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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026 | OS 50 DEPUTADOS FEDERAIS MAIS VOTADOS

ELEIÇÕES 2026
OS 50 DEPUTADOS FEDERAIS MAIS VOTADOS


  1. Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.119.318 votos
  2. Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.038.438 votos
  3. Erika Hilton (PSOL-SP) - 1.596.472 votos
  4. André Fernandes (PL-CE) - 684.372 votos
  5. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - 583.107 votos
  6. Julia Zanatta (PL-SC) - 560.223 votos
  7. Ana Elisa (PT-MG) - 524.219 votos
  8. Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) - 520.071 votos
  9. Tabata Amaral (PSB-SP) - 476.383 votos
  10. Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.399 votos
  11. Lucas Polese (PL-ES) - 419.735 votos
  12. Delegado Caveira (PL-PA) - 414.927 votos
  13. Maurício Marcon (PL-RS) - 379.834 votos
  14. Renato Bolsonaro (PL-SP) - 379.312 votos
  15. Sargento Nantes (PP-SP) - 333.401 votos
  16. Jader Filho (MDB-PA) - 326.617 votos
  17. Delegado Palumbo (PODE-SP) - 303.271 votos
  18. Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - 280.262 votos
  19. Guilherme Cortez (PSOL-SP) - 275.450 votos
  20. Dra. Alessandra Haber (PODE-PA) - 272.856 votos
  21. Mauricio Neves (PP-SP) - 269.996 votos
  22. Guilherme Kilter (Novo-PR) - 269.832 votos
  23. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) - 267.142 votos
  24. Tainah Marinho (PSB-CE) - 265.585 votos
  25. Pedro Campos (PSB-PE) - 261.555 votos
  26. Marcio Alvino (PL-SP) - 261.325 votos
  27. Yury do Paredão (MDB-CE) - 261.291 votos
  28. Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) - 253.778 votos
  29. Jones Manoel (PSOL-PE) - 249.077 votos
  30. Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 248.147 votos
  31. Ana Carolina Oliveira (PODE-SP) - 246.741 votos
  32. Sargento Fahur (PL-PR) - 242.643 votos
  33. Baleia Rossi (MDB-SP) - 239.124 votos
  34. Giordanna Mano (PRD-CE) - 235.848 votos
  35. Georgiano (PSD-PI) - 234.254 votos
  36. Giovani Cherini (PL-RS) - 234.171 votos
  37. Luna Zarattini (PT-SP) - 233.733 votos
  38. Marina Helena (Novo-SP) - 230.866 votos
  39. Duda Salabert (PSOL-MG) - 229.535 votos
  40. Fábio Felix (PSOL-DF) - 224.224 votos
  41. Rony Gabriel (PODE-RS) - 223.643 votos
  42. Delegado Bruno Lima (PODE-SP) - 217.952 votos
  43. Alceu Moreira (MDB-RS) - 217.208 votos
  44. Natália Bonavides (PT-RN) - 215.509 votos
  45. Reginaldo Lopes (PT-MG) - 215.192 votos
  46. Dr. Luizinho (PP-RJ) - 213.904 votos
  47. Rosana Valle (PL-SP) - 213.752 votos
  48. Júnior Ferrari (PSD-PA) - 213.645 votos
  49. Sargento Salazar (PL-AM) - 212.948 votos
  50. Bruno Peixoto (União-GO) - 207.899 votos
 
POR PARTIDOS
PL
  1. Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.119.318 votos
  2. Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.038.438 votos
  3. André Fernandes (PL-CE) - 684.372 votos
  4. Julia Zanatta (PL-SC) - 560.223 votos
  5. Lucas Polese (PL-ES) - 419.735 votos
  6. Delegado Caveira (PL-PA) - 414.927 votos
  7. Maurício Marcon (PL-RS) - 379.834 votos
  8. Renato Bolsonaro (PL-SP) - 379.312 votos
  9. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) - 267.142 votos
  10. Marcio Alvino (PL-SP) - 261.325 votos
  11. Sargento Fahur (PL-PR) - 242.643 votos
  12. Giovani Cherini (PL-RS) - 234.171 votos
  13. Rosana Valle (PL-SP) - 213.752 votos
  14. Sargento Salazar (PL-AM) - 212.948 votos
 
PSOL
  1. Erika Hilton (PSOL-SP) - 1.596.472 votos
  2. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - 583.107 votos
  3. Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - 280.262 votos
  4. Guilherme Cortez (PSOL-SP) - 275.450 votos
  5. Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) - 253.778 votos
  6. Jones Manoel (PSOL-PE) - 249.077 votos
  7. Fábio Felix (PSOL-DF) - 224.224 votos
  8. Duda Salabert (PSOL-MG) - 229.535 votos
 
PT
  1. Reginaldo Lopes (PT-MG) - 215.192 votos
  2. Luna Zarattini (PT-SP) - 233.733 votos
  3. Natália Bonavides (PT-RN) - 215.509 votos
  4. Ana Elisa (PT-MG) - 524.219 votos
 
MDB
  1. Jader Filho (MDB-PA) - 326.617 votos
  2. Yury do Paredão (MDB-CE) - 261.291 votos
  3. Baleia Rossi (MDB-SP) - 239.124 votos
  4. Alceu Moreira (MDB-RS) - 217.208 votos
 
PODE
  1. Delegado Palumbo (PODE-SP) - 303.271 votos
  2. Dra. Alessandra Haber (PODE-PA) - 272.856 votos
  3. Ana Carolina Oliveira (PODE-SP) - 246.741 votos
  4. Delegado Bruno Lima (PODE-SP) - 217.952 votos
 
PSB
  1. Tabata Amaral (PSB-SP) - 476.383 votos
  2. Tainah Marinho (PSB-CE) - 265.585 votos
  3. Pedro Campos (PSB-PE) - 261.555 votos
 
NOVO
  1. Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.399 votos
  2. Guilherme Kilter (Novo-PR) - 269.832 votos
  3. Marina Helena (Novo-SP) - 230.866 votos
 
PP
  1. Sargento Nantes (PP-SP) - 333.401 votos
  2. Mauricio Neves (PP-SP) - 269.996 votos
  3. Dr. Luizinho (PP-RJ) - 213.904 votos

PSD
  1. Georgiano (PSD-PI) - 234.254 votos
  2. Júnior Ferrari (PSD-PA) - 213.645 votos
 
PODE
  1. Rony Gabriel (PODE-RS) - 223.643 votos
 
AVANTE
  1. Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 248.147 votos
 
PRD
  1. Giordanna Mano (PRD-CE) - 235.848 votos
 
UNIÃO
  1. Bruno Peixoto (União-GO) - 207.899 votos
 
MISSÃO
  1. Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) - 520.071 votos

sexta-feira, 29 de maio de 2026

FIM DA ESCALA 6X1 – COMO FOI A VOTAÇÃO NO 1º TURNO?

FIM DA ESCALA 6X1
COMO FOI A VOTAÇÃO NO 1º TURNO?


1º TURNO:
  • 472 votos a favor
  • 22 votos contra
  • 18 deputados ausentes
  • 1 obstrução
 
QUEM VOTOU CONTRA
PL – 11 votos contra
  • Bibo Nunes
  • Caroline De Toni
  • Daniel Freitas
  • Daniela Reinerhr
  • Julia Zanatta
  • Mauricio Marcon
  • Nicoletti
  • Paulo Marinho Jr.
  • Ricardo Guidi
  • Rosangela Moro
  • Zé Trovão
Novo – 4
votos contra
  • Adriana Ventura
  • Gilson Marques
  • Marcel van Hattem
  • Ricardo Salles;
União Brasil – 2
 votos contra
  • Fabio Schiochet
  • Fausto Pinato
MDB – 2
votos contra
  • Carlos Chiodini
  • Pezenti
PSD - 1
 voto contra
  • Lucas Redecker (PSD-RS)
PP
1 voto contra
  • Sergio Turra (PP-RS)
Missão - 
1 voto contra
  • Kim Kataguiri (Missão-SP)
***Todos os 65 deputados do PT estavam presentes e votaram a favor da PEC.
 
***Houve uma obstrução: Luiz Lima (Novo-RJ).
 
Os 18 deputados ausentes foram:
  • Adolfo Viana (PSDB-BA)
  • Afonso Motta (PDT-RS)
  • Alexandre Leite (União Brasil-SP)
  • Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  • Cobalchini (MDB-SC)
  • Dilceu Sperafico (PP-PR)
  • Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  • Guilherme Derrite (PP-SP)
  • João Carlos Bacelar (PL-BA)
  • José Priante (MDB-PA)
  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  • Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  • Padovani (PP-PR)
  • Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  • Roberto Monteiro Pai (PL-RJ)
  • Sergio Souza (MDB-PR)
  • Tião Medeiros (PP-PR)
  • Yandra Moura (União Brasil-SE)

FIM DA ESCALA 6X1 – COMO FOI A VOTAÇÃO NO 2º TURNO?

FIM DA ESCALA 6X1
COMO FOI A VOTAÇÃO NO 2º TURNO?


  • 461 votos favoráveis
  • 19 votos contrários
  • 33 deputados estavam ausentes
 
QUEM VOTOU CONTRA
PL – 9 votos contra
  • Bibo Nunes
  • Caroline De Toni
  • Daniel Freitas
  • Daniela Reinerhr
  • Julia Zanatta
  • Mauricio Marcon
  • Nicoletti
  • Ricardo Guidi
  • Rosangela Moro
 
Novo – 4 votos contra
  • Adriana Ventura
  • Gilson Marques
  • Marcel van Hattem
  • Ricardo Salles

MDB – 2 votos contrários
  • Carlos Chiodini
  • Pezenti
 
União Brasil - 1 voto contra
  • Fabio Schiochet (União Brasil-SC)
 
PSD
- 1 voto contra
  • Lucas Redecker (PSD-RS)
 
PP
- 1 voto contra
  • Sergio Turra (PP-RS)
 
Missão
- 1 voto contra
  • Kim Kataguiri (Missão-SP)

***Os 33 deputados ausentes foram:
  • Adolfo Viana (PSDB-BA)
  • Alexandre Leite (União Brasil-SP)
  • Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  • Átila Lins (PSD-AM)
  • Beto Pereira (Republicanos-MS)
  • Célio Studart (PSD-CE)
  • Cobalchini (MDB-SC)
  • Diego Andrade (PSD-MG)
  • Dilceu Sperafico (PP-PR)
  • Eriberto Medeiros (PSB-PE)
  • Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  • Guilherme Derrite (PP-SP)
  • João Carlos Bacelar (PL-BA)
  • Jorge Araujo (PP-BA)
  • Julio Arcoverde (PP-PI)
  • Júlio César (PSD-PI)
  • Luciano Vieira (PSDB-RJ)
  • Luiz Lima (Novo-RJ)
  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  • Marcos Pereira (Republicanos-SP)
  • Marcos Pollon (PL-MS)
  • Misael Varella (PSD-MG)
  • Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  • Padovani (PP-PR)
  • Paulo Marinho Jr (PL-MA)
  • Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  • Roberto Monteiro Pai (PL-RJ)
  • Sergio Souza (MDB-PR)
  • Sidney Leite (PSD-AM)
  • Silvio Antonio (PL-MA)
  • Tião Medeiros (PP-PR)
  • Yandra Moura (União Brasil-SE)
  • Zé Trovão (PL-SC).
 
***Todos os 65 deputados do PT estavam presentes e votaram a favor.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

COMO MANIPULAR SEUS ELEITORES? ANÁLISE DO DISCURSO DE ERIKA HILTON NA AVENIDA PAULISTA

COMO MANIPULAR SEUS ELEITORES?
ANÁLISE DO DISCURSO DE ERIKA HILTON NA AVENIDA PAULISTA


I. Que festa linda, festa da democracia, festa do povo brasileiro, festa da justiça, da esperança, da festa daqueles que não se curvam diante de um Congresso canalha, Congresso golpista!
 
Eu não vi a Excelentíssima Deputada Federal Erika Hilton falando de ‘Congresso canalha' quando, em 2024, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados livrou André Janones da acusação de ‘rachadinha', tendo sido o processo arquivado. Áudios de 2019, que foram revelados em novembro de 2023, mostram Janones pedindo parte do salário de funcionários de seu gabinete na Câmara.
 
Na verdade, a massa não se aprofunda nos acontecimentos da política brasileira. Logo, é facilmente enganada por politiqueiros, como Erika Hilton e Nikolas Ferreira.
 
II. Ditadura militar
 
A Ditadura Militar foi um triste período na história do Brasil. Quem questionava o governo era silenciado, censurado, torturado e até morto. Porém, vale ressaltar que a violência não partiu só dos militares. Como exemplo, cito Capitão Carlos Lamarca.
 
Um dos maiores nomes da guerrilha no Brasil foi o Capitão Carlos Lamarca, militar carioca envolvido com a luta armada contra a ditadura nos centros urbanos. Conhecido como grande atirador, Lamarca iniciou sua vida pública no exército e lá ganhou grande destaque por sua competência.
 
Em 25 de janeiro de 1969, pouco tempo depois do decreto do AI-5, Lamarca, decidido que mudaria de lado e se associaria à guerrilha contra o exército, tomou um caminhão do quartel de Quitaúna, em Osasco, onde servia, e o encheu com as metralhadoras e munições disponíveis para sua saída sumária. Resultado: o desertor fugiu do quartel dirigindo um caminhão carregado de armas para os guerrilheiros.
 
A ação de Lamarca se deu em 9 de maio de 1969, quando o capitão liderou um plano em dois polos em que os grupos entraram armados e renderam, simultaneamente, dois bancos na capital paulista: o Banco Mercantil de São Paulo e o Banco Itaú.
 
Os dois assaltos foram vitoriosos e a VPR conseguiu arrecadar fundos para manter o braço armado. Porém, a ação incluiu a baixa de um inocente: tentando impedir o assalto atacando o companheiro de Lamarca (sargento Darcy), o segurança do banco, Orlando Pinto Saraiva, foi abatido pelo capitão com dois tiros na nuca.
 
A ação de Lamarca marcou o início de um período de lutas e repressão nos centros urbanos do Brasil. São Paulo seria palco de diversos conflitos armados e assaltos a banco, na constante luta dos extremistas de esquerda contra o regime de exceção implantado pelos militares.
[Portal Aventuras na História]
 
A luta armada contra a ditadura militar brasileira consistiu em uma série de ações promovidas por diversos grupos de esquerda, especialmente entre 1968 e 1972, período marcado pelo endurecimento do regime. Embora tenha assumido um caráter de resistência, a maior parte dos grupos que integraram a luta armada não tinha como objetivo o retorno à ordem democrática anterior ao golpe militar, mas sim a realização de uma revolução socialista no Brasil, inspirando-se na Revolução Chinesa e na Revolução Cubana. Apesar de algumas ações realizadas entre 1965 e 1967, o confrontamento aprofundou-se após a proclamação do Ato Institucional nº 5 (AI-5) em 1968 e, com o acirramento do autoritarismo do regime militar, diversas organizações se convenceram de que somente o recurso às armas poderia derrubar a ditadura. Neste cenário, lançaram-se à luta armada dezenas de organizações, das quais destacaram-se a Ação Libertadora Nacional (ALN), o Comando de Libertação Nacional (COLINA), o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares).
 
Embora almejassem iniciar a guerrilha rural, as organizações revolucionárias se notabilizaram por suas ações urbanas. Vistas como atos de propaganda armada da revolução, estas ações — que incluíam assaltos a agências bancárias e a carros pagadores, roubos de armamentos do Exército e, posteriormente, o sequestro de embaixadores e diplomatas com objetivo de trocá-los por presos políticos — serviam para arrecadar fundos para desencadear a guerrilha no campo e sustentar a infraestrutura clandestina destas organizações.
 
A guerrilha urbana, qualificada como terrorismo pelo governo ditatorial e pela imprensa do país, inicialmente surpreendeu o aparelho repressivo do Estado, que, no entanto, não tardou em aperfeiçoar-se e profissionalizar-se no combate aos guerrilheiros. Para isso, o alto comando militar iniciou a construção de uma estrutura policial e burocrática calcada na espionagem, na coleta de informações, em operações policiais voltadas à captura e ao interrogatório de opositores políticos do regime através do uso sistemático da tortura.
 
A despeito de seu sucesso inicial, as organizações revolucionárias foram caminhando para um crescente isolamento social, que piorou muito após a escalada repressiva e a campanha de desinformação perpetrada por alguns setores da ditadura, que chegaram a realizar atentados terroristas de bandeira falsa contra civis e militares, que foram efetuados por paramilitares ligados à autoridades do próprio governo federal, com a finalidade de erodir o apoio popular aos revoltosos e justificar o aprofundamento do autoritarismo. As ações armadas nas cidades duraram pouco tempo. De todas as organizações envolvidas na luta armada, apenas o PCdoB conseguiu promover efetivamente a guerrilha rural. O desmantelamento da guerrilha do Araguaia em 1974 marcou a desarticulação total da luta armada no Brasil, ao custo de centenas de mortos, exilados e desaparecidos durante a ditadura.
[Diversos]

III. Bolsonaro irá para a cadeia

Fato é que Bolsonaro tem que ser preso pelos crimes cometidos. Porém, o que acho até engraçado é a forma como a esquerda diz que ele será preso. Caríssimos, Bolsonaro não vai ‘cagar em um buraco’. Bolsonaro não vai ficar 27 anos preso. Bolsonaro deve ficar preso por uns dois anos e, depois, por causa da idade e por causa do estado de saúde, ficar em regime semiaberto. Mas, políticos como Erika Hilton, apesar de saberem disto, querem inflamar o seu gado como uma forma de dizer ‘Eu lutei contra o fascismo e venci!’, ‘A minha voz tem influência!’, dentre outros pensamentos para inflar seus eleitores.

IV. Direitos Humanos, ‘Povo negro’, ‘Comunidade LGBT’, ‘Povo indígena’
 
É engraçado como a esquerda se acha dona das pautas. ‘Nós defendemos os LGBTs, índios, pretos...’. Mas se algum preto, índio ou LGBT se disser de direita, provavelmente será tachado de ‘fascista’.

Outro ponto a se destacar é que eu não vejo esse famoso ‘Direitos Humanos’ quando bandidos matam policiais. E, pior: tem gente que comemora e diz ‘Mas é o risco que se tem quando a pessoa escolhe esta profissão!’.

E sobre o 'orgulho de ser preto', segue:


V. ‘Essa gente que carrega esse país nas costas não quer anistia, não quer PEC da bandidagem!’
 
Erika, você tem 50% de razão, até porque, tanto quem votou no Lula quanto quem votou em Bolsonaro carrega ‘esse país nas costas’. O grande problema deste discurso dela é que ele visa desumanizar uma parte da sociedade, e isto vem dos dois lados: ‘Se você votou no Lula, você é um comunista, maconheiro, pedóf*l0!’... ‘Se você votou em Bolsonaro, você é um fascista, homofóbico, racista, misógino!’. Este discurso é muito complicado, porque nós não sabemos o que se passa na cabeça das outras pessoas. Este discurso de ‘Fogo nos racistas’ pode influenciar pessoas ‘doentes’ a cometerem crimes, como foi o caso de Charlie Kirk.

VI. Eleições 2026

É óbvio que os políticos que estão por trás desta manifestação não estão preocupados com a corrupção e bandidagem. Eles já estão focando nas Eleições do próximo ano e, para isto, têm que fazer este circo para inflamar seus gados. Erika Hilton, provavelmente, não vai ficar 'só' como Deputada Federal. Assim como Nikolas Ferreira, é uma pessoa jovem, muito politizada, tem o poder da oratória, sabe se posicionar e tem projeto de poder.

VII. ‘Em 2026 não terá espaço para fascista!’

Ok. Concordo! Lugar de fascista é não ter lugar! Mas, o que é fascismo? O que é ‘ser fascista’? Se você segue algum político onde ele resume todos que discordam dele de ‘fascista’, cuidado! Ele só quer te manipular.

VIII. ‘Ocupamos a Paulista com a bandeira brasileira!’

Nikolas Ferreira e bolsonaristas são tão burros, que eles conseguiram passar para as mãos do PT e PSOL as pautas de anticorrupção e de defesa de soberania, pautas estas que eles sempre estiveram bem distantes.
 
SITES E LIVROS UTILIZADOS
  • Há exatos 51 anos, Carlos Lamarca comandava a primeira ação de guerrilha urbana contra a ditadura militar
https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/ha-exatos-51-anos-lamarca-comandava-primeira-acao-de-guerrilha-urbana-contra-ditadura-militar.phtml
  • Moniz Bandeira, Luiz Alberto (2009). De Martí a Fidel: A Revolução Cubana e a América Latina. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira
  • Napolitano, Marcos (2014). 1964: História do Regime Militar Brasileiro. São Paulo: Contexto
  • Reis, Daniel Aarão (2005). Ditadura militar, esquerdas e sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
  • Ridenti, Marcelo (1993). O fantasma da revolução brasileira. São Paulo: UNESP
  • Rollemberg, Denise (2007a). «Esquerdas revolucionárias e luta armada». In: Ferreira, Jorge; Delgado, Lucila de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano, vol. 4. O tempo da ditadura: regime militar e movimentos sociais em fins do século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. pp. 45–91

Rio de Janeiro, 22 de setembro de 2025
Raphael Paiva

terça-feira, 1 de julho de 2025

DEPUTADA ERIKA HILTON ENFRENTA REPERCUSSÃO NEGATIVA NAS REDES

Deputada Erika Hilton enfrenta repercussão negativa nas redes
 
Deputada enfrenta críticas por nomear maquiadores para cargos técnicos; partido alega campanha de ódio e transfobia
 
Da CNN
 
28/06/25 às 01:47 | Atualizado 28/06/25 às 01:47


A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) enfrenta uma onda de críticas nas redes sociais após ser acusada de nomear maquiadores para cargos em seu gabinete. A situação gerou preocupação no Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que vê a parlamentar como figura estratégica para atrair votos nas eleições de 2026.

Em resposta às críticas, a bancada do PSOL na Câmara dos Deputados emitiu uma nota oficial em defesa de Erika Hilton.

O documento, assinado por todos os deputados da legenda, afirma que a parlamentar tem sido alvo de uma "campanha orquestrada e violenta" por parte da extrema direita e setores conservadores, utilizando desinformação, fake news e discurso de ódio transfóbico.

CONFLITO DE INTERESSES E ACÚMULO DE FUNÇÕES
A polêmica surgiu quando foi revelado que alguns assessores contratados para funções técnicas no gabinete de Erika Hilton também atuam como maquiadores. Embora o partido alegue que esses profissionais são capacitados para as funções designadas, críticos apontam um possível conflito de interesses e questionam o acúmulo de funções.

O episódio tem gerado um desgaste significativo para a imagem da deputada, que até então vinha se destacando em pautas como a redução da jornada de trabalho. Mesmo lideranças de esquerda nas redes sociais têm questionado a postura de Erika Hilton em relação às contratações.

O PSOL, que estava dividido internamente, uniu-se para defender a parlamentar, temendo que o desgaste possa afetar seus planos eleitorais futuros.

A expectativa do partido é que Erika Hilton possa compensar a provável ausência de Guilherme Boulos na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026, caso este assuma um cargo no governo federal.

A situação evidencia os desafios enfrentados por figuras políticas em ascensão diante do escrutínio público e da rapidez com que informações - e críticas - se propagam nas redes sociais.

O caso de Erika Hilton também levanta questões sobre a necessidade de transparência nas contratações públicas e a importância de evitar aparências de impropriedade, mesmo quando não há irregularidades legais.

Deputada Erika Hilton enfrenta repercussão negativa nas redes
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/deputada-erika-hilton-enfrenta-repercussao-negativa-nas-redes/

ERIKA HILTON FALA SOBRE A CONTRATAÇÃO DE SEUS MAQUIADORES EM SEU GABINETE

Erika Hilton diz ter sido ingênua após contratar maquiadores em gabinete
 
Deputada do Psol nega irregularidades, mas afirma que é preciso ter “cuidado”, porque a “extrema-direita” cria narrativas para atacar adversários políticos
 
PODER360 28.jun.2025 (sábado) - 18h48


A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) disse que foi “ingênua” no caso dos maquiadores que foram contratados como assessores de seu gabinete. Ela negou ter cometido alguma ilegalidade, mas afirmou ser preciso “tomar cuidado” com a “extrema-direita”. Segundo ela, os opositores usam de narrativas falsas para atacar adversários políticos.
 
Erika Hilton afirmou ter provas de que Ronaldo Hass e Índy Montiel trabalham como assessores, apesar de, em “acordo pessoal de amigos”, também fazerem serviços de maquiagem. “Talvez houvesse uma ingenuidade de alguém que não estava agindo fora da lei, de alguém que não estava cometendo nenhum tipo de crime. Quando a gente não está fazendo nada que é criminoso ou do qual a gente não precise se envergonhar no futuro, a gente age com naturalidade”, disse. As declarações foram dadas em entrevista ao UOL publicada na 6ª feira (27.jun.2025).
 
“Talvez por eu ser extremamente combativa e por enfrentar a extrema-direita da maneira como eu enfrento, eu fui ingênua em não tomar algum tipo de cuidado para não permitir que narrativas fossem construídas”, declarou a congressista.
 
A deputada disse que é jovem, está no 1º mandato federal e tem “entregas muito importantes que incomodam” os adversários políticos.
 
“Eu quero concordar que talvez eu tenha sido ingênua e que a minha ingenuidade é reflexo da minha tranquilidade. Eu fui ingênua, porque estava tranquila, porque não achava que tinha o que esconder, não achava que tinha que ter receio, mas a vida é dura […] Os nossos adversários estão sempre prontos para construir narrativas e estão desprezando o tempo todo se elas são verdadeiras e se nós temos provas”, afirmou.
 
Erika também foi questionada se “tem erro” ao contratar pessoas que não têm perfil técnico para atividade legislativa. Leia o que foi questionado e a resposta:
 
Jornalista Fabíola Cidral: Algumas pessoas também entendem como um erro. A gente vê pessoas sendo contratadas ‘porque era meu parceiro de luta, porque era uma pessoa que eu tinha muito confiança’ e que faltam cargos mais técnicos. Cargos que sejam de maior transparência. Acha que isso deveria mudar no Congresso Brasileiro? […] Tem erro aí?
 
Erika Hilton: Tem erro, Fabíola. Tem erro no Orçamento secreto. Tem erro nas contratações. Tem uma série de erros na política que nós denunciamos e combatemos todos os dias na política.
 
FUNCIONÁRIOS DA CÂMARA
A deputada disse que os 2 assessores são contratados para articulação com movimentos sociais e não para fazer maquiagem. Afirmou que eles também “quebram um galho” na produção audiovisual.
 
Questionada se Ronaldo Hass e Índy Montiel atuam fazendo maquiagem, a deputada respondeu que não. “Esses 2 assessores são pessoas da minha confiança. São pessoas LGBTs e, em determinadas ocasiões, de maneira esporádica, fizeram, sim, fora do nosso combinado de trabalho, maquiagem em mim”, disse.
 
Ambos estão contratados como secretários parlamentares e já maquiaram a congressista em diversas ocasiões. Segundo o portal da Câmara, Ronaldo Hass recebe atualmente salário de R$ 9.678,22. Já Montiel tem remuneração mensal de R$ 2.126,59.
 
Ela já se posicionou anteriormente sobre o caso. Disse que era “invenção” que eles foram contratados para trabalhar como maquiadores. “Não são trabalhadores para fazerem maquiagem. Muito pelo contrário, fazem parte do núcleo duro do meu mandato, com atribuições claras e com trabalho que pode ser comprovado pelas fotos da Câmara dos Deputados que mostram ele trabalhando na comissão”, declarou.
 
Erika afirmou que a Indy é de Brasília e está frequentemente no Congresso, enquanto Ronaldo fica em São Paulo.
 
FLERTE
A deputada criticou a imprensa por noticiar o caso. Afirmou que foi feita uma publicação na rede social X (ex-Twitter) que resultou na divulgação nacional. Sem citar nomes, ela sugeriu que uma pessoa publicou a informação porque não teve um flerte “correspondido” por um dos assessores envolvidos.
 
“Não entendo como que um tweet de uma pessoa qualquer pode embasar, inclusive, notícias por setores da imprensa, inclusive um tweet de uma pessoa que nós temos prova que flertava com um desses assessores. Não foi correspondido e se sentiu autorizado a criar essa alegação de que eu havia contratado exclusivamente esses assessores para fazer maquiagem em mim”, disse a deputada.
 
Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/poder-congresso/erika-hilton-diz-ter-sido-ingenua-apos-contratar-maquiadores-em-gabinete/)
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ERIKA HILTON VAI AO SHOW DE BEYONCÉ NA FRANÇA

Não fui ao show da Beyoncé com dinheiro público, diz Erika Hilton

Deputada rebate críticas por ausência na Parada LGBT e defende contratação de maquiadores em seu gabinete

PODER360 26.jun.2025 (quinta-feira) - 17h38




A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) realizou uma live no Instagram na 4ª feira (25.jun.2025) para rebater às críticas à sua ausência na Parada LGBTQIAPN+ de São Paulo, realizada no domingo (22.jun).
 
Na data, a congressista estava na Europa, onde participou de um show da cantora Beyoncé em Paris (França). Ela afirma não ter usado recursos públicos para custear a viagem.
 
“Fui a Portugal como deputada federal, representando o Brasil e o Parlamento brasileiro, licenciada de maneira legítima, legal pela Câmara dos Deputados, assinado pelo presidente Hugo Motta. Não foi paga nenhuma passagem com dinheiro da Câmara e eu não fui a férias e nem a passeio, eu fui a trabalho. Aproveitei a oportunidade para com o meu dinheiro, com as minhas coisas, ir até o show da Beyoncé, que todos vocês sabem, sou fã”, declarou a congressista.
 
Erika disse que os seus compromissos em Portugal, que incluíam conferências e encontros com lideranças políticas, se estenderam até o sábado (21.jun). De lá, seguiu para Paris no domingo (22.jun) e que, segundo ela, não daria para voltar ao Brasil a tempo da parada.
 
“Será que eu ter ido na parada, feito uma fala no caminhão e ter seguido fervendo e dançando, teria um peso maior do que subir num palco do Parlamento Europeu e denunciar o retrocesso que nós vivemos?”.
 
CONTRATAÇÃO DE MAQUIADORES
Como mostrou o Poder360, a deputada tem em seu gabinete 2 maquiadores: Ronaldo Hass e Índy Montiel. Ambos estão contratados como secretários parlamentares e já maquiaram a congressista em diversas ocasiões.
 
Os nomes dos 2 constam no gabinete da deputada desde 2024. Segundo o portal da Câmara, Ronaldo Hass recebe atualmente salário de R$ 9.678,22. Já Montiel tem remuneração mensal de R$ 2.126,59.
 
O caso resultou, além de críticas nas redes e da oposição, em uma representação no Conselho de Ética da Câmara, apresentada pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) contra Erika. Eis a íntegra (PDF – 176 kB).
 
A deputada afirma estar com a consciência tranquila e que não há nada irregular nas contratações.
 
“Meus assessores são pessoas LGBTs que maquiam, que têm talento para maquiagem, mas que também têm formação acadêmica. São bons articuladores, ajudam na produção audiovisual, na articulação da minha agenda e prestam serviço nas comissões em que atuo”, declarou.
 
Não fui ao show da Beyoncé com dinheiro público, diz Erika Hilton

ERIKA HILTON TEVE REEMBOLSO DE R$ 24,7 MIL POR CIRURGIA NO NARIZ

Andreza Matais
 
Erika Hilton teve reembolso de R$ 24,7 mil por cirurgia no nariz
 
Na mesma ocasião, deputada fez cirurgia estética. Ela afirma que pagou do próprio bolso essa parte do procedimento
 
Andre ShaldersAndreza Matais
 
25/06/2025 17:12, atualizado 25/06/2025 19:40

 
No fim de fevereiro passado, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) fez uma cirurgia no nariz, conhecida como rinosseptoplastia. Segundo ela disse nas redes sociais à época, o procedimento foi motivado tanto por questões de saúde quanto estéticas.
 
Erika Hilton recebeu da Câmara um reembolso de R$ 24,7 mil pela cirurgia. Procurada pela coluna, disse que pediu o reembolso apenas pela rinosseptoplastia, e que pagou a parte estética do próprio bolso.
 
A deputada apresentou um conjunto de notas fiscais à coluna. Uma, no valor de R$ 26 mil, descreve a parte da saúde, que foi parcialmente reembolsada pela Câmara. Outras duas, somando R$ 22 mil, dizem respeito ao procedimento estético.
 
O procedimento custeado pela Câmara se chama “rinosseptoplastia funcional”, e é indicado para condições de saúde como sinusite crônica, obstrução das fossas nasais e perfuração do septo.
 
Ambos os procedimentos – o estético e o de saúde – foram feitos na mesma sessão, no dia 28 de fevereiro de 2024, no Hospital Samaritano, em São Paulo.
 
O procedimento de saúde foi realizado pela cirurgiã Stefany de Melo Prata, com auxílio da médica Bruna Natália Freire Ribeiro. Já a cirurgia plástica foi feita pelo cirurgião otorrinolaringologista Sang Yun Sin, com a ajuda da cirurgiã plástica Marina Vilela Chagas Ferreira.
 
As informações sobre o reembolso foram consultadas pela coluna no Sistema Integrado de Administração Financeira, o Siafi. De acordo com a documentação, o pagamento de R$ 24,7 mil foi feito a Hilton no dia 1º de abril do ano passado.
 
Segundo apurou a coluna, o afastamento de Erika Hilton para o procedimento causou “climão” numa reunião da bancada do PSOL, no começo do ano passado.

Em fevereiro de 2024, logo depois da deputada paulistana se tornar líder da bancada do PSOL, houve uma reunião dos deputados do partido.
 
O encontro incluiu instantes de constrangimento depois de Hilton informar os integrantes da bancada de que se afastaria para a cirurgia – ela desempenhou o papel de líder da bancada durante o ano de 2024.
 
Segundo relatos coletados pela coluna, um integrante da bancada fez uma fala durante o encontro sobre as dificuldades do cargo de líder a necessidade de estar presente às sessões. Logo após essa fala, Hilton fez uma intervenção informando sobre a cirurgia, e dizendo que a decisão dela estava tomada.
 
A informação surpreendeu os deputados e gerou questionamentos. Coube à colega Talíria Petrone (RJ) fazer uma fala defendendo Hilton.
 
Procurada, Erika Hilton disse que “é mentira que eu tenha informado que iria fazer uma rinoplastia”.
 
“O que eu informei na reunião da bancada era que eu precisava fazer uma cirurgia de saúde, relacionada à sinusite, e não houve nenhum constrangimento. Meus colegas sabiam que eu estava doente e precisava me ausentar por conta de meu quadro severo de sucessivas sinusites bacterianas. Todos me desejaram pronta recuperação”, disse, em nota.
 
Na época, a parlamentar postou um vídeo da mãe comentando o novo visual.
 
“Pessoal tá falando do nariz dela, querendo deixar ela para baixo, mas não vai, queridinho. Sabe por quê? Porque ela ficou maravilhosa. E quem está falando, sabe com o quê que está? Com recalque”, diz a mãe de Hilton no vídeo.
 
CÂMARA NÃO IMPÕE LIMITE PARA REEMBOLSOS DE SAÚDE
Na Câmara dos Deputados, o reembolso de despesas médicas é regulamentado por um ato da mesa de 2013. A regra proíbe reembolso de “tratamentos estéticos de qualquer natureza”. Ao mesmo tempo, a Casa não dá transparência sobre os procedimentos pagos nem os estabelecimentos contratados.
 
Não há limite para os reembolsos – desde que o valor de cada nota não ultrapasse R$ 135,4 mil. Até agora, em 2025, os reembolsos de procedimentos de saúde dos deputados somam R$ 1,6 milhão. O pagamento mais elevado deste ano, até o momento, foi de R$ 123 mil.
 
ERIKA HILTON: PROCEDIMENTO RESPONDEU A “EXTREMA NECESSIDADE MÉDICA”
À coluna Erika Hilton disse que seu procedimento de saúde respondeu a “extrema necessidade médica”, uma vez que os antibióticos não eram mais capazes de tratar as infecções bacterianas no nariz. “Erika passou por seis ciclos de antibióticos e corticoides em apenas um ano”.
 
“Caso não fossem realizados (os procedimentos cirúrgicos), a única opção que restaria à deputada seria a hospitalização sempre que houvesse uma infecção bacteriana em seu sinus”.
 
“O procedimento médico foi reembolsado pela Câmara Federal de acordo com as regras de assistência médica da casa e não tem nenhuma relação com qualquer procedimento estético realizado pela parlamentar, que foram custeados com recursos próprios”.
 
LEIA ABAIXO A ÍNTEGRA DA NOTA ENVIADA POR ERIKA HILTON:
“A cirurgia da deputada Erika foi feita por recomendação e extrema necessidade médica, após aferir-se que antibióticos não eram mais capazes de tratar suas infecções bacterianas no sinus. Erika passou por seis ciclos de antibióticos e corticóides em apenas um ano.
 
Foram realizados os procedimentos de Rinosseptoplastia Fucional, Sinusectomia maxilar, antrostomia maxilar intranasal, Etmoidectomia intranasal, Sinusotomia esfenoidal, turbinectomia ou turbinoplastia, cauterização linear do corneto inferior e correção cirúrgica da perfuração do septo nasal.
 
Caso não fossem realizados, a única opção que restaria à deputada seria a hospitalização sempre que houvesse uma infecção bacteriana em seu sinus.
 
O procedimento médico foi reembolsado pela Câmara Federal de acordo com as regras de assistência médica da casa e não tem nenhuma relação com qualquer procedimento estético realizado pela parlamentar, que foram custeados com recursos próprios”.
 
Erika Hilton teve reembolso de R$ 24,7 mil por cirurgia no nariz