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segunda-feira, 12 de maio de 2025

QUEM ERAM OS ANTIPAPAS? A HISTÓRIA POR TRÁS DAQUELES QUE DESAFIAVAM OS PAPAS ELEITOS

História
 
Quem eram os antipapas? A história por trás daqueles que desafiavam os Papas eleitos

Durante séculos, personagens que discordavam dos escolhidos pelos bispos da época competiram pelo posto de líder da Igreja Católica – muitas vezes com o apoio de poderosos governantes.

Por Redação National Geographic Brasil
Publicado 8 de mai. de 2025, 06:08 BRT

O Cardeal Robert Prevost lidera uma oração do rosário para o falecido Papa Francisco no Vaticano em março de 2025. Prevost compartilhou pontos de vista semelhantes aos do falecido Papa, mas muitos especulam sobre o grau de mudança que se pode esperar.
 
Foto de Evandro Inetti, ZUMA Press Wire, Alamy

Durante muitos séculos, alguns dos Papas eleitos nos conclaves católicos precisaram enfrentar um oponente. Tratava-se de um outro bispo ou religioso que desafiava o nome alçado ao poder, apesar de sua vitória legitimamente. Estes homens eram os antipapas, líderes que se auto-proclamavam como sendo o “Bispo de Roma” e o sumo-pontífice da  Igreja Católica Romana.
 
O nome antipapa tem origem no latim e designa o posto ocupado por um Papa quando já existia outro. Sua ocorrência se deu entre os séculos 3 e meados do século 15, como conta a Encyclopedia Britannica (plataforma de conhecimentos gerais do Reino Unido).
 
Pode-se dizer que os antipapas eram os representantes das facções distintas de dentro da Igreja Católica, as quais sempre existiram e lutavam pelo poder de uma das instituições mais influentes do mundo.

A figura dos antipapas foi comum no que se chama de “Igreja Católica primitiva” e terminou ainda no período medieval. Atualmente não existem mais antipapas disputando o poder da Santa Sé, e o papa eleito em conclave, a portas fechadas, é o escolhido para liderar a Igreja Católica Apostólica Romana. Este foi o caso de João Paulo 2º, na foto, em benção aos fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano.
 
Foto de JAMES L. STANFIELD
 
COMO SURGIA UM ANTIPAPA
Desde o aparecimento do cristianismo, mais de 260 Papas foram escolhidos como líderes do que foi se consolidando como a igreja que se conhece hoje. “De fato, a tradição católica romana afirma que o cargo foi ocupado pela primeira vez por São Pedro Apóstolo, um dos primeiros discípulos de Jesus”. Desde então, esses nomes eram escolhidos por aclamação.
 
Mas na Igreja Católica “primitiva” havia “rivais que ocasionalmente reivindicavam o trono papal”, como conta a Britannica. E não foram poucos. “Eles eram nomeados ou eleitos em oposição ao Papa legitimamente escolhido. Existiram cerca de 40 antipapas ao longo da história da Igreja Católica Romana”, detalha a fonte.
 
Já o artigo “O heroísmo ao avesso: os ‘antipapas’ e a memória historiográfica da política papal (1040-1130)”, de Leandro Duarte Rust, doutor em História Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor de história da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMG), explica que o conceito de antipapa é “um velho conhecido dos estudiosos do papado medieval”.
 
O antipapa era “eleito de forma irregular após a morte ou a deposição ilegítima de um Papa”, continua o artigo. Quando isso acontecia se dava, então, um cisma: “o antipapa era designado por uma facção para desafiar o Papa legítimo; seus promotores eram geralmente a nobreza romana, o imperador ou parte dos cardeais", completa o documento, usando informações da Encyclopedia of Middle Ages (Enciclopédia da Idade Média), uma plataforma da Universidade de Oxford.
 
Esses líderes religiosos também receberam o nome de “pseudopontífices” ou "falsos pontífices", reforça o artigo de Duarte Rust dedicado ao tema.
 
Um retrato do Papa Leão 9º, considerado um atipapa que comandou a Igreja entre 1049 e 1054, quando morreu.
 
Foto de Biblioteca do Congresso em Washington
 
QUEM FOI O ÚLTIMO ANTIPAPA?
Há alguns séculos já não existem mais antipapas competindo pelo poder na Igreja Católica. Segundo a Britannica, o último antipapa teria sido Félix 5º, que governou entre 1439-1449.
 
Félix, cujo nome anterior era Amedeo 8º, “foi eleito antipapa quando o Concílio de Basileia (iniciado em dezembro de 1431 e terminado a 16 de maio de 1443) decidiu depor o papa Eugénio 4º”, informa a Britannica. Seu papado durou dez anos: “Amadeus-Félix renunciou sob pressão dos reis da França, da Inglaterra e da Sicília, e foi cardeal em seus últimos dois anos de vida. Ele foi o último dos antipapas”, conclui a plataforma. 
 
Outro exemplo de antipapa no poder ocorreu com a ascensão de Leão 9º, que segundo o artigo do especialista brasileiro foi “um ultraje flagrante às regras canônicas da época".
 
“Promovido ao papado por decisão pessoal do imperador Henrique 3º, ele também desrespeitou as tradições canônicas eletivas”, continua a fonte. Seu papado durou de 21 de junho de 1002 a 19 de abril de 1054, data de sua morte.
 
Vale ressaltar ainda que o surgimento dos antipapas está ligado à chamada Cisma do Ocidente, um período que ocorreu entre 1378 a 1417 no qual o poder papal estava em disputa e a sede da Igreja saiu de Roma para Avignon, no sul da França.
 
Durante a cisma, “havia dois, e mais tarde três Papas rivais, cada um com seus próprios seguidores, seu próprio Sacro Colégio de Cardeais e seus próprios escritórios administrativos”, completa a fonte britânica.

PAPA LEÃO XIV - AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O PAPA FRANCISCO E O NOVO PAPA LEÃO 14

História
 
Papa Leão 14: quem é o novo papa Robert Prevost e quais são suas diferenças em relação ao Papa Francisco?
 
Depois de um conclave relativamente curto, o estadunidense Robert Prevost foi apresentado aos fiéis como o Papa Leão 14. Nosso repórter estava com a multidão na Praça de São Pedro e conta quais mudanças o Vaticano – e o mundo – podem esperar.
 
Por Owen Matthews
Publicado 9 de mai. de 2025, 08:55 BRT

O Cardeal Robert Prevost lidera uma oração do rosário para o falecido Papa Francisco no Vaticano em março de 2025. Prevost compartilhou pontos de vista semelhantes aos do falecido Papa, mas muitos especulam sobre o grau de mudança que se pode esperar.
 
Foto de Evandro Inetti, ZUMA Press Wire, Alamy

Em meio à antiga pompa e cerimônia do Vaticano, banhado pela luz deslumbrante de uma noite de primavera romana, o ex-cardeal Robert Francis Prevost Martínez surgiu na sacada da Basílica de São Pedro como o primeiro papa nascido nos Estados Unidos na história. Ele recebeu o nome papal de Leão 14 – um nome que a grande multidão na Praça de São Pedro adotou com um canto espontâneo de “Le-on-e”, a versão italiana do latim Leo.
 
Na hora entre a fumaça branca que saía de uma chaminé acima da Capela Sistina anunciando que os 133 cardeais eleitores haviam feito sua escolha pouco depois das 18h, horário local, e a aparição de Leão na sacada, as ruas ao redor do Vaticano se encheram de multidões apressadas, incluindo grupos de jovens monges e freiras entusiasmados que juntaram suas vestes para dar uma corrida digna em direção à praça.
 
Muitos simpatizantes usavam bandeiras nacionais enroladas nos ombros e alguns subiram em postes de iluminação e nas bases gigantes de pilares para ter uma visão melhor. Imediatamente em frente a São Pedro, a principal catedral do mundo católico, uma guarda de honra da Guarda Suíça do Vaticano se alinhou com suas tradicionais alabardas, espadas e uniformes renascentistas, enquanto uma banda do exército italiano tocava.
 
AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O PAPA FRANCISCO E O NOVO PAPA LEÃO 14
No entanto, algumas diferenças importantes entre Leão e Francisco ficaram imediatamente aparentes. Francisco quebrou o molde ao escolher o nome, até então não utilizado, de um santo famoso e iconoclasta, Francisco de Assis.
 
Leão, por outro lado, é um nome papal clássico e conservador (significa “leão” tanto em latim quanto em italiano). O antecessor de Leão na era renascentista, Leão 10, excomungou Martinho Lutero em 1520 e é famoso pela frase “Já que Deus nos deu o papado, vamos aproveitá-lo”, quando ele nomeou 30 cardeais de seus aliados em 1517.
 
Mais relevante, no entanto, é o último papa com o nome de Leão, que reinou de 1878 até sua morte em 1903, em uma época de grandes mudanças sociais. Leão 13 era conhecido como o papa dos trabalhadores por suas encíclicas sobre os direitos dos trabalhadores e salários justos. 

Outra diferença entre Leão e Francisco está na escolha das vestes que ele fez na chamada Sala das Lágrimas, um vestiário próximo à Capela Sistina, onde os papas recém-eleitos podem escolher uma seleção de vestes papais.
 
Francisco, de forma incomum, escolheu uma capa branca simples, conhecida como mozzetta. Mas Leão voltou à tradição, escolhendo a mozzetta mais formal, de veludo vermelho e com acabamento em pele, e uma estola vermelha profunda bordada em ouro, que é colocada em volta do pescoço.
 
Provavelmente é um erro dar muita importância às escolhas de vestuário de Leão, embora a mensagem de que ele não é um revolucionário como seu antecessor Francisco seja bastante clara. Seu emprego mais recente foi no Vaticano, onde chefiou um departamento que avalia e nomeia bispos, portanto, ele não é estranho à burocracia e à política da igreja.
 
Agora, enquanto Leão enfrenta um dos trabalhos mais desafiadores do mundo, ele tem as orações e a boa vontade de milhões de simpatizantes e o legado de um antecessor popular e carismático para apoiá-lo – e para estar à altura.
 

    PAPA LEÃO XIV - QUANTOS PAPAS JÁ EXISTIRAM NA IGREJA CATÓLICA?

    História
     
    Papa Leão 14: quem é o novo papa Robert Prevost e quais são suas diferenças em relação ao Papa Francisco?
     
    Depois de um conclave relativamente curto, o estadunidense Robert Prevost foi apresentado aos fiéis como o Papa Leão 14. Nosso repórter estava com a multidão na Praça de São Pedro e conta quais mudanças o Vaticano – e o mundo – podem esperar.
     
    Por Owen Matthews
    Publicado 9 de mai. de 2025, 08:55 BRT

    O Cardeal Robert Prevost lidera uma oração do rosário para o falecido Papa Francisco no Vaticano em março de 2025. Prevost compartilhou pontos de vista semelhantes aos do falecido Papa, mas muitos especulam sobre o grau de mudança que se pode esperar.
     
    Foto de Evandro Inetti, ZUMA Press Wire, Alamy

    Em meio à antiga pompa e cerimônia do Vaticano, banhado pela luz deslumbrante de uma noite de primavera romana, o ex-cardeal Robert Francis Prevost Martínez surgiu na sacada da Basílica de São Pedro como o primeiro papa nascido nos Estados Unidos na história. Ele recebeu o nome papal de Leão 14 – um nome que a grande multidão na Praça de São Pedro adotou com um canto espontâneo de “Le-on-e”, a versão italiana do latim Leo.
     
    Na hora entre a fumaça branca que saía de uma chaminé acima da Capela Sistina anunciando que os 133 cardeais eleitores haviam feito sua escolha pouco depois das 18h, horário local, e a aparição de Leão na sacada, as ruas ao redor do Vaticano se encheram de multidões apressadas, incluindo grupos de jovens monges e freiras entusiasmados que juntaram suas vestes para dar uma corrida digna em direção à praça.
     
    Muitos simpatizantes usavam bandeiras nacionais enroladas nos ombros e alguns subiram em postes de iluminação e nas bases gigantes de pilares para ter uma visão melhor. Imediatamente em frente a São Pedro, a principal catedral do mundo católico, uma guarda de honra da Guarda Suíça do Vaticano se alinhou com suas tradicionais alabardas, espadas e uniformes renascentistas, enquanto uma banda do exército italiano tocava.
     
    QUANTOS PAPAS JÁ EXISTIRAM NA IGREJA CATÓLICA?
    O Cardeal Robert Francis Prevost Martínez é o 267º homem a ocupar o cargo de papa e é o novo líder dos 1,4 bilhão de católicos do mundo.
     
    Mas, assim como seus antecessores Francisco e João Paulo 2º, ele foi uma escolha surpreendente. O nome de Prevost não havia sido muito mencionado como um dos principais candidatos ao papado.
     
    De fato, as empresas de apostas identificaram o Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, como favorito, com o filipino Luis Antonio Tagle e o Patriarca Latino de Jerusalém, Pierbattista Pizzaballa, como vice-campeões. Mas, confirmando o velho ditado italiano que diz que “quem entra no conclave como papa sai como cardeal”, esses fortes candidatos não conseguiram conquistar a maioria necessária de dois terços, deixando o campo livre para um candidato azarão como Prevost. 
     
    Ninguém parecia mais abalado com a escolha surpresa do que o próprio Prevost, que parecia estar visivelmente emocionado ao subir na sacada da Basílica de São Pedro para receber sua primeira bênção papal.
     
    E bem que ele poderia, pois as imagens filmadas atrás dele mostravam uma vista magnífica de uma paisagem urbana banhada pela extraordinária luz dourada da noite e um mar de pessoas enchendo a Praça de São Pedro e todo o caminho até a fortaleza papal de Castel Sant' Angelo, a 800 metros de distância.

    PAPA LEÃO XIV - QUEM É ROBERT PREVOST, O NOVO PAPA

    História
     
    Papa Leão 14: quem é o novo papa Robert Prevost e quais são suas diferenças em relação ao Papa Francisco?
     
    Depois de um conclave relativamente curto, o estadunidense Robert Prevost foi apresentado aos fiéis como o Papa Leão 14. Nosso repórter estava com a multidão na Praça de São Pedro e conta quais mudanças o Vaticano – e o mundo – podem esperar.
     
    Por Owen Matthews
    Publicado 9 de mai. de 2025, 08:55 BRT

    O Cardeal Robert Prevost lidera uma oração do rosário para o falecido Papa Francisco no Vaticano em março de 2025. Prevost compartilhou pontos de vista semelhantes aos do falecido Papa, mas muitos especulam sobre o grau de mudança que se pode esperar.
     
    Foto de Evandro Inetti, ZUMA Press Wire, Alamy
     
    Em meio à antiga pompa e cerimônia do Vaticano, banhado pela luz deslumbrante de uma noite de primavera romana, o ex-cardeal Robert Francis Prevost Martínez surgiu na sacada da Basílica de São Pedro como o primeiro papa nascido nos Estados Unidos na história. Ele recebeu o nome papal de Leão 14 – um nome que a grande multidão na Praça de São Pedro adotou com um canto espontâneo de “Le-on-e”, a versão italiana do latim Leo.
     
    Na hora entre a fumaça branca que saía de uma chaminé acima da Capela Sistina anunciando que os 133 cardeais eleitores haviam feito sua escolha pouco depois das 18h, horário local, e a aparição de Leão na sacada, as ruas ao redor do Vaticano se encheram de multidões apressadas, incluindo grupos de jovens monges e freiras entusiasmados que juntaram suas vestes para dar uma corrida digna em direção à praça.
     
    Muitos simpatizantes usavam bandeiras nacionais enroladas nos ombros e alguns subiram em postes de iluminação e nas bases gigantes de pilares para ter uma visão melhor. Imediatamente em frente a São Pedro, a principal catedral do mundo católico, uma guarda de honra da Guarda Suíça do Vaticano se alinhou com suas tradicionais alabardas, espadas e uniformes renascentistas, enquanto uma banda do exército italiano tocava.
     
    QUEM É ROBERT PREVOST, O NOVO PAPA
    Prevost, 69 anos, é natural de Chicago, Illinois, e passou grande parte de sua carreira na América do Sul. Trabalhou por 10 anos como missionário em Trujillo, no Peru, e mais tarde serviu como bispo de Chiclayo, outra cidade peruana.
     
    Ele é cidadão peruano desde 2015. Dirigindo-se à multidão em seu primeiro discurso como Papa Leão, ele agradeceu ao seu antecessor, o Papa Francisco, e falou em “unir todas as pessoas do mundo em paz” e em criar “uma igreja que constrói pontes e abre seus braços para o mundo – como esta praça”. A famosa colunata da Basílica de São Pedro, projetada por Gian Lorenzo Bernini, tem a forma de um monumental abraço de pedra aberto. 
     
    Leão fez seu discurso em italiano correto, mas um pouco hesitante, mas interrompeu em espanhol muito mais fluente para cumprimentar o povo do Peru e agradecer a seus amigos e funcionários de lá, atraindo uma onda de aplausos dos falantes de espanhol na multidão. 
     
    O novo papa é “visto como um centrista, um seguidor do [Papa] Francisco”, diz um diplomata internacional veterano que trabalha no Vaticano há 20 anos.
     
    “Ele é progressista em questões sociais, e seu trabalho na América Latina o tornou muito popular nessa parte do mundo.” O padre Martin Browne, do Dicastério para a Unidade dos Cristãos do Vaticano, considera o novo papa “humilde, gracioso e um bom ouvinte”. 
     
    Prevost foi nomeado cardeal pelo Papa Francisco há dois anos e, assim como seu mentor, há muito tempo abraça grupos marginalizados. Mas Prevost criticou a declaração do Papa Francisco de 2023 que permitiu que os padres católicos abençoassem casais que não são casados, incluindo casais do mesmo sexo, comentando que a decisão poderia comprometer a igreja em partes da África onde a homossexualidade ainda é ilegal.
     
    Leão é o segundo papa nascido nas Américas (o Papa Francisco nasceu em Buenos Aires, Argentina) e é apenas o terceiro papa na história a ser um frade agostiniano, um dos seguidores da regra de Santo Agostinho de Hipona do século 5, que são conhecidos pelo cuidado pastoral, educação e trabalho missionário.
     
    Como o sobrenome Prevost sugere, ele é descendente de franceses e italianos por parte de pai, e sua mãe, uma bibliotecária, era de origem espanhola. Leão é bacharel em matemática e tem mestrado em divindade, fala inglês, espanhol, italiano, francês e português, e sabe ler latim e alemão.
     
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