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segunda-feira, 16 de junho de 2025

TAXAÇÃO DE FII, LCI, LCA, CDB E OUTROS: VEJA COMO FICAM OS IMPOSTOS SOBRE INVESTIMENTOS

Finanças
 
Taxação de FII, LCI, LCA, CDB e outros: veja como ficam os impostos sobre investimentos
 
Fotografia de notas de dinheiro para ilustrar matérias sobre investimentos como LCI, LCA, CDB, ações, FIIs, Tesouro Direto e investimentos no geral
 
Matheus Almeida
 
13/06/2025 - 6:00


A Medida Provisória 1.303/2025  estabelece mudanças na tributação de investimentos como LCI, LCA, CDB, FII, ações e títulos do Tesouro Direto. As propostas ainda necessitam aprovação do Congresso para entrarem em vigor a partir de janeiro de 2026.
 
Entre as principais mudanças, está o fim da isenção de Imposto de Renda sobre diversos investimentos, que passarão a contar com uma alíquota reduzida de 5%. As aplicações que hoje contam com um imposto regressivo entre 15% e 22,5% estarão sujeitas a uma taxa única de 17,5%. Já o IR dos juros sobre capital próprio (JCP) subirá de 15% para 20%.
 
O planejador financeiro Jeff Patzlaff, especialista em investimentos, elaborou em um quadro as principais mudanças nos rendimentos:


Conforme demonstra a tabela, a MP pode trazer impacto para os rendimentos das aplicações. A IstoÉ Dinheiro consultou advogados tributaristas e especialistas em investimentos para explicar como funcionam os impostos hoje e o cenário indicado pelo governo para o futuro. Veja a seguir:
 
COMPRA E VENDA DE COTAS DE FIIS E FIAGROS
Como é a tributação: A regra estabelecia uma alíquota 20% sobre os ganhos auferidos com a compra e venda de cotas destes fundos.
 
O que muda: Os ganhos nas operações passariam a ter um tributo unificado de 17,5%.
 
DIVIDENDOS DE FIIS E FIAGROS
Como é a tributação: Pela regra vigente, estão isentos de Imposto de Renda (IR) os rendimentos recebidos por cotistas que acumulam três critérios:
 
Possuem menos de 10% das cotas;
de FIIs e Fiagros negociados em bolsa;
e com mais de 100 cotistas.
 
Para quem não se enquadrasse em todas as três exceções, havia uma alíquota de 20%.
 
O que muda: Para a maioria dos investidores, antes isentos (por aplicar em fundos com mais de 100 cotistas, negociados em bolsa e deter menos de 10% das cotas do fundo), a MP estabelece uma nova alíquota reduzida de 5%.
 
Já quem estava sujeito ao tributo de 20% passaria a pagar uma alíquota 17,5%. “Olhando apenas esse ponto isoladamente, poderia até se pensar que, na verdade, foi uma benesse do governo”, explica o advogado Felipe Medaglia, sócio de tributário do SouzaOkawa. “Mas a grande questão aqui é que a maioria desses fundos trazem consigo regras de isenção para o investidor pessoa física.”
 
AÇÕES
O que são: São títulos que representam fragmentos de uma empresa. Quem detém uma ação torna-se assim uma espécie de sócio, ainda que minoritário, daquela companhia.
 
Como é hoje: “Lucros são tributados em 15% para operações comuns e 20% para day trade, com isenção para vendas com lucro abaixo de R$ 20 mil/mês”, diz Caio Ruotolo. O pagamento de dividendos é isento de IR, já os Juros sobre Capital Próprio (JCP) são tributados em 15%.
 
O que muda: Tanto as operações comuns como o day trade contarão com a mesma alíquota: 17,5%. Além disso, o tributo sobre JCP sobe para 20%. Dividendos seguem isentos.
 
LCI E LCA
O que são: As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras. Como o nome de cada uma indica, o valor investido nos papéis é utilizado em operações de crédito para a construção civil e para o agro.
 
Como é hoje: Estão isentas de Imposto de Renda (IR). “A isenção visa estimular os setores imobiliário e agrícola, por meio da canalização de recursos privados”, explica Joaquim Rolim Ferraz, sócio do Juveniz Jr. Rolim Ferraz Advogados.
 
O que muda: A proposta do governo acaba com a isenção de IR e tributa os rendimentos de LCI e LCA em 5%.
 
DEBÊNTURES INCENTIVADAS
O que são: são títulos de dívida emitidos por empresas que contam com benefícios fiscais como “incentivo” aos investidores. São atreladas a áreas estratégicas para o país, como infraestrutura.
 
Como é hoje: Até então, estão isentas de IR.
 
O que muda: Passam a contar com a cobrança de uma alíquota reduzida, de 5%.
 
CDB, TESOURO DIRETO E DEBÊNTURES TRADICIONAIS
O que são: O Tesouro Direto é o programa do governo para investir em no Tesouro Nacional. Na prática, quem compra os títulos “empresta” dinheiro ao governo Já os CDBs são títulos semelhantes emitidos por instituições financeiras, ou seja, funcionam como “empréstimo” a bancos e corretoras.
 
Ambos costumam ter rendimento que acompanham a taxa Selic, podendo ainda ser indexados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ou render uma taxa pré-fixada.
 
Por fim, as debêntures tradicionais são títulos de dívida emitidos por empresas que não contam com os incentivos fiscais do governo.
 
Como é hoje: Estão sujeitos a uma cobrança de Imposto de Renda regressivo sobre o rendimento, cuja alíquota diminui conforme o tempo para o investimento. Assim, as frações descontadas são:
 
Até 180 dias: 22,5%
De 181 a 360 dias: 20%
De 361 a 720 dias: 17,5%
Acima de 720 dias: 15%
 
O que muda: A ideia é substituir o sistema de alíquotas regressivas por uma alíquota única de 17,5%. A cobrança simplificada tende a beneficiar o pequeno investidor, já que quem paga hoje a alíquota de 22,5% são as pessoas com patrimônio menor, que não conseguem aplicar no título ou fundo de investimento por mais tempo.
 
FUNDOS DE RENDA FIXA E MULTIMERCADOS
O que são: São fundos de investimento que aplicam predominantemente (no mínimo 80% da carteira) em ativos de renda fixa, como títulos públicos (Tesouro Direto), CDBs, debêntures e LCIs/LCAs.
 
Já os multimercado diversificam investimentos em diferentes classes de ativos (renda fixa, ações, câmbio, derivativos etc.), sem restrição de concentração em um único mercado.
 
Como é hoje: Estão sujeitos a mesma tabela de IR regressiva, entre 15% e 22,5%
 
O que muda: passam a contar com a alíquota unificada de 17,5%.
 
CRIPTOATIVOS
O que são: São ativos digitais criados a partir da tecnologia blockchain. Abrangem moedas digitais (como Bitcoin), tokens de utilidade (como Ethereum) ou representações de outros ativos (NFTs, stablecoins).
 
Como é hoje: “Os criptoativos eram tributados sobre o ganho de capital, com aplicação de alíquotas progressivas de 15% a 22,5%”, explica o advogado Guilherme Martins, sócio de tributário do SouzaOkawa. Havia uma isenção caso os lucros não atingissem R$ 35 mil por mês.
 
O que muda: A alíquota passa a ser de 17,5%, independente do lucro obtido na operação de venda do ativo. Ao mesmo tempo, seria eliminada a isenção de até R$ 35 mil por mês.
 
POSSÍVEIS IMPACTOS NOS INVESTIMENTOS
Os especialistas acreditam que a proposta do governo pode trazer mudanças no modo como os investidores brasileiros agem. “A depender da forma de transição legislativa, pode haver migração de capitais para estruturas jurídicas mais eficientes, como fundos exclusivos ou offshore”, diz Ferraz.
 
De imediato, é possível ainda que cresça a busca por aplicações como LCIs e LCAs antes do início da cobrança de impostos. “É possível que haja uma corrida para acelerar a captação de recursos pela emissão de títulos ainda isentos”, comenta Francisco Leocádio sócio de tributário do SouzaOkawa e professor da PUC.
 
Há ainda um temor de que alguns mercados sejam prejudicados, como o ainda novato universo cripto. “A retirada das isenções, somada à maior carga tributária, coloca o país em um cenário fiscalmente mais restritivo e contrário ao crescimento do setor”, analisa a advogada tributarista Luisa Macario, do Grupo Nimbus.
 
Por ora, no entanto, a recomendação é aguardar e prestar atenção no andamento da proposta. “Acompanhar as mudanças legislativas também é fundamental para pensar nas melhores alternativas, já que temos que aguardar como ficará o cenário”, conclui Fernando Aubin, diretor tributário na Forvis Mazars.
 


PACOTE DE HADDAD: VEJA COMO FICAM AS NOVAS REGRAS DE TAXAÇÃO DE FII E FIAGRO

Economia
 
Pacote de Haddad: veja como ficam as novas regras de taxação de FII e Fiagro
Investimentos
 
Investimentos (Crédito: Marcos Santos/ USP Imagens)
 
Da redação
 
15/06/2025 - 10:00


A medida provisória publicada pelo governo para compensar o recuo em parte do decreto do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) promoveu mudanças na tributação dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) e dos Fundos do Agronegócio (Fiagro) para pessoas físicas e jurídicas.
 
A principal alteração foi o fim da isenção sobre a distribuição de dividendos para pessoa física, que agora passa a ser tributada com uma alíquota de 5% de Imposto de Renda. Já o ganho de capital, que antes era tributado em 20%, teve a alíquota reduzida para 17,5%. Para pessoas jurídicas, a MP reduz a alíquota sobre rendimentos de 20% para 17,5% e estabelece o ganho de capital direto na apuração.
 
A MP ainda necessita de aprovação do Congresso para entrar em vigor a partir de 1 de janeiro 2026.
 
Mesmo com o fim da isenção, a tributação destes fundos seguirá menor do que a alíquota unificada de 17,5% imposta para a maioria dos investimentos. Entenda as mudanças:
 
PRINCIPAIS MUDANÇAS DE FII E FIAGRO
 
Pessoas Físicas (Fundos com mais de 100 cotistas)
 
Regra atual:
Rendimentos distribuídos: isentos.
Ganho de capital: 20%, com restrições à compensação de perdas.
 
Regra proposta:
Cotas emitidas até 31/12/2025: Rendimentos permanecem isentos.
Cotas emitidas a partir de 01/01/2026: Rendimentos passam a ser tributados à alíquota de 5%.
 
Ganho de capital: 17,5% + ampla compensação de perdas.
 
Pessoas Jurídicas (exceto Simples Nacional e isentas)
 
Regra atual:
Rendimentos e ganho de capital: 20%.
 
Regra proposta:
Rendimentos: 17,5%.
Ganho de capital: direto na apuração
 
AINDA VALE A PENA INVESTIR NESTES ATIVOS?
“Mesmo com o fim da isenção, a tributação de 5% sobre os dividendos dos FIIs e Fiagros ainda os coloca em uma posição muito interessante”, analisa o coordenador de produtos da InvestSmart XP, Rafael Bellas.
 
“Para se ter uma ideia, a mesma MP propõe que outros investimentos, como a maioria das aplicações financeiras no Brasil, os ganhos na bolsa de valores e a maioria dos fundos de investimento, sejam tributados em 17,5%”, conclui.
 
*Com informações do Estadão Conteúdo
 


HADDAD DEFENDE PACOTE FISCAL, NEGA ALTA DE PREÇOS E REBATE CRÍTICAS: 'XINGA E SAI CORRENDO, NÃO DÁ'

Haddad defende pacote fiscal, nega alta de preços e rebate críticas: 'Xinga e sai correndo, não dá'
 
Governo editou MP e decreto nesta quarta para substituir parte da alta no IOF.
Pacote inclui taxação maior sobre bets e fim da isenção para títulos do agro e da construção civil.
 
Por Alexandro Martello, Mateus Rodrigues, g1 — Brasília
 
12/06/2025 08h18  Atualizado há 4 dias


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou nesta quinta-feira (12) que a decisão do governo federal de cobrar Imposto de Renda sobre os títulos públicos ligados ao agronegócio e à construção civil (LCAs e LCIs, hoje isentas) vá impactar os preços nos setores.
 
Nesta quarta (11), o governo publicou um novo pacote de medidas tributárias para substituir o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) decretado em maio.
 
Entre as medidas, está a cobrança de 5% de Imposto de Renda nesses títulos públicos (LCI e LCA), no momento do resgate.
 
O dinheiro que os bancos arrecadam com esses títulos é usado para irrigar os empréstimos tomados por produtores rurais e por construtoras. Por isso, os dois setores reclamaram da mudança – há um medo de que a taxação deixe esse crédito mais caro.
 
"Não vai [impactar preços], absolutamente não. Porque eu tenho outras maneiras de canalizar esse recursos – que inclusive, não estão chegando no produtor. Não é verdade que estão chegando, mais da metade desse subsídio está ficando no meio do caminho", afirmou.
 
"Não vai afetar minimamente, o que está afetando o mercado é a taxa Selic. Nós temos que criar as condições para ela começar a cair, e esse conjunto de medidas ajuda a criar o ambiente econômico".
 
Segundo Haddad, o governo tem "outras maneiras de compensar" os dois setores.
 
"Mas você carregar R$ 1,7 trilhão em títulos isentos? Uma renúncia fiscal, só neste caso, de R$ 41 bilhões de isenção? Com a taxa de juros no patamar que está, o país não está em condição de abrir mão de 100% do tributo que todo mundo paga quando compra um título do Tesouro, de não cobrar nem 1%", disse.
 
APOIO POPULAR E DO CONGRESSO
Haddad também disse acreditar que "não vai faltar apoio" ao pacote de medidas – tanto na população quanto no Congresso. As primeiras reações, ao longo da semana, foram negativas.
 
"Eu penso assim, com alguma explicação, se derem tempo de explicar e fazer chegar à opinião pública a verdade. Porque assim, está faltando um pouco de clareza, assim. É bets e banco, que estamos falando. E aí parece que você está afetando o dia a dia da população, é o contrário", disse.
 
O ministro também disse que considera "desleal" lideranças empresariais e políticas atacarem o governo pelas propostas.
 
"É até desleal da parte de alguns, de algumas lideranças, atacar o governo. Metade da construção civil nesse país é Minha Casa, Minha Vida, que tinha acabado no governo anterior. Vamos deixar ideologia à parte, vamos deixar, e vamos para a mesa explicar para as pessoas, abrir os números", disse.
 
"Não tem nenhuma medida aí que, do ponto de vista econômico, não seja justa. Que não esteja corrigindo uma distorção. Agora, eu estou sempre disposto ao debate. O que eu não gosto é: a pessoa xinga e sai correndo? Aqui, não dá. Esse negócio de xingar e sair correndo é coisa de moleque de rua. Eu estou discutindo com o Congresso Nacional, estou 100% disponível", emendou.
 
O novo modelo reduz o imposto sobre empresas e seguros do tipo VGBL e amplia a tributação sobre apostas esportivas (bets), criptoativos e investimentos isentos como Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito Agropecuário (LCA).
 
A alíquota de 5% de LCI e LCA passará a valer a partir de janeiro de 2026.

A alíquota para apostas nas bets passará de 15% para 18% em outubro de 2025.
 
As medidas foram formalizadas por meio de uma medida provisória e um decreto presidencial, após reunião realizada no domingo (8) entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e líderes partidários, na casa do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
 
ENTENDA A CRISE DO IOF
O anúncio do decreto sobre a alta do IOF foi divulgado há pouco mais de duas semanas pelo governo, junto com um bloqueio de R$ 31,3 bilhões no orçamento deste ano, com o objetivo de equilibrar as contas públicas e cumprir a meta fiscal.
 
IOF é a sigla para Imposto sobre Operações Financeiras. Como o próprio nome diz, é um imposto cobrado sobre a maior parte das operações financeiras e serve para gerar receita para a União.
 
A medida aumentou o imposto sobre algumas operações, especialmente que envolvem crédito para empresas e relacionadas ao câmbio. Houve aumento, por exemplo, no IOF cobrado sobre cartões internacionais de crédito e débito e sobre a compra de moedas estrangeiras em papel.
 
O mercado reagiu mal à decisão, o que levou o governo a recuar no mesmo dia de parte da medida. Horas após o anúncio, o governo revogou o IOF mais alto sobre aplicações de investimentos de fundos nacionais no exterior, o que reduziu o potencial arrecadatório em cerca de R$ 1,4 bilhão.
 
Mesmo assim, as críticas sobre o aumento do imposto continuaram. O Congresso começou a se movimentar para aprovar uma derrubada do decreto presidencial sobre o aumento de imposto, algo inédito nos últimos 25 anos.
 


terça-feira, 28 de janeiro de 2025

FERNANDO HADDAD E A TAXAÇÃO DO PIX (10): NOTÍCIAS E LINKS IMPORTANTES

FERNANDO HADDAD E A TAXAÇÃO DO PIX (10):
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Tem circulado, principalmente no X/Twitter, comentários de pessoas desejando a morte de Erika Hilton. E, obviamente, influenciadores de esquerda pegam estes comentários e tentam colocar isto como se fosse a verdade das redes, como se todos os bolsonaristas estivessem comentando assim. Além de ser falaciosa, existe extremos de ambos os lados. Observe abaixo como a esquerda Paz e Amor reage a NIkolas Ferreira:



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O TEATRO DE ERIKA HILTON


Tendo em vista a poluição de informações e desinformações jogadas nas redes, no dia 18/01/2025, a Deputada Federal Erika Hilton fez um vídeo respondendo o vídeo de Nikolas Ferreira. O vídeo, publicado no Instagram dela, já conta com 104 milhões de visualizações, 2,4 milhões de curtidas e 567 mil comentários.

Porém, assim como Nikolas Ferreira, ela também mente. De fato, Erika Hilton é uma cidadã inteligente, conhecedora de muita coisa, com uma ótima oratória, mas que manipula o gado esquerdista com mentiras e desinformação, se fingindo de desentendida com os erros de seus comparsas. Erika Hilton fala de rachadinha, mas não fala da rachadinha de André Janones, que até áudio tem (como mencionado acima). Erika Hilton fala que bolsonaristas votaram a favor de taxar 'a blusinha da Shein', mas não fala que parlamentares de esquerda também votaram a favor (Aliás, ela votou a favor!).


No X/Twitter, viralizou este post:
‘Homem preto que hoje é “mulher”.  Afinou os lábios e o nariz porque não gostava dos lábios e nariz de preto.  E pinta o cabelo de loiro e alisa para parecer uma pessoa branca porque não gosta do cabelo crespo de preto. Essa é a imagem da esquerda iMunda, do @psol50 (fundado pelo terrorista Achille Lollo) e do PT quadrilha do Lula bilontra.’


Resumindo a politicagem brasileira contemporânea: Nossa política agora se tornou disputa de quem engaja mais!


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No dia 17/01/2025, o Depuado Federal André Janones protocolou uma CPI para investigar Nikolas Ferreira. Ele escreve:
‘URGENTE! AGORA! Acabei de protocolar a BOMBA: CPI para investigar o Senhor Nikolas Ferreira e demais integrantes da quadrilha que atentou contra a economia popular ao disseminarem mentiras sobre o PIX. Com 171 Deputados assinando a CPI é instalada.
 
Se conseguirmos eu prometo fazer o chupeta chorar novamente, só que agora na cadeia! Bora ! Compartilha e vem comigo porque o pau vai comer! 👊’
 
Vale ressaltar que André Janones, no dia 12/09/2024, foi indiciado pela Polícia Federal por (suposta) rachadinha no gabinete.



No dia 16/01/2025, o Deputado Federal Guilherme Boulos entrou com uma ação contra Nikolas Ferreira por Fake News, que foi protocolada ao Procurador Geral da República. Vale ressaltar que Guilherme Boulos já foi detido algumas vezes por sua atuação no MTST, mas nunca houve condenação criminal.


No dia 17/01/2025, Lindbergh Farias fez uma postagem dizendo que a AGU estudava uma ação contra Nikolas Ferreira, Gustavo Gayer e Flávio Bolsonaro e que eles poderiam ser acusados de ‘propagar desconfiança sobre o pix’. Vale ressaltar que, em 2023, a Justiça do Rio de Janeiro manteve a condenação do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) por improbidade administrativa.



Raphael Paiva

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