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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026 | DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS NO RIO DE JANEIRO

ELEIÇÕES 2026
DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS NO RIO DE JANEIRO


  • Índia Armelau (PL) — 248.504
  • Márcio Canella (União) — 197.178
  • Renata Souza (PSOL) — 176.871
  • Dani Balbi (PCdoB) — 169.474
  • Guilherme Delaroli (PL) — 166.374
  • Rosenverg Reis (MDB) — 139.866
  • Elika Takimoto (PT) — 135.271
  • Anderson Moraes (PL) — 129.325
  • Costenaro (Novo) — 121.780
  • Dra. Gabriela (PL) — 96.267
  • Flavio Serafini (PSOL) — 95.666
  • Felipinho Ravis (PP) — 93.606
  • Alan Lopes (PL) — 93.396
  • João Pires (PSD) — 90.195
  • Verônica Lima (PT) — 85.421
  • Alexandre Isquierdo Malafaia (PL) — 83.461
  • Fernanda Neves (PDT) — 83.326
  • Rafael Nobre (União) — 76.706
  • Jair Bittencourt (PL) — 73.722
  • Léo Vieira Filho (PSDB) — 72.939
  • André Ceciliano (PT) — 70.628
  • Nelsinho Ruas (PL) — 70.552
  • Bruno Dauaire (União) — 69.119
  • Marina do MST (PT) — 66.167
  • Rodrigo Medeiros (PL) — 65.530
  • André Correa (PSD) — 65.188
  • Carlinhos BNH (PP) — 61.724
  • Felipe Pampolha (PP) — 61.589
  • Jorge Felippe Neto (PL) — 58.508
  • Delegado Carlos Augusto (PL) — 58.142
  • Marcelo Dino (PL) — 57.982
  • Librelon (Republicanos) — 57.409
  • Dr. Pedro Ricardo (PL) — 57.354
  • Delegado Bernardo Leal (PP) — 57.254
  • Claudio Caiado (PSD) — 56.936
  • Gustavo Tutuca (PP) — 56.334
  • Renato Miranda (PL) — 56.329
  • Dani Monteiro (PSOL) — 55.227
  • Guilherme Schleder (PSD) — 54.760
  • Munir Neto (Solidariedade) — 52.808
  • Julio Rocha (Agir) — 51.609
  • Allyson Elias (PT) — 51.145
  • Márcio Gualberto (PL) — 50.804
  • Chico Machado (PL) — 50.664
  • Vinícius Cozzolino (PSD) — 49.353
  • Leandro (Republicanos) — 49.013
  • Tia Ju (Republicanos) — 47.302
  • Coronel Menezes (PL) — 46.700
  • Rafael Picciani (União) — 46.686
  • Giovani Ratinho (MDB) — 46.380
  • Luciana Boiteux (PSOL) — 44.928
  • Leonel de Esquerda (PT) — 44.597
  • Giselle Monteiro (PL) — 44.532
  • Luiz Paulo (PSD) — 43.720
  • Serginho (PDT) — 43.664
  • Ana Paula Mendes (PSD) — 43.356
  • Yuri Moura (PSOL) — 43.336
  • Zeidan (PT) — 43.115
  • Poubel Filho (PL) — 42.871
  • Daniel Marques (PL) — 42.768
  • Adilson Pires (PT) — 42.467
  • Felipe Tropa (PL) — 41.293
  • Carla Machado (PSD) — 39.208
  • Vantoil Martins (PSB) — 39.179
  • Soldado Tobias (PRD) — 37.969
  • Joyce Trindade (PSD) — 37.088
  • Arthur Monteiro (Solidariedade) — 35.844
  • Jari (PSB) — 34.199
  • Raone Ferreira (PT) — 28.377
  • Carlos Russo (DC) — 27.447
 
Veja como fica a composição por partido:
  • PL — 21 deputados
  • PT — 9 deputados
  • PSD — 9 deputados
  • PSOL — 5 deputados
  • PP — 5 deputados
  • União — 4 deputados
  • Republicanos — 3 deputados
  • MDB — 2 deputados
  • PDT — 2 deputados
  • Solidariedade — 2 deputados
  • PSB — 2 deputados
  • PCdoB — 1 deputado
  • Novo — 1 deputado
  • PSDB — 1 deputado
  • Agir — 1 deputado
  • PRD — 1 deputado
  • DC — 1 deputado

ELEIÇÕES 2026 | OS 50 DEPUTADOS FEDERAIS MAIS VOTADOS

ELEIÇÕES 2026
OS 50 DEPUTADOS FEDERAIS MAIS VOTADOS


  1. Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.119.318 votos
  2. Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.038.438 votos
  3. Erika Hilton (PSOL-SP) - 1.596.472 votos
  4. André Fernandes (PL-CE) - 684.372 votos
  5. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - 583.107 votos
  6. Julia Zanatta (PL-SC) - 560.223 votos
  7. Ana Elisa (PT-MG) - 524.219 votos
  8. Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) - 520.071 votos
  9. Tabata Amaral (PSB-SP) - 476.383 votos
  10. Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.399 votos
  11. Lucas Polese (PL-ES) - 419.735 votos
  12. Delegado Caveira (PL-PA) - 414.927 votos
  13. Maurício Marcon (PL-RS) - 379.834 votos
  14. Renato Bolsonaro (PL-SP) - 379.312 votos
  15. Sargento Nantes (PP-SP) - 333.401 votos
  16. Jader Filho (MDB-PA) - 326.617 votos
  17. Delegado Palumbo (PODE-SP) - 303.271 votos
  18. Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - 280.262 votos
  19. Guilherme Cortez (PSOL-SP) - 275.450 votos
  20. Dra. Alessandra Haber (PODE-PA) - 272.856 votos
  21. Mauricio Neves (PP-SP) - 269.996 votos
  22. Guilherme Kilter (Novo-PR) - 269.832 votos
  23. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) - 267.142 votos
  24. Tainah Marinho (PSB-CE) - 265.585 votos
  25. Pedro Campos (PSB-PE) - 261.555 votos
  26. Marcio Alvino (PL-SP) - 261.325 votos
  27. Yury do Paredão (MDB-CE) - 261.291 votos
  28. Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) - 253.778 votos
  29. Jones Manoel (PSOL-PE) - 249.077 votos
  30. Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 248.147 votos
  31. Ana Carolina Oliveira (PODE-SP) - 246.741 votos
  32. Sargento Fahur (PL-PR) - 242.643 votos
  33. Baleia Rossi (MDB-SP) - 239.124 votos
  34. Giordanna Mano (PRD-CE) - 235.848 votos
  35. Georgiano (PSD-PI) - 234.254 votos
  36. Giovani Cherini (PL-RS) - 234.171 votos
  37. Luna Zarattini (PT-SP) - 233.733 votos
  38. Marina Helena (Novo-SP) - 230.866 votos
  39. Duda Salabert (PSOL-MG) - 229.535 votos
  40. Fábio Felix (PSOL-DF) - 224.224 votos
  41. Rony Gabriel (PODE-RS) - 223.643 votos
  42. Delegado Bruno Lima (PODE-SP) - 217.952 votos
  43. Alceu Moreira (MDB-RS) - 217.208 votos
  44. Natália Bonavides (PT-RN) - 215.509 votos
  45. Reginaldo Lopes (PT-MG) - 215.192 votos
  46. Dr. Luizinho (PP-RJ) - 213.904 votos
  47. Rosana Valle (PL-SP) - 213.752 votos
  48. Júnior Ferrari (PSD-PA) - 213.645 votos
  49. Sargento Salazar (PL-AM) - 212.948 votos
  50. Bruno Peixoto (União-GO) - 207.899 votos
 
POR PARTIDOS
PL
  1. Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.119.318 votos
  2. Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.038.438 votos
  3. André Fernandes (PL-CE) - 684.372 votos
  4. Julia Zanatta (PL-SC) - 560.223 votos
  5. Lucas Polese (PL-ES) - 419.735 votos
  6. Delegado Caveira (PL-PA) - 414.927 votos
  7. Maurício Marcon (PL-RS) - 379.834 votos
  8. Renato Bolsonaro (PL-SP) - 379.312 votos
  9. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) - 267.142 votos
  10. Marcio Alvino (PL-SP) - 261.325 votos
  11. Sargento Fahur (PL-PR) - 242.643 votos
  12. Giovani Cherini (PL-RS) - 234.171 votos
  13. Rosana Valle (PL-SP) - 213.752 votos
  14. Sargento Salazar (PL-AM) - 212.948 votos
 
PSOL
  1. Erika Hilton (PSOL-SP) - 1.596.472 votos
  2. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - 583.107 votos
  3. Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - 280.262 votos
  4. Guilherme Cortez (PSOL-SP) - 275.450 votos
  5. Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) - 253.778 votos
  6. Jones Manoel (PSOL-PE) - 249.077 votos
  7. Fábio Felix (PSOL-DF) - 224.224 votos
  8. Duda Salabert (PSOL-MG) - 229.535 votos
 
PT
  1. Reginaldo Lopes (PT-MG) - 215.192 votos
  2. Luna Zarattini (PT-SP) - 233.733 votos
  3. Natália Bonavides (PT-RN) - 215.509 votos
  4. Ana Elisa (PT-MG) - 524.219 votos
 
MDB
  1. Jader Filho (MDB-PA) - 326.617 votos
  2. Yury do Paredão (MDB-CE) - 261.291 votos
  3. Baleia Rossi (MDB-SP) - 239.124 votos
  4. Alceu Moreira (MDB-RS) - 217.208 votos
 
PODE
  1. Delegado Palumbo (PODE-SP) - 303.271 votos
  2. Dra. Alessandra Haber (PODE-PA) - 272.856 votos
  3. Ana Carolina Oliveira (PODE-SP) - 246.741 votos
  4. Delegado Bruno Lima (PODE-SP) - 217.952 votos
 
PSB
  1. Tabata Amaral (PSB-SP) - 476.383 votos
  2. Tainah Marinho (PSB-CE) - 265.585 votos
  3. Pedro Campos (PSB-PE) - 261.555 votos
 
NOVO
  1. Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.399 votos
  2. Guilherme Kilter (Novo-PR) - 269.832 votos
  3. Marina Helena (Novo-SP) - 230.866 votos
 
PP
  1. Sargento Nantes (PP-SP) - 333.401 votos
  2. Mauricio Neves (PP-SP) - 269.996 votos
  3. Dr. Luizinho (PP-RJ) - 213.904 votos

PSD
  1. Georgiano (PSD-PI) - 234.254 votos
  2. Júnior Ferrari (PSD-PA) - 213.645 votos
 
PODE
  1. Rony Gabriel (PODE-RS) - 223.643 votos
 
AVANTE
  1. Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 248.147 votos
 
PRD
  1. Giordanna Mano (PRD-CE) - 235.848 votos
 
UNIÃO
  1. Bruno Peixoto (União-GO) - 207.899 votos
 
MISSÃO
  1. Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) - 520.071 votos

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - 1º TURNO

ELEIÇÕES 2026
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA


  • Flavio Bolsonaro | 22 | PL | 47,03 % | 56.104.503 votos
  • Lula | 13 | PT | 45,16 % | 53.879.538 votos
  • Escritor Augusto Cury | 70 | AVANTE | 2,89 % | 3.448.569 votos
  • Renan Santos | 14 | MISSÃO | 2,24 % | 2.675.887 votos
  • Ronaldo Caiado | 55 | PSD | 2,18 % | 2.605.148 votos
  • Zema | 30 | NOVO | 0,27 % | 326.488 votos
  • Samara | 80 | UP | 0,10 % | 122.911 votos
  • Hertz Dias | 16 | PSTU | 0,04 % | 43.103 votos
  • Clariana Barao | 27 | DC | 0,03 % | 40.043 votos
  • Edmilson Costa | 21 | PCB | 0,02 % | 22.693 votos
  • Veterinário Wilson Grassi | 35 | DEMOCRATA | 0,01 % | 16.881 votos
  • Rui Costa Pimenta | 29 | PCO | 0,01 % | 15.024 votos

  • Total de votos | 125.275.835 | 78,92 %
  • Válidos | 119.300.788 | 100,00 %
  • Brancos | 2.300.798 | 1,84 %
  • Nulos | 3.674.249 | 2,93 %
  • Abstenções | 33.469.244 | 21,08 %

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026 | GOVERNADORES ELEITOS NO 1º TURNO

ELEIÇÕES 2026
GOVERNADORES ELEITOS NO 1º TURNO


ESTADO | NOME | PARTIDO | VOTOS | PORCENTAGEM
  • Alagoas | JHC | PSDB | 892,484 | 52.2%
  • Amapá | Dr. Furlan | PSD | 281,595 | 62.75%
  • Bahia | Jerônimo Rodrigues | PT | 4,626,509 | 55.8%
  • Ceará | Elmano de Freitas | PT | 2,875,573 | 53.19%
  • Goiás | Daniel Vilela | MDB | 2,148,218 | 59.17%
  • Maranhão | Eduardo Braide | PSD | 2,104,122 | 54.02%
  • Mato Grosso | Otaviano Pivetta | Republicanos | 1,128,099 | 60.77%
  • Mato Grosso do Sul | Eduardo Riedel | PP | 914,323 | 67.07%
  • Minas Gerais | Cleitinho Azevedo | Republicanos | 6,321,590 | 55.4%
  • Pará | Dr. Daniel | Podemos | 2,345,721 | 51.36%
  • Paraíba | Lucas Ribeiro | PP | 1,470,252 | 64.3%
  • Paraná | Sergio Moro | PL | 3,127,911 | 50.1%
  • Pernambuco | Raquel Lyra | PSD | 2,805,438 | 53.27%
  • Piauí | Rafael Fonteles | PT | 1,436,697 | | 70.9%
  • Rio Grande do Sul | Luciano Zucco | PL | 3,516,048 | 58.05%
  • Rondônia | Marcos Rogério | PL | 537,370 | 56.86%
  • Roraima | Arthur Henrique | PL | 220,809 | 69.13%
  • Santa Catarina | Jorginho Mello | PL | 2,942,386 | 68.98%
  • São Paulo | Tarcísio de Freitas | Republicanos | 14,491,874 | 62.65%
  • Sergipe | Fábio Mitidieri | PSD | 727,291 | 59.27%

POR PARTIDO
PL: 5
  • PARANÁ: Sergio Moro | PL | 3,127,911 | 50.1%
  • RIO GRANDE DO SUL: Luciano Zucco | PL | 3,516,048 | 58.05%
  • RONDÔNIA: Marcos Rogério | PL | 537,370 | 56.86%
  • RORAIMA: Arthur Henrique | PL | 220,809 | 69.13%
  • SANTA CATARINA: Jorginho Mello | PL | 2,942,386 | 68.98%

PSD: 4
  • AMAPÁ: Dr. Furlan | PSD | 281,595 | 62.75%
  • MARANHÃO: Eduardo Braide | PSD | 2,104,122 | 54.02%
  • PERNAMBUCO: Raquel Lyra | PSD | 2,805,438 | 53.27%
  • SERGIPE: Fábio Mitidieri | PSD | 727,291 | 59.27%

PT: 3
  • BAHIA: Jerônimo Rodrigues | PT | 4,626,509 | 55.8%
  • CEARÁ: Elmano de Freitas | PT | 2,875,573 | 53.19%
  • PIAUÍ: Rafael Fonteles | PT | 1,436,697 | | 70.9%

Republicanos: 3
  • MATO GROSSO: Otaviano Pivetta | Republicanos | 1,128,099 | 60.77%
  • MINAS GERAIS: Cleitinho Azevedo | Republicanos | 6,321,590 | 55.4%
  • SÃO PAULO: Tarcísio de Freitas | Republicanos | 14,491,874 | 62.65%

PP: 2
  • MATO GROSSO DO SUL: Eduardo Riedel | PP | 914,323 | 67.07%
  • PARAÍBA: Lucas Ribeiro | PP | 1,470,252 | 64.3%

MDB: 1
  • GOIÁS: Daniel Vilela | MDB | 2,148,218 | 59.17%

Podemos: 1
  • PARÁ: Dr. Daniel | Podemos | 2,345,721 | 51.36%

PSDB: 1
  • ALAGOAS: JHC | PSDB | 892,484 | 52.2%

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | RELAÇÕES INTERNACIONAIS (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
RELAÇÕES INTERNACIONAIS (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

 
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha foca na continuidade de uma política externa baseada no multilateralismo, na autonomia estratégica e na busca por protagonismo internacional. O plano de governo estabelece como prioridade transformar o Brasil em um "Árbitro do Sul Global", aprofundando o diálogo político e econômico com países da África, Ásia, América Latina e Oriente Médio. Defende veementemente o fortalecimento de blocos como o BRICS e o Mercosul, a reforma de instituições como o Conselho de Segurança da ONU e o combate global à fome. Diante de pressões comerciais, o programa ressalta a defesa da soberania nacional, a independência digital do país (como a proteção a sistemas nacionais de pagamento) e a rejeição a alinhamentos automáticos que prejudiquem a economia interna.
 
  • Flávio Bolsonaro (PL)
A plataforma orienta-se por uma linha liberal-conservadora voltada aos interesses comerciais bilaterais e à atração de investimentos privados. O programa critica o alinhamento político com regimes autoritários e defende a reaproximação prioritária com parceiros como Estados Unidos, Argentina e Israel. Na esfera econômica global, a principal meta é retomar o cronograma de adesão do Brasil à OCDE, além de incentivar a internacionalização de pequenas empresas por meio da Apex e do BNDES. Embora o comitê oficial enfatize uma diplomacia guiada pelo pragmatismo comercial, o plano evita menções de fortalecimento ao BRICS e sugere "se libertar de amarras" regulatórias em acordos regionais tradicionais.
 
  • Ronaldo Caiado (PSD)
O programa propõe uma diplomacia de resultados voltada à ampliação de mercados para o agronegócio e para a indústria nacional, priorizando parcerias pragmáticas na Ásia, África e região do Indo-Pacífico. Caiado defende que novos acordos comerciais internacionais tragam cláusulas mandatórias de transferência de tecnologia para o Brasil. Na área de segurança de fronteiras, propõe um Pacto Interamericano contra o crime organizado com cooperação de inteligência em nível militar. O plano também apoia o avanço do acordo comercial Mercosul-União Europeia desde que as assimetrias agrícolas sejam corrigidas.
 
  • Romeu Zema (Novo)
A candidatura baseia suas propostas na eficiência de mercado e na abertura econômica. Defende uma mudança profunda ou ruptura na participação do Brasil no BRICS, priorizando acordos bilaterais de livre comércio com democracias ocidentais sólidas. O plano propõe acelerar a consolidação do tratado entre Mercosul e União Europeia e foca em vender o Brasil internacionalmente como um porto seguro ambiental, usando o excedente de energia limpa para atrair investimentos globais em indústrias de alta tecnologia, IA e data centers.
 
  • Renan Santos (Missão)
Apresenta uma das plataformas mais singulares na área estratégica. No campo geopolítico, sugere parcerias focadas em economias emergentes asiáticas fora do eixo tradicional da China, como o Vietnã e as Filipinas, além de propor maior integração com países de língua portuguesa. No setor de defesa, o plano defende que o Brasil alcance a autonomia completa do ciclo do combustível nuclear e avance em seu programa de desenvolvimento nuclear para fins civis e militares, utilizando-o como um ativo de dissuasão geopolítica.
 
  • Augusto Cury (Avante)
A plataforma aborda a inserção internacional do Brasil sob a ótica do valor agregado e da transição ecológica. Propõe reduzir drasticamente a exportação de minerais estratégicos (como terras raras) em estado bruto, forçando a industrialização interna antes do comércio global. O plano sugere projetar o país como a principal referência mundial em hidrogênio verde e defende a captação de recursos no exterior para estruturar um fundo internacional focado na agricultura familiar sustentável.
 
                                                                                                                                                                                             
Para acessar os dados das candidaturas dos candidatos á Presidência do Brasil, clique no link:
https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/candidato/BR/BR/20322002026
                                                                                                                                                                                             
CASO HAJA INFORMAÇÃO ERRADA, FAVOR INFORMAR!
RAPHAEL PAIVA

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | SOBERANIA NACIONAL (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
SOBERANIA NACIONAL (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)


  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha apoia uma visão de soberania baseada na autonomia estratégica, no multilateralismo e na redução da dependência externa. O plano defende que o Brasil deve atuar como um líder das demandas do Sul Global, fortalecendo blocos como o BRICS e o Mercosul. Na área econômica e tecnológica, propõe a soberania de dados e independência digital, defendendo o desenvolvimento de infraestruturas nacionais contra o controle monopolista de grandes corporações estrangeiras de tecnologia. Além disso, o programa prioriza a soberania energética a partir do controle estatal de recursos estratégicos e minerais críticos, além da consolidação do complexo industrial da defesa nacional (Marinha, Exército e Aeronáutica).
 
  • Flávio Bolsonaro (PL)
A plataforma associa a soberania nacional à proteção rigorosa das fronteiras e à independência de mercado. O programa defende uma diplomacia guiada pelo pragmatismo comercial bilateral e pela reaproximação com potências ocidentais. Em contrapartida, rechaça alinhamentos com blocos de governança global que possam impor restrições ou interferências sobre as leis e a produção econômica interna (como exigências ambientais internacionais severas que afetem o agronegócio). A prioridade máxima da soberania está no fortalecimento do controle territorial militar e na repressão ao crime organizado transnacional nas fronteiras amazônicas.
 
  • Renan Santos (Missão)
A candidatura apresenta uma das propostas mais incisivas e nacionalistas no campo da segurança estratégica. O plano de governo propõe que o Brasil alcance a autonomia completa do ciclo do combustível nuclear, defendendo o avanço do programa nuclear do país para fins civis e o desenvolvimento tecnológico estratégico que sirva como um ativo de dissuasão geopolítica global. O programa foca no fortalecimento industrial de defesa e no desenvolvimento de tecnologias militares nativas para que o país não dependa de fornecedores ou decisões estrangeiras em situações de crise internacional.
 
  • Ronaldo Caiado (PSD)
O programa foca na soberania alimentar e no poder econômico do agronegócio como pilares da projeção internacional do Brasil. Caiado defende que novos acordos comerciais de grande porte tragam cláusulas mandatórias de transferência de tecnologia para a indústria brasileira, reduzindo a vulnerabilidade do país em insumos básicos (como a alta dependência atual de fertilizantes estrangeiros). Na área de segurança, propõe uma atuação integrada e soberana das Forças Armadas com polícias estaduais no combate ao crime nas divisas terrestres.
 
  • Romeu Zema (Novo)
A candidatura aborda o tema sob a ótica da abertura econômica e segurança jurídica. O plano defende que a verdadeira soberania de uma nação advém da sua solidez fiscal, liberdade de mercado e capacidade de atrair investimentos globais estruturados. Zema propõe a revisão da participação brasileira no BRICS e foca na inserção do Brasil nas cadeias globais de valor das democracias ocidentais, utilizando o excedente de matriz energética limpa nacional como um trunfo econômico para sediar indústrias globais de alta tecnologia e supercomputadores.
 
  • Candidaturas de Esquerda Radical (PCB e UP)
Os planos de governo de candidaturas como Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) abordam a soberania pelo viés do anti-imperialismo e da ruptura com o capital financeiro internacional. Suas principais propostas incluem a auditoria e a moratória da dívida pública externa, a nacionalização e estatização de todos os bancos e grandes indústrias sob controle estrangeiro, e a revogação de concessões e contratos que transfiram recursos minerais, petrolíferos ou de infraestrutura estratégica nacional para fundos privados internacionais.
 
                                                                                                                                                                                             
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ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | POLÍTICA MIGRATÓRIA (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
POLÍTICA MIGRATÓRIA (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

 
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha apoia uma abordagem com viés humanitário e de direitos integrados. A proposta central é consolidar uma "política migratória humanista e estratégica", que garanta o acolhimento digno a migrantes e refugiados, amplie o acesso a serviços públicos essenciais do Estado (como saúde e educação) e reforce o combate à xenofobia. O plano prevê a manutenção e o apoio federal contínuo a iniciativas de interiorização de populações vulneráveis, como a Operação Acolhida em Roraima. Paralelamente, no âmbito externo, defende a cooperação internacional para proteger a comunidade de mais de 4 milhões de brasileiros que residem no exterior.
 
  • Flávio Bolsonaro (PL)
A plataforma não detalha estruturas de recepção social e trata a imigração sob a ótica da defesa territorial e policiamento rígido. O plano de governo propõe o cercamento eletrônico total das divisas brasileiras por meio de monitoramento por satélites e Inteligência Artificial para reprimir a imigração ilegal e o avanço de organizações criminosas transnacionais. A estratégia também visa o combate severo ao contrabando humano. A linha programática é inspirada na preservação da soberania jurídica contra diretrizes globais que limitem a autonomia do país em gerenciar seus fluxos de entrada.
 
  • Ronaldo Caiado (PSD)
A candidatura baseia-se na coordenação de inteligência militarizada. O programa propõe criar um Pacto Interamericano de Segurança de Fronteiras para mapear e rastrear a entrada irregular de estrangeiros com antecedentes criminais, vinculando diretamente o controle de trânsito ao enfrentamento a facções internacionais e milícias. No que tange aos aspectos econômicos, defende que a regularização migratória passe por uma rigorosa checagem de antecedentes e identificação biométrica na faixa de fronteira para garantir a ordem pública interna.
 
  • Renan Santos (Missão)
O plano é voltado ao enrijecimento regulatório de soberania jurídica. A candidatura propõe a revisão de normas de vistos e de permanência, defendendo restrições automáticas de entrada para cidadãos vindos de países com altos índices de criminalidade ou governados por regimes autoritários. Em contrapartida, sugere um alinhamento prioritário e flexibilização de acordos de mobilidade e atração de mão de obra qualificada de nações parceiras ligadas à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e democracias ocidentais.
 
  • Candidaturas de Esquerda Radical (PCB, PSTU e UP)
Os planos de governo de candidaturas como Samara Martins (UP) e Hertz Dias (PSTU) defendem a total garantia do direito à migração e o livre trânsito de povos. As propostas preveem a revogação de taxas consulares para regularização, a garantia de moradia pública temporária a refugiados em centros urbanos e a concessão imediata de direito ao voto a imigrantes residentes para eleições municipais. Adicionalmente, combatem o caráter militarizado das fiscalizações de fronteira.
 
                                                                                                                                                                                             
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ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | UNIVERSIDADES (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
UNIVERSIDADES (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)


  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha foca no fortalecimento do papel social do ensino superior e na defesa da autonomia financeira e administrativa das universidades públicas. O programa de governo propõe dar continuidade à expansão e interiorização das universidades federais e institutos federais, além de ampliar as verbas destinadas à ciência, tecnologia e inovação. Na área da assistência e permanência estudantil, defende o aprimoramento das cotas raciais e sociais e o reforço de programas de acesso como o Prouni e o Fies.
 
  • Flávio Bolsonaro (PL)
A plataforma apresenta uma proposta estrutural para remodelar o sistema federal de ensino superior. O plano de governo propõe remover as universidades federais do Ministério da Educação (MEC) e transferi-las para o Ministério da Ciência e Tecnologia. A estratégia visa criar mecanismos legais para que as instituições públicas ampliem agressivamente a captação de recursos privados, condicionando e integrando o financiamento de pesquisas científicas ao interesse e patrocínio de grandes empresas e setores industriais privados.
 
  • Romeu Zema (Novo)
A candidatura também defende retirar a gestão das universidades federais da alçada direta do MEC, sob o argumento de que a pasta federal deve canalizar seus recursos e prioridades estritamente para a educação básica e a alfabetização infantil. Para o ensino superior, Zema propõe adotar um modelo gerencial de eficiência produtiva de mercado, sugerindo vincular e incentivar o repasse de verbas federais a universidades e institutos de acordo com a taxa de empregabilidade dos seus alunos formados.
 
  • Renan Santos (Missão)
A plataforma apresenta uma postura contrária ao modelo atual de inclusão social nas redes federais de ensino. No capítulo voltado à educação superior e à modernização do Estado, o plano de governo defende explicitamente o fim do sistema de cotas e das ações afirmativas nas universidades federais. A proposta sugere substituir os critérios raciais ou sociais vigentes por um modelo focado exclusivamente no mérito acadêmico individual do estudante em exames e avaliações nacionais padronizadas.
 
  • Candidaturas de Esquerda Radical (UP e PCB)
Os planos de governo de candidaturas como as de Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) exigem transformações de forte intervenção estatal. Suas principais propostas para o setor incluem o fim do vestibular tradicional, defendendo o livre ingresso e o acesso universal nas universidades e instituições técnicas federais. Também exigem a proibição absoluta de repasses de verbas públicas para o ensino privado, a anistia integral das dívidas estudantis acumuladas no Fies e a federalização de universidades privadas endividadas para convertê-las em patrimônio 100% público.
 
                                                                                                                                                                                             
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ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | RACISMO (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
RACISMO (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)


  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A plataforma do atual presidente integra o combate ao racismo diretamente à sua estratégia macroeconômica de desenvolvimento inclusivo. O plano de governo propõe avançar na regulamentação do Estatuto da Igualdade Racial, transformando a equidade em uma política de Estado perene. O programa garante a continuidade e o aprimoramento das cotas raciais nas universidades federais e nos concursos públicos, além de prever mecanismos para impulsionar a presença de pessoas negras em cargos de alta liderança na administração pública federal. No plano territorial, defende a aceleração da titulação de terras quilombolas e a consolidação da Política Nacional de Equidade e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ).
 
  • Ronaldo Caiado (PSD)
A candidatura apresenta uma abordagem que combina métricas de eficiência administrativa com segurança pública. O programa propõe criar o chamado "Tema 22", focado no estabelecimento de metas de equidade mensuráveis e auditáveis nas áreas de saúde, educação e empregabilidade para a população negra. Como proposta inovadora, Caiado sugere a implementação de auditorias permanentes nos sistemas de segurança dos estados para eliminar o racismo algorítmico e corrigir vieses de cor no uso de tecnologias de Inteligência Artificial e ferramentas de reconhecimento facial pelas polícias.
 
  • Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU)
Os planos de governo da esquerda socialista — representados pelos três únicos candidatos autodeclarados negros da disputa — reservam capítulos exclusivos de enfrentamento ao racismo estrutural. Eles propõem uma reforma profunda na segurança pública para interromper a lógica militarizada nas periferias, que classificam como geradora do genocídio da juventude negra. Suas pautas incluem a revogação de leis que limitem discussões de gênero e raça nas escolas, a desapropriação e titulação imediata de terras quilombolas sem indenização ao agronegócio e a instituição de cotas trans-raciais amplas em todas as esferas institucionais.
 
  • Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo)
As diretrizes desses candidatos não apresentam seções ou propostas específicas destinadas ao combate ao racismo ou à desigualdade racial em seus programas oficiais. Seus planos de governo citam populações indígenas e quilombolas estritamente sob o viés do desenvolvimento econômico regional, defendendo que essas comunidades alcancem autonomia financeira por meio da mineração sustentável, do agronegócio e da bioeconomia. As campanhas baseiam-se no princípio da igualdade jurídica universal, argumentando que o fortalecimento da segurança pública e do policiamento ostensivo beneficia toda a população de forma igualitária.
 
  • Renan Santos (Missão)
Representando uma linha liberal antiestatista, a campanha adota a postura mais contundente de oposição às políticas vigentes de reparação histórica. No capítulo de modernização e educação, o plano defende explicitamente abolir o sistema de cotas na educação brasileira e nos âmbitos gerais do Estado. A proposta substitui qualquer indicador ou critério de raça e classe por concessões de bolsas de estudos baseadas estritamente no mérito acadêmico dos estudantes e no desempenho individual em exames nacionais unificados.
 
                                                                                                                                                                                             
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ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | MEIO AMBIENTE (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
MEIO AMBIENTE (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)


  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha apresenta a agenda climática mais estruturada, sendo a única a estabelecer metas específicas de redução de emissões de gases de efeito estufa (entre 59% e 67%) e o compromisso de atingir o desmatamento líquido zero em todos os biomas. O plano propõe o uso de Inteligência Artificial para fiscalização ambiental, a estruturação de fundos permanentes de financiamento climático e a destinação de terras públicas para unidades de conservação e territórios indígenas. Também foca na criação de protocolos nacionais de proteção à população afetada por eventos climáticos extremos e na regulamentação do mercado de carbono.
 
  • Flávio Bolsonaro (PL)
A plataforma trata o meio ambiente de forma integrada ao agronegócio, à infraestrutura e à tecnologia. Propõe zerar apenas o desmatamento ilegal até 2029, utilizando satélites e IA contra a grilagem, diferenciando o criminoso do produtor rural que cumpre a lei. Na área regulatória, defende que as licenças ambientais tenham prazo rígido, sendo concedidas de forma automática se o órgão ambiental atrasar a decisão. O plano foca na expansão do mercado de carbono e no pagamento por serviços ambientais, mas não cita o Acordo de Paris e defende a exploração de combustíveis fósseis e a liberação do fraturamento hidráulico (fracking).
 
  • Ronaldo Caiado (PSD)
O programa foca em medidas de adaptação e na recuperação de áreas degradadas, mas mantém o petróleo e o agronegócio como pilares essenciais. Defende a combinação de preservação com segurança jurídica, focando exclusivamente no combate ao desmatamento ilegal (respeitando as conversões permitidas pelo Código Florestal). Assim como a direita, defende a métrica da rapidez e da desburocracia no licenciamento ambiental para não travar obras e propõe a operacionalização do mercado regulado de carbono.
 
  • Romeu Zema (Novo)
A candidatura subordina a gestão ambiental à atração de investimentos em infraestrutura e energia limpa. Propõe a criação de "vias rápidas" e ritos simplificados no licenciamento ambiental para destravar grandes empreendimentos privados de matriz elétrica renovável e biocombustíveis. O plano omite metas de demarcação de terras ou alinhamento direto aos tratados climáticos globais, focando na eficiência gerencial de mercado.
 
  • Renan Santos (Missão)
O plano econômico e estrutural adota uma linha voltada ao desenvolvimento industrial de base e segurança jurídica. A principal medida na área de recursos naturais é a criação de um marco regulatório para a exploração mineral controlada em terras indígenas, visando extrair reservas de fosfato e potássio para reduzir a dependência externa de fertilizantes do agronegócio. O plano prioriza a agilidade no licenciamento e o monitoramento automatizado por satélite contra invasões de terras irregulares.
 
  • Augusto Cury (Avante)
O programa propõe a regulamentação do mercado de carbono e atrela o meio ambiente à modernização tecnológica e ao agronegócio sustentável. Defende a criação de uma Licença Ambiental Especial para projetos estratégicos (como usinas hidrelétricas), estipulando uma avaliação expressa de até 15 dias. Também propõe a exploração planejada do hidrogênio verde na bacia amazônica e a retomada das obras da usina nuclear de Angra 3.
 
                                                                                                                                                                                             
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ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | LGBTFOBIA (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
LGBTFOBIA (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)


  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O programa de governo foca na continuidade e ampliação das estruturas federais de direitos humanos. A proposta prevê o fortalecimento de políticas públicas federais para ampliar o acesso a direitos e combater a homofobia, a transfobia e outras formas de preconceito. A plataforma propõe a consolidação institucional de órgãos de proteção e a articulação nacional com os estados para fomentar canais de denúncia, monitoramento da violência motivada por preconceito e o desenvolvimento de campanhas educativas voltadas ao respeito à diversidade.
 
  • Samara Martins (UP)
A candidata dedica um capítulo exclusivo de seu plano de governo intitulado "Combate à LGBTfobia". As propostas incluem a criação de uma rede nacional de casas e centros de acolhimento voltada a jovens LGBTQIA+ que foram expulsos de suas residências por rejeição familiar. Samara Martins defende um rigor severo na punição de crimes homofóbicos, a implementação de ações pedagógicas contínuas nas redes de ensino para mitigar a violência de gênero nas escolas, além do desenvolvimento de programas de saúde pública focados nas demandas de pessoas trans.
 
  • Hertz Dias (PSTU)
Apresenta uma plataforma focada em ações afirmativas de inclusão social e proteção física. O plano defende a implementação de cotas específicas para pessoas trans nas universidades federais e em concursos públicos, a flexibilização total e sem taxas para o registro do nome social e a instalação de banheiros multigênero em repartições públicas. Para combater a violência física, sugere a expansão de abrigos estatais de proteção e assistência jurídica a vítimas de preconceito.
 
  • Edmilson Costa (PCB)
Propõe a abordagem da LGBTfobia a partir do combate às opressões estruturais. Suas diretrizes pautam o enfrentamento institucional e criminal à discriminação, a garantia de atendimento médico humanizado e especializado no SUS e a revogação de projetos ou legislações que limitem o debate de gênero e diversidade nas escolas, vinculando a pauta à igualdade socioeconômica plena.
 
  • Candidaturas sem Menções Específicas no Plano de Governo
Os programas de governo de candidatos como Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) não trazem menções ou propostas específicas para a população LGBTQIA+ ou combate direto à LGBTfobia. Essas campanhas fundamentam suas plataformas de segurança e cidadania sob a ótica de que as leis penais devem proteger todos os cidadãos de forma universal, focando no endurecimento contra o crime organizado, na eficiência policial global e na redução geral dos índices de homicídios e roubos comuns no país.
 
                                                                                                                                                                                             
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ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | CORREIOS (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
CORREIOS (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)


  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O atual presidente posiciona-se de forma totalmente contrária à privatização dos Correios. Durante as sabatinas oficiais, Lula descartou vender a estatal e defendeu sua importância estratégica por estar presente em 100% dos municípios. Ele reconheceu que a empresa enfrenta uma crise e que "ficou na mesmice" diante do avanço das empresas de entrega privada. Para reverter o rombo financeiro, o candidato propõe um plano de reestruturação focado em parcerias comerciais (com empresas nacionais ou estrangeiras) e otimização de gastos, rejeitando a transferência do patrimônio público para o setor privado.
 
  • Romeu Zema (Novo)
O candidato lidera a vertente que defende a privatização integral dos Correios como prioridade inicial de gestão. Zema argumenta que a administração de uma empresa postal consome um tempo precioso do governo que deveria ser canalizado para áreas essenciais, como saúde e segurança. Ele sugere um modelo de concessão clara e rígida, estipulando inclusive multas de grande porte (como R$ 1 milhão por descumprimento) para garantir contratualmente que as entregas e o atendimento nas pequenas cidades do interior e regiões afastadas não sejam prejudicados após a venda.
 
  • Flávio Bolsonaro (PL)
O candidato adota uma linha contundente pela desestatização imediata da empresa. Flávio Bolsonaro classificou a ineficiência e a falta de capacidade de investimento dos Correios como uma "unanimidade", propondo que a venda da companhia seja o ponto de partida e a vitrine de um amplo Programa Nacional de Desestatização. Segundo o plano, a privatização abriria espaço para o investimento privado em alta tecnologia logística e estancaria os prejuízos financeiros sucessivos da máquina pública.
 
  • Ronaldo Caiado (PSD)
Seguindo a vertente de choque fiscal e austeridade, Caiado confirmou publicamente em sabatinas que os Correios estão em sua lista prioritária de privatizações. O candidato defende a venda integral da estatal de serviços postais como uma medida necessária para o corte de despesas, o controle do rombo orçamentário federal e a modernização do ecossistema de logística do país.
 
  • Renan Santos (Missão)
A plataforma do candidato propõe a privatização dos Correios, mas com ressalvas geográficas regulatórias. Sob a premissa de que o governo deve focar apenas em setores estritamente estratégicos e repassar atividades comerciais ao mercado, o plano defende a venda da empresa, porém sugere que o Estado mantenha subsídios temporários e específicos para rotas postais deficitárias em regiões muito isoladas e distantes, evitando o apagão logístico das comunidades mais carentes do país.
 
  • Esquerda Radical e Alternativas (UP, PCB e PSTU)
Candidaturas como as de Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) manifestam oposição absoluta a qualquer modelo de concessão ou privatização. Seus planos de governo propõem o fortalecimento dos Correios como empresa 100% pública e estatal, a revogação de projetos de terceirização interna e a blindagem orçamentária da empresa, sob o argumento de que o serviço postal é um direito social universal que não deve visar o lucro corporativo.
 
                                                                                                                                                                                             
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ELEIÇÕES 2026 | PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA | EDUCAÇÃO (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

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EDUCAÇÃO (COMPARATIVO DE PROPOSTAS)

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha foca na continuidade de projetos estruturais desenvolvidos em seu atual mandato. A proposta principal é a expansão das escolas em tempo integral em todo o território nacional e a manutenção do programa Pé-de-Meia (poupança para estudantes de baixa renda do Ensino Médio) e das regras do Fundeb. Defende ainda a recuperação e o fortalecimento pedagógico da educação básica integrando as esferas federal, estadual e municipal, além do incentivo à inclusão com o avanço de tecnologias assistivas e o ensino de Libras.
 
  • Flávio Bolsonaro (PL)
A plataforma prioriza a descentralização do atendimento e o combate ao que chama de doutrinação ideológica. Propõe instituir o sistema de vouchers educacionais, que permite que famílias sem vaga na rede pública matriculem seus filhos em creches ou escolas privadas custeadas pelo Estado. Também defende a adoção do método fônico de alfabetização, o fortalecimento de escolas cívico-militares, a introdução de disciplinas como robótica e inteligência artificial e a criação do Programa Acolher, no qual alunos de alto rendimento recebem remuneração para oferecer reforço aos colegas.
 
  • Ronaldo Caiado (PSD)
O programa de governo coloca a aprendizagem baseada em avaliações de desempenho como "prioridade nacional". A principal proposta financeira prevê o direcionamento de recursos extras para escolas com melhores notas em índices de avaliação. Caiado também propõe uma bolsa de permanência para reter estudantes em situação de alta vulnerabilidade social e reduzir a evasão, além de firmar parcerias e convênios com creches privadas nos municípios onde o poder público não atenda à demanda.
 
  • Romeu Zema (Novo)
O plano é voltado à eficiência administrativa e à empregabilidade. A campanha propõe vincular o repasse de verbas públicas diretamente às metas de gestão e desempenho das redes de ensino. Defende a expansão drástica do ensino técnico integrado ao Ensino Médio, a parceria com entidades privadas na educação infantil para zerar a fila de creches e o condicionamento da parcela final do benefício Pé-de-Meia a uma nota mínima no Enem. Além disso, defende a permissão legal para a prática do homeschooling (ensino domiciliar) sob regulação estatal.
 
  • Renan Santos (Missão)
A proposta defende o resgate da autoridade em sala de aula e a aplicação de metas rígidas de qualidade. O programa estipula a criação de um código de conduta nacional com sanções disciplinares específicas para estudantes indisciplinados. No âmbito do ensino superior, o candidato posiciona-se de forma contrária ao modelo atual de ações afirmativas, propondo o fim das cotas nas universidades federais. O currículo escolar básico seria reformulado para incorporar oratória, educação financeira e empreendedorismo.
 
  • Augusto Cury (Avante)
O plano diferencia-se por focar na reforma metodológica e curricular sob o aspecto psicopedagógico. A prioridade central é a implementação da "gestão das emoções" no currículo básico das escolas do século XXI. Defende que os colégios públicos devem focar na saúde emocional de crianças, adolescentes e professores, combatendo a ansiedade generalizada e estimulando o pensamento crítico e criativo sobre a mera memorização de conteúdos.
 
  • Vertentes Alternativas (Esquerda)
Candidaturas como as de Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) propõem a abolição de qualquer subsídio público a redes privadas. Os planos defendem um orçamento 100% focado no ensino público estatal, a revogação total da Reforma do Ensino Médio, o fim do modelo de escolas cívico-militares e a desvinculação de bônus salariais a professores atrelados a metas de exames padronizados. Já Rui Costa Pimenta (PCO) propõe a autonomia completa de gestão das escolas e universidades a comitês formados por estudantes, pais e professores.
 
                                                                                                                                                                                             
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