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quinta-feira, 27 de março de 2025

TBT | ABRIL VERMELHO: MST INVADE 800 HECTARES EM PERNAMBUCO

Abril Vermelho: MST invade 800 hectares em Pernambuco
 
Por Marcos Rocha  04/04/23 | 17:54


Pelo menos 250 pessoas que fazem parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) invadiram três propriedades privadas em Pernambuco na madrugada desta última segunda-feira (3).
 
As fazendas pertencem a uma usina e estão localizadas na cidade de Timbaúba, a 100 quilômetros de Recife. Cerca de 800 hectares de terra estão sob posse dos invasores, que pedem reforma agrária.
 
Essa invasão do MST inaugura o chamado Abril Vermelho, realizado anualmente pelos militantes do grupo esquerdista.
 
Em nota, o MST disse que as áreas são improdutivas e “não cumprem a função social, que é produzir alimentos para a sociedade”.
 
Além disso, o movimento afirma que as terras pertencem ao governo de Pernambuco e teriam sido griladas pela usina. O MST cita os artigos 184 e 186 da Constituição para justificar suas invasões.
 
Abril Vermelho: MST invade 800 hectares em Pernambuco

TBT | MST INVADE MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PICHA SAGUÃO E QUEBRA PORTA DE VIDRO

23/09/2015 16h54 - Atualizado em 23/09/2015 19h50
 
MST invade Ministério da Agricultura, picha saguão e quebra porta de vidro
 
Manifestantes e polícia entraram em confronto no início da tarde.
 
Grupo pede reforma agrária; ministério não quis se manifestar.
 
Gabriel Luiz
Do G1 DF

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) picharam o saguão de entrada do Ministério da Agricultura, em Brasília, e quebraram os vidros da portaria do edifício durante uma manifestação no início da tarde desta quarta-feira (23). Houve confronto com policiais militares do lado de fora do edifício.
 
Os manifestantes jogaram cones, bandeiras e outros objetos na entrada do prédio do ministério. O grupo reivindicava reforma agrária, o fim do fechamento de escolas rurais e a saída da ministra Kátia Abreu.
 
Procurado pelo G1, o ministério confirmou o prejuízo, mas afirmou que não iria se posicionar sobre a manifestação. Depois, a ministra Kátia Abreu divulgou uma nota repudiando a ação dos participantes do ato. Segundo ela, o movimento espalhou tintas tóxicas sobre o chão e funcionários foram feridos com martelo.
 
“Tal comportamento desvirtua o conceito de protesto e destoa da conduta da maioria dos trabalhadores brasileiros, que não manifesta sua insatisfação com agressão a pessoas e ao patrimônio público, cujos prejuízos recaem sobre a própria população”, diz a nota (veja íntegra no fim da reportagem).
 
O MST informou que não vai se manifestar sobre as declarações da ministra.

Integrantes do MST e policiais entram em confronto no Ministério da Agricultura (Foto: Joel Rodrigues/Frame/Estadão Conteúdo)
 
Segundo o movimento, foram mobilizados 1,5 mil manifestantes para o protesto nesta quarta-feira. Nos cálculos da PM, eram cerca de mil pessoas.
 
Enquanto os sem terra passavam pelo Eixo Monumenta, o trânsito foi interditado. O Batalhão de Trânsito da Polícia Militar liberou a pista que dá acesso à L2 Sul às 13h25 após ficar cerca de 20 minutos fechada.

Pichações em pilar do Ministério pede saída da titular da pasta, Kátia Abreu (Foto: Reprodução)
 
Às 13h30, os manifestantes passaram a marchar em direção ao Teatro Nacional – o que acabou provocando o fechamento do Eixo Monumental no sentido Sudoeste. Os integrantes do MST embarcam às 14h para Luziânia (GO), onde haverá um encontro de educadores rurais.
 
A manifestação em Brasília ocorreu paralelamente a ato realizado em São Paulo, onde um grupo ocupou por volta das 10h o prédio do ministério. O objetivo do ato era protestar contra o ajuste fiscal promovido pelo governo federal, principalmente os cortes de gastos com o programa Minha Casa, Minha Vida. Segundo o movimento, cerca de 8 mil pessoas participaram do ato.
 
Outros protestos
Na manhã desta terça, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) invadiram o térreo do Ministério da Fazenda na manhã desta quarta-feira (23) para cobrar moradia. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, seguranças do ministério chegaram a usar gás lacrimogêneo para conter os manifestantes e retirá-los do prédio.

Homens do Bope e da cavalaria foram acionados e montaram um cordão de isolamento na frente do prédio. De acordo com a PM, por volta das 10h30 havia 2 mil militantes no local. O G1 não conseguiu contato com o ministério até a publicação desta reportagem.

Pichação no Ministério da Agricultura (Foto: Reprodução)
 
Líder do movimento em São Paulo, Jussara Basso disse que o grupo está entre os mais afetados pela crise econômica vivida pelo país. "Estamos aqui para garantir que os recursos básicos de educação e moradia para nós sejam mantidos", afirmou.
 
Também integrante do movimento, Paulo Roberto da Silva disse estar preocupado em relação aos filhos. "Viemos pedir por mais verba para o Minha Casa Minha Vida 3, e [queremos] que o governo se preocupe com os hospitais e educação para nós."
 
Coordenadora nacional do MTST, Maria das Dores Cerqueira disse que o grupo teme os efeitos do ajustes fiscais. "Nós não pretendemos pagar pelos erros do governo. E fizeram cortes que atingiram diretamente a classe trabalhadora, fizeram cortes sociais, e somos os que mais precisamos.”
 
Nota da ministra da Agricultura, Kátia Abreu
 
“É com a mais veemente repulsa e indignação que me dirijo à sociedade brasileira para denunciar o ato de invasão à sede do Ministério da Agricultura, esta manhã, por militantes do MST.
 
O ato, por sua gratuidade e violência, merece não só condenação moral, mas rigoroso enquadramento penal dos responsáveis, que, além da depredação do patrimônio público, feriram servidores incumbidos da segurança no local.
 
Tintas tóxicas foram espalhadas no chão, vidraças quebradas a martelo, mesma arma usada para atingir e lesionar servidores.
 
Tal comportamento desvirtua o conceito de protesto e destoa da conduta da maioria dos trabalhadores brasileiros, que não manifesta sua insatisfação com agressão a pessoas e ao patrimônio público, cujos prejuízos recaem sobre a própria população.”
 
MST invade Ministério da Agricultura, picha saguão e quebra porta de vidro

TBT | INVASÃO DA CÂMARA RESULTOU EM PREJUÍZO DE R$ 102,6 MIL E PELO MENOS 35 FERIDOS

Invasão da Câmara resultou em prejuízo de R$ 102,6 mil e pelo menos 35 feridos
 
Da Redação | 07/06/2006, 20h33

[Foto: invasão da Câmara dos Deputados pelo MLST]
Agência Senado

A invasão da Câmara dos Deputados pelo Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), na terça-feira (6), resultou em pelo menos 35 feridos, a maioria deles funcionários, e um prejuízo de R$ 102,6 mil - segundo estimativa inicial da Diretoria Geral daquela Casa.
 
O coordenador de Apoio Logístico do Departamento de Polícia Legislativa, Normando Fernandes, que foi internado com traumatismo craniano, continua sob observação. De acordo com a assessoria de imprensa da Câmara, Normando está consciente - após ter entrado em coma induzido - e seus médicos informaram que ele não deverá apresentar seqüelas.
 
Entre os equipamentos destruídos durante a invasão estão dois portões de vidro, quatro terminais de auto-atendimento, três computadores e duas câmeras de vídeo do circuito interno, além de um automóvel que seria sorteado pela associação dos funcionários da Câmara entre os servidores.
 
A assessoria de imprensa da Câmara também informou que seu departamento médico registrou 35 feridos, a maioria funcionários da Casa com ferimentos leves, mas que pode haver mais vítimas, também com ferimentos leves.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
 
Fonte: Agência Senado
 
Invasão da Câmara resultou em prejuízo de R$ 102,6 mil e pelo menos 35 feridos

TBT | INVASÃO NA CÂMARA CAUSA TUMULTO E DEIXA 24 FERIDOS

INVASÃO NA CÂMARA CAUSA TUMULTO E DEIXA 24 FERIDOS
 
06/06/2006 - 19:23


Depredação, pânico e 24 pessoas feridas, uma delas em estado grave, foram o saldo deixado nesta terça-feira na Câmara pela invasão de cerca de 400 manifestantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), uma dissidência do MST. O Departamento de Polícia Legislativa (Depol) da Câmara deteve diversos manifestantes, entre eles um dos líderes do movimento, Bruno Maranhão. A prisão havia sido decretada pelo presidente Aldo Rebelo, logo após a invasão das dependências da Casa.

Violência
Depois de virarem um automóvel Fiat Uno no estacionamento do anexo 2, os manifestantes, munidos de paus e pedras, quebraram a porta de vidro do anexo e entraram na Câmara destruindo vários equipamentos, os postos informatizados de atendimento ao público, a exposição da EcoCâmara e a porta de vidro da Taquigrafia. Houve início de pânico entre os servidores e visitantes que estavam no local. O grupo ocupou o Salão Verde por pouco mais de uma hora, tentando uma audiência com o presidente Aldo Rebelo.
 
Feridos
Os feridos - servidores, funcionários terceirizados da recepção, policiais militares e do Depol, e sem-terra - foram atendidos no ambulatório do Departamento Médico. O caso mais grave é o do operador de Apoio Logístico do Depol, Normando Fernandes, que está internado na UTI de um hospital de Brasília em razão de afundamento craniano frontal esquerdo e edema cerebral.

Reforma Agrária
Na justificativa dos manifestantes, a violência foi um desdobramento da repressão policial que eles teriam sofrido na chegada ao Congresso Nacional. Nesta terça-feira, segundo o militante Bruno Maranhão, terminaria uma marcha para entregar uma carta com reivindicações aos presidentes da Câmara e do Senado. "Era um movimento pacífico, mas a polícia nos agrediu. Tivemos que reagir", afirmou Maranhão.
 
Durante o tempo em que permaneceram no Salão Verde, os manifestantes pediram a revogação da MP 2183/01, editada ainda no Governo Fernando Henrique Cardoso. A medida estabelece que toda propriedade ocupada fica impedida de ser vistoriada para a reforma agrária. Para a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), havia pessoas infiltradas no grupo. "É claro que há gente infiltrada, pois esses manifestantes até agora não apresentaram uma liderança e sabem que aqui também há deputados com quem podem contar", afirmou.
 
Da Redação - RN
 
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura `Agência Câmara`)
 
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JPJ
 
Fonte: Agência Câmara de Notícias
 
Invasão na Câmara causa tumulto e deixa 24 feridos

TBT | EM 2006, ESQUERDA INVADIU E DESTRUIU O CONGRESSO

EM 2006, ESQUERDA INVADIU E DESTRUIU O CONGRESSO