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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
CANALHAS! BOLSONARO É COMPARADO A DAVI E FLÁVIO BOLSONARO A SALOMÃO
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
CANALHA! FLÁVIO BOLSONARO SE CONVERTEU!
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PATÉTICO! FLÁVIO BOLSONARO CHORA EM VÍDEO!
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terça-feira, 13 de janeiro de 2026
ANTES DE SER PRESIDENTE, FLÁVIO BOLSONARO TEM QUE EXPLICAR ALGUMAS COISAS
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23:59 'NÃO TEMOS PLANO B!' / 00:00 'FLÁVIO BOLSONARO É O NOSSO NOVO MITO!'
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
‘GUERRA ESPIRITUAL’ - PORQUE FLAVIO BOLSONARO MERECE SER PRESIDENTE DA REPÚBLICA?
‘Guerra
Espiritual’
Porque Flavio Bolsonaro merece ser Presidente da República?
I.
Assessores que sacavam 90% de seus salários no Caixa Eletrônico da Assembleia
e, no mesmo dia, a loja de chocolate recebia depósitos em dinheiro.
II.
Um amigo policial compra R$20.000,00 em panetones.
A informação de que
um policial militar amigo de Flávio Bolsonaro comprou R$ 21.000 em chocolates
refere-se a um ponto específico da investigação do Ministério Público do Rio de
Janeiro (MPRJ) sobre o caso das "rachadinhas".
Durante as
investigações do suposto esquema de apropriação de parte dos salários de
funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio
(Alerj), o MPRJ identificou movimentações financeiras atípicas na conta da loja
de chocolates da qual Flávio era sócio.
O valor de R$ 21,1
mil foi depositado na conta da loja por um policial militar, amigo de Flávio
Bolsonaro, e a defesa de Flávio usou essa compra para tentar justificar a
origem do dinheiro, negando as acusações de lavagem de dinheiro. O Ministério
Público, no entanto, suspeitou que a loja, uma franquia da Kopenhagen, era
usada para "lavar" dinheiro proveniente do esquema de corrupção,
simulando vendas fictícias para "esquentar" os recursos obtidos
ilegalmente.
III.
Outro amigo policial que paga R$16.000,00 em um boleto que ele esqueceu de
pagar.
O policial militar
que pagou um boleto de R$ 16 mil para Flávio Bolsonaro foi Diego Sodré de
Castro Ambrósio. Ambrósio, que é amigo de Flávio Bolsonaro desde 2010, pagou
uma prestação do apartamento do então deputado estadual em outubro de 2016.
IV.
Uma funcionária que morava em São Paulo.
V.
Queiroz pagando boleto da escola e do plano de saúde das filhas de Flavio
Bolsonaro.
VI.
Queiroz assume que faz rachadinha.
VII.
Compra de imóveis em dinheiro.
VIII. Lucro de 300% em 2 imóveis em 8 meses.
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sexta-feira, dezembro 19, 2025
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sexta-feira, 8 de agosto de 2025
2ª TURMA DECIDE QUE PROVAS CONTRA FLÁVIO BOLSONARO NO CASO DAS CHAMADAS "RACHADINHAS" SÃO ILEGAIS
2ª Turma decide que provas contra Flávio Bolsonaro no
caso das chamadas "rachadinhas" são ilegais
Para o colegiado, os relatórios de informação financeira
que embasaram denúncia contra o senador foram obtidos de forma irregular.
30/11/2021 20h29 - Atualizado há
Por maioria, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal
(STF) deferiu, nesta terça-feira (30), habeas corpus (HC 201965) e anulou
quatro dos cinco relatórios de inteligência financeira (RIFs) elaborados pelo
Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) que embasaram a denúncia
contra o senador Flávio Bolsonaro no caso das chamadas “rachadinhas”, ocorrido
quando ele ocupava o cargo de deputado estadual.
Para o colegiado, o compartilhamento desses dados foi
ilegítimo, porque realizado a partir de comunicação direta entre o Ministério
Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) e o Coaf antes mesmo que houvesse
autorização do Tribunal de Justiça local (TJ-RJ) para instaurar procedimento investigatório
criminal contra o parlamentar estadual.
MOVIMENTAÇÕES ATÍPICAS
A investigação começou a partir do recebimento de um RIF
em que o Coaf alertava sobre movimentações atípicas entre as contas do então
deputado estadual e de servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de
Janeiro (Alerj). Em seguida, o MP-RJ solicitou a produção de quatro RIFs
complementares sobre as operações financeiras realizadas por Flávio Bolsonaro.
Com base nas investigações, ele foi denunciado pela prática, em tese, dos
crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens, peculato e organização
criminosa.
PROCEDIMENTO FORMAL
O relator do HC, ministro Gilmar Mendes, observou que os
relatórios foram produzidos a partir de julho de 2018, quando Flávio Bolsonaro
ainda era deputado estadual, mas ele só foi formalmente incluído no
procedimento investigatório em março de 2019, configurando, a seu ver, uma
“investigação disfarçada”.
Para o ministro, as peças informativas produzidas pelo
MP-RJ e pelo Coaf estão em desacordo com as regras fixadas pelo STF no
julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 1055941, com repercussão geral, em
que ficou estabelecido que o compartilhamento de relatórios de inteligência
financeira depende da existência de “procedimentos formalmente instaurados e
sujeitos a posterior controle jurisdicional”.
Mendes destacou que o MP-RJ, de forma indevida, pediu
diversas informações sobre as empresas das quais Flávio Bolsonaro seria
sócio-proprietário, o valor de seus rendimentos mensais, quantias recebidas por
transferências, despesas com cartões de créditos e outros valores destinados ao
pagamento de financiamento imobiliário, o que não é possível sem autorização
judicial.
O relator concluiu pela nulidade dos RIFs posteriores ao
primeiro espontâneo recebido pelo MP-RJ e pela imprestabilidade dos elementos
probatórios colhidos em relação ao senador, porque o procedimento
investigatório foi realizado sem autorização ou supervisão do TJ-RJ.
Acompanharam esse entendimento os ministros Ricardo Lewandowski e Nunes
Marques.
O ministro Edson Fachin ficou vencido, ao entender que
não houve ilegalidade nos procedimentos.
FORO
Também por maioria de votos, a Segunda Turma julgou
improcedente a Reclamação (RCL) 41910, apresentada pelo MP-RJ contra decisão do
TJ-RJ que tirou da primeira instância o processo contra Flávio Bolsonaro
referente ao caso e remeteu os autos ao Órgão Especial daquela corte.
Entre outros pontos, o colegiado entendeu que a
reclamação é inviável, uma vez que não ficou comprovado desrespeito à decisão
do STF na questão de ordem na Ação Penal (AP) 937, em que o Plenário
estabeleceu que a prerrogativa de foro só é possível para fatos ocorridos
durante o mandato ou em função dele. Mendes explicou que, naquela ocasião, o
Supremo não apontou uma definição precisa para a situação ocorrida neste caso:
a troca de mandato legislativo estadual por mandato federal, sem que houvesse
interrupção.
Ficou vencido o ministro Edson Fachin, que votou pela
procedência da reclamação para cassar a decisão do TJ-RJ e declarar a
competência do juízo da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro para julgar
eventual ação penal contra o senador.
PR/AD//CF
Link da Reportagem: https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=477496&ori=1
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sexta-feira, agosto 08, 2025
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quinta-feira, 22 de maio de 2025
TBT | FLÁVIO BOLSONARO E O PT TÊM UMA PAUTA EM COMUM: ENTERRAR A CPI DA LAVA TOGA
Senado
Flávio
Bolsonaro e o PT têm uma pauta em comum: enterrar a CPI da Lava Toga
Por
Olavo Soares
Brasília
12/09/2019
às 22:15
Com
o aval de Elmano Ferrer (Podemos-PI), o pedido de abertura da "CPI da Lava
Toga", que planeja apurar irregularidades no Judiciário, chegou novamente
a 27 assinaturas, o número mínimo para instalação do colegiado no Senado. A
expectativa do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), idealizador da
Comissão Parlamentar de Inquérito, é protocolar o pedido na próxima terça-feira
(17).
A
concretização da CPI, entretanto, é uma incógnita: em outras duas ocasiões, os
apoiadores da ideia disseram ter alcançado o número de assinaturas necessárias,
mas a instalação foi rejeitada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre
(DEM-AP).
O
que mais chama atenção desta vez é a aliança improvável entre o senador Flávio
Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, e a bancada do PT para
impedir a instalação da CPI. Situação que causa ainda um princípio de racha no
PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, e no próprio bolsonarismo.
Essa
CPI não tem compromisso com o futuro do Brasil, diz Flávio Bolsonaro
“Tenho
a clara percepção que uma CPI com essa pauta – além de ser uma coisa
questionável entrar no mérito das decisões de cada ministro –, não tenho a
menor dúvida, toca fogo no país”, disse Flávio Bolsonaro, em entrevista ao site
Terça Livre. O senador não apenas reforçou que não assinaria o pedido de
criação da comissão, como também defendeu que a CPI seria um fator de
instabilidade para o governo.
“A
quem interessa uma instabilidade política nesse momento? Não é possível que as
pessoas não enxerguem. A gente tem que ter equilíbrio. Agora seria muito ruim
uma CPI como essa”, disse.
O
senador Flávio Bolsonaro também negou, na conversa, que estaria pressionando
membros do seu partido a retirar apoio à comissão. A possível ação de Flávio
neste sentido foi divulgada pela imprensa nos últimos dias e chegou a motivar
uma nota do presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), que puxou para si a
mobilização, tentando isentar o filho do presidente de responsabilidade sobre o
caso.
Apesar
da pressão de Bivar – ou de Flávio –, o filho do presidente foi o único membro
do PSL no Senado que não assinou o pedido de instalação da comissão. Soraya
Thronicke (MS) foi apoiadora da criação. Já Major Olímpio (SP) e Selma Arruda
(MT) não apenas assinaram a requisição como também têm se empenhado na
mobilização para a formalização do colegiado.
Nesta
quinta-feira (12), Olímpio divulgou um vídeo reiterando apoio à comissão e
dizendo que a “Lava Toga” pode criar no Judiciário um ambiente de investigações
similar ao que a Lava Jato criou para os poderes Executivo e Legislativo. Já
Selma expôs sua insatisfação com as pressões do PSL e, desde então, avalia a
possibilidade de deixar o partido.
Insatisfação
do bolsonarismo
A
oposição de Flávio Bolsonaro à CPI – e o alinhamento a uma causa petista –
gerou insatisfação em grupos de redes sociais que ajudaram na vitória de
Bolsonaro no ano passado e dão apoio ao governo. O chat e o campo de
comentários da entrevista do senador ao Terça Livre – página de orientação
bolsonarista – reúnem desde a publicação do vídeo até um número expressivo de
mensagens críticas ao senador.
Internautas
chamaram o senador de “traidor” e disseram que, mesmo apoiando o governo
Bolsonaro, condenam a diretriz adotada por Flávio no Parlamento. Na entrevista,
o filho do presidente disse que os defensores do governo não deveriam “morder a
isca deixada pela oposição”.
A
CPI também não conta com o apoio do PT. O líder do partido no Senado, Humberto
Costa (PE), declarou que vê na “Lava Toga” uma tentativa de intimidar o
Judiciário e de se atender a demandas do procurador Deltan Dallagnol, criticado
pelos petistas por sua atuação na Lava Jato. O pedido da instalação da comissão
também não tem assinaturas de integrantes do DEM, legenda do presidente do
Senado, e do MDB, partido que detém a maior bancada.
Nesta
quinta-feira, em uma reação ao número de assinaturas obtido pelos defensores da
CPI da Lava Toga no Senado, a oposição na Câmara dos Deputados protocolou outro
pedido de CPI, mas para investigar a chamada "Vaza Jato". Deputados
do PT, PDT, PSB, PCdoB e PSOL querem investigar supostas irregularidades
cometidas pela força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba e que foram
divulgadas pelo site The Intercept Brasil e outros veículos de comunicação,
como Veja, Folha de São Paulo, UOL e El País.
“Muda
Senado” põe a cara para fora
Se
for mesmo instalada, a CPI da Lava Toga concretizará a força de um grupo de
senadores que tem se mobilizado desde o início da legislatura para a consolidar
um bloco de parlamentares que, ainda que de modo informal, se une por
contrariar decisões do governo Bolsonaro e também rejeitar aproximação com o
PT, a principal força da oposição.
O
grupo recentemente passou a se intitular “Muda Senado” e está convocando uma
manifestação em defesa da CPI para o dia 25, em Brasília. Será em uma
quarta-feira, dia em que habitualmente a maior parte dos parlamentares está na
capital federal. Embora o grupo busque manter uma linha independente do
governo, a convocação para a manifestação contou com a presença de Major
Olímpio e Selma Arruda.
A
ideia dos senadores é utilizar as redes sociais como foco de pressão para
garantir a adesão de novos parlamentares, evitar que os atuais apoiadores
retirem as assinaturas e também pressionar o presidente Davi Alcolumbre a
formalizar a constituição da CPI.
Flávio
Bolsonaro e o PT têm uma pauta em comum: enterrar a CPI da Lava Toga
Flávio
Bolsonaro atuou para enterrar CPI da Lava Toga
Bolsonaro
cobra impeachment de ministros do STF, mas atuou contra a CPI da Lava Toga
Acusado
de ser “traidor da Lava Jato”, Flávio irrita até bolsonaristas fiéis
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quinta-feira, maio 22, 2025
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