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quarta-feira, 5 de novembro de 2025

"AI DAQUELE QUE TOCAR NO UNGIDO DO SENHOR!" [ANÁLISE]

"AI DAQUELE QUE TOCAR NO UNGIDO DO SENHOR!"


Como dizem, esta frase tem muitas camadas. Vamos por partes:
 
01. "Miriam falou mal de Moisés pelas costas, teve que encarar Deus de frente e ficou leprosa"

Na Bíblia Sagrada, Miriã é punida por Deus por questionar a liderança de Moisés.

Em primeiro lugar, já perceberam como a Bíblia é, em muitos aspectos, machista? Ela diversas vezes coloca a mulher como vilã: Miriã, Eva, Ayla etc, além de versículos onde o papel da mulher é menosprezado, como em 1Coríntios 14:34-35: 'Conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina. Se, porém, querem aprender alguma coisa, interroguem, em casa, a seu próprio marido; porque para a mulher é vergonhoso falar na igreja.". (Sim! O mesmo livro que Paulo escreveu onde ele fala de homossexualidade, também fala de mulheres. Cuidado! Calem a boca!)
 
Em segundo lugar, já perceberam como a Bíblia (supostamente inspirada, obviamente, por HOMENS de Deus) e as lideranças religiosas por gerações pregam este terror de criticar a 'autoridade'? Por que eu não posso questionar? Por que eu não posso discordar de uma mensagem ou de um posicionamento da liderança religiosa? Mas a mensagem propagada é sempre este terror que, se eu questionar, Deus vai se levantar do Trono e vai me detonar. Similar à entrega do dízimo, quando muitas lideranças falam que, se não der o que ‘é devido’, o ‘gafanhoto’ ou o ‘devorador’ vai ‘tirar o que Deus te deu’. Para não dizer que é uma ‘put* sacanagem’, eu diria que é, no mínimo, estranho. Mês passado, eu fui conhecer uma igreja na Zona Norte do Rio de Janeiro. No momento do dízimo, o Pastor disse que mais de 90% da igreja é analfabeto de Bíblia. Para muitos poderia ser uma frase normal. Porém, refletindo e questionando, se 90% não entende nada da Bíblia, quem entende? A liderança. Então, tudo que ele disser será verdade absoluta para os ‘analfabetos de Bíblia’. Isto é muito perigoso!
 
02. "Cuidado ao falar mal de quem vive sobre os cuidados de Deus"
 
Oras, Deus não ama a todos? Deus não cuida de todos nós? Se Deus cuida de uns e de outros não, para mim fica em suspeita o Evangelho.
 
*QUESTIONAR A LIDERANÇA
Vale ressaltar que as pessoas de outras religiões criticam muito o fato de muitos cristãos não questionarem suas lideranças, mas fazem a mesma coisa. Uma vez eu estava conversando com uma conhecida candomblecista sobre casos de estupro e pedofilia dentro das igrejas. Em certo momento, eu mostrei para ela os diversos casos de pais de santo que cometeram este crime e a indaguei: 'Por que você não divulga isso também?'. E a resposta dela foi curta, grossa e objetiva: 'Por que eu faria isso?'. Fala-se muito em questionar pastor, mas há um silêncio quando se fala em questionar pai de santo, mãe de santo, Dalai Lamas etc.
 
Segue o vídeo que fiz com diversos casos de estupro, assédio e pedofilia cometidos por todos os tipos de lideranças:

 
Rio de Janeiro, 05 de novembro de 2025
Raphael Paiva

Imagem: https://www.universal.org/nubia-siqueira/post/o-tribunal/

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

NÃO COMPRE DE ESQUERDISTA! DEMITA UM ESQUERDISTA! NÃO CONTRATE ESQUERDISTA!

DEPOIS DA MORTE DE CHARLIE KIRK, QUEREM BOICOTAR QUEM É DE ESQUERDA!



Começou uma campanha de empresários demitirem colaboradores que votaram em Lula, colaboradores que sejam 'militantes', colaboradores que se dizem 'de esquerda'. Caso isto ocorra, não temas! Segundo Fernanda Garcez, especialista e mestre em Direito do Trabalho pela PUC-SP, se o trabalhador for demitido por emitir sua opinião política, “pode entrar com um processo na Justiça do Trabalho alegando dispensa discriminatória e, eventualmente, solicitando reintegração ao trabalho ou indenização por assédio eleitoral”.
 
 
Rio de Janeiro, 15 de setembro de 2025
Raphael Paiva

EMITIR OPINIÃO POLÍTICA NO TRABALHO É MOTIVO PARA DEMISSÃO?

Emitir opinião política no trabalho é motivo para demissão?

26/10/2022 17h40 - Atualizado em 26/10/2022 18h02 por Assessoria de Comunicação


As eleições de 2022 têm sido discutidas em todos os lugares, inclusive no ambiente de trabalho. Por isso, muita gente tem dúvida: pode-se falar sobre política, inclusive manifestar preferência eleitoral, no local de trabalho?
 
Segundo Fernanda Garcez, especialista e mestre em Direito do Trabalho pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica - SP), a resposta é não. "As liberdades de expressão e de orientação política são princípios consagrados na nossa Constituição", afirma, destacando que a legislação prevê o livre exercício da cidadania e o voto direto e secreto. Assim, nenhum empregado pode ser discriminado por sua opinião política. A garantia também está expressa na Convenção 111 da Organização Internacional do Trabalho. Ou seja: demissões e represálias motivadas pela posição política do empregado são classificadas como discriminatórias e inconstitucionais.
 
Porém, a liberdade de expressão não é irrestrita. Se o empregado demonstra comportamento agressivo e violento ao se manifestar, ofendendo colegas ou falando de modo rude com o empregador, pode ser advertido e, dependendo da intensidade e da recorrência, até ser demitido por justa causa.
 
Propaganda no trabalho pode?
Conforme a nota técnica da Coordigualdade (Coordenadoria de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho), "é proibida a veiculação de material de propaganda eleitoral em bens públicos ou particulares, não sendo permitida, portanto, a distribuição ou exposição de propaganda eleitoral dentro das empresas, especialmente com a exigência de uso de vestimentas em referência a algum candidato".
 
E nas redes sociais?
 
O entendimento predominante é que as redes pessoais também são um espaço de liberdade de opinião política. Ainda que o empregado cometa ofensas a determinado político, a questão não pertence à alçada do empregador, portanto não pode ser punida por ele. Mas atenção: o e-mail corporativo (profissional), por ser uma ferramenta de trabalho, não pode ser usado para envio de conteúdo político para colegas.
 
E se a demissão acontecer?
 
Se o trabalhador for demitido por emitir sua opinião política, “pode entrar com um processo na Justiça do Trabalho alegando dispensa discriminatória e, eventualmente, solicitando reintegração ao trabalho ou indenização por assédio eleitoral", diz Fernanda Garcez.
 
De acordo com a Coordigualdade, "o assédio moral eleitoral é caracterizado a partir de uma conduta abusiva que atenta contra a dignidade do trabalhador, submetendo-o a constrangimentos e humilhações, com a finalidade de obter o engajamento subjetivo da vítima em relação a determinadas práticas ou comportamentos de natureza política durante o pleito eleitoral".
 
*Com informações da Época Negócios
 
Link da reportagem: https://fenatibref.org.br/posts/emitir-opiniao-politica-no-trabalho-e-motivo-para-demissao

quarta-feira, 9 de abril de 2025

'PERMITA-SE SER MAL VISTO!' – VOCÊ CRITICA AQUILO QUE QUERIA SER, TER E COMER!

'PERMITA-SE SER MAL VISTO!'
VOCÊ CRITICA AQUILO QUE QUERIA SER, TER E COMER!


Na maioria das vezes, as pessoas criticam aquilo que elas gostariam de ser, ter - e até comer! Tem pessoas que até a inteligência dos outros incomoda! Mas, calma! Se você é íntegro, honesto e é uma pessoa boa, não se preocupe com a opinião dos outros! A mediocridade das pessoas que te criticam não permitiria que ela chegasse ao seu nível! Então, o que resta a ela é te criticar ou debochar de algo que você faz. Eu estudo, trabalho, pesquiso, dou aula até 21h, faço conteúdos para blogs/sites, corro, malho... e tudo isso com um sorriso no rosto e, o principal, sendo eu (algo que a pessoa que me critica não é!). Enfim... bora para mais um dia!
 
A MUDANÇA APENAS COMEÇOU!
 
Rio de Janeiro, 09 de abril de 2025
Raphael Paiva