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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026 | OS 50 DEPUTADOS FEDERAIS MAIS VOTADOS

ELEIÇÕES 2026
OS 50 DEPUTADOS FEDERAIS MAIS VOTADOS


  1. Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.119.318 votos
  2. Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.038.438 votos
  3. Erika Hilton (PSOL-SP) - 1.596.472 votos
  4. André Fernandes (PL-CE) - 684.372 votos
  5. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - 583.107 votos
  6. Julia Zanatta (PL-SC) - 560.223 votos
  7. Ana Elisa (PT-MG) - 524.219 votos
  8. Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) - 520.071 votos
  9. Tabata Amaral (PSB-SP) - 476.383 votos
  10. Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.399 votos
  11. Lucas Polese (PL-ES) - 419.735 votos
  12. Delegado Caveira (PL-PA) - 414.927 votos
  13. Maurício Marcon (PL-RS) - 379.834 votos
  14. Renato Bolsonaro (PL-SP) - 379.312 votos
  15. Sargento Nantes (PP-SP) - 333.401 votos
  16. Jader Filho (MDB-PA) - 326.617 votos
  17. Delegado Palumbo (PODE-SP) - 303.271 votos
  18. Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - 280.262 votos
  19. Guilherme Cortez (PSOL-SP) - 275.450 votos
  20. Dra. Alessandra Haber (PODE-PA) - 272.856 votos
  21. Mauricio Neves (PP-SP) - 269.996 votos
  22. Guilherme Kilter (Novo-PR) - 269.832 votos
  23. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) - 267.142 votos
  24. Tainah Marinho (PSB-CE) - 265.585 votos
  25. Pedro Campos (PSB-PE) - 261.555 votos
  26. Marcio Alvino (PL-SP) - 261.325 votos
  27. Yury do Paredão (MDB-CE) - 261.291 votos
  28. Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) - 253.778 votos
  29. Jones Manoel (PSOL-PE) - 249.077 votos
  30. Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 248.147 votos
  31. Ana Carolina Oliveira (PODE-SP) - 246.741 votos
  32. Sargento Fahur (PL-PR) - 242.643 votos
  33. Baleia Rossi (MDB-SP) - 239.124 votos
  34. Giordanna Mano (PRD-CE) - 235.848 votos
  35. Georgiano (PSD-PI) - 234.254 votos
  36. Giovani Cherini (PL-RS) - 234.171 votos
  37. Luna Zarattini (PT-SP) - 233.733 votos
  38. Marina Helena (Novo-SP) - 230.866 votos
  39. Duda Salabert (PSOL-MG) - 229.535 votos
  40. Fábio Felix (PSOL-DF) - 224.224 votos
  41. Rony Gabriel (PODE-RS) - 223.643 votos
  42. Delegado Bruno Lima (PODE-SP) - 217.952 votos
  43. Alceu Moreira (MDB-RS) - 217.208 votos
  44. Natália Bonavides (PT-RN) - 215.509 votos
  45. Reginaldo Lopes (PT-MG) - 215.192 votos
  46. Dr. Luizinho (PP-RJ) - 213.904 votos
  47. Rosana Valle (PL-SP) - 213.752 votos
  48. Júnior Ferrari (PSD-PA) - 213.645 votos
  49. Sargento Salazar (PL-AM) - 212.948 votos
  50. Bruno Peixoto (União-GO) - 207.899 votos
 
POR PARTIDOS
PL
  1. Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.119.318 votos
  2. Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.038.438 votos
  3. André Fernandes (PL-CE) - 684.372 votos
  4. Julia Zanatta (PL-SC) - 560.223 votos
  5. Lucas Polese (PL-ES) - 419.735 votos
  6. Delegado Caveira (PL-PA) - 414.927 votos
  7. Maurício Marcon (PL-RS) - 379.834 votos
  8. Renato Bolsonaro (PL-SP) - 379.312 votos
  9. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) - 267.142 votos
  10. Marcio Alvino (PL-SP) - 261.325 votos
  11. Sargento Fahur (PL-PR) - 242.643 votos
  12. Giovani Cherini (PL-RS) - 234.171 votos
  13. Rosana Valle (PL-SP) - 213.752 votos
  14. Sargento Salazar (PL-AM) - 212.948 votos
 
PSOL
  1. Erika Hilton (PSOL-SP) - 1.596.472 votos
  2. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - 583.107 votos
  3. Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - 280.262 votos
  4. Guilherme Cortez (PSOL-SP) - 275.450 votos
  5. Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) - 253.778 votos
  6. Jones Manoel (PSOL-PE) - 249.077 votos
  7. Fábio Felix (PSOL-DF) - 224.224 votos
  8. Duda Salabert (PSOL-MG) - 229.535 votos
 
PT
  1. Reginaldo Lopes (PT-MG) - 215.192 votos
  2. Luna Zarattini (PT-SP) - 233.733 votos
  3. Natália Bonavides (PT-RN) - 215.509 votos
  4. Ana Elisa (PT-MG) - 524.219 votos
 
MDB
  1. Jader Filho (MDB-PA) - 326.617 votos
  2. Yury do Paredão (MDB-CE) - 261.291 votos
  3. Baleia Rossi (MDB-SP) - 239.124 votos
  4. Alceu Moreira (MDB-RS) - 217.208 votos
 
PODE
  1. Delegado Palumbo (PODE-SP) - 303.271 votos
  2. Dra. Alessandra Haber (PODE-PA) - 272.856 votos
  3. Ana Carolina Oliveira (PODE-SP) - 246.741 votos
  4. Delegado Bruno Lima (PODE-SP) - 217.952 votos
 
PSB
  1. Tabata Amaral (PSB-SP) - 476.383 votos
  2. Tainah Marinho (PSB-CE) - 265.585 votos
  3. Pedro Campos (PSB-PE) - 261.555 votos
 
NOVO
  1. Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.399 votos
  2. Guilherme Kilter (Novo-PR) - 269.832 votos
  3. Marina Helena (Novo-SP) - 230.866 votos
 
PP
  1. Sargento Nantes (PP-SP) - 333.401 votos
  2. Mauricio Neves (PP-SP) - 269.996 votos
  3. Dr. Luizinho (PP-RJ) - 213.904 votos

PSD
  1. Georgiano (PSD-PI) - 234.254 votos
  2. Júnior Ferrari (PSD-PA) - 213.645 votos
 
PODE
  1. Rony Gabriel (PODE-RS) - 223.643 votos
 
AVANTE
  1. Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 248.147 votos
 
PRD
  1. Giordanna Mano (PRD-CE) - 235.848 votos
 
UNIÃO
  1. Bruno Peixoto (União-GO) - 207.899 votos
 
MISSÃO
  1. Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) - 520.071 votos

sexta-feira, 29 de maio de 2026

FIM DA ESCALA 6X1 – COMO FOI A VOTAÇÃO NO 1º TURNO?

FIM DA ESCALA 6X1
COMO FOI A VOTAÇÃO NO 1º TURNO?


1º TURNO:
  • 472 votos a favor
  • 22 votos contra
  • 18 deputados ausentes
  • 1 obstrução
 
QUEM VOTOU CONTRA
PL – 11 votos contra
  • Bibo Nunes
  • Caroline De Toni
  • Daniel Freitas
  • Daniela Reinerhr
  • Julia Zanatta
  • Mauricio Marcon
  • Nicoletti
  • Paulo Marinho Jr.
  • Ricardo Guidi
  • Rosangela Moro
  • Zé Trovão
Novo – 4
votos contra
  • Adriana Ventura
  • Gilson Marques
  • Marcel van Hattem
  • Ricardo Salles;
União Brasil – 2
 votos contra
  • Fabio Schiochet
  • Fausto Pinato
MDB – 2
votos contra
  • Carlos Chiodini
  • Pezenti
PSD - 1
 voto contra
  • Lucas Redecker (PSD-RS)
PP
1 voto contra
  • Sergio Turra (PP-RS)
Missão - 
1 voto contra
  • Kim Kataguiri (Missão-SP)
***Todos os 65 deputados do PT estavam presentes e votaram a favor da PEC.
 
***Houve uma obstrução: Luiz Lima (Novo-RJ).
 
Os 18 deputados ausentes foram:
  • Adolfo Viana (PSDB-BA)
  • Afonso Motta (PDT-RS)
  • Alexandre Leite (União Brasil-SP)
  • Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  • Cobalchini (MDB-SC)
  • Dilceu Sperafico (PP-PR)
  • Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  • Guilherme Derrite (PP-SP)
  • João Carlos Bacelar (PL-BA)
  • José Priante (MDB-PA)
  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  • Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  • Padovani (PP-PR)
  • Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  • Roberto Monteiro Pai (PL-RJ)
  • Sergio Souza (MDB-PR)
  • Tião Medeiros (PP-PR)
  • Yandra Moura (União Brasil-SE)

FIM DA ESCALA 6X1 – COMO FOI A VOTAÇÃO NO 2º TURNO?

FIM DA ESCALA 6X1
COMO FOI A VOTAÇÃO NO 2º TURNO?


  • 461 votos favoráveis
  • 19 votos contrários
  • 33 deputados estavam ausentes
 
QUEM VOTOU CONTRA
PL – 9 votos contra
  • Bibo Nunes
  • Caroline De Toni
  • Daniel Freitas
  • Daniela Reinerhr
  • Julia Zanatta
  • Mauricio Marcon
  • Nicoletti
  • Ricardo Guidi
  • Rosangela Moro
 
Novo – 4 votos contra
  • Adriana Ventura
  • Gilson Marques
  • Marcel van Hattem
  • Ricardo Salles

MDB – 2 votos contrários
  • Carlos Chiodini
  • Pezenti
 
União Brasil - 1 voto contra
  • Fabio Schiochet (União Brasil-SC)
 
PSD
- 1 voto contra
  • Lucas Redecker (PSD-RS)
 
PP
- 1 voto contra
  • Sergio Turra (PP-RS)
 
Missão
- 1 voto contra
  • Kim Kataguiri (Missão-SP)

***Os 33 deputados ausentes foram:
  • Adolfo Viana (PSDB-BA)
  • Alexandre Leite (União Brasil-SP)
  • Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  • Átila Lins (PSD-AM)
  • Beto Pereira (Republicanos-MS)
  • Célio Studart (PSD-CE)
  • Cobalchini (MDB-SC)
  • Diego Andrade (PSD-MG)
  • Dilceu Sperafico (PP-PR)
  • Eriberto Medeiros (PSB-PE)
  • Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  • Guilherme Derrite (PP-SP)
  • João Carlos Bacelar (PL-BA)
  • Jorge Araujo (PP-BA)
  • Julio Arcoverde (PP-PI)
  • Júlio César (PSD-PI)
  • Luciano Vieira (PSDB-RJ)
  • Luiz Lima (Novo-RJ)
  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  • Marcos Pereira (Republicanos-SP)
  • Marcos Pollon (PL-MS)
  • Misael Varella (PSD-MG)
  • Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  • Padovani (PP-PR)
  • Paulo Marinho Jr (PL-MA)
  • Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  • Roberto Monteiro Pai (PL-RJ)
  • Sergio Souza (MDB-PR)
  • Sidney Leite (PSD-AM)
  • Silvio Antonio (PL-MA)
  • Tião Medeiros (PP-PR)
  • Yandra Moura (União Brasil-SE)
  • Zé Trovão (PL-SC).
 
***Todos os 65 deputados do PT estavam presentes e votaram a favor.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

VOTAÇÃO | CENTRÃO APRESENTA PROPOSTA QUE AMPLIA JORNADA PARA 52 HORAS E ADIA FIM DA 6×1

Política
 
Centrão apresenta proposta que amplia jornada para 52 horas e adia fim da 6×1
 
Texto apoiado por 176 deputados flexibiliza regras trabalhistas, amplia poder patronal e empurra redução da jornada por uma década
 
19/05/2026 | 10h37
 
Por Cleber Lourenço


Uma emenda apresentada por parlamentares do Centrão e da extrema direita à PEC do fim da escala 6×1 transformou a proposta original de redução da jornada de trabalho em um texto que amplia possibilidades de flexibilização trabalhista, cria brechas para jornadas de 52 horas semanais e adia a implementação das mudanças por dez anos.
 
A proposta foi protocolada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS) e recebeu 176 assinaturas válidas na Câmara dos Deputados, cinco acima do mínimo necessário para apresentação formal da emenda.
 
Entre os parlamentares que apoiam a proposta estão alguns dos principais nomes da extrema direita no Congresso Nacional, como Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Marcel van Hattem, Caroline de Toni, Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Gustavo Gayer, Bia Kicis, Mario Frias, Rosangela Moro, Zé Trovão, Marco Feliciano e Júlia Zanatta.
 
Na prática, o texto altera completamente o espírito da PEC 221/2019, que originalmente previa redução gradual da jornada semanal para 36 horas. Em vez de reduzir a carga horária, a emenda cria mecanismos para ampliação de jornada, flexibilização de direitos e fortalecimento do poder de negociação patronal.
 
A primeira mudança significativa é a troca da meta original da PEC. O texto inicial previa redução gradual para 36 horas semanais. A emenda do Centrão reduz esse objetivo para 40 horas. Parece detalhe técnico, mas representa quatro horas extras de trabalho por semana em relação ao texto original.
 
Além disso, a proposta cria um sistema de exceções praticamente ilimitado para atividades classificadas como essenciais. O texto afirma que setores ligados à saúde, segurança, mobilidade, abastecimento, infraestrutura crítica e continuidade de serviços poderão manter jornadas de até 44 horas semanais.
 
Na prática, a exceção pode engolir a regra. O conceito de atividade essencial é amplo e dependerá de regulamentação futura por lei complementar.
 
O trecho mais polêmico está na autorização constitucional para que acordos individuais ou coletivos ampliem a jornada em 30% acima do limite estabelecido na Constituição. Como a própria emenda fixa o teto geral em 40 horas semanais, a regra abre espaço para jornadas de 52 horas por semana.
 
O mecanismo funciona como uma espécie de constitucionalização permanente da flexibilização trabalhista. Na prática, mesmo com a promessa pública de redução da jornada, a proposta cria instrumentos para ampliação legal da carga horária.
 
O texto também amplia significativamente o alcance do chamado negociado sobre o legislado. A proposta determina que acordos individuais e instrumentos coletivos prevalecerão sobre normas legais e infralegais em temas como jornada de trabalho, escalas, banco de horas, intervalos, troca de feriados, teletrabalho, prontidão, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.
 
PRINCIPAIS PONTOS DA PROPOSTA
  • Cria brecha para jornadas de até 52 horas semanais
  • Adia implementação do fim da escala 6×1 por dez anos.
  • Troca meta original de 36 horas por 40 horas semanais.
  • Amplia poder de acordos individuais sobre direitos trabalhistas.
  • Permite flexibilizações sem necessidade de compensações ao trabalhador.
  • Mantém jornadas maiores para setores considerados essenciais.
  • Reduz encargos trabalhistas e cria benefícios fiscais para empresas.
  • Condiciona toda mudança futura à aprovação de lei complementar.
 
Na prática, a emenda amplia o poder de negociação das empresas em um país marcado por desemprego elevado, informalidade e fragilidade sindical. Especialistas ouvidos reservadamente pela reportagem avaliam que isso tende a aumentar a pressão sobre trabalhadores para aceitarem condições mais flexíveis de jornada.
 
Após repercussão sobre o tema, os deputados Mário Heringer e Eunicio Oliveira protocolaram requerimentos para retirada das assinaturas do projeto.
 
Outro ponto que chamou atenção é que a proposta permite essas flexibilizações independentemente da estipulação de vantagens compensatórias. Em outras palavras, a empresa poderá negociar mudanças sensíveis sem necessariamente oferecer contrapartidas adicionais ao trabalhador.
 
A proposta também altera a forma de contagem da jornada. O texto determina que pausas, intervalos e períodos previstos em normas regulamentadoras não serão computados como jornada efetiva de trabalho.
 
Na prática, isso significa que trabalhadores poderão permanecer mais tempo dentro do ambiente profissional sem que esse período seja contabilizado integralmente na jornada semanal.
 
Além da flexibilização das regras trabalhistas, a emenda cria uma série de compensações fiscais para empregadores que aderirem ao novo regime. Entre elas estão redução de 50% da contribuição ao FGTS, imunidade temporária de contribuições previdenciárias sobre novos vínculos empregatícios, redução de encargos ligados a riscos ambientais do trabalho e deduções tributárias sobre despesas com novos postos de trabalho.
 
A proposta transfere parte relevante do custo da transição para os cofres públicos. Enquanto trabalhadores terão flexibilização de direitos, empresas receberão benefícios tributários e redução de encargos.
 
O texto também estabelece que a emenda constitucional só entrará em vigor dez anos após sua publicação. Mesmo após esse prazo, a redução da jornada ainda dependerá da aprovação de uma lei complementar para regulamentação das regras de transição, metas de produtividade, fiscalização e impactos econômicos.
 
Na prática, o fim da escala 6×1 fica condicionado a duas etapas futuras: esperar dez anos e depois aprovar nova legislação complementar no Congresso. Parlamentares ligados à proposta argumentam que isso evitaria impactos econômicos e daria segurança jurídica às empresas.
 
Na justificativa da proposta, os deputados afirmam que a redução da jornada poderia gerar impacto inflacionário, aumento de custos e insegurança jurídica. O texto também defende a necessidade de preservar a livre iniciativa e criar mecanismos para adaptação das empresas.
 
CONFIRA OS PARLAMENTARES QUE ASSINARAM A PROPOSTA:
  1. Sérgio Turra (PP-RS)
  2. Joaquim Passarinho (PL-PA)
  3. Alceu Moreira (MDB-RS)
  4. Afonso Hamm (PP-RS)
  5. Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  6. Alberto Fraga (PL-DF)
  7. Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  8. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  9. Any Ortiz (PP-RS)
  10. Ana Paula Leão (PP-MG)
  11. Cobalchini (MDB-SC)
  12. Pedro Westphalen (PP-RS)
  13. Capitão Alden (PL-BA)
  14. Juarez Costa (Republicanos-MT)
  15. Dr. Zacharias Calil (MDB-GO)
  16. Arthur Oliveira Maia (União Brasil-BA)
  17. Mauricio Marcon (PL-RS)
  18. Alexandre Guimarães (MDB-TO)
  19. Fernanda Pessoa (PSD-CE)
  20. Rafael Simões (União Brasil-MG)
  21. General Girão (PL-RN)
  22. Coronel Ulysses (União Brasil-AC)
  23. Mauricio do Vôlei (PL-MG)
  24. Henderson Pinto (União Brasil-PA)
  25. Sergio Souza (MDB-PR)
  26. Lucio Mosquini (PL-RO)
  27. Tião Medeiros (PP-PR)
  28. José Rocha (União Brasil-BA)
  29. Jorge Goetten (Republicanos-SC)
  30. Vitor Lippi (PSD-SP)
  31. Pastor Eurico (PSDB-PE)
  32. Daniela Reinehr (PL-SC)
  33. Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES)
  34. Caroline de Toni (PL-SC)
  35. Daniel Freitas (PL-SC)
  36. Rodrigo Valadares (PL-SE)
  37. Pezenti (MDB-SC)
  38. Dr. Flávio (PL-RJ)
  39. Messias Donato (União Brasil-ES)
  40. Dr. Luiz Ovando (PP-MS)
  41. Adilson Barroso (PL-SP)
  42. Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
  43. Luisa Canziani (União Brasil-PR)
  44. Sanderson (PL-RS)
  45. Célio Silveira (MDB-GO)
  46. Toninho Wandscheer (PP-PR)
  47. Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  48. Pastor Diniz (União Brasil-RR)
  49. Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
  50. Nicoletti (PL-RR)
  51. Julia Zanatta (PL-SC)
  52. Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  53. Chris Tonietto (PL-RJ)
  54. Roberta Roma (PL-BA)
  55. Da Vitoria (PP-ES)
  56. Felipe Francischini (Podemos-PR)
  57. Beto Pereira (Republicanos-MS)
  58. Zé Vitor (PL-MG)
  59. Greyce Elias (PL-MG)
  60. Lafayette de Andrada (PL-MG)
  61. Padovani (PP-PR)
  62. Marcos Pollon (PL-MS)
  63. Josivaldo JP (União Brasil-MA)
  64. Bibo Nunes (PL-RS)
  65. Rodrigo da Zaeli (PL-MT)
  66. Rodolfo Nogueira (PL-MS)
  67. Dilceu Sperafico (PP-PR)
  68. Luiz Nishimori (PSD-PR)
  69. Luiz Carlos Busato (União Brasil-RS)
  70. Giovani Cherini (PL-RS)
  71. Nelson Barbudo (Podemos-MT)
  72. Zezinho Barbary (PP-AC)
  73. Bia Kicis (PL-DF)
  74. Aluisio Mendes (Republicanos-MA)
  75. Fausto Jr. (União Brasil-AM)
  76. Julio Lopes (PP-RJ)
  77. José Nelto (União Brasil-GO)
  78. Domingos Sávio (PL-MG)
  79. Marangoni (Podemos-SP)
  80. Junio Amaral (PL-MG)
  81. Marussa Boldrin (Republicanos-GO)
  82. Luiz Lima (Novo-RJ)
  83. Clarissa Tércio (PP-PE)
  84. Zé Trovão (PL-SC)
  85. Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  86. Márcio Honaiser (Solidariedade-MA)
  87. Coronel Meira (PL-PE)
  88. João Carlos Bacelar (PL-BA)
  89. Zé Adriano (PP-AC)
  90. Simone Marquetto (PP-SP)
  91. Celso Russomanno (Republicanos-SP)
  92. Eli Borges (Republicanos-TO)
  93. Rosângela Reis (PL-MG)
  94. Marcelo Moraes (PL-RS)
  95. Ismael (PL-SC)
  96. Daniel Agrobom (PSD-GO)
  97. Gustavo Gayer (PL-GO)
  98. Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG)
  99. Adriana Ventura (Novo-SP)
  100. Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
  101. Mário Heringer (PDT-MG)
  102. Geraldo Mendes (União Brasil-PR)
  103. Paulo Litro (União Brasil-PR)
  104. Gilson Marques (Novo-SC)
  105. Antonio Andrade (PSDB-TO)
  106. Beto Richa (PSDB-PR)
  107. Carlos Jordy (PL-RJ)
  108. AJ Albuquerque (PP-CE)
  109. Danilo Forte (PP-CE)
  110. Vermelho (PL-PR)
  111. Paulo Azi (União Brasil-BA)
  112. Diego Coronel (Republicanos-BA)
  113. José Medeiros (PL-MT)
  114. Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  115. Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
  116. Hugo Leal (PSD-RJ)
  117. Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)
  118. Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
  119. Magda Mofatto (PL-GO)
  120. Sargento Gonçalves (PL-RN)
  121. Marcel van Hattem (Novo-RS)
  122. Filipe Martins (PL-TO)
  123. Carlos Chiodini (MDB-SC)
  124. Laura Carneiro (PSD-RJ)
  125. Ricardo Salles (Novo-SP)
  126. Roberto Duarte (Republicanos-AC)
  127. Max Lemos (PDT-RJ)
  128. Hildo Rocha (MDB-MA)
  129. Coronel Fernanda (PL-MT)
  130. Pinheirinho (PP-MG)
  131. Murillo Gouvea (PSDB-RJ)
  132. Meire Serafim (União Brasil-AC)
  133. Luciano Vieira (PSDB-RJ)
  134. Marco Feliciano (PL-SP)
  135. Lucas Redecker (PSD-RS)
  136. Lincoln Portela (PL-MG)
  137. Gilberto Abramo (Republicanos-MG)
  138. Átila Lira (PP-PI)
  139. Bebeto (PP-RJ)
  140. Osmar Terra (PL-RS)
  141. Amaro Neto (PP-ES)
  142. Adriano do Baldy (PP-GO)
  143. Dr. Fernando Máximo (PL-RO)
  144. Missionário José Olimpio (PL-SP)
  145. Jorge Braz (Republicanos-RJ)
  146. Julio Arcoverde (PP-PI)
  147. Franciane Bayer (Republicanos-RS)
  148. Mauricio Neves (PP-SP)
  149. Delegado Fabio Costa (PP-AL)
  150. João Maia (PP-RN)
  151. Vinicius Carvalho (PL-SP)
  152. Luiz Fernando Faria (União Brasil-MG)
  153. Mario Frias (PL-SP)
  154. Thiago Flores (União Brasil-RO)
  155. Daniela do Waguinho (Republicanos-RJ)
  156. Zé Silva (União Brasil-MG)
  157. Dr. Jaziel (PL-CE)
  158. Glaustin da Fokus (Podemos-GO)
  159. Doutor Luizinho (PP-RJ)
  160. Aline Gurgel (União Brasil-AP)
  161. Claudio Cajado (PP-BA)
  162. Rosangela Moro (PL-SP)
  163. Rafael Fera (Podemos-RO)
  164. Eunício Oliveira (MDB-CE)
  165. Sargento Fahur (PL-PR)
  166. Diego Andrade (PSD-MG)
  167. Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE)
  168. Ricardo Guidi (PL-SC)
  169. Luiz Gastão (PSD-CE)
  170. Fabio Garcia (União Brasil-MT)
  171. Jefferson Campos (PL-SP)
  172. Gustinho Ribeiro (PP-SE)
  173. Nikolas Ferreira (PL-MG)
 
Link da reportagem: https://iclnoticias.com.br/centrao-apresenta-proposta-amplia-jornada/