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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
11:59 BOLSONARO ESTÁ SOFRENDO! / 12:00 BOLSONARO NUMA MOTOCIATA NO MEIO DE UMA PANDEMIA
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quinta-feira, janeiro 15, 2026
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terça-feira, 25 de março de 2025
BOLSONARO DENUNCIADO, DELAÇÃO DE MAURO CID E O PASSADO DO PT - ENTENDA TODA A CRONOLOGIA DOS (SUPOSTOS) CRIMES DO EX-PRESIDENTE E ALIADOS!
BOLSONARO
DENUNCIADO!
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-denunciado-quais-os-crimes.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-denunciado-i-quais-os.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-denunciado-ii-quem-sao-os.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-denunciado-iii-cronologia-dos.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-denunciado-iv-quem-e-paulo.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-denunciado-v-repercussao-na.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-denunciado-paz-de-nikolas.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-recebeu-r490-mil-em-especie.html
DELAÇÃO DE
MAURO CID
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/delacao-de-mauro-cid-i-o-dinheiro-das.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/delacao-de-mauro-cid-ii-bolsonaro-e.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/delacao-de-mauro-cid-iii-filhos-de.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/delacao-de-mauro-cid-iv-dinheiro-em.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/delacao-de-mauro-cid-v-pressao-de.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/delacao-de-mauro-cid-vi-meu-mundo-era.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/delacao-de-mauro-cid-vii-os-termos-da.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/bolsonaro-recebeu-r490-mil-em-especie.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/para-delatar-mauro-cid-pediu-maximo-de.html
MANIFESTAÇÃO
DO DIA 16/03/2025
[CONTEÚDOS FEITOS ANTES DA REALIZAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO]
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/manifestacao-16032025-so-trouxa-vai.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/manifestacao-16032025-trans-de-direita.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/manifestacao-16032025-o-xadrez-4d-dos.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/manifestacao-1603-ricardo-salles-que.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/manifestacao-1603-pastor-silas-malafaia.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/manifestacao-1603-bolsonaro-orienta-nao.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/02/manifestacao-16032025-qual-o-objetivo.html
MANIFESTAÇÃO
DO DIA 16/03/2025
[CONTEÚDOS FEITOS DEPOIS DA REALIZAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO]
https://rafresco.blogspot.com/2025/03/manifestacao-16032025-manifestcao.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/03/manifestacao-16032025-discurso-de.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/03/manifestacao-16032025-governadores.html
https://rafresco.blogspot.com/2025/03/manifestacao-16032025-objetivos-do.html
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OUTROS
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https://rafresco.blogspot.com/2024/07/blog-post.html
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terça-feira, março 25, 2025
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quarta-feira, 7 de julho de 2021
Quem é Omar Aziz?
Senador pelo Amazonas
Período: 1 de fevereiro de 2015 à
atualidade
46.º Governador do Amazonas
Período: 31 de março de 2010 até 4 de
abril de 2014
Vice-governador: Nenhum (2010-2011)
José Melo de
Oliveira (2011-2014)
Antecessor(a): Eduardo Braga
Sucessor(a): José Melo de Oliveira
10º Vice-governador do Amazonas
Período: 1 de janeiro de 2003 até 31 de
março de 2010 (2 mandatos consecutivos)
Governador: Eduardo Braga
Antecessor(a): Samuel Assayag Hanan
Sucessor(a): José Melo de Oliveira
Vice-prefeito de Manaus
Período: 1 de janeiro de 1997 até 31 de
março de 2002
Deputado Estadual do Amazonas
Período: 1 de fevereiro de 1991 até 1 de
fevereiro de 1995
Dados pessoais
Nascimento: 13 de agosto de 1958 (62
anos)
Garça, São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Partido
PDC (1989-1993)
PPR (1993-1995)
PPB (1995-1996)
PFL (1996-2004)
PMN (2004-2011)
PSD (2011-presente)
Omar José Abdel Aziz (Garça, 13 de
agosto de 1958) é um engenheiro civil e político brasileiro. Foi o 46.º
Governador do Amazonas, pelo qual, atualmente, é Senador. Filiado ao PSD, é seu
líder no Senado Federal.
Membro de uma família de ascendência árabe
e italiana, Omar já ocupou o cargo de vereador em Manaus e deputado estadual do
Amazonas na década de 1990. É casado com Nejmi Aziz, com quem têm três filhos,
Emjen, Enzo e Johara.
Trajetória política
Em 1996, após ter sido vereador e
deputado estadual, foi eleito vice-prefeito de Manaus na chapa de Alfredo
Nascimento. Em 2000, foram reeleitos, mas, em maio de 2002, Omar deixou o cargo
para concorrer como vice da chapa de Eduardo Braga ao governo do Estado, pleito
em que foram eleitos. Em 2006, foi reeleito com Braga.
Nas eleições de 2008, licenciado do
cargo de vice-governador, Omar disputou o cargo de prefeito de Manaus pelo PMN,
tendo conquistado a terceira colocação. Em 2010, Braga renunciou ao governo
para concorrer ao Senado, ocasião em que Aziz ascendeu ao governo. Nas eleições
daquele ano, foi eleito governador no primeiro turno com cerca de 64% dos votos
(mais de 940.000 votos) em disputa contra seu antigo aliado, o então senador
Alfredo Nascimento (PR). Em 2011, foi um dos co-fundadores do Partido Social
Democrático (PSD) e tem sido o líder do PSD no Senado Federal.
Em 4 de abril de 2014, renunciou ao
Governo do Amazonas para disputar uma vaga no Senado Federal. Com isso, o então
vice-governador, José Melo de Oliveira, assumiu seu lugar. Ao final, com 58,51%
dos votos válidos, venceu a disputa e conquistou seu mandato de Senador da
República.
Em 2016, votou a favor do impeachment da
então presidente Dilma Rousseff e a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.
Em julho de 2017, votou a favor da reforma trabalhista.
Em outubro de 2017 votou a favor da
manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira
Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e
obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley
Batista.
Nas eleições de 2018, foi novamente candidato
ao governo do estado do Amazonas, tendo o então deputado federal Arthur
Virgílio Bisneto como candidato a vice. Entretanto, terminou a disputa no
quarto lugar e com cerca de 8% dos votos.
Em junho de 2019, votou contra o Decreto
das Armas do governo, que flexibilizava porte e posse para o cidadão. Neste
mesmo ano foi indiciado por desvio de mais de R$200 mi da saúde do estado AM.
Permanece em liberdade devido as alterações pelo STF em relação ao foro
privilegiado, fato que teve sua esposa e 3 irmãos presos na operação da policia
federal.
Em maio de 2021, foi escolhido como
presidente da CPI da COVID-19.
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quarta-feira, julho 07, 2021
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Prisão na CPI da Covid
Aziz manda prender ex-diretor do
Ministério da Saúde sob a acusação de mentir à CPI
Roberto Dias foi convocado a dar
explicações sobre acusações de que teria pedido propina em negociação de vacina
e pressionado servidor do ministério a liberar Covaxin. Ele nega acusações.
Por Gustavo Garcia, Marcela Mattos e
Sara Resende, G1 e TV Globo — Brasília
07/07/2021 17h28 Atualizado há 4 minutos
Roberto Dias foi levado para a Delegacia
de Polícia do Senado e, até a última atualização desta reportagem, não havia
deixado o local. Esta foi a primeira prisão determinada pela CPI da Covid.
Nesse caso, trata-se de crime afiançável, isto é, ele poderá deixar a prisão
após pagamento de fiança, a ser estipulado pela autoridade policial.
Roberto Dias foi convocado a dar
explicações sobre as acusações de que teria pedido propina de US$ 1 por dose de
vacina em negociações e teria pressionado um servidor do ministério a agilizar
a aquisição da Covaxin, vacina produzida na Índia. Dias nega as duas acusações.
Durante o depoimento, Aziz acusou
Roberto Dias de ter mentido e ter omitido informações da comissão.
"Chame a polícia do Senado. O
senhor está detido pela presidência da CPI", afirmou Aziz a Roberto Dias.
A decisão de Aziz provocou reação da
advogada de Roberto Dias. Ela afirmou que a prisão é um "absurdo" e
que o ex-diretor deu "contribuições valiosíssimas" para a comissão.
A advogada ainda questionou se Roberto
Dias continuaria na condição de testemunha ou se havia passado à condição de
investigado. "Se estiver na condição de investigado, eu vou orientar que
ele permaneça em silêncio", declarou a responsável pela defesa do
ex-diretor.
Reação de senadores
Aliado do Palácio do Planalto, o senador
Marcos Rogério (DEM-RO) perguntou a Aziz em qual fato e em qual argumento o
presidente da CPI se baseou para determinar a prisão.
Aziz, então, respondeu: "Perjúrio
desde o início."
Marcos Rogério, na sequência, indagou:
"Qual o fato?".
Aziz, em resposta, disse: "Vários.
Vários. Vários. Dizer que não tinha conhecimento que ia se encontrar com o
Dominghetti. Marcar uma audiência relâmpago..."
A senadora Simone Tebet (MDB-MS), então,
sugeriu uma acareação entre Roberto Dias e Elcio Franco,
ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde.
Omar Aziz respondeu que não fará
acareação "com dois mentirosos".
O líder do governo no Senado, Fernando
Bezerra (MDB-PE), se dirigiu a Aziz e pediu respeito aos direitos de Roberto
Dias. "Vossa excelência nunca se afastou desta posição de
equilíbrio", argumentou Bezerra.
Aziz, então, respondeu que não aceitará
que a CPI vire "chacota".
"Tenho sido desrespeitado como
presidente da CPI, ouvindo historinhas. As pessoas se preparam. Não aceito que
a CPI vire chacota. Temos 527 mil mortos, e os caras brincando de negociar
vacina. [...] Ele está preso por mentir, por perjúrio", declarou Aziz.
"Se eu estiver cometendo abuso de
autoridade, que a advogada dele me processe. Nós não estamos aqui para brincar,
para ouvir historinha de servidor que pedir propina. Ele que recorra na
Justiça, mas ele está preso e a sessão está encerrada. Pode levar", completou.
Após o encerramento da sessão, o
vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse considerar a
situação "lamentável".
"Ainda buscamos negociar com a
defesa do senhor Roberto Dias para ele trazer fatos concretos. Lamentavelmente,
não foi possível, não se concretizou. Repito: a atribuição [de determinar a
prisão] é do senhor presidente e fez o uso da sua prerrogativa", declarou.
Em outros depoimentos, como o de Fabio
Wajngarten, ex-secretário de Comunicação do governo, senadores também defenderam
a prisão do depoente. Aziz, no entanto, disse na ocasião que não mandaria
prender depoentes por não ser "carcereiro".
Segundo Humberto Costa (PT-PE), no
entanto, Omar Aziz "já vinha dizendo que a paciência estava
esgotando". "Acho que dá uma espécie de freio de arrumação",
acrescentou o senador.
O parlamentar disse ainda que o
entendimento foi o de que Roberto Dias "participou de algum tipo de
entendimento de vacinas", o que configuraria "negociação paralela em
termos de vacina".
Dominghetti
Em depoimento à CPI da Covid, na semana
passada, o policial Luiz Paulo Dominghetti afirmou que, em um jantar em 25 de
fevereiro, em Brasília, Roberto Dias pediu propina de US$ 1 por dose de vacina
em uma negociação que envolveria 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca.
Dominghetti se apresenta como
representante da Davati Medical Supply.
Roberto Dias nega ter pedido propina e
afirma que não conhecia Dominghetti e jantava com um amigo quando o vendedor de
vacinas apareceu.
Quando a denúncia surgiu, a AstraZeneca
informou que não tem intermediários no Brasil. Também afirmou que todas as
doses de vacina do laboratório estão disponíveis por meio de acordos firmados
com governos e organizações multilaterais, como o consórcio internacional Covax
Facility. A empresa acrescentou que não disponibiliza vacinas para o mercado
privado nem para prefeituras e governos estaduais.
Também na ocasião, a Davati disse que
Dominghetti não tem vínculo empregatício com a empresa e atua como vendedor
autônomo. "Nesse caso, ele apenas intermediou a negociação da empresa com
o governo, apresentando o senhor Roberto Dias. Sobre a denúncia relatada por
Dominghetti, de que o Ministério da Saúde teria solicitado uma 'comissão' para
a aquisição das vacinas, a Davati afirma que não tem conhecimento",
acrescentou a empresa.
Repercussão
Enquanto acontecia a sessão da CPI, o
plenário do Senado estava reunido para votar indicações de autoridades. Quando
a prisão de Roberto Dias foi determinada, Telmário Mota (PROS-RN) disse a
Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado, que as decisões tomadas pela
comissão precisam ser invalidadas.
Na sequência, Esperidião Amin (PP-SC)
disse que "qualquer decisão da CPI pode ser considerada nula" com
efeito retroativo. Argumentou que o plenário do Senado já estava na Ordem do
Dia no momento da ordem de prisão.
Rodrigo Pacheco, então, respondeu:
"Não direi o contrário, senador
Amin. [...] É preciso interromper os trabalhos das comissões enquanto houver a
ordem do dia no plenário do Senado, sob pena de nulidade dos atos praticados
nas comissões."
Jorginho Mello (PL-SC), então, disse a
Pacheco que o presidente do Senado deveria avisar Aziz sobre a decisão. Pacheco
respondeu que já havia encaminhado o comunicado a Omzar Aziz.
Outros senadores se manifestaram, em
plenário, sobre o episódio. Ciro Nogueira (PP-PI) pediu a Pacheco que determine
à Polícia Legislativa que não cumpra a ordem de prisão de Roberto Dias.
Rodrigo Pacheco, então, disse: "Eu
aguardo a Secretaria Geral da Mesa relatar o momento em que houve o ato da
comissão para tomarmos uma decisão."
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quarta-feira, julho 07, 2021
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sexta-feira, 2 de julho de 2021
É #FAKE vídeo em que mulher diz que mais de 500 pessoas morreram após tomar vacina contra a Covid-19 no país
É #FAKE vídeo em que mulher diz que mais de
500 pessoas morreram após tomar vacina contra a Covid-19 no país
Números citados em português são referentes
a dados enviados ao sistema de notificações do governo norte-americano e que
não são confirmados pelas autoridades de saúde dos EUA.
Por Roney Domingos, G1
04/03/2021 20h08 Atualizado há 3 meses
Circula pelas redes sociais um vídeo em que
uma mulher diz, em português, que mais de 500 pessoas morreram após tomar a
vacina contra o novo coronavírus e que outras 11 mil tiveram algum tipo de
reação adversa no período de 45 dias. A legenda do vídeo diz: "501 pessoas
morreram após tomar a vacina contra Covid". É #FAKE.
Em dado momento, a mulher recomenda entrar
no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para olhar todo o
relatório das vacinas que são empregadas no Brasil, o que sugere que os números
citados são relacionados ao Brasil.
No entanto, a Anvisa deixa claro que os
dados públicos de notificações do uso de vacinas para Covid-19 não indicam
qualquer relação das vacinas com eventos adversos graves ou óbitos no país.
A agência reafirma o mencionado nesta
semana ao desmentir uma mensagem falsa sobre a morte de 26 pessoas após vacina
no Brasil. "Não temos óbitos relacionados ao uso da vacina. Esta fake news
sobre 501 mortes circulou nos EUA primeiramente."
Dados do Vaers
Os dados mencionados no vídeo foram citados
em um texto da publicação The Defender, ligada ao advogado e militante
antivacina Robert F. Kennedy Jr, que citou o levantamento em seu perfil
verificado no Twitter.
Os números citados no levantamento são
extraídos do Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas (VAERS) do
Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC). Mas eles não são dados
finais, tampouco confirmados pelas autoridades de saúde.
O próprio Vaers deixa claro, em seu site,
que é um sistema de relatório passivo, o que significa que depende de
indivíduos que podem enviar relatórios de suas experiências ao CDC e à FDA
(Food And Drug Administration), equivalente à Anvisa brasileira.
"Qualquer pessoa pode relatar um
evento adverso ao VAERS. O VAERS não foi projetado para determinar se uma
vacina causou um problema de saúde, mas é especialmente útil para detectar
padrões incomuns ou inesperados de notificação de eventos adversos que podem
indicar um possível problema de segurança com uma vacina. O VAERS pode fornecer
ao CDC e à FDA informações valiosas de que trabalho e avaliação adicionais são
necessários para avaliar uma possível preocupação de segurança."
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sexta-feira, julho 02, 2021
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É #FAKE mensagem que fala em mais de 20 óbitos em 24h por reações a vacinas registrados pela Anvisa
É #FAKE mensagem que fala em mais de 20
óbitos em 24h por reações a vacinas registrados pela Anvisa
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
afirma que informação não é verdadeira e esclarece que os dados públicos de
notificações do uso de vacinas contra o coronavírus não indicam qualquer
relação com eventos adversos graves. 'Até o momento, não há nenhum caso de óbito
conhecido que tenha relação estabelecida com o uso das vacinas para Covid-19
autorizadas no país.'
Por Roney Domingos
02/03/2021 20h55 Atualizado há 3 meses
Procurada pelo G1, a Anvisa afirma que
"esta informação não é verdadeira" e que fez "uma nota a
respeito dessa distorção de dados".
A nota oficial da Anvisa afirma que
"os dados públicos de notificações do uso de vacinas para Covid-19 não
indicam qualquer relação das vacinas com eventos adversos graves ou óbitos no
país". "O uso de dados de forma descontextualizada ou sem a
interpretação técnica necessária pode levar a conclusões falsas."
O texto explica que "a avaliação
benefício-risco leva em conta um conjunto grande de informações e os registros
informados pelos usuários são apenas uma dessas fontes". "As outras
envolvem os relatórios de segurança das fabricantes, os sinais de segurança
gerados pelo modelo matemático da Organização Mundial de Saúde (OMS), a troca
de informações com outras autoridades regulatórias e a discussão em grupos de
especialistas."
"Até o momento, não há nenhum caso de
óbito conhecido que tenha relação estabelecida com o uso das vacinas para
Covid-19 autorizadas no país. As vacinas em uso no país são consideradas
seguras. Não houve alteração na relação de risco e benefício deste produto. Já
é esperado que pessoas venham a óbito por outros motivos de saúde e mesmo por
causas naturais, tendo em vista a taxa de mortalidade já conhecida para cada
faixa etária da população brasileira."
A nota da Anvisa diz ainda que "as
notificações sobre vacinas e medicamentos são enviadas à Anvisa principalmente
por profissionais e serviços de saúde, além dos próprios fabricantes que são
obrigados a comunicar os eventos suspeitos e que possam ser graves".
"Estes dados são utilizados pela Anvisa como subsídio para o seu processo
de monitoramento. Como são dados notificados por terceiros, eles são
considerados de menor evidência científica e servem apenas como sinalizadores
para o trabalho de monitoramento da Anvisa. A análise completa envolve os
processos mencionados anteriormente."
Professor da Faculdade de Ciências Médicas
da Santa Casa de São Paulo e integrante da Comissão de Epidemiologia da Abrasco
(Associação Brasileira de Saúde Coletiva), José Cássio de Moraes aponta que as
pessoas que estão sendo vacinadas pertencem ao grupo de maior risco por serem
idosas.
"Dados de 2019 mostram que no Brasil
morrem por dia 1.123 idosos com 80 anos ou mais, ou seja, 46 por hora. A cada
dia de vacinação, morrem mais de mil pessoas por outras causas. Portanto, uma
associação temporal com a vacinal é esperada. A vacina da Covid não elimina a
mortalidade por todas as causas. As características das vacinas disponíveis no
Brasil não causam óbito."
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sexta-feira, julho 02, 2021
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quinta-feira, 1 de julho de 2021
Médicos tomam três doses da vacina contra a Covid-19, e Prefeitura de SP encaminha casos ao Cremesp
Médicos tomam três doses da vacina
contra a Covid-19, e Prefeitura de SP encaminha casos ao Cremesp
De acordo com a prefeitura, dois médicos
foram a um drive-thru da cidade de São Paulo que estava sem sistema e tomaram a
terceira dose da imunização, burlando o sistema de vacinação. Um dos médicos é
da cidade de Diadema, na Grande SP, e o outro da rede municipal da capital paulista.
Por Isabela Leite e Rodrigo Rodrigues,
GloboNews e G1SP — São Paulo
01/07/2021 18h47 Atualizado há 2 horas
A Prefeitura de São Paulo identificou
dois médicos que tomaram três doses das vacinas contra a Covid-19 na capital
paulista.
Segundo a gestão municipal, os médicos
tomaram duas doses da Coronavac e depois a 1ª dose da vacina da Pfizer. Um dos
médicos é da cidade de Diadema, na Grande SP, e outro da rede municipal da
capital paulista.
De acordo com a prefeitura, eles foram
até um drive-thru da cidade que estava sem sistema e tomaram a terceira dose da
imunização, burlando o sistema de vacinação municipal.
A fraude só foi identificada após as
anotações manuais terem sido inseridas no sistema de informatizado, que apontou
que eles já tinham tomado as duas doses da Coronavac.
Os dois casos foram encaminhados para
apuração ética do Conselho Regional de Medicina de (Cremesp), segundo a gestão
municipal.
No caso do médico da capital paulista,
não houve até o momento representação ao Ministério Público de São Paulo do
caso.
Redes sociais
Na cidade de Guarulhos, na Grande SP,
uma veterinária também burlou o sistema de vacinação e tomou três doses de
vacinas contra a Covid-19. Jussara Sonner foi vacinada com as duas doses da
Coronavac em fevereiro e março na UBS Vila Fátima, e, e tomou a dose única da
Janssen na UBS Uirapuru na quarta-feira (30) por vontade própria.
Nas redes sociais, Sonner publicou o
comprovante das três doses e declarou que tomou a terceira dose para se sentir
"mais protegida e viajar para onde quiser".
"Sei que nenhuma vacina é
totalmente segura porque não houve tempo para a realização de testes. Mas como
no início do ano tomei a vacina estava bastante incomodada com isso. Esperei o
tempo necessário - 3 meses- e hoje consegui tomar a Janssen. Me sinto mais
protegida e com dose única estou liberada para viajar para onde quiser",
disse ela em rede social.
Quando questionada por uma outra pessoa
na publicação como tinha conseguido burlar o sistema de vacinação, Jussara informou
que foi até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) que estava sem computadores para
verificar se o nome dela já constava no sistema de vacinação.
"Uma sorte, anotaram meu nome em
uma folha timbrada, quando cair no sistema já será tarde", afirmou.
Em nota ao G1, a Prefeitura de Guarulhos
informou que "tomou conhecimento nesta manhã das postagens da médica
veterinária e imediatamente determinou que o caso fosse enviado ao Ministério
Público Estadual para que ela seja investigada".
A Prefeitura informou ainda que
"não mede esforços para promover uma vacinação célere e eficiente, criando
critérios objetivos para a contemplação de sua população. Mas não se pode
fechar os olhos para abusos e fraudes que visem burlar esse sistema, ainda mais
baseadas em motivações desprovidas de amparo científico que possam prejudicar
grupos prioritários para a vacinação, como neste caso".
A Secretaria Municipal da Saúde abriu um
procedimento interno para apurar que tipo de falha pode ter ocorrido no sistema
da UBS para que a mesma pessoa fosse vacinada duplamente com imunizantes
diferentes.
O Ministério Público de Guarulhos diz
que foi comunicado pela Prefeitura de Guarulhos sobre o caso às 16h25 deste
quinta (1), mas a representação para a Promotoria Criminal de Guarulhos ainda
não foi analisada.
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quinta-feira, julho 01, 2021
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domingo, 13 de setembro de 2020
Ir à ESCOLA ou ir à PRAIA: Qual o mais SEGURO?
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