir os diferentes.
Malafaia lembrou algumas revoluções que tinham como ideais o que chama de “Estado Laicista”, como Rússia, China, Camboja e União Soviética. “Ninguém derramou mais sangue do que aqueles que eram a favor da anulação de Deus da sociedade”, enfatizou.
“Quem deu banho de sangue na humanidade foram aqueles que tinham o ateísmo como base. A revolução que aconteceu na Rússia, que matou mais de 70 milhões de pessoas, a revolução da China, que matou mais de 50 milhões de pessoas, o Pol Pot, agora lá no Camboja, naquela região. Estes camaradas tinham como doutrina a exclusão total da religião”, disse Malafaia.
Sobre a diminuição no número de católicos no Brasil o padre Jorjão explicou que muita gente se dizia católica e que hoje tem outras religiões e enfatizou dizendo que é “melhor que sejam bons cristãos do que mal católicos”.
Já o líder evangélico destacou que o crescimento evangélico acontece graças ao ensino dos pastores. Pois para o pastor, o evangélico não vive apenas uma liturgia de culto, mas procuram viver a Bíblia no dia-a-dia.
Sotto-Mayor, por sua vez, atribuiu o crescimento dos evangélicos a teologia da prosperidade e afirmou que devido às muitas promessas feitas pelos líderes evangélicos aos fiéis a igreja tem crescido.
Ivanir dos Santos, representante das religiões Afro-brasileiras, afirmou que o umbandista tem sofrido preconceito religioso e que a religião tem sido demonizada por outras religiões. Também citou o exemplo de uma professora evangélica que teria constrangido o aluno por causa da religião.
O babalorixá também convidou Malafaia para participar da Caminhada pela Liberdade Religiosa. O líder evangélico não prometeu que iria, mas agradeceu o convite e lembrou que os evangélicos já foram alvo de preconceito por parte de outras religiões e que na época não eram convidados para participar de programas televisivos.
Assista:

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Casal antecipa casamento para que filho com leucemia possa participar!

01/08/2013 12h07 - Atualizado em 01/08/2013 18h17

Casal antecipa casamento para que filho com leucemia possa participar

Menino de 2 anos já perdeu rim e médicos deram semanas de vida.
Pais terão cerimônia de casamento no próximo sábado nos EUA.

Da AP
1296 comentários
Um casal da Pensilvânia, nos Estados Unidos, resolveu antecipar em cerca de um ano seu casamento para garantir que seu filho de 2 anos que sofre de leucemia possa participar da cerimônia e fazer o papel de padrinho do pai. A cerimônia será realizada neste sábado (3).
Christine Swidorsky com o filho Logan no colo e o noivo, Sean Stevenson, pai do menino. Logan têm leucemia e pais adiantaram casamento para que ele pudesse participar (Foto: Eric Schmadel/Tribune-Review/AP)Christine Swidorsky com o filho Logan no colo e o noivo, Sean Stevenson, pai do menino. Logan tem leucemia, e pais adiantaram casamento para que ele pudesse participar (Foto: Eric Schmadel/Tribune-Review/AP)
Logan Stevenson, de 2 anos, é filho de Sean Stevenson e Christine Swidorsky. Em tratamento contra a leucemia e outras complicações, o menino já teve um dos rins retirados e tem uma massa no remanescente.
Na semana passada, médicos disseram que o menino teria mais duas ou três semanas de vida. “Queremos Logan nas nossas fotografias de família, e queremos que ele veja seu pai e sua mãe se casando”, afirmou Christine.

Que tipo de PAI é o seu? [Smartphone]

01/08/2013 08h26 - Atualizado em 01/08/2013 08h28

Saiba escolher o smartphone mais indicado para presentear seu pai

Veja uma lista de aparelhos com preços a partir de R$ 800.
Especialistas indicam configurações para quatro perfis de pai.

Daniela BraunDo G1, em São Paulo
6 comentários
Smartphones e celulares estão no topo da lista de presentes mais desejados pelos pais. Os dispositivos móveis representam 25% das intenções de compras no Dia dos Pais, de acordo com 3,2 mil consumidores pesquisados pelo site MercadoLivre, seguidos por notebooks (22% das intenções).
Na hora de escolher o presente, entretanto, é preciso entender a diferença entre os modelos de smartphones para que seu pai não ganhe um aparelho lento e limitado.

G1 consultou especialistas que dão dicas do que se deve observar na escolha de smartphones e as configurações mais indicadas para quatro perfis de pais. Veja também uma seleção de aparelhos com preços a partir de R$ 800.
Pai Família  (Foto: Arte/G1)

O pai que não perde um clique ou uma cena dos filhos busca um câmera de bolso com boa capacidade. A conexão móvel em banda larga, 3G ou 4G, é essencial para compartilhar os momentos da família via internet.
“Todos os smartphones que se enquadram na redução de impostos anunciada pelo governo no início deste ano são boas alternativas”, lembra Ronaldo Prass, autor da colunaTira-dúvidas de Tecnologia, do G1. “A capacidade de armazenamento interno e a possibilidade de expansão com cartão de memória são importantes, mas não determinantes na escolha do aparelho se ele tiver pelo menos 8 gigabytes (GB) de memória interna disponível”, complementa Prass.
Pai Gamer (Foto: Arte/G1)
Fãs de jogos não querem ver o smartphone travando no meio das partidas. Para este perfil de usuário, mais exigente, é preciso observar capacidade de processamento, memória RAM e resolução de tela adequados. Além disso, o teclado ou a tela touch deve facilitar o uso de jogos. Na avaliação de Dario Dal Piaz, diretor de ecossistema da fabricante de chipsets Qualcomm, se o modelo de smartphone for intermediário, e não um 'top de linha', o processador deve ter pelo menos dois núcleos e frequência de 1,5 Gigahertz (GHz).
“É recomendável que os smartphones para gamers possuam processadores com pelo menos dois núcleos, 1 GB de memória RAM, uma tela com o tamanho de pelo menos 4.7 polegadas e com resolução de 720 x 1280 pixels. O espaço de armazenamento interno disponível e a capacidade de expansão são decisivos para usuários que não abrem mão de instalar várias opções de games de última geração”, afirma Ronaldo Prass.
Pai Social (Foto: Arte/G1)
Para navegar em redes sociais e compartilhar conteúdos pelo smartphone, o pai ‘social’ precisa de um smartphone conectado com uma dupla de processador e memória que sustente múltiplos aplicativos abertos simultaneamente. Câmera com resolução mínima de 5 megapixels para fotos e câmera traseira para chats em vídeo também completam o kit do pai social.
“O ideal é buscar um smartphone com uma boa câmera - na frontal com pelo menos 2 megapixels de resolução, e na traseira com no mínimo 5 megapixels para fazer fotos de boa qualidade. O espaço de armazenamento interno e a capacidade de expansão são itens apreciáveis, mas não são prioridade na hora de escolher um aparelho para esse perfil”, avalia Ronaldo Prass. “A autonomia da bateria é fundamental, principalmente quando se usa ininterruptamente o plano de dados. Uma configuração de 2500 mAh (miliampère-hora) dá conta do recado durante mais de 15 horas”, afirma.
Pai profissional (Foto: Arte/G1)


Para o uso profissional é recomendável investir num aparelho robusto, com uma tela de pelo menos 4 polegadas para a leitura de e-mails. Uma boa câmera frontal, com pelo menos 2 megapixels de resolução, cai muito bem para a realização de videoconferência. A autonomia da bateria é fundamental para quem usa o smartphone para o trabalho.
Smartphones com entrada para mais de um chip também podem ser interessantes para separar as chamadas de casa e do trabalho sem ter de usar dois aparelhos.
Fique de olho nas configurações
Saiba o que levar em conta na hora de escolher um smartphone considerando memória, processador, sistema operacional, câmera, tela e conectividade.
O cartão de memória pode até mesmo ser usado como um pen drive"
Gilberto Russo, consultor
Memória interna e expansível
A possibilidade de baixar aplicativos e jogos é um dos grandes diferenciais de um smartphone, mas a brincadeira pode acabar rapidamente se a memória interna do aparelho for limitada. “Em geral, a maioria dos usuários de smartphones não usa mais do que 2 gigabytes (GB) de aplicativos. O que exige mais espaço são fotos, vídeos e músicas, que podem ser armazenados no cartão de memória externo”, explica Daniel Hatkoff, sócio-diretor da Pitzi, empresa de proteção de smartphones e celulares contra acidentes.

O comportamento de uso também pode reduzir a capacidade da memória. “Uma coisa que a acontece bastante é a pessoa gravar mídias (fotos e vídeos) na memória interna ou colocar contatos telefônicos que poderiam ser gravados no chip”, lembra Hatkoff, que recomenda aparelhos com memória interna de, no mínimo, 2 GB.
A escolha da memória externa fica a critério do usuário. “O cartão de memória pode até mesmo ser usado como um pen drive, porem poderão haver tipos de arquivos que um smartphone não conseguirá ler”, alerta o diretor executivo da WG-7 Consultoria e Treinamento, Gilberto Russo, que treina equipes de vendas de celulares para operadoras.
"Existem muitos aparelhos sendo vendidos com a versão 2.3.X do Android e sem a perspectiva de atualização"
Ronaldo Prass, colunista  do G1
Sistema operacional
O consumidor também deve ficar de olho na versão do sistema operacional instalada em seu novo smartphone e se o fabricante realiza atualizações regulares. Caso contrário, pode ter problemas de segurança e compatibilidade de aplicativos. “Existem muitos aparelhos sendo vendidos com a versão 2.3.X do Android e sem a perspectiva de atualização. É recomendável investir num aparelho que tenha instalado pelo menos a versão 4.0.x ou superior”, afirma o colunista doG1, Ronaldo Prass.

O especialista nota que smartphones como iPhone e BlackBerry não possuem uma variedade tão grande de modelos disponíveis no mercado, mas pode-se observar uma regularidade na disponibilidade das atualizações. “Quando se trata de aparelhos com o sistema operacional Windows Phone é recomendável que venham com pelo menos a versão 7.8 instalada”, aconselha.

No site do Google (veja aqui) é possível verificar a versão do Android instalada em cada aparelho vendido com a plataforma. No Brasil, segundo a consultoria IDC, smartphones com Android representaram 87% dos modelos vendidos no primeiro trimestre.

Memória RAM
Aliada do processador, a memória RAM é responsável por garantir o bom funcionamento de múltiplas tarefas e aplicativos abertos simultaneamente no smartphone. “É a memória rápida do aparelho e não deve ser confundida com a ‘memória’ de armazenamento”, observa Hatkoff.
“Diferentemente da memória do HD, a memória RAM não armazena conteúdos permanentemente. É responsável, no entanto, pela leitura dos conteúdos quando requeridos, ou seja, de forma não-sequencial, por isso a nomenclatura, em inglês, de Random Access Memory (Memória de Acesso Aleatório)”, detalha o consultor Gilberto Russo.
90% dos aplicativos foram desenvolvidos para aproveitar somente um núcleo"
Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel
Para smartphones de médio porte, os especialistas recomendam uma memória RAM de, no mínimo, 512 megabytes (MB).

Processador
O chip é o coração do smartphone. Conforme explica Dario Dal Piaz há microprocessadores compostos por mais de 20 conjuntos, sendo cada um responsável por um departamento do aparelho como conexão sem fio, câmera, aplicativos etc.
O desempenho do processador, no entanto, não está relacionado somente ao número de núcleos. Um chip dual-core não vai necessariamente duplicar sua capacidade. “O mercado criou um ‘cacoete’ de falar de core (núcleo), mas 90% dos aplicativos foram desenvolvidos para aproveitar somente um núcleo”, explica Cássio Tietê, diretor de marketing para tablets e smartphones da Intel para a América Latina.
A frequência do chip, hoje medida em gigahertz (GHz), pode ser mais importante do que os núcleos em alguns modelos, tanto no desempenho como no consumo de bateria do aparelho. “A métrica dos GHz mostra a máxima velocidade com a qual um processador vai trabalhar”, afirma o executivo da Intel.
Você ainda encontra muitos produtos 2G no mercado"
Leonardo Munin, analista de mercado da IDC
Conectividade
De nada adiantar ter um smartphone de última geração se ele não navega pelas tecnologias de banda larga 3G, e agora 4G, além de contar com conexão a redes Wi-Fi e Bluetooth. “A conectividade ainda não é uma característica de forte em smartphones. Você ainda encontra muitos produtos 2G no mercado”, afirma Leonardo Munin, analista de mercado da consultoria IDC Brasil.
Para verificar se seu smartphone é compatível com as tecnologias de banda larga móvel de terceira geração, a configuração do produto deve ser compatível com redes HSPA, HSPA+ e/ou HSDPA. Já aparelhos que também suportam redes 4G devem ter a tecnologia LTE em suas especificações.
Antes de partir para um smartphone 4G, no entanto, o consumidor deve verificar se o aparelho é compatível com a frequência de 2,5 GHz usada para a oferta do acesso 4G no Brasil (veja a lista de países compatíveis com o 4G brasileiro). Caso contrário, o aparelho vai se conectar somente às redes 3G.
Câmera
Mais do que a quantidade de megapixels, o consumidor deve observar o tempo de resposta entre acionar a câmera e fazer o clique. Para compartilhar fotos na rede, Daniel Hatkoff, recomenda câmeras com resolução de 5 megapixels. “É o suficiente para um uso normal da câmera do celular, compartilhando fotos em redes sociais como Instagram, já que imprimir foto é uma coisa que a maioria das pessoas não faz mais”, afirma. Para vídeos o ideal é começar com resolução HD (1.280 x 720 linhas).
O número de erros e o tempo para executar certas tarefas cresce quando o tamanho do display diminui"
Victor Mammana, Diretor do CTI Renato Archer
Outra dica é verificar a procedência da lente. A qualidade da foto depende muito mais dela e já há marcas de celular que utilizam lentes consagradas na fotografia. (Confira dicas de fotógrafos sobre como usar a câmera do celular).

Tela
Quanto maior a tela do smartphone melhor o aparelho? A resposta envolve usabilidade e ergonomia, conforme explica Victor Pellegrini Mammana, Diretor do Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, em Campinas (SP).

De acordo com um estudo realizado pelo CTI, telas maiores ajudam na ergonomia sensorial e cognitiva, melhorando o uso. "O número de erros e o tempo para executar certas tarefas cresce quando o tamanho do display diminui", afirma Mammana. "Por outro lado sabemos que a 'pegada' do celular pode ficar menos confortável quando ele é muito largo. Neste caso, displays maiores podem prejudicar a ergonomia postural", conclui o especialista.

É importante diferenciar a resolução da tela e a tecnologia do display. "WVGA (Wide Video Graphics Array) e FWGA (Full Wide Video Graphics Array), por exemplo, se referem à resolução da tela (480 x 800 e 480 x 854, normalmente). Já TFT (Thin-film transistor) - variação da tela LCD (Liquid Cristal Dysplay) - e SuperAMOLED (Active-Matrix Organic Light-Emitting Diode) são tecnologias de display", explica Hatkoff. "Ambas são muito boas, mas SuperAMOLED é melhor para exibir vídeos e jogos, e TFT-LCD para navegar e ler", observa.
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Tique nervoso não tem graça!

  • 20/03/2011 às 02:00    -    Atualizado em 20/03/2011 às 02:00
  • Tique nervoso não tem graça

  • Especial para O Diário Josi Costa

Lavar as mãos constantemente pode ser uma compulsão

fazer caretas na infância é um tique considerado leve




Pigarrear, tossir, estalar a língua e/ou os dedos, repuxar a cabeça, entortar o pescoço e/ou a boca, sacudir os ombros ou fazer caretas de forma involuntária podem ser tiques nervosos ou cacoetes. Quem faz sente alívio
da ansiedade, mas para os outros pode parecer esquisitice e é quase sempre motivo de deboche. 

O que muitas pessoas não sabem é que um tique de infância que se agrava e se mantém na vida adulta pode ser uma doença. O neurologista Paulo Cesar Otero Marcelino diz que os tiques podem ser classificado em leves, moderados e graves. Nas crianças, os mais comuns são tiques faciais, torção da cabeça e dos braços. Mas nem sempre esse comportamento implica em algo grave. 

Para ser motivo de preocupação por parte dos pais um dos aspectos importantes para avaliar é o fator hereditário. Outro ainda mais relevante é a intensidade dos tiques. É ela quem vai indicar a necessidade de procurar ajuda de um profissional.

"Se for leve, vale a pena esperar porque a causa pode ser um problema emocional, uma fase. Se for moderado, o uso de medicamento que minimize a ansiedade pode fazer com que ele desapareça", explica. 

O neurologista alerta que, se for alto o grau de ansiedade, os 
tiques podem vir acompanhados de Transtorno Obsessivo- Compulsivo (TOC) ou distúrbio obsessivo-compulsivo.
Considerada uma doença crônica, o comportamento repetitivo e compulsivo atinge em média 2,5% da população e a maior incidência ocorre na infância, principalmente entre os meninos, por volta dos nove e dez anos, segundo estudos a respeito. 

Checagem repetida da tarefa escolar, ler e reler algo para se certificar de que não há erros ou exageros com a higiene pessoal podem estão na lista das compulsões nessa idade.
Alvo de deboche dos colegas, crianças ou adolescentes que, por exemplo, costumam jogar a cabeça para a frente de forma repetitiva, vai tentar se controlar quando estiver em grupo. Porém, ao ficar sozinho novamente vai repetir o mesmo gesto de forma ainda mais compulsiva. "Para eles, o tique é uma forma de aliviar a ansiedade", explica o neurologista.

O médico diz que nos adultos o tique nervoso é mais raro e quando ocorre pode caracterizar a Síndrome de Gilles de la Tourette. Quem sofre dessa doença pode ter contrações bruscas do pescoço, dar chutes a ponto de se desequilibrar e cair, jogar o braço para a frente, entre outros comportamentos considerados esquisitos.
Ainda segundo o neurologista, barulhos com a boca como grunhidos ou ainda soltar palavrões no meio de uma conversa também são sinais da síndrome.
A causa dos tiques ainda é desconhecida, mas já se sabe que, nas pessoas que sofrem do problema, os neurônios não conhecem inibição.
"Não existe cura para essa síndrome, mas há tratamento para amenizar os sintomas", comenta ao se referir à ajuda médica e apoio psicológico.

Os sintomas de Torette o 1º caso
  • Repetição do que outros dizem (ecolalia).
  • Repetição daquilo que o próprio indivíduo diz (palilalia).
  • Produção involuntária de expressões obscenas ou de expressões consideradas tabu pela sociedade (coprolalia).
  • Produção de gestos obscenos (copropraxia).
  • Comportamentos obsessivo-compulsivo como lavar as mãos a ponto de ferir a pele ou tocar-se de forma repetitiva.
  • A Síndrome de Tourette foi descrita pela primeira vez em 1825 por um médico francês. A paciente portadora da doença era a Marquesa de Dampierre, mulher da alta sociedade e muito influente na época. Segundo a história, ela proferia palavras obscenas em público, no meio de uma conversa.

Os tiques podem surgir simples ou complexos
Se você se identificou com esse conteúdo ou tem um amigo ou familiar com tique nervoso, confira os sintomas.
Tiques simples: pestanejar, revirar os olhos, contrações súbitas do nariz, projeção da língua para fora, abrir a boca, sacudir as pernas, flexionar e agitar os braços, limpar a garganta, roncos, fungadelas, tosses, sussurros, gritos, cuspir, assobios, grasnidos, gaguejar, sibilar, risos, berros, ladrar, gemidos, respirar ruidosamente, gorgolejos, estalidos, soluços, sons ‘tsc’ ou ‘pft’.

Tiques complexos: bater em si mesmo ou em outros, saltar, cheirar as mãos ou objetos, bater palmas, beliscar, inclinar-se para a frente, saltitar, atirar objetos, ficar de cócoras, pular, dar saltos mortais, bater com o pé no chão, abanar o pé, pronunciar frases ou palavras incompreensíveis.

A Associação Brasileira de Síndrome de Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (Astoc) foi fundada em 1996 para dar amparo, estímulo e proteação aos portadores. 

O site reúne mais informações sobre a doença, além de vídeos.
(www.astoc.org.br)

Dilma sanciona projeto que garante atendimento a vítimas de estupro!

01/08/2013 16h04 - Atualizado em 01/08/2013 16h46

Dilma sanciona projeto que garante atendimento a vítimas de estupro

Hospitais deverão dar 'pílula do dia seguinte' a mulher que sofreu abuso.
Presidente sancionou projeto sem vetar nenhum ponto do texto.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília
138 comentários
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (1º), sem vetos, projeto de lei que determina o atendimento obrigatório e imediato no Sistema Único de Saúde (SUS) a vítimas de violência sexual, segundo informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A lei entra em vigor em 90 dias.

Com a sanção, Dilma manteve no projeto um trecho que foi alvo de polêmica entre religiosos por obrigar hospitais a prestarem serviço de “profilaxia da gravidez” a mulheres que sofreram abuso.

De acordo com o projeto, todos os hospitais da rede pública serão obrigados a oferecer, de forma imediata, entre outros serviços, a "profilaxia da gravidez", termo que, de acordo com o Ministério da Saúde, refere-se ao uso da chamada "pílula do dia seguinte". A medicação evita a fecundação do óvulo (em até 72 horas após a relação sexual) e não tem poder para interromper uma gestação.
Padilha esclareceu que, “se uma vítima de violência sexual for amanhã a um hospital, o hospital já tem que cumprir todas essas recomendações” devido à portaria que está em vigor desde 2008. “Daqui 90 dias, quando a lei entra em vigor, esse hospital passa a também ser questionado de uma forma ainda mais intensa, porque não é mais apenas uma recomendação, mas uma lei do país", afirmou.
A presidente Dilma também vai encaminhar um projeto de lei para corrigir duas imprecisões técnicas no texto aprovado pelo Congresso. Uma delas é sobre o conceito de violência sexual e a segunda estabelece, claramente, no inciso 4 do artigo 3º o uso e a administração da medicação com eficiência para gravidez resultante de estupro.
"É importante a correção porque esse texto é exatamente o que é recomendado pelo Ministério da Saúde para vítimas de estupro, ou seja, usar a medicação até 72 horas para se evitar gravidez de vítimas de estupro. A oferta de medicação no tempo adequado para evitar gravidez de vítimas de estupro", disse Padilha.

Pela atual legislação, em caso de gravidez resultante de estupro, é permitido à vítima realizar o aborto, bastando para isso assinar um documento no próprio hospital.

Com a lei sancionada nesta quinta, as vítimas também terão direito a diagnóstico e tratamento das lesões no aparelho genital; amparo médico, psicológico e social; profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis, realização de exame de HIV e acesso a informações sobre seus direitos legais e sobre os serviços sanitários disponíveis na rede pública.
Para a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, as medicações  "na hora certa" vão evitar abortos.
"É um projeto que, ao evitar a gravidez com e medicações corretas, precisas, na hora certa, ele também evita possíveis abortos caso a mulher resolva fazê-lo. É um projeto que está dentro da conduta do nosso governo e deixará, amenizará definitivamente o sofrimento de crianças, mulheres e pessoas portadoras de deficiências e de meninas que sofrem o estupro e a violência sexual", disse.
Segundo Padilha, a atual política do Ministério da Saúde já prevê "atendimento humanizado".
"Esse projeto transforma em lei aquilo que já é um política estabelecida em portaria do Ministério da Saúde que garante tratamento humanizado, respeitoso, a qualquer vítima de estupro", afirmou.
As entidades religiosas também chegaram a pedir veto ao inciso sobre a "pílula do dia seguinte" por entenderem que o termo abre brecha para médicos realizarem aborto. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, rebateu os críticos e disse que projeto diminui a incidência de aborto.
"O que temos a dizer é que é exatamente um projeto que além de prestar o apoio humanitário essencial para a mulher que foi vítima de uma tortura, porque todo estupro é uma forma de tortura, ele permite que ela não passe por um segundo sofrimento, que é o aborto legal.  Sancionando um projeto que foi aprovado por unanimidade no Congresso Nacional, onde há uma cativa bancada da família, é corrigir esse projeto que vem do Congresso com uma ambiguidade que, sim, poderia abrir essa brecha.  Apoiamos esse projeto sem abrir nenhuma porta para a prática do aborto e diminuindo a incidência do aborto legal", disse.
Algumas entidades religiosas também pediram veto ao trecho que trata do fornecimento de informações pelos hospitais às mulheres vítimas de violência sexual. O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) chegou a protocolar na Presidência da República, no mês passado, um ofício argumentando que não cabe a hospitais oferecer orientação jurídica,  responsabilidade que seria apenas das delegacias de polícia e outras autoridades, segundo o parlamentar.