ASSALTO
LIBERADO NO RIO DE JANEIRO!
VAMOS COMBATÊ-LOS COM BÍBLIA!
Na
terça-feira [24/02/2026], a farmácia da minha vizinha foi assaltada. Renderam o
atendente e a dona do estabelecimento, levando o dinheiro que estava em caixa. E
a pergunta que te faço é: O que este cidadão merece? Se for preso, fica uns
meses, se comporta bem, regride a pena, é solto e quase sempre volta a cometer
crimes.
Ano
passado, depois da megaoperação no Rio de Janeiro, pastores da região decidiram
fazer uma campanha de levar Bíblias às Comunidades. Agora imagina: esse bandido
'se converte' e vai congregar na mesma igreja que a dona da farmácia. Ele
poderá assumir alguns cargos se assim desejar (e, claro, se não for gay).
Imagina a minha vizinha indo à igreja e o palestrante do dia é este ex-Zé
Droguinha. Meu irmão, não há cabimento. Igual Guilherme de Pádua, que matou
Daniele Perez com 20 tesouradas, e virou pastor da Lagoinha (Observação
importante: Ele só matou! Ele não era gay!).
Esta
campanha, para mim, não fez sentido, porque:
- Parte das lideranças envolvidas era/é bolsonarista e, mesmo que indiretamente, havia certa defesa do lema 'Bandido bom é bandido morto!'. Por que, do nada, mudou?
- O que mais se tem em Comunidades é igreja e Bíblia.
- Ser cristão não significa ser moral (deveria). O cidadão pode seguir qualquer religião, desde que não seja um FDP de um marginal. Se o fato de ‘ser cristão’ fosse sinônimo de ‘ser moral’, na igreja não teria pessoas cometendo crimes, como pedofilia.
“Sempre
que a moralidade baseia-se na teologia, sempre que o correto torna-se
dependente da autoridade divina, as coisas mais imorais, injustas e infames
podem ser justificadas e estabelecidas.”
Ludwig
Andreas von Feuerbach (1804–1872), filósofo alemão, em “A Essência do
Cristianismo” (1841)
Um
abraço e vamos questionar tudo e todos!
Rio
de Janeiro, 26 de fevereiro de 2026
Raphael
Paiva

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