Este é o nível de religiosidade!
quinta-feira, 3 de abril de 2025
'DEUS QUER CURAR A PRETA GIL. MAS SÓ DEPENDE DELA!'
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LGBTQ FOR PALESTINE X LGBTQ IN PALESTINE
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TBT | BOLSONARO DEVERIA SER JULGADO NA 1ª INSTÂNCIA, DIZ EX-MINISTRO DO STF
Bolsonaro
deveria ser julgado na 1ª instância, diz ex-ministro do STF
Marco
Aurélio Mello considera que Supremo Tribunal Federal extrapola sua competência
ao julgar ex-presidente
Por
Ramiro Brites
Atualizado
em 21 fev 2025, 10h47 - Publicado em 21 fev 2025, 10h42
Marco
Aurélio Mello, ex-ministro do STF (Cristiano Mariz/VEJA)
Crítico
do julgamento de um ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF), o
ex-ministro da corte Marco Aurélio Mello defende que, após deixar o cargo,
Jair Bolsonaro se tornou um cidadão comum e, portanto, o julgamento deveria
começar na primeira instância para garantir chances de recurso. Contudo, em
2024, na análise de um habeas corpus do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA)
para um caso de “rachadinha” supostamente cometido quando era deputado federal,
os ministros do STF entenderam que o foro de prerrogativa deve ser mantido
quando os crimes foram praticados durante o mandato, e relacionados a ele.
Mello
não se debruçou na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República
(PGR), mas após apresentação da acusação pela PGR, na última quarta-feira, 19,
o ex-ministro vai além em sua contrariedade. A VEJA, ele não só reiterou que o
Supremo não é competente para o caso como afirmou que a Corte não deveria ser
fracionada em e, portanto, o julgamento da primeira turma seria um no caso – a
expectativa é que Bolsonaro seja julgado pela primeira turma ainda neste ano.
CONFIRA
A ENTREVISTA
Por
que o senhor acredita que o STF não deveria julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro?
O
STF julga ações contra ex-deputados federais, contra ex-senadores, contra
ex-ministro do Estado, ex-ministro do próprio Supremo, ex-procuradores da
República, não! Por que seria competente para julgar um ex-presidente? O
julgamento de Bolsonaro deveria ser na primeira instância, como também os
inquéritos e as ações alusivas àqueles que participaram dos episódios de 8 de
janeiro, cidadãos comuns. O devido processo legal, o princípio do juiz natural,
ficam prejudicados e a pessoa não tem direito a um recurso, a interposição de
um recurso para outra instância, uma instância de revisão. A cidadania vai
embora com isso.
Na
visão do senhor, quando a pessoa perde o cargo político, não pode mais ser
julgada pelo Supremo?
A
Constituição delimita a competência e aí é direito escrito. É o que está na
Constituição e nada mais. A competência do Supremo não se revela aí. E há inclusive uma ótica da doutrina que,
segundo a qual, essa previsão visa proteger o cargo, não o cidadão. Bolsonaro é
um cidadão comum hoje em dia, se bem que ele está com a cidadania limitada pela
inelegibilidade.
Ano
passado houve um entendimento de que o Supremo poderia julgar pessoas fora do
cargo em casos cometidos durante o mandato…
Em
2017, o ministro Luís Roberto Barroso suscitou uma preliminar visando enxugar a
competência do Supremo para limitar ainda mais, exigindo que o ato tivesse sido
praticado no exercício e com ligação ao mandato. Um deputado federal, por
exemplo, que se envolva num sinistro de cargo, não seria julgado. Eu me lembro que eu nunca fui de antecipar
voto na bancada, eu esperava a minha vez de votar. Naquela ocasião, o ministro
Alexandre Moraes pediu vistas e eu antecipei para aderir. Agora mudaram tudo. Quer dizer, não mudou o
direito, mas mudou a concepção sobre o direito.
A
expectativa é que o caso seja julgado na primeira turma. O que o senhor pensa
sobre isso?
É
outra coisa errada, aí começam a dar um jeitinho. Supremo é o plenário. Eu estive
31 anos lá, as ações penais eram julgadas estritamente no plenário. Agora você
passa a ter vários Supremos. Daqui a pouco serão julgadas ações penais
monocraticamente e individualmente. Está tudo errado.
E
o senhor acha que corre-se o risco de se anular esse processo?
Não,
porque o vício aí é implementado pelo próprio Supremo. Vamos admitir que
tivesse havido um vício no Mensalão. O Supremo anularia o Mensalão? Não. Anulou a Lava-Jato porque foi julgado lá na
13ª Criminal de Curitiba. Aí anulou o processo. E ao meu ver, erradamente,
porque a matéria alusiva à incompetência relativa estava preclusa, que é a
incompetência territorial.
O
que o senhor pensa sobre o projeto de anistia que tramita no Congresso?
Isso
vai da vontade dos representantes do povo, os deputados federais e, do Senado.
A anistia não é objeto de exame pelo Judiciário. Só faltaria essa.
Qual
o risco do STF tomar o protagonismo em pautas que não seriam de sua
competência?
Corrói
a credibilidade do Supremo. Ele vai para a vitrine e se desgasta uma barbaridade.
Eu quando estava na bancada eu dizia que quando o Supremo avançava e entrava em
seara, que não era dele, lançava um boomerang que poderia vir à própria testa.
Eu sou a favor da autocontenção.
Como
o senhor avaliou a denúncia da PGR?
Eu
não conheço a peça e não tenho nem curiosidade. Embora eu goste muito do
direito, continue gostando, não tenho mais tempo para isso. Eu prefiro ver
minhas séries, meus filmes, ler meus livros, fazer meus pareceres.
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LINDBERGH FARIAS FALA DE GOLPISTAS E ANISTIA, MAS ESQUECE QUE FOI CONDENADO POR IMPOBRIDADE ADMINISTRATIVA
FERNANDO HADDAD E A TAXAÇÃO DO PIX (07): ANDRÉ JANONES E O TEATRO DA ESQUERDA
RACHADINHA - A trajetória heroica política de ANDRÉ JANONES
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ANDRÉ JANONES DIZ QUE DÉBORA SERÁ CANDIDATA E BOLSONARISTAS REAGEM
FERNANDO HADDAD E A TAXAÇÃO DO PIX (07): ANDRÉ JANONES E O TEATRO DA ESQUERDA
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TBT | O ARTIGO EM VEJA E A PRISÃO DE BOLSONARO NOS ANOS 1980
O ARTIGO EM VEJA E
A PRISÃO DE BOLSONARO NOS
ANOS 1980
Em 1986, na seção 'Ponto de Vista', capitão
se queixava do salário. No ano seguinte, VEJA revelava plano de oficiais para
provocar explosões em quartéis
Por Redação
Atualizado em 30 jul 2020, 20h54 - Publicado
em 15 Maio 2017, 22h13
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ),
pré-candidato à Presidência da República, admitiu em 1987 ter cometido atos de
indisciplina e deslealdade para com os seus superiores no Exército, segundo revelação
feita nesta segunda-feira em reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A admissão
ocorreu em uma investigação interna conduzida pelo Exército com base em um
artigo e uma reportagem publicados por VEJA – o primeiro, escrito pelo próprio
Bolsonaro, foi publicado em 1986 e nele o capitão reclama que “o salário está
baixo”; a segunda, em 1987, revela que ele elaborou um plano que previa a explosão
de bombas em quartéis e outros locais estratégicos no Rio de Janeiro.
“Como capitão do Exército brasileiro, da
ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma
situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na
tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães
demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no
posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de
tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar
– exatos 10.433 cruzados por mês”, escreveu no artigo publicado na edição de
VEJA de 3 de setembro de 1986.
“Esse quadro é a causa sem retoques da
evasão, até agora, de mais de oitenta cadetes da Aman [Academia Militar das
Agulhas Negra]. Eles solicitaram desligamento. Não foram expulsos, como sugere
o noticiário”, escreve Bolsonaro, citando notícias que relatavam que dezenas de
militares haviam sido expulsos por “homossexualismo, consumo de drogas e uma
suposta falta de vocação para a carreira”. “Em nome da verdade: é preciso
esclarecer que, embora tenham ocorrido efetivamente casos residuais envolvendo
a prática de homossexualismo, consumo de drogas e mesmo indisciplina, o motivo
de fundo é outro. Mais de 90% das evasões se deram devido à crise financeira
que assola a massa dos oficiais e sargentos do Exército brasileiro”.
No final do artigo, Bolsonaro diz que “torna
público este depoimento para que o povo brasileiro saiba a verdade sobre o que
está ocorrendo”. “Corro o risco de ver minha carreira de devoto militar
seriamente ameaçada, mas a imposição da crise e da falta de perspectivas que
enfrentamos é maior. Sou um cidadão brasileiro cumpridor dos meus deveres,
patriota e portador de uma excelente folha de serviços. Apesar disso, não
consigo sonhar com as necessidades mínimas que uma pessoa do meu nível cultural
e social poderia almejar”.
Após a publicação do artigo, Bolsonaro foi
preso por “transgressão grave”, acusado de “ter ferido a ética, gerando clima
de inquietação no âmbito da organização militar” e também “por ter sido indiscreto
na abordagem de assuntos de caráter oficial”.
Bombas
Em 1987, na edição de 25 de outubro, VEJA
publicou a reportagem “Pôr bombas nos quartéis, um plano na Esao [Escola
Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais]”, mostrando que Bolsonaro e outro militar,
Fábio Passos, tinham um plano de explodir bombas em unidades militares do Rio
para pressionar o comando.
“Só a explosão de algumas espoletas”,
brincou Bolsonaro, instado a responder se planejava alguma operação
para mostrar a insatisfação da categoria. “Sem o menor constrangimento,
Bolsonaro deu uma detalhada explicação sobre como construir uma bomba-relógio. O
explosivo seria o trinitrotolueno, o TNT, a popular dinamite. O plano dos
oficiais foi feito para que não houvesse vítimas. A intenção era demonstrar a
insatisfação com os salários e criar problemas para o ministro (do Exército)
Leônidas Pires Gonçalves”, relatava VEJA. “De acordo com Bolsonaro, se algum
dia o ministro do Exército resolvesse articular um golpe militar, ‘ele é que
acabaria golpeado por sua própria tropa, que se recusaria a obedecê-lo’. ‘Nosso
Exército é uma vergonha nacional, e o ministro está se saindo como um segundo
Pinochet’”.
Assim que a reportagem foi publicada, “o
ministro do Exército, numa entrevista de 40 minutos na porta do Palácio do
Planalto, defendeu a estabilidade do governo, assegurou que detém o comando de
sua tropa e acusou VEJA de ter fraudado uma notícia publicada em sua última
edição”, relatou a edição seguinte de VEJA, de 4 de novembro de 1987. “Os
dois oficiais envolvidos, eu vou repetir isso, negaram peremptoriamente, da
maneira mais veemente, por escrito, do próprio punho, qualquer veracidade
daquela informação”, disse o ministro. “Quando alguém desmente peremptoriamente
e é um membro da minha instituição e assina embaixo, em quem eu vou
acreditar?”. Em seguida, respondeu à própria pergunta, esclarecendo que
acredita “nesses que são os componentes da minha instituição – e eu sei quem é
minha gente”.
Reportagem de VEJA, contudo, reproduziu
croqui feitos à mão pelo próprio Bolsonaro que mostrava a adutora de Guandu,
que abastece o Rio de Janeiro, e o rabisco de uma carga de dinamite detonável por
intermédio de um mecanismo elétrico instalado num relógio. A reportagem também
desmentiu afirmação de Bolsonaro de que não conhecia a repórter Cássia Maria,
autora dos textos, ao relatar dois encontros da jornalista na casa do capitão,
onde conversou com ele, na presença de testemunhas.
Segundo a reportagem da Folha, uma perícia da
Polícia Federal foi inequívoca ao concluir que as anotações eram mesmo dele. Os
coronéis responsáveis pela investigação decidiram, por unanimidade, pela
condenação. “O Justificante [Bolsonaro] mentiu durante todo o processo, quando
negou a autoria dos esboços publicados na revista VEJA, como comprovam os
laudos periciais.” Segundo documento assinado por três coronéis, Bolsonaro
“revelou comportamento aético e incompatível com o pundonor militar e o decoro
da classe, ao passar à imprensa informações sobre sua instituição”.
Bolsonaro – que sempre negou a autoria de
plano para colocar bombas em unidades militares – recorreu ao Superior Tribunal
Militar (STM). A Corte, por 8 votos a 4, considerou Bolsonaro “não culpado” dessa
acusação, já que havia dois laudos inconclusivos em relação à autoria dos
esboços publicados por VEJA. Sobre o artigo publicado na revista em que
Bolsonaro reclamava de salários, o STM decidiu que “o justificante assumiu
total responsabilidade por seu ato e foi punido com 15 dias de prisão.”
Link da Matéria: https://veja.abril.com.br/coluna/reveja/o-artigo-em-veja-e-a-prisao-de-bolsonaro-nos-anos-1980
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quarta-feira, 2 de abril de 2025
FRASE | 'REPONSABILIDADE AFETIVA TAMBÉM É AVISAR QUANDO NÃO VAI PODER RESPONDER...'
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quarta-feira, abril 02, 2025
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terça-feira, 1 de abril de 2025
PRINTS DO ÚLTIMO VÍDEO DE NANDO MOURA ONDE ELE 'DESMASCARA' O MBL E O PARTIDO MISSÃO
PRESO! ENTRE APOLOGIA, CRIMES E FAMA, ORUAM MANDA NO RIO DE JANEIRO!
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/preso-entre-apologia-crimes-e-fama.html
MBL USANDO FUNDÃO ELEITORAL - VALORES E HIPOCRISIA
A RADICALIZAÇÃO E A HIPOCRISIA DO MBL - FUNDÃO ELEITORAL
MBL FUNDÃO ELEITORAL - ANTES E DEPOIS
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terça-feira, abril 01, 2025
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'BOLSONARO NÃO VAI SER PRESO NUNCA, JÁ PROFETIZEI EM NOME DE JESUS CRISTO!'
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terça-feira, abril 01, 2025
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DIA DA MENTIRA: PARA QUEM VOCÊ É IMPORTANTE? VOCÊ REALMENTE É INSUBSTITUÍVEL?
DIA DA MENTIRA:
PARA QUEM VOCÊ É IMPORTANTE?
VOCÊ REALMENTE É INSUBSTITUÍVEL?
Para quem você é importante?
Para quem você faz falta?
Nos dias de crise, qual pessoa você tem
certeza que, se você mandar mensagem, ele vai ao seu encontro conversar?
Qual pessoa que lembra de você nos mínimos
detalhes? Exemplo: O ‘amigo’ foi a uma viagem e trouxe aquela lembrancinha de
R$1,99 para você.
Qual pessoa que, quando te encontra, faz
questão do seu aperto de mão, do seu abraço e/ou do seu beijo?
Qual pessoa que você sabe que faz questão da
sua presença, e, quando você não está, ela manda mensagem perguntando o que
aconteceu, se está tudo bem?
Já percebeu que, muitas vezes, só você se
importa? Você se encontra com o 'amigo' e ele não faz nenhuma questão de
contato. O máximo é dar 'Fala ae!'. Mas você está sempre disposto a tudo.
Então, questiono-te:
Tem valido a pena ser (tentar ser) bom o
tempo todo?
Tem valido a pena ser (tentar ser) empático o
tempo todo?
Tem valido a pena tentar ser o melhor em
tudo: irmão, amigo, profissional, cristão?
Tem valido a pena ser o famoso 'pau pra toda
obra'? Tudo que o 'amigo' pede, você tem e/ou está disposto a fazer.
Caro leitor: VOCÊ NÃO É INSUBSTITUÍVEL!
Tudo em EXCESSO é ruim, até ser bom demais. A
pessoa quando tenta ser agradável o tempo todo, é vista como 'chata', 'babaca'.
A pessoa quando é boa em excesso, a tendência é ser feita de otária pelos
outros. A pessoa quando é honesta demais, é vista como ‘idiota’ (Obs.: Eu
prefiro ser ‘idiota’ a ter o ‘jeitinho brasileiro’). A pessoa quando brinca
demais, muitos não irão entender, até porque vivemos em uma LIBERDADE
mentirosa. Vivemos em uma falsa liberdade de expressão, falsa liberdade de
opinião, falsa liberdade sexual, falsa liberdade religiosa. A pessoa diz ‘SEJA
VOCÊ MESMO!’. E, quando você é você mesmo, a própria pessoa se afasta, pois
pode pegar mal para ela. (E, com toda sinceridade, não tem coisa pior do que
quando você está sendo você mesmo perto de um ‘amigo’ e o ‘ amigo’ manda você
abaixar o volume, rir menos, se controlar, brincar menos. Neste momento, quebra
o clima! Até porque, muitas vezes, é o ‘amigo’ que te estimula, visto que ele
não tem coragem de ser).
Aliás, tudo que é fácil demais, as pessoas
tendem a excluir. Exemplo: Você mora em um condomínio que tem aula de Kickboxing
"de graça". Tem em média sete alunos por aula. Se você for a uma
academia paga, a aula de luta está lotada. Vou citar meu caso: Sou Professor e
tento fazer o melhor sempre (Eu acho que faço!). Alguns alunos e até responsáveis
TENDEM a menosprezar isto.
Conclusão:
SUMA! Dê um tempo para você! Não comente, não
curta, não compartilhe, não poste, evite conversas e brincadeiras em excesso,
evite elogios... e veja a mágica acontecer. Porém, esta mágica pode ter
resultados positivos ou negativos. Este é mais provável e você tem que estar
disposto a saber que você, para a maioria das pessoas, é só mais um conhecido,
ou pior, você não é nada. O ruim da pessoa 'boa demais' 'pau pra toda obra' é
que ela acha que os outros devem se comportar assim com ela (E eu acho que
deveria rs). Mas, na maioria das vezes, não vai acontecer. Como a nova geração
diz: 'Eu não sou obrigado a nada!'.
Enfim... só mais uma reflexão!
Rio de Janeiro, 01 de abril de 2025
Raphael Paiva
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APRIL FOOLS' DAY: WHO ARE YOU IMPORTANT TO? ARE YOU REALLY IRREPLACEABLE?
APRIL FOOLS' DAY:
WHO ARE YOU IMPORTANT TO?
ARE YOU REALLY IRREPLACEABLE?
Who are you
important to?
Who do you
miss?
In times of
crisis, who are you sure that if you send them a message, they will come and
talk to you?
Who remembers
you down to the smallest detail? Example: Your 'friend' went on a trip and
brought you that little souvenir worth R$1.99.
Who, when they
meet you, insists on your handshake, hug and/or kiss?
Who do you know
that they insist on your presence, and when you are not there, they send you a
message asking what happened, if everything is okay?
Have you
noticed that, many times, you are the only one who cares? You meet your
'friend' and they don't care at all about contacting you. The most they can do
is say 'Hey there!'. But you are always willing to do anything. So, I ask you:
Has it been
worth it to be (try to be) good all the time?
Has it been
worth it to be (try to be) empathetic all the time?
Has it been
worth it to try to be the best at everything: brother, friend, professional,
Christian?
Has it been
worth it to be the famous 'jack of all trades'? Everything that the 'friend'
asks, you have and/or are willing to do.
Dear reader:
YOU ARE NOT IRREPLACEABLE!
Everything in
EXCESS is bad, even being too good. When someone tries to be nice all the time,
they are seen as 'boring', 'a jerk'. When someone is too good, they tend to be
made a fool of by others. When someone is too honest, they are seen as an ‘idiot'
(Note: I prefer to be an 'idiot' than to have the 'Brazilian way'). When
someone jokes too much, many will not understand, especially because we live in
a lying FREEDOM. We live in a false freedom of expression, false freedom of
opinion, false sexual freedom, false religious freedom. People say 'BE
YOURSELF!'. And, when you are yourself, people move away, because it may look
bad for them. (And, in all honesty, there is nothing worse than when you are
being yourself around a ‘friend’ and the ‘friend’ tells you to lower the
volume, laugh less, control yourself, joke less. At that moment, it ruins the
mood! After all, many times, it is the ‘friend’ who encourages you, since he
doesn’t have the courage to be himself).
In fact,
people tend to exclude anything that is too easy. Example: You live in a
condominium that offers "free" kickboxing classes. There are an
average of seven students per class. If you go to a paid gym, the fighting
class is full. I'll give you my own case: I'm a teacher and I always try to do
my best (I think I do!). Some students and even those responsible for them TEND
to underestimate this.
Conclusion:
DISPAWN! Give
yourself some time! Don't comment, don't like, don't share, don't post, avoid
excessive conversations and jokes, avoid compliments... and watch the magic
happen. However, this magic can have positive or negative results. The latter
is more likely and you have to be willing to know that, for most people, you
are just another acquaintance, or worse, you are nothing. The bad thing about
the "too good" "jack of all trades" person is that you
think that others should behave that way with you (And I think they should,
lol). But, most of the time, it won't happen. As the new generation says: 'I am
not obliged to do anything!'
Anyway... just
one more thought!
April 1st,
2025
Raphael Paiva
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terça-feira, abril 01, 2025
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DÍA DE LOS INOCENTES: ¿PARA QUIÉN ERES IMPORTANTE? ¿ES REALMENTE IRSUMPLAZABLE?
DÍA DE LOS INOCENTES:
¿PARA QUIÉN ERES
IMPORTANTE?
¿ES REALMENTE IRSUMPLAZABLE?
¿Para quién eres importante?
¿A quién extrañas?
En días de crisis, ¿a qué persona estás
seguro de que, si le envías un mensaje, vendrá a hablar contigo?
¿Quién te recuerda hasta el más mínimo
detalle? Ejemplo: Tu “amigo” se fue de viaje y te trajo ese souvenir de R$
1,99.
¿Qué persona, cuando te conoce, insiste en tu
apretón de manos, tu abrazo y/o tu beso?
¿Qué persona conoces que insiste en tu
presencia y, cuando no estás, te envía un mensaje preguntándote qué pasó, si
todo está bien?
¿Has notado que, muchas veces, sólo a ti te
importa? Conoces al "amigo" y él no intenta contactarte. Lo mejor es
decir '¡Habla!'. Pero siempre estás dispuesto a hacer cualquier cosa. Entonces
te pregunto:
¿Ha valido la pena ser (intentar ser) bueno
todo el tiempo?
¿Ha valido la pena ser (intentar ser)
empático todo el tiempo?
¿Ha valido la pena intentar ser el mejor en
todo: hermano, amigo, profesional, cristiano?
¿Ha valido la pena ser el famoso 'experto en
todo'? Todo lo que el 'amigo' te pide, lo tienes y/o estás dispuesto a hacer.
Querido lector: ¡NO ERES IRREMPLAZABLE!
Todo en EXCESO es malo, hasta que es
demasiado bueno. Cuando una persona intenta ser agradable todo el tiempo, es
vista como "aburrida", "imbécil". Cuando una persona es
demasiado buena, los demás tienden a burlarse de ella. Cuando una persona es
demasiado honesta, es vista como un idiota” (Nota: prefiero ser un “idiota” que
tener el “estilo brasileño”). Cuando una persona bromea demasiado, muchos no lo
entenderán, sobre todo porque vivimos en una LIBERTAD mentirosa. Vivimos en una
falsa libertad de expresión, una falsa libertad de opinión, una falsa libertad
sexual, una falsa libertad religiosa. La persona dice "¡SÉ TÚ
MISMO!". Y, cuando eres tú mismo, la persona se aleja, porque podría ser
malo para ella. (Y, sinceramente, no hay nada peor que cuando estás siendo tú
mismo con un 'amigo' y el 'amigo' te dice que bajes el volumen, rías menos, te
controles, bromees menos. ¡En este momento, rompe el humor! Sobre todo porque,
a menudo, es el 'amigo' quien te estimula, ya que no tiene el coraje de serlo).
De hecho, todo lo que es demasiado fácil, la
gente tiende a excluirlo. Ejemplo: Vives en un condominio que tiene clases de
Kickboxing "gratuitas". Hay un promedio de siete estudiantes por
clase. Si vas a un gimnasio pago, la clase de lucha está repleta. Citaré mi
caso: soy Profesor y siempre trato de dar lo mejor de mí (¡creo que sí!).
Algunos estudiantes e incluso tutores TIENDEN a subestimar esto.
Conclusión:
¡ESCAPAR! ¡Date un poco de tiempo! No
comentes, no des me gusta, no compartas, no publiques, evita conversaciones y
bromas excesivas, evita los elogios... y observa cómo sucede la magia. Sin
embargo, esta magia puede tener resultados positivos o negativos. Esto es más
probable y tienes que estar dispuesto a saber que tú, para la mayoría de las
personas, eres sólo un conocido más, o peor aún, no eres nada. Lo malo de la
persona 'demasiado buena' 'experta en todos los oficios' es que piensa que los
demás deberían comportarse así con ellos (y creo que deberían hacerlo jajaja).
Pero la mayoría de las veces no sucederá. Como dice la nueva generación: '¡No
estoy obligado a nada!'.
En fin... ¡solo una reflexión más!
Río de Janeiro, 1 de abril de 2025
Raphael Paiva
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