terça-feira, 9 de julho de 2013

Curso de Capacitação de Pais, Líderes e Responsáveis

Pós-Modernidade
"Visão de mundo na pós-modernidade exige educação compartilhada."

>>>Observações Iniciais
eg1.: Os discípulos não tinham uma visão correta do fim dos tempos.


"Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. E, pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis discernir a face do céu, e não conheceis os sinais dos tempos?"
[Mateus 16:2-3]


eg2.: foram tempos trabalhosos.


"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te."
[2 Timóteo 3:1-5]


>>>O que precisamos saber?
Como o mundo pensa, que valores têm e quais seus questionamentos e dificuldades, a fim de oferecermos respostas a cada uma das necessidades.

>>>Para que?
Para crises existenciais e para a falta de reverência e falta de sentido.

>>>Que mundo é este que estamos vivendo?
1. aceita-se o que antes era rejeitado, como o homossexualismo;
2. aceita-se valores contraditórios;
3. hostiliza-se o que era absoluto, como dar lugar no ônibus para idosos.

>>>O exemplo de Paulo
Temos que ter estratégias para falar com outras pessoas.


"Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns."
[1 Coríntios 9:22]


>>>Características da Pós-Modernidade
1.Egoísmo e Individualismo;
2.Subjetividade: deixa-se guiar pelas emoções;
3.Relativismo: tudo é válido, tanto valores morais como todas as crenças;
4.Pluralismo, Tolerância e Inclusivismo;
5.Pragmatismo.

[Pr. Wellington]

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eg1.: cuidado com os milésimos de segundo: é nele que a razão sai e o emocional entra;
eg2.: o problema nossa geração: muita pressão, muitas expectativas e muitas cobranças;
eg3.: maturidade não é estáticá;
eg4.: Maturidade emocional e espiritual: um puxa o outro; devem estar em equilíbrio;
eg5.: Nomofobia: é uma fobia ou sensação de angústia que surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar ou se vê incontactável estando em algum lugar sem seu aparelho de celular ou qualquer outro telemóvel. É um termo muito recente, que se origina do inglês: No-Mo, ou No-Mobile,que significa Sem telemóvel. Daí a expressão Nomofobia ou fobia de ficar sem um aparelho de comunicação móvel.

[Dra. Sônia - Psicóloga]

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Renan Calheiros anuncia que devolverá R$32 mil por uso de avião da FAB!

05/07/2013 14h16 - Atualizado em 05/07/2013 16h24

Renan anuncia que devolverá R$ 32 mil por uso de avião da FAB

Presidente do Senado divulgou nota sobre viagem para Porto Seguro.
Segundo jornal, ele usou aeronave para participar de festa de casamento.



O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta sexta-feira (5) que devolverá aos cofres públicos R$ 32 mil referentes à viagem que fez em 15 de junho em avião da Força Aérea Brasileira (FAB) entre Maceió, Porto Seguro e Brasília, "objeto de dúvidas levantadas pelo noticiário", segundo nota assinada pela Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado.
No texto da nota, Renan não se manifestou sobre o motivo da viagem nem se viajou com acompanhantes. De acordo com o jornal "Folha de S.Paulo", ele foi a Porto Seguro a fim de participar, em Trancoso (BA), da festa de casamento de uma filha do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), líder do governo no Senado. A assessoria de imprensa do Senado confirmou nesta sexta a informação do jornal.
Na quinta (4), ao ser indagado por jornalistas se pagaria pela viagem, o presidente do Senado respondeu: "Claro que não". Ele também disse que usou o avião porque, como presidente do Senado, exerce um cargo de representação. "Deixa eu explicar. O avião da FAB usado por mim é um avião de representação. E eu o utilizei como tenho utilizado sempre, na representação como presidente do Senado", declarou na ocasião.
O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) também usou um avião da FAB, para viagem de ida e volta com seis acompanhantes entre Natal e o Rio de Janeiro, entre os últimos dias 28 e 30 de junho. Nesse período, ele disse que teve encontro com o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB-RJ) e assistiu à final da Copa das Confederações, entre Brasil e Espanha, no Maracanã. Depois da divulgação da viagem, Alves anunciou a devolução de R$ 9,7 mil, como valor equivalente ao preço das passagens em voo comercial.
Na nota que divulgou nesta sexta, Renan Calheiros disse que fará uma consulta ao Conselho de Transparência do Senado, integrado por representantes da sociedade civil, para que o órgão se manifeste sobre o uso da aeronave por ocupantes de cargos de representação.
"O Senado Federal é o único a contar com um Conselho de Transparência com representantes da sociedade civil que não deixam dúvidas quanto aos propósitos da Casa de ser referência em controle social. Desta forma, o senador Renan Calheiros está formalizando consulta ao referido conselho para que se manifeste sobre o uso da aeronave para cargos de representação", diz o texto.
Decreto de 2002, que disciplina o uso das aeronaves da Aeronáutica, autoriza o vice-presidente, presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros de Estado e comandantes das Forças Armadas a usarem aviões "por motivo de segurança e emergência médica; em viagens a serviço; e deslocamentos para o local de residência permanente".
Economia
A nota do Senado também afirma que a atual direção do Senado economizou mais de R$ 300 milhões "com a eliminação de redundâncias, revisão e extinção de contratos, redução de 25% dos cargos comissionados e enxugamento das estruturas internas da Casa".

O texto diz ainda que o Senado "reitera seu compromisso" de esgotar a pauta de votações elaborada pelos líderes partidários com a finalidade de dar resposta às reivindicações surgidas nas manifestações de rua e que, para isso, os senadores estão convocados para sessões deliberativas às segundas e sextas, dias da semana em que normalmente não há votações.
Leia a íntegra da nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado.
NOTA À IMPRENSA

O Senado Federal, sensível à nova agenda e aos novos tempos, vem implementando cortes substanciais de seus custos, eliminando redundâncias e ampliando a transparência e o controle social.

Até aqui, para o biênio 2013/2014, foram economizados mais de R$ 300 milhões com a eliminação de redundâncias, revisão e extinção de contratos, redução de 25% dos cargos comissionados e enxugamento das estruturas internas da Casa.

Paralelamente, a nova direção do Senado Federal ampliou a transparência disponibilizando todas as informações relativas a gastos, contratos e despesas da Instituição. Só não estão disponíveis as informações protegidas pela própria lei.

O Senado Federal é o único a contar com um Conselho de Transparência com representantes da sociedade civil que não deixam dúvidas quanto aos propósitos da Casa de ser referência em controle social.

Desta forma, o senador Renan Calheiros está formalizando consulta ao referido conselho para que se manifeste sobre o uso da aeronave para cargos de representação.

Antecipadamente, o senador está recolhendo aos cofres públicos os valores – R$ 32 mil - relativos ao uso da aeronave em 15 de junho entre as cidades de Maceió, Porto Seguro e Brasília, objeto de dúvidas levantadas pelo noticiário.

O Senado Federal reitera seu compromisso de esgotar a pauta de votações elaborada consensualmente entre todos os líderes e que vão ao encontro das demandas da sociedade.
Foram votados, em menos de 10 dias, as novas destinações do FPE, endurecidas as punições para crimes de corrupção, ficha limpa para servidores públicos, a lei do simples para advocacia, royalties para educação e saúde, a responsabilização de empresas envolvidas em corrupção e o fim do voto secreto para julgamento de senadores e deputados.

Estamos realizando sessões de votação também às segundas e sextas-feiras de forma a conferir agilidade e objetividade aos anseios expostos pela sociedade.

Nos próximos dias, estaremos votando a lei do passe livre, a extinção foro privilegiado para deputados e senadores, a eliminação da aposentadoria como pena disciplinar de magistrados e promotores condenados por corrupção ou crime, a diminuição da exigência para apresentação de leis de iniciativa popular, recursos para saúde e educação, a carreira de médico que serão contratados e o combate à tortura.

São ações e práticas que a sociedade cobra e espera do Congresso Nacional. Elas não serão, no mérito ou na agilidade, embaçadas ou prejudicadas por quaisquer diversionismos políticos.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado

Encíclica a quatro mãos indica continuidade, dizem especialistas!

05/07/2013 16h37 - Atualizado em 05/07/2013 16h37

Encíclica a quatro mãos indica continuidade, dizem especialistas

Primeira encíclica do Papa Francisco foi divulgada nesta sexta-feira (5).
Documento foi iniciado ainda por Bento XVI, que participou de lançamento.


Nathália DuarteDo G1 São Paulo

Escrita pela primeira vez na história por dois Papas, a encíclica divulgada nesta sexta-feira (5) no Vaticano, intitulada "Lumen fidei" ("A luz da fé"), indica aspectos de continuidade e uma transição linear entre os pontificados de Bento XVI e Francisco. A opinião é compartilhada pelos especialistas Francisco Borba, Fernando Altemeyer Junior e Afonso Soares, ouvidos por telefone pelo G1.
O cardeal Jorge Mario Bergoglio foi escolhido Papa em 13 de março deste ano, depois da renúncia de Bento XVI. Ele se tornou o 266º Papa da Igreja, o primeiro latino-americano e também o primeiro jesuíta. Bergoglio, de 76 anos, escolheu se chamar Papa Francisco, sem o numeral.
Pouco mais de três meses depois de ser escolhido, o pontífice divulgou nesta sexta a sua primeira encíclica. O documento é dividido em quatro capítulos, uma introdução e uma conclusão, e é considerado um dos mais importantes do pontificado.
Para o sociólogo Francisco Borba, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), o fato de a encíclica ter sido atribuída também ao Papa Bento XVI simboliza uma transição linear entre os pontífices. “A primeira coisa que chama a atenção é a grande preocupação do Papa Francisco em salientar que a encíclica foi escrita a quatro mãos, apesar de ser ele aquele quem assina oficialmente o documento. Isso é no mínimo surpreendente porque é difícil encontrar um sucessor que se sinta totalmente identificado com o seu antecessor”, disse.
O tema escolhido, ao tratar da fé, também demonstra a forte influência das escolhas de Bento XVI no texto do documento. “Como já se esperava, a encíclica fala sobre a fé, portanto completa o trio com o assunto que faltava entre os documentos escritos por Bento XVI”, diz o teólogo Fernando Altemeyer Junior, do Departamento de Ciências da Religião da PUC-SP. Durante seu pontificado, Bento XVI já havia escrito sobre esperança e caridade.
O documento divulgado nesta sexta diz pouco sobre o futuro da Igreja, segundo o teólogo. “A primeira encíclica é sempre uma plataforma do que o Papa vai fazer, mas esta não é a carta inaugural. Ainda teremos que aguardar um escrito de Francisco. O momento fundamental será o anúncio do novo secretário de Estado, em substituição ao cardeal Tarcísio Bertone. Isso vai definir os novos rumos, assim como o que o Papa vai fazer e dizer em sua visita ao Brasil.”
Outro destaque citado desta vez por Francisco Borba, e que demonstra a presença ideológica de Bento XVI, é a escolha dos três cardeais escolhidos por Francisco para comentar, nesta sexta, o conteúdo da encíclica. O texto foi apresentado pelo Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos; Dom Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé; e por Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.
“A escolha é um sinal daquilo que está em curso dentro da igreja, um processo que eu chamaria de renovação conservadora. Pode parecer contraditório, mas a postura diz que eles querem uma mudança em que se conservem os valores fundamentais da Igreja”, avalia.
Dos três, segundo Borba, Müller e Ouellet são considerados religiosos sob forte influência do pensamento de Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, e com grande ligação histórica com a América Latina. “Essa encíclica coroa de certa forma o pontificado de Bento XVI. Se pensarmos em uma corrida de revezamento, Bento deixa o bastão para Francisco, porém é claríssimo que se trata do mesmo bastão. Diria, pessoalmente, que a transição agora é mais linear do que ocorreu com o Papa João Paulo II.”
O cientista da religião Afonso Soares, da PUC-SP, considera que haverá uma continuidade no que diz respeito ao dogma e às tradições da Igreja, porém Francisco deve renovar a postura do pontífice e a forma de falar sobre fé com os cristãos. “Ele lança a encíclica no mesmo dia em que reza para São Miguel, o arcanjo que enfrenta o capeta. Nos casos de combate à corrupção, por exemplo, acho que não haverá continuidade nenhuma. Ele quer algo novo, mostra isso em sua postura e seu estilo, mas ele tem uma estrutura velha”, afirma.
Bento XVI e Francisco apareceram juntos durante a inauguração de uma estátua a São Miguel, na praça em frente à sede do Governo do Vaticano.
Família e fé
O sociólogo Borba considera que dois elementos fundamentais da fé católica estão presentes nesta encíclica e já apareciam na primeira encíclica de Bento XVI: a crença de que relação pessoal com Cristo é a base da vida da Igreja, e que a fé ganha o seu sentido pleno dentro do amor.

“O que passava despercebido, torna-se agora evidente. Bento XVI nunca conseguiu se livrar do peso de ter sido Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Ele sempre foi acusado de ser uma espécie de grande inquisidor, mesmo que não tivesse sido, e com isso grande parte da sua mensagem se perdeu. Já Francisco chega como cardeal latino-americano comprometido com o pobre e as pessoas estão mais abertas a sua mensagem.”
A principal referência feita na encíclica, segundo destaca Borba, diz respeito ao amor que dura por toda a vida. “O documento diz que para você aceitar feliz as implicações de amar uma pessoa para sempre, você tem que ter passado pela experiência ser amado para sempre. Não é um sacrifício que se faz pelo outro, mas é resultado de algo que você já recebeu antes”.
A encíclica cita ainda a família como espaço onde a fé é transmitida entre as gerações. “Não é uma discussão sobre o casamento gerar ou não filhos. Fala-se apenas de onde é que a criança adquire a fé. Não existe a mais remota referência ou preocupação, por exemplo, com a questão homossexual”, disse.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Projeto "Cura Gay" é Arquivado!

02/07/2013 19h49 - Atualizado em 02/07/2013 20h15

Câmara decide arquivar projeto que autoriza 'cura gay'


Pedido de retirada do proposta foi protocolado pelo próprio autor do texto.
Para João Campos, projeto foi usado para 'desviar foco' de manifestações.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) por votação simbólica requerimento do deputado João Campos (PSDB-GO), autor do projeto que autoriza a “cura gay”, para que o texto fosse retirado de tramitação. A proposta permitia o tratamento por psicólogos de pacientes que quisessem "reverter" a homossexualidade.
Com a retirada de pauta, um projeto com o mesmo teor só poderá voltar a ser apresentado em 2014. Se o projeto tivesse sido votado e rejeitado pela maioria dos deputados, um texto semelhante só poderia ser protocolado na próxima legislatura, a partir de 2015. No último dia 18, o projeto tinha sido aprovado na Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
A decisão de pedir o arquivamento do texto foi tomada por João Campos depois que o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-AL), anunciou a intenção de colocá-lo em votação nesta terça. O objetivo de colocar em pauta era derrubar a proposta e, assim, atender a uma das reivindicações das manifestações de rua que se espalharam pelo país.

Ao G1, João Campos explicou que pediu o arquivamento para que o projeto não fosse usado para “desviar o foco” dos protestos.

“Estão usando esse projeto para desviar o foco. O que os manifestantes querem é saúde, educação, o fim da corrupção. Estão querendo derrubar a proposta para desviar do assunto. Eu não vou deixar isso acontecer”, disse.
João Campos afirmou que o próprio PSDB, partido ao qual é filiado, anunciou publicamente ser contrário ao texto, o que inviabilizaria a aprovação da proposta.
“Saiu uma nota do partido contra o projeto. Quando o partido se manifesta contra o projeto, ele o inviabiliza. Agora, eu não mudei uma vírgula da minha convicção em relação ao texto. A resolução do Conselho de Psicologia que o projeto pretendia derrubar subtrai a liberdade do maior de 18 anos que procura auxílio de um psicólogo”, afirmou.
Voto contra
A maioria dos partidos, com exceção do PSOL encaminhou o voto das bancadas pelo arquivamento do projeto.

“Nós sabemos que não é verdade que um homosexual não possa ser livre neste país, que a sociedade não compactua com práticas atrasadas como a proposta pelo deputado João Campos”, disse a líder do PCdoB, Manuela D’Ávila (RS).
O  PSOL, representado pelo deputado Jean Wyllys (RJ), pediu que o requerimento fosse rejeitado, para que a Câmara pudesse derrubar a proposta por rejeição do mérito. 
Ele argumentou que se o texto fosse rejeitado, uma proposta com novo teor só poderia ser novamente apresentada em 2015, enquanto o arquivamento só adiaria até 2014 a possibilidade de uma nova versão ser apresentada.
“É um projeto inconstitucional. A maioria dos deputados está dando um ‘sim’ [ao arquivamento] a contragosto porque votaria pela derrubada do projeto. Esta Casa está cedendo a uma pressão popular, nada mais justo”, disse.
A proposta
De autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), o projeto de decreto legislativo pedia a extinção de dois trechos de uma resolução de 1999 do Conselho Federal de Psicologia. O primeiro diz que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

O segundo dispositivo que o projeto pretendia eliminar diz que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
Ao justificar o projeto, o autor do texto afirmou que o conselho de psicologia, ao restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional, “extrapolou o seu poder regulamentar e usurpou a competência do Legislativo”.
Nathalia Passarinho e Fabiano Costa
Do G1, em Brasília

Por que Brad Pitt não veio ao Brasil?

É provável que a notícia tenha passado despercebida, diante dos frementes acontecimentos dos últimos dias. Talvez os fãs de cinema tenham notado, ao menos aqueles que não se contagiaram pelo belo sentimento de união que vimos eclodir nas ruas de todo o Brasil – mas isto é apenas uma possibilidade. Mas o fato é que Brad Pitt cancelou sua vinda ao Rio de Janeiro no último fim de semana. Soube disso em primeira mão, uma vez que estava me preparando para entrevistá-lo, até que na sexta-feira de manhã veio o e-mail confirmando que o astro não viria mais ao país promover seu novo filme, “Guerra mundial Z” – mais um retrato apocalíptico do fim do mundo (será que todo fim do mundo não é apocalíptico, ou eu divago?), desta vez encarnada por um exército de zumbis (mais sobre o filme, em breve).

O motivo do cancelamento? Você já pode imaginar. A distribuidora diplomaticamente julgou que o momento no país não seria adequado para tal visita, mas não é difícil imaginar que parte da decisão foi tomada por que a segurança do astro estaria comprometida, uma vez que as manifestações legítimas (e algumas poucas ilegítimas – falo, claro, das ações de vândalos) do povo brasileiro não dão sinais de cansaço. (Para quem chega aqui desavisado, lembro que este é um espaço de cultura pop: os eventos recentes, devidamente dentro deste contexto, foram comentados aqui na semana passada, e podem mesmo voltar a ser assunto se cruzar novamente o universo de nossa pauta – hoje, porém, seguimos falando do pop, seja bem-vindo ou bem-vinda; mas se você precisar de uma boa dose de política e belas letras, recomendo o excelente e emocionante texto que li ontem de um dos melhores jovens escritores da nossa nova literatura, Julián Fuks, publicado na “Ilustríssima”).

A agenda de Pitt no Brasil era até modesta: alguns encontros com jornalistas no Morro da Urca, no sábado; um dia de folga aproveitando alguma paisagem luxuriante não muito longe do Rio; e uma presença na pré-estreia de “Guerra mundial Z” hoje, na capital carioca – talvez o compromisso mais provável de se tornar alvo de protestos (não pelo evento em si, mas pela visibilidade internacional que ele geraria). Mas o risco da passagem do astro causar um grande tumulto – não exatamente da maneira que a distribuidora do filme gostaria, com fãs delirantes de Pitt o idolatrando freneticamente ao longo de um provável tapete vermelho – fez com que todos desistissem da empreitada. Não cabe aqui julgar essa decisão – sobre a qual o próprio ator (que, ironicamente interpreta, nesse filme, um ex-funcionário da ONU, do alto escalão, especialista em conflitos políticos em países que atravessam turbulências) certamente também deu seu parecer. O filme provavelmente fará algum sucesso – arrecadou quase 70 milhões de dólares neste seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos – e tem méritos suficientes para agradar até este que voz escreve, com sua ferrenha antipatia por qualquer história que envolva zumbis. Mas o que queria comentar aqui hoje é um certo bastidor dessa entrevista, que provocou em mim um desconforto maior do que aqueles “zekes” – o apelido carinhoso que o filme dá aos mortos-vivos.

Praticamente junto com o convite para assistir a “Guerra mundial Z”, recebi também um rico material, com informações sobre a produção, a carreira recente de Brad Pitt, e detalhes da história em geral. Até aí, tudo bem. Mas o que me chamou realmente a atenção foi um anexo que listava as perguntas sugeridas ao astro – todas, como você pode imaginar, bem comportadas. Não que eu tivesse perguntas mal comportadas em mente, mas fiquei ligeiramente perplexo com a transparência de todo a proposta. Não quero nem sugerir que a distribuidora – ou mesmo os agentes do ator – estivessem dando dicas para um repórter (no caso, um com uma certa experiência em falar com personalidades do “show business”). Isso deve ser procedimento protocolar: uma lista de perguntas que eles gostariam que fosse incluídas na pauta (a expressão até é de uso corrente em inglês: “question sheet”) – não me senti nem um pouco “diminuído” profissionalmente com isso. Mas o que me incomodou nisso foi o descaramento com o que o “bom-mocismo” das celebridades agora costuma vir à tona.

A reflexão ficou ainda mais interessante quando vi a entrevista recente de Kanye West ao jornalista e crítico Jon Caramanica, do “The New York Times”. Se você passar (ou mesmo se já passou) os olhos sobre ela, vai ver que a primeira impressão é a de que o cara enlouqueceu. Não que Kanye tenha sempre tido um comportamento exemplar – das megalomanias pessoais ao curioso relacionamento com Kim Kardashian (com quem ele acaba de ter uma filha batizada de, hum, North, ou “Norte” em português), ele nunca deixou de ser histriônico. Mas no “New York Times”, jornal com o qual ele se recusou a falar quando lançou o álbum “My beautiful dark twisted fantasy”, em 2010, ele dessa vez extrapolou.

Para te dar alguns exemplos de suas “aspas”, recorri a uma lista feita pela revista “New York”. Aqui vão eles, na minha tradução sempre apressada:
- “Eu sou sem dúvida, você sabe, o Steve (Jobs) da internet, da cidade, da moda, da cultura. Ponto. De longe. Eu honestamente sinto isso porque o Steve morreu”.
- “Eu tenho tanta credibilidade, sou tão influente e relevante, que vou mudar as coisas”.
- “Eu sou da linhagem de Gil Scott-Heron, dos grandes artistas agitadores. Mas também sou da linhagem de Miles Davis – você sabe, que gosta de coisas bonitas”.
- “Eu serei o líder de uma empresa que ainda vai valer bilhões de dólares, porque eu tenho as respostas. Eu entendo a cultura. Eu sou o núcleo”.

A gente tem que tirar o chapéu: o cara é uma metralhadora de provocações. E por conta disso, a imprensa americana tende a sempre ridicularizá-lo. Mas, como meu ídolo Sasha Frere-Jones perguntou há poucos dias na “The New Yorker”, “por que tanta gente adora se irritar tanto com Kanye West”? Numa lúcida resenha sobre seu novo disco  – com o modesto título de “Yeezus” –, Frere-Jones ousadamente lança-se numa defesa do músico: “Numa época em que empresas de relações públicas estão tentando anexar o jornalismo como mais uma ferramenta de promoção, dar uma entrevista esquisita atrás da outra é uma forma de rebelião, fracassando novamente a missão de projetar um profissionalismo insosso”.

Agora responda (e nem precisa ser um jornalista para acertar): entre entrevistar um artista que está programado para respostas totalmente previsíveis para perguntas que ele já aprovou de antemão ou um outro que pode disparar qualquer coisa num encontro que não foi roteirizado – quem você escolheria?

Por compromisso profissional, claro, eu certamente entrevistaria os dois – como já foi o caso nesses “acanhados” 25 anos de profissão. Mas eu não tenho nenhuma dúvida de qual seria a situação mais divertia – nem de qual renderia um material mais interessante. Talvez porque, desde os meus primórdios na MTV Brasil, eu tenha sido acostumado à irreverência das estrelas do rock, é exatamente isso que eu espero de ídolos que são criativos e geniais. Mas, nos últimos tempos, tenho notado uma sutil mudança de comportamento – e não só nas estrelas de Hollywood, mas mesmo nos nossos artistas mais queridos.

Qual foi a última vez que você viu um ídolo seu ser realmente irreverente? Dizer uma coisa inesperada? Lançar – ou mesmo esboçar – uma transgressão? Quando você vê uma dessas superestrelas numa entrevista, pode apostar que ele ou ela está dizendo a coisa mais previsível que você pode imaginar. É sempre alguma coisa para agradar os fãs, para reforçar a “boa imagem” do próprio artista, para passar uma mensagem positiva – enfim, para não dizer nada!

Poucos são os que chegam ao exagero de (nada sutilmente, como Brad Pitt) sugerir perguntas previamente combinadas. Mas não são raras recomendações – sempre lançadas casualmente pelas pessoas em torno do artista (jamais por ele mesmo, ou ela mesma) – de assuntos que ele ou ela não vai falar. Você, quase sempre, quer demais a entrevista – já que certamente aquela celebridade vai te trazer leitores, ouvintes, telespectadores, internautas… – e acaba encarando o esquema (na esperança perene de que a gente consiga fugir dessa armadilha, como às vezes é – se consegui uma espontaneidade de Madonna, tudo é possível!). Mas esse não é problema.

A questão é que os artistas não estão mais a fim de arriscar nada. Os megacantores e cantoras, os superastros das telas, as pessoas que vivem de imagem – tudo na carreira deles hoje em dia envolve tanto dinheiro, que um deslize pode por tudo a perder. Mesmo que isso signifique deixar um compromisso artístico de lado, o que importa mesmo nesses nossos tempos delirantes é agradar. Um “louco” como Kanye West é, infelizmente, uma espécie em extinção. Mesmo no nosso cenário, é só olhar para trás para ver que artistas que nos instigavam não só com sua arte, mas também com suas ideias já não estão mais conosco – pense em Cazuza, Renato, Cássia, e até mesmo Chorão. Ou ainda, tente lembrar de um artista recente que te impressionou numa entrevista – aliás, tente lembrar de algum que fez um pronunciamento relevante sobre os recentes protestos nas ruas pelo Brasil…

Bom, acho que já temos material suficiente para pensar por hoje. Escrevi tanto que acho que seria demais até pedir sua atenção para minha opinião sobre o novo filme de Brad Pitt – então vamos deixar isso para segunda-feira? Até porque, semana que vem pode ser até que eu consiga então fazer uma entrevista com ele – se não no Brasil, num outro canto mais sossegado do mundo. Isto é, se seus assessores não se incomodaram com o que eu disse aqui hoje.

Fonte: Zeca Camargo - G1.com.br

Anitta supera Sandy, Ivete, Leitte e Paula Fernandes juntas no YouTube!

26/06/2013 08h08 - Atualizado em 26/06/2013 18h53

Anitta supera Sandy, Ivete, Leitte e Paula Fernandes juntas no YouTube

'Show das poderosas' foi mais visto que soma dos clipes de 'veteranas'.
Funkeira deixa para trás hits do axé, sertanejo e pop; veja comparação.




Rodrigo Ortega
Do G1, em São Paulo

Dois meses após o lançamento do clipe de "Show das poderosas", Anitta supera de longe o número de visualizações de vídeos de cantoras brasileiras "veteranas" lançados mais ou menos na mesma época. Veja abaixo a comparação.
No primeiro semestre de 2013, não teve "hit do verão" de Ivete ou Claudia Leitte, "pop rural" de Paula Fernandes ou "pop maduro" de Sandy ou Ana Carolina que chegasse perto do funk de Anitta em popularidade no YouTube.
O vídeo de Anitta, com mais de 20 milhões de cliques, foi visto quatro vezes mais que a soma das outras cinco cantoras juntas.
O feito de Anitta foi alcançado antes mesmo de ter um disco completo, ao contrário de suas "concorrentes". Anitta tem lançado apenas um EP com cinco músicas, "Tá na mira", e prepara um CD cheio.
Outro lançamento pode colocar a funkeira ainda mais na dianteira no YouTube. O vídeo de "Não para", terceiro da cantora, sucessor do "Show das poderosas", foi gravado na terça-feira (25).

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Brasil X Espanha: Parabéns a todos e não só a Neymar!

É notório que NEYMAR joga muito bem. Mas, colocá-lo num pedestal e chamá-lo de REI, é desprezar todo o esforço e dedicação dos outros, que, aliás, jogam muito bem também.

E a grande defesa de Julio Cesar?
E aquela corrida sagaz que David Luiz deu, não deixando o gol da Espanha ser feito?
E os gols de Fred?
E como a bola chegaria a estes citados acima se não passasse pelos pés dos outros: Daniel Alves, Thiago Silva, Marcelo, Luiz Gustavo, Paulinho, Oscar e Hulk?

Então, parabéns a todos!

Menino é morto com tiro na cabeça por chorar durante assalto!

SP 29/06/2013 - Jornal O Povo.com.br

Menino é morto com um tiro na cabeça por chorar durante assalto

Brayan Yanarico, filho de pais bolivianos, chegou a implorar: "Eu não quero morrer, não matem a minha mãe". Dois suspeitos do crime já foram detidos.





Um menino de 5 anos foi morto com tiro na cabeça durante assalto a uma casa na madrugada desta sexta-feira, em São Mateus, na zona leste de São Paulo. Irritado com o choro da criança, que estava no colo da mãe, e porque ela dizia não ter mais dinheiro, o bandido atirou em Brayan Yanarico. O grupo de seis homens que invadiu a casa onde moram duas famílias de bolivianos já tinha roubado R$ 4.500, e, mesmo depois de a mãe exibir a carteira vazia, um deles resolveu atirar no filho único de um casal de costureiros que está há seis meses no Brasil. “Eu não quero morrer, não matem a minha mãe”, implorou a criança.
Dois suspeitos pela morte de Brayan foram detidos na tarde de ontem. Os homens, cujas identidades não haviam sido reveladas até esta sexta à noite, foram levados ao 49.º Distrito Policial (São Mateus). Houve tumulto na porta da delegacia, onde um grupo de bolivianos, com bandeiras e pedindo justiça, tentou agredir os suspeitos. O crime também provocou comoção entre os vizinhos, que fizeram protestos por mais segurança no bairro. A casa do menino foi invadida à 0h30 por seis homens armados com pistolas e facas. Os criminosos renderam o pai da criança, Edberto Yanarico Quiuchaca, de 28 anos, e o tio, Carlos Yanarico, na portão de casa, enquanto os dois entravam com um Pálio Weekend azul. Carlos Yanarico foi o primeiro a ser abordado, com uma arma na cabeça.
A mãe, Veronica Capcha Mamani, de 24 anos, abria o portão da garagem quando o marido e o cunhado foram rendidos. “Não gritem, vou matá-los”, disse um dos ladrões. Cinco dos assaltantes estavam encapuzados - o que levou a polícia a suspeitar que fossem moradores da região. Dois dos ladrões ficaram no térreo, enquanto os demais subiram para o primeiro andar, onde estava o restante das duas famílias - oito adultos e duas crianças.
Ao subir para o quarto do primeiro andar, Veronica percebeu que eles eram agressivos e entregou R$ 3.500. Mas os assaltantes queriam mais e o tio de Brayan desceu até o térreo, onde ficava o quarto dos pais da vítima, para buscar mais R$ 1 mil. Mesmo com a quantia, os criminosos exigiam mais e continuaram a manter as famílias como reféns. Brayan estava com mais uma criança no quarto numa cama de casal, quando os criminoso subiram. A criança pediu para que a mãe o escondesse. Desesperada, a mãe se ajoelhou e apanhou a criança no colo. “Eu me ajoelhei para que não me matassem”, disse Veronica, ainda com a roupa suja de sangue.
Um dos bandidos encapuzados ordenou que a criança parasse de chorar. “Cale a boca. Faça parar de chorar!”, gritou para a mãe. De acordo com ela, o menino respondeu: “Tá bom, não quero morrer, não quero morrer”. Os assaltantes não paravam de ameaçar o casal. “Eu vou matar essa criança, vou matar todos se não tiver mais dinheiro”, disse um deles. Foi então que a mãe falou que não tinha mais dinheiro e mostrou a carteira vazia. O criminoso, então, deu um tiro em Brayan e fugiu com os comparsas.

'Madonna - True Blue' completa 27 anos de lançamento!


Foi em 30/Junho de 1986 que Madonna lançava seu terceiro álbum da carreira e celebramos hoje seus 27 anos!

Com True Blue, Madonna provava seu amadurecimento ao mudar a estratégia ao deixar de lado músicas mais adolescentes, como em seus dois álbuns anteriores (Madonna e Like a Virgin), para  trazer canções mais pessoais com suas visões sobre amor, trabalho, sonhos e desapontamentos através de seu recente casamento com o ator Sean Penn, álbum que foi dedicado a ele.

Sua aparência também fazia parte desse desenvolvimento e a trouxe pela primeira vez com os cabelos curtos. A icônica imagem da capa e as fotos de divulgação foram feitas pelo amigo Herb Hitts.

“Com essa imagem, Madonna fez a explícita conexão com Andy Warhol, o nexo entre a pop art e o consumo. No final dos Anos 80, marcou-se o início de uma era aos artistas pop como uma grife e Madonna foi a primeira a explorar isso”, disse Lucy O’Brien na biografia sobre Madonna.

Além das letras e imagem, também chamava atenção no álbum voz mais forte e grave do que nos seus dois álbuns anteriores, firmando-se para os críticos cada vez mais como uma artista completa: cantora, compositora e performer.

“Madonna fez a transição do pop descartável a uma artista consumada, chegando ao nível dos ícones Michael Jackson e Prince”, dizia a Slant Magazine.

O sucesso comercial de True Blue pelo mundo foi arrebatador: chegou ao topo das paradas em 28 países, ficou em primeiro lugar na Billboard por 6 semanas consecutivas e foi o álbum mais vendidodaquele ano. Até hoje, é um de seus álbuns de maior vendagem com mais de 24 milhões de cópias, além de ser um dos álbuns de melhor vendagem na história da música.

True Blue trazia pela primeira vez a parceria com o produtor Patrick Leonard, mestre em fazer hits. O primeiro single foi a balada Live to Tell, lançada meses antes do álbum como trilha-sonora do filme At Close Range (Homens à Queima Roupa), descrita como “sua melhor balada já gravada até então” pelo Entertainment Weekly. Prestes a lançar o álbum, veio o arrematador single Papa Don’t Preach, que traz em sua letra a polêmica sobre o aborto.

“Papa Don’t Preach é a minha visão em enfrentar as autoridades do sexo masculino, não importa se é o Papa, a igreja ou meu pai e seus preceitos conservadores e patriarcais.” Madonna

O terceiro single foi a canção homônima True Blue, inspirada na gravadora Motown dos anos 60. Open Your Heart veio em seguida como grande sucesso nas pistas e foi o primeiro vídeo dirigido pelo amigo fotógrafo Jean-Baptiste Mondino. Para encerrar sua trajetória, foi lançado mais um arrebatador single,La Isla Bonita, que também alcançou o primeiro lugar nas paradas mundiais.

A turnê de divulgação do álbum veio no ano seguinte, após o lançamento da trilha-sonora Who’s That Girl.
Parabéns, Madonna! Comemore conosco a data e ouça o álbum nessa data!








Postado por Rafael Augustto | 30.06.13
Fonte: MadonnaOnLine.com.br

TOP 20 - Os que mais lucraram em 2012!

Foi oficialmente divulgada a lista anual da revista Forbes que elege os 100 artistas mais poderosos da música no último ano.


Madonna foi a artista que teve maior rendimento, 125 milhões de dólares, porém, para a Forbes não foi suficiente para ficar no primeiro lugar. Após dois anos como vice-campeã, a apresentadora e empresária de TV Oprah Winfrey fica na liderança com rendimentos de 77 milhões.]

Segundo eles, não basta apenas ganhar muito dinheiro e há uma médiaentre entre o faturamento, marketing e influência nas redes sociais.

Só relembrando, Madonna teve ano passado o recorde de audiência na história do Super Bowl, lançamento do MDNA (que ficou entre os 10 álbuns mais vendidos do ano), a turnê MDNA (que foi a com maior arrecadação no ano com mais de 300 milhões de dólares e está entre as 10 mais lucrativas da história da música), além de ganhos com sua grife Truth or Dare e rendimentos com seus álbuns e merchandising. Meio suspeito essa lista agora se basear em “rede social“, não?

Confira o Top 20:
1º) Oprah Winfrey: US$ 77 milhões
2º) Lady Gaga: US$ 80 milhões
3º) Steven Spielberg: US$ 100 milhões
4º) Beyoncé: US$ 53 milhões
5º) Madonna: US$ 125 milhões6º) Taylor Swift: US$ 55 milhões
7º) Bon Jovi: US$ 79 milhões
8º) Roger Federer: US$ 71 milhões
9º) Justin Bieber: US$ 58 milhões
10º) Ellen DeGeneres: US$ 56 milhões
11º) Hugh Jackman: US$ 55 milhões
12º) Jennifer Lopez: US$ 45 milhões
13º) Rihanna: US$ 43 milhões
14º) Coldplay: US$ 64 milhões
15º) Tiger Woods: US$ 78 milhões
16º) LeBron James: US$ 60 milhões
17º) Simon Cowell: US$ 95 milhões
18º) Katy Perry: US$ 39 milhões
19º) David Beckham: US$ 47 milhões
20º) Robert Downey Jr.: US$ 75 milhões


Postado por Rafael Augustto | 26.06.13 
Fonte: MadonnaOnLine.com.br

Frases sobre PERDÃO - Pastora Ludmila Ferber

"[...] muito pode em sua eficácia a súplica do justo."
[Tiago 05:16]


"Onde reina o amor, vive o perdão!"

"Perdoar não é a coisa mais fácil de se fazer, mas é o caminho para a paz e para a cura. Enquanto não se consegue perdoar, a imagem e a lembrança de quem nos ofendeu e do que nos machucou fica dentro de nós, martelando. Parece que se está carregando um caminhão de pedras dentro do peito." (página 80)

"Quando você não perdoa, se torna inevitavelmente prisioneiro da dor que existe em você." 
(página 81)

"Guardar ressentimento é tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra." [Shakespeare] 
(página 81)

"As traições doem porque jamais vêm de inimigos; contra eles você está minimamente resguardado. Mas com os amigos, o peito estará sempre aberto." (página 82)

"As palavras têm uma força muito grande, um poder extraordinário, e não podem ser jogadas ao vento." (página 83)

"... o que perdoa sabe se enxergar no espelho, é humilde para reconhecer erros. E quem realmente assim o faz não se esconde, não passa pela vida como se jamais tivesse existido, prisioneiro dos outros." (página 84)

"Tudo que não é resolvido explode em outro momento da sua vida. Sem precisar explicar de uma maneira religiosa ou espiritual, médicos e cientistas já classificaram as doenças psicossomáticas. Nossos sentimentos e nossas emoções, quando não administrados, são somatizados e se refletem no corpo." (página 84)

"E toda mágoa calcificada se transforma em algo terrível: ódio."
(página 85)

"Quando você erra, tem uma nova chance por causa do perdão." (página 85)

"Ninguém é tão santo que não possa cair; nem tão impuro que não possa ser perdoado." [Pr. Wellison M. Paula]

"É preciso ceder para ganhar. É necessário abrir mão das suas razões quando se perdoa. O perdão amadurece e o melhora como ser humano. Torna-o livre dos fantasmas e livre para o amor."
(página 86)

"O que fazemos para Deus é uma benção. Mas o que somos nEle e o quanto dEle há em nós faz toda a diferença. Deus é amor. Deus é perdão."
(página 87)