Express Yourself

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EXPRESS YOURSELF! DON'T BACK DOWN! “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” [1 TIMÓTEO 01:15]

quinta-feira, 3 de abril de 2025

'DEUS QUER CURAR A PRETA GIL. MAS SÓ DEPENDE DELA!'


Este é o nível de religiosidade!

LGBTQ FOR PALESTINE X LGBTQ IN PALESTINE

TBT | BOLSONARO DEVERIA SER JULGADO NA 1ª INSTÂNCIA, DIZ EX-MINISTRO DO STF

Bolsonaro deveria ser julgado na 1ª instância, diz ex-ministro do STF
 
Marco Aurélio Mello considera que Supremo Tribunal Federal extrapola sua competência ao julgar ex-presidente
 
Por Ramiro Brites
 
Atualizado em 21 fev 2025, 10h47 - Publicado em 21 fev 2025, 10h42
  
Marco Aurélio Mello, ex-ministro do STF (Cristiano Mariz/VEJA)

Crítico do julgamento de um ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-ministro da corte Marco Aurélio Mello defende que, após deixar o cargo, Jair Bolsonaro se tornou um cidadão comum e, portanto, o julgamento deveria começar na primeira instância para garantir chances de recurso. Contudo, em 2024, na análise de um habeas corpus do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) para um caso de “rachadinha” supostamente cometido quando era deputado federal, os ministros do STF entenderam que o foro de prerrogativa deve ser mantido quando os crimes foram praticados durante o mandato, e relacionados a ele.
 
Mello não se debruçou na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), mas após apresentação da acusação pela PGR, na última quarta-feira, 19, o ex-ministro vai além em sua contrariedade. A VEJA, ele não só reiterou que o Supremo não é competente para o caso como afirmou que a Corte não deveria ser fracionada em e, portanto, o julgamento da primeira turma seria um no caso – a expectativa é que Bolsonaro seja julgado pela primeira turma ainda neste ano.

CONFIRA A ENTREVISTA

Por que o senhor acredita que o STF não deveria julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro?
O STF julga ações contra ex-deputados federais, contra ex-senadores, contra ex-ministro do Estado, ex-ministro do próprio Supremo, ex-procuradores da República, não! Por que seria competente para julgar um ex-presidente? O julgamento de Bolsonaro deveria ser na primeira instância, como também os inquéritos e as ações alusivas àqueles que participaram dos episódios de 8 de janeiro, cidadãos comuns. O devido processo legal, o princípio do juiz natural, ficam prejudicados e a pessoa não tem direito a um recurso, a interposição de um recurso para outra instância, uma instância de revisão. A cidadania vai embora com isso.
 
Na visão do senhor, quando a pessoa perde o cargo político, não pode mais ser julgada pelo Supremo?
A Constituição delimita a competência e aí é direito escrito. É o que está na Constituição e nada mais. A competência do Supremo não se revela aí.  E há inclusive uma ótica da doutrina que, segundo a qual, essa previsão visa proteger o cargo, não o cidadão. Bolsonaro é um cidadão comum hoje em dia, se bem que ele está com a cidadania limitada pela inelegibilidade.
 
Ano passado houve um entendimento de que o Supremo poderia julgar pessoas fora do cargo em casos cometidos durante o mandato…
Em 2017, o ministro Luís Roberto Barroso suscitou uma preliminar visando enxugar a competência do Supremo para limitar ainda mais, exigindo que o ato tivesse sido praticado no exercício e com ligação ao mandato. Um deputado federal, por exemplo, que se envolva num sinistro de cargo, não seria julgado.  Eu me lembro que eu nunca fui de antecipar voto na bancada, eu esperava a minha vez de votar. Naquela ocasião, o ministro Alexandre Moraes pediu vistas e eu antecipei para aderir.  Agora mudaram tudo. Quer dizer, não mudou o direito, mas mudou a concepção sobre o direito.
 
A expectativa é que o caso seja julgado na primeira turma. O que o senhor pensa sobre isso?
É outra coisa errada, aí começam a dar um jeitinho. Supremo é o plenário. Eu estive 31 anos lá, as ações penais eram julgadas estritamente no plenário. Agora você passa a ter vários Supremos. Daqui a pouco serão julgadas ações penais monocraticamente e individualmente. Está tudo errado.
 
E o senhor acha que corre-se o risco de se anular esse processo?
Não, porque o vício aí é implementado pelo próprio Supremo. Vamos admitir que tivesse havido um vício no Mensalão. O Supremo anularia o Mensalão? Não.  Anulou a Lava-Jato porque foi julgado lá na 13ª Criminal de Curitiba. Aí anulou o processo. E ao meu ver, erradamente, porque a matéria alusiva à incompetência relativa estava preclusa, que é a incompetência territorial.
 
O que o senhor pensa sobre o projeto de anistia que tramita no Congresso?
Isso vai da vontade dos representantes do povo, os deputados federais e, do Senado. A anistia não é objeto de exame pelo Judiciário. Só faltaria essa.
 
Qual o risco do STF tomar o protagonismo em pautas que não seriam de sua competência?
Corrói a credibilidade do Supremo. Ele vai para a vitrine e se desgasta uma barbaridade. Eu quando estava na bancada eu dizia que quando o Supremo avançava e entrava em seara, que não era dele, lançava um boomerang que poderia vir à própria testa. Eu sou a favor da autocontenção.

Como o senhor avaliou a denúncia da PGR?
Eu não conheço a peça e não tenho nem curiosidade. Embora eu goste muito do direito, continue gostando, não tenho mais tempo para isso. Eu prefiro ver minhas séries, meus filmes, ler meus livros, fazer meus pareceres.
 

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FERNANDO HADDAD E A TAXAÇÃO DO PIX (07): ANDRÉ JANONES E O TEATRO DA ESQUERDA



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TBT | O ARTIGO EM VEJA E A PRISÃO DE BOLSONARO NOS ANOS 1980

O ARTIGO EM VEJA E
A PRISÃO DE BOLSONARO NOS ANOS 1980


Em 1986, na seção 'Ponto de Vista', capitão se queixava do salário. No ano seguinte, VEJA revelava plano de oficiais para provocar explosões em quartéis

Por Redação

Atualizado em 30 jul 2020, 20h54 - Publicado em 15 Maio 2017, 22h13
 
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato à Presidência da República, admitiu em 1987 ter cometido atos de indisciplina e deslealdade para com os seus superiores no Exército, segundo revelação feita nesta segunda-feira em reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A admissão ocorreu em uma investigação interna conduzida pelo Exército com base em um artigo e uma reportagem publicados por VEJA – o primeiro, escrito pelo próprio Bolsonaro, foi publicado em 1986 e nele o capitão reclama que “o salário está baixo”; a segunda, em 1987, revela que ele elaborou um plano que previa a explosão de bombas em quartéis e outros locais estratégicos no Rio de Janeiro.
 
“Como capitão do Exército brasileiro, da ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar – exatos 10.433 cruzados por mês”, escreveu no artigo publicado na edição de VEJA de 3 de setembro de 1986.
 
“Esse quadro é a causa sem retoques da evasão, até agora, de mais de oitenta cadetes da Aman [Academia Militar das Agulhas Negra]. Eles solicitaram desligamento. Não foram expulsos, como sugere o noticiário”, escreve Bolsonaro, citando notícias que relatavam que dezenas de militares haviam sido expulsos por “homossexualismo, consumo de drogas e uma suposta falta de vocação para a carreira”. “Em nome da verdade: é preciso esclarecer que, embora tenham ocorrido efetivamente casos residuais envolvendo a prática de homossexualismo, consumo de drogas e mesmo indisciplina, o motivo de fundo é outro. Mais de 90% das evasões se deram devido à crise financeira que assola a massa dos oficiais e sargentos do Exército brasileiro”.
 
No final do artigo, Bolsonaro diz que “torna público este depoimento para que o povo brasileiro saiba a verdade sobre o que está ocorrendo”. “Corro o risco de ver minha carreira de devoto militar seriamente ameaçada, mas a imposição da crise e da falta de perspectivas que enfrentamos é maior. Sou um cidadão brasileiro cumpridor dos meus deveres, patriota e portador de uma excelente folha de serviços. Apesar disso, não consigo sonhar com as necessidades mínimas que uma pessoa do meu nível cultural e social poderia almejar”.
 
Após a publicação do artigo, Bolsonaro foi preso por “transgressão grave”, acusado de “ter ferido a ética, gerando clima de inquietação no âmbito da organização militar” e também “por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial”.

Bombas
Em 1987, na edição de 25 de outubro, VEJA publicou a reportagem “Pôr bombas nos quartéis, um plano na Esao [Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais]”, mostrando que Bolsonaro e outro militar, Fábio Passos, tinham um plano de explodir bombas em unidades militares do Rio para pressionar o comando.

“Só a explosão de algumas espoletas”, brincou Bolsonaro, instado a responder se planejava alguma operação para mostrar a insatisfação da categoria. “Sem o menor constrangimento, Bolsonaro deu uma detalhada explicação sobre como construir uma bomba-relógio. O explosivo seria o trinitrotolueno, o TNT, a popular dinamite. O plano dos oficiais foi feito para que não houvesse vítimas. A intenção era demonstrar a insatisfação com os salários e criar problemas para o ministro (do Exército) Leônidas Pires Gonçalves”, relatava VEJA. “De acordo com Bolsonaro, se algum dia o ministro do Exército resolvesse articular um golpe militar, ‘ele é que acabaria golpeado por sua própria tropa, que se recusaria a obedecê-lo’. ‘Nosso Exército é uma vergonha nacional, e o ministro está se saindo como um segundo Pinochet’”.

Assim que a reportagem foi publicada, “o ministro do Exército, numa entrevista de 40 minutos na porta do Palácio do Planalto, defendeu a estabilidade do governo, assegurou que detém o comando de sua tropa e acusou VEJA de ter fraudado uma notícia publicada em sua última edição”, relatou a edição seguinte de VEJA, de 4 de novembro de 1987. “Os dois oficiais envolvidos, eu vou repetir isso, negaram peremptoriamente, da maneira mais veemente, por escrito, do próprio punho, qualquer veracidade daquela informação”, disse o ministro. “Quando alguém desmente peremptoriamente e é um membro da minha instituição e assina embaixo, em quem eu vou acreditar?”. Em seguida, respondeu à própria pergunta, esclarecendo que acredita “nesses que são os componentes da minha instituição – e eu sei quem é minha gente”.

Reportagem de VEJA, contudo, reproduziu croqui feitos à mão pelo próprio Bolsonaro que mostrava a adutora de Guandu, que abastece o Rio de Janeiro, e o rabisco de uma carga de dinamite detonável por intermédio de um mecanismo elétrico instalado num relógio. A reportagem também desmentiu afirmação de Bolsonaro de que não conhecia a repórter Cássia Maria, autora dos textos, ao relatar dois encontros da jornalista na casa do capitão, onde conversou com ele, na presença de testemunhas.

Segundo a reportagem da Folha, uma perícia da Polícia Federal foi inequívoca ao concluir que as anotações eram mesmo dele. Os coronéis responsáveis pela investigação decidiram, por unanimidade, pela condenação. “O Justificante [Bolsonaro] mentiu durante todo o processo, quando negou a autoria dos esboços publicados na revista VEJA, como comprovam os laudos periciais.” Segundo documento assinado por três coronéis, Bolsonaro “revelou comportamento aético e incompatível com o pundonor militar e o decoro da classe, ao passar à imprensa informações sobre sua instituição”.
 
Bolsonaro – que sempre negou a autoria de plano para colocar bombas em unidades militares – recorreu ao Superior Tribunal Militar (STM). A Corte, por 8 votos a 4, considerou Bolsonaro “não culpado” dessa acusação, já que havia dois laudos inconclusivos em relação à autoria dos esboços publicados por VEJA. Sobre o artigo publicado na revista em que Bolsonaro reclamava de salários, o STM decidiu que “o justificante assumiu total responsabilidade por seu ato e foi punido com 15 dias de prisão.”
 


terça-feira, 1 de abril de 2025

PRINTS DO ÚLTIMO VÍDEO DE NANDO MOURA ONDE ELE 'DESMASCARA' O MBL E O PARTIDO MISSÃO







PRESO! ENTRE APOLOGIA, CRIMES E FAMA, ORUAM MANDA NO RIO DE JANEIRO!

https://rafresco.blogspot.com/2025/02/preso-entre-apologia-crimes-e-fama.html

 
MBL USANDO FUNDÃO ELEITORAL - VALORES E HIPOCRISIA

A RADICALIZAÇÃO E A HIPOCRISIA DO MBL - FUNDÃO ELEITORAL

MBL FUNDÃO ELEITORAL - ANTES E DEPOIS

'BOLSONARO NÃO VAI SER PRESO NUNCA, JÁ PROFETIZEI EM NOME DE JESUS CRISTO!'


DIA DA MENTIRA: PARA QUEM VOCÊ É IMPORTANTE? VOCÊ REALMENTE É INSUBSTITUÍVEL?

DIA DA MENTIRA:
PARA QUEM VOCÊ É IMPORTANTE?
VOCÊ REALMENTE É INSUBSTITUÍVEL?


Para quem você é importante?
 
Para quem você faz falta?
 
Nos dias de crise, qual pessoa você tem certeza que, se você mandar mensagem, ele vai ao seu encontro conversar?
 
Qual pessoa que lembra de você nos mínimos detalhes? Exemplo: O ‘amigo’ foi a uma viagem e trouxe aquela lembrancinha de R$1,99 para você.
 
Qual pessoa que, quando te encontra, faz questão do seu aperto de mão, do seu abraço e/ou do seu beijo?
 
Qual pessoa que você sabe que faz questão da sua presença, e, quando você não está, ela manda mensagem perguntando o que aconteceu, se está tudo bem?
 
Já percebeu que, muitas vezes, só você se importa? Você se encontra com o 'amigo' e ele não faz nenhuma questão de contato. O máximo é dar 'Fala ae!'. Mas você está sempre disposto a tudo. Então, questiono-te:
 
Tem valido a pena ser (tentar ser) bom o tempo todo?
 
Tem valido a pena ser (tentar ser) empático o tempo todo?
 
Tem valido a pena tentar ser o melhor em tudo: irmão, amigo, profissional, cristão?
 
Tem valido a pena ser o famoso 'pau pra toda obra'? Tudo que o 'amigo' pede, você tem e/ou está disposto a fazer.
 
Caro leitor: VOCÊ NÃO É INSUBSTITUÍVEL!
 
Tudo em EXCESSO é ruim, até ser bom demais. A pessoa quando tenta ser agradável o tempo todo, é vista como 'chata', 'babaca'. A pessoa quando é boa em excesso, a tendência é ser feita de otária pelos outros. A pessoa quando é honesta demais, é vista como ‘idiota’ (Obs.: Eu prefiro ser ‘idiota’ a ter o ‘jeitinho brasileiro’). A pessoa quando brinca demais, muitos não irão entender, até porque vivemos em uma LIBERDADE mentirosa. Vivemos em uma falsa liberdade de expressão, falsa liberdade de opinião, falsa liberdade sexual, falsa liberdade religiosa. A pessoa diz ‘SEJA VOCÊ MESMO!’. E, quando você é você mesmo, a própria pessoa se afasta, pois pode pegar mal para ela. (E, com toda sinceridade, não tem coisa pior do que quando você está sendo você mesmo perto de um ‘amigo’ e o ‘ amigo’ manda você abaixar o volume, rir menos, se controlar, brincar menos. Neste momento, quebra o clima! Até porque, muitas vezes, é o ‘amigo’ que te estimula, visto que ele não tem coragem de ser).
 
Aliás, tudo que é fácil demais, as pessoas tendem a excluir. Exemplo: Você mora em um condomínio que tem aula de Kickboxing "de graça". Tem em média sete alunos por aula. Se você for a uma academia paga, a aula de luta está lotada. Vou citar meu caso: Sou Professor e tento fazer o melhor sempre (Eu acho que faço!). Alguns alunos e até responsáveis TENDEM a menosprezar isto.
 
Conclusão:
SUMA! Dê um tempo para você! Não comente, não curta, não compartilhe, não poste, evite conversas e brincadeiras em excesso, evite elogios... e veja a mágica acontecer. Porém, esta mágica pode ter resultados positivos ou negativos. Este é mais provável e você tem que estar disposto a saber que você, para a maioria das pessoas, é só mais um conhecido, ou pior, você não é nada. O ruim da pessoa 'boa demais' 'pau pra toda obra' é que ela acha que os outros devem se comportar assim com ela (E eu acho que deveria rs). Mas, na maioria das vezes, não vai acontecer. Como a nova geração diz: 'Eu não sou obrigado a nada!'.
 
Enfim... só mais uma reflexão!
 
Rio de Janeiro, 01 de abril de 2025
Raphael Paiva

APRIL FOOLS' DAY: WHO ARE YOU IMPORTANT TO? ARE YOU REALLY IRREPLACEABLE?

APRIL FOOLS' DAY:
WHO ARE YOU IMPORTANT TO?
ARE YOU REALLY IRREPLACEABLE?


Who are you important to?
 
Who do you miss?
 
In times of crisis, who are you sure that if you send them a message, they will come and talk to you?
 
Who remembers you down to the smallest detail? Example: Your 'friend' went on a trip and brought you that little souvenir worth R$1.99.
 
Who, when they meet you, insists on your handshake, hug and/or kiss?
 
Who do you know that they insist on your presence, and when you are not there, they send you a message asking what happened, if everything is okay?
 
Have you noticed that, many times, you are the only one who cares? You meet your 'friend' and they don't care at all about contacting you. The most they can do is say 'Hey there!'. But you are always willing to do anything. So, I ask you:
 
Has it been worth it to be (try to be) good all the time?
 
Has it been worth it to be (try to be) empathetic all the time?
 
Has it been worth it to try to be the best at everything: brother, friend, professional, Christian?
 
Has it been worth it to be the famous 'jack of all trades'? Everything that the 'friend' asks, you have and/or are willing to do.
 
Dear reader: YOU ARE NOT IRREPLACEABLE!
 
Everything in EXCESS is bad, even being too good. When someone tries to be nice all the time, they are seen as 'boring', 'a jerk'. When someone is too good, they tend to be made a fool of by others. When someone is too honest, they are seen as an ‘idiot' (Note: I prefer to be an 'idiot' than to have the 'Brazilian way'). When someone jokes too much, many will not understand, especially because we live in a lying FREEDOM. We live in a false freedom of expression, false freedom of opinion, false sexual freedom, false religious freedom. People say 'BE YOURSELF!'. And, when you are yourself, people move away, because it may look bad for them. (And, in all honesty, there is nothing worse than when you are being yourself around a ‘friend’ and the ‘friend’ tells you to lower the volume, laugh less, control yourself, joke less. At that moment, it ruins the mood! After all, many times, it is the ‘friend’ who encourages you, since he doesn’t have the courage to be himself).
 
In fact, people tend to exclude anything that is too easy. Example: You live in a condominium that offers "free" kickboxing classes. There are an average of seven students per class. If you go to a paid gym, the fighting class is full. I'll give you my own case: I'm a teacher and I always try to do my best (I think I do!). Some students and even those responsible for them TEND to underestimate this.
 
Conclusion:
DISPAWN! Give yourself some time! Don't comment, don't like, don't share, don't post, avoid excessive conversations and jokes, avoid compliments... and watch the magic happen. However, this magic can have positive or negative results. The latter is more likely and you have to be willing to know that, for most people, you are just another acquaintance, or worse, you are nothing. The bad thing about the "too good" "jack of all trades" person is that you think that others should behave that way with you (And I think they should, lol). But, most of the time, it won't happen. As the new generation says: 'I am not obliged to do anything!'
 
Anyway... just one more thought!
 
April 1st, 2025
Raphael Paiva

DÍA DE LOS INOCENTES: ¿PARA QUIÉN ERES IMPORTANTE? ¿ES REALMENTE IRSUMPLAZABLE?

DÍA DE LOS INOCENTES:
¿PARA QUIÉN ERES IMPORTANTE?
¿ES REALMENTE IRSUMPLAZABLE?


¿Para quién eres importante?
 
¿A quién extrañas?
 
En días de crisis, ¿a qué persona estás seguro de que, si le envías un mensaje, vendrá a hablar contigo?
 
¿Quién te recuerda hasta el más mínimo detalle? Ejemplo: Tu “amigo” se fue de viaje y te trajo ese souvenir de R$ 1,99.
 
¿Qué persona, cuando te conoce, insiste en tu apretón de manos, tu abrazo y/o tu beso?
 
¿Qué persona conoces que insiste en tu presencia y, cuando no estás, te envía un mensaje preguntándote qué pasó, si todo está bien?
 
¿Has notado que, muchas veces, sólo a ti te importa? Conoces al "amigo" y él no intenta contactarte. Lo mejor es decir '¡Habla!'. Pero siempre estás dispuesto a hacer cualquier cosa. Entonces te pregunto:
 
¿Ha valido la pena ser (intentar ser) bueno todo el tiempo?
 
¿Ha valido la pena ser (intentar ser) empático todo el tiempo?
 
¿Ha valido la pena intentar ser el mejor en todo: hermano, amigo, profesional, cristiano?
 
¿Ha valido la pena ser el famoso 'experto en todo'? Todo lo que el 'amigo' te pide, lo tienes y/o estás dispuesto a hacer.
 
Querido lector: ¡NO ERES IRREMPLAZABLE!
 
Todo en EXCESO es malo, hasta que es demasiado bueno. Cuando una persona intenta ser agradable todo el tiempo, es vista como "aburrida", "imbécil". Cuando una persona es demasiado buena, los demás tienden a burlarse de ella. Cuando una persona es demasiado honesta, es vista como un idiota” (Nota: prefiero ser un “idiota” que tener el “estilo brasileño”). Cuando una persona bromea demasiado, muchos no lo entenderán, sobre todo porque vivimos en una LIBERTAD mentirosa. Vivimos en una falsa libertad de expresión, una falsa libertad de opinión, una falsa libertad sexual, una falsa libertad religiosa. La persona dice "¡SÉ TÚ MISMO!". Y, cuando eres tú mismo, la persona se aleja, porque podría ser malo para ella. (Y, sinceramente, no hay nada peor que cuando estás siendo tú mismo con un 'amigo' y el 'amigo' te dice que bajes el volumen, rías menos, te controles, bromees menos. ¡En este momento, rompe el humor! Sobre todo porque, a menudo, es el 'amigo' quien te estimula, ya que no tiene el coraje de serlo).
 
De hecho, todo lo que es demasiado fácil, la gente tiende a excluirlo. Ejemplo: Vives en un condominio que tiene clases de Kickboxing "gratuitas". Hay un promedio de siete estudiantes por clase. Si vas a un gimnasio pago, la clase de lucha está repleta. Citaré mi caso: soy Profesor y siempre trato de dar lo mejor de mí (¡creo que sí!). Algunos estudiantes e incluso tutores TIENDEN a subestimar esto.
 
Conclusión:
¡ESCAPAR! ¡Date un poco de tiempo! No comentes, no des me gusta, no compartas, no publiques, evita conversaciones y bromas excesivas, evita los elogios... y observa cómo sucede la magia. Sin embargo, esta magia puede tener resultados positivos o negativos. Esto es más probable y tienes que estar dispuesto a saber que tú, para la mayoría de las personas, eres sólo un conocido más, o peor aún, no eres nada. Lo malo de la persona 'demasiado buena' 'experta en todos los oficios' es que piensa que los demás deberían comportarse así con ellos (y creo que deberían hacerlo jajaja). Pero la mayoría de las veces no sucederá. Como dice la nueva generación: '¡No estoy obligado a nada!'.
 
En fin... ¡solo una reflexión más!
 
Río de Janeiro, 1 de abril de 2025
Raphael Paiva