terça-feira, 13 de julho de 2021

OPINIÃO NA HORA DA MENSAGEM DO PASTOR - Fernanda Brum e o pecado da amizade

OPINIÃO NA HORA DA MENSAGEM
Gente, muito cuidado na hora do culto, na hora da mensagem. Cuidado para não misturar MENSAGEM com OPINIÃO DO LÍDER RELIGIOSO.
 
Eu estava assistindo a uma mensagem de Fernanda Brum e ela falando que não deve ter amizade entre homem e mulher. E parte da igreja começou a aplaudir. Galera, isso foi uma OPINIÃO! Não transformem isto em uma nova Lei da Bíblia, Lei da igreja etc. Ela ainda afirmou que não é bom pessoas casadas orarem com outras pessoas, pois pode, talvez, confundir sentimentos. Isso não é bíblico! Isso é, no máximo, Psicologia.
 
Igual quando o assunto é política. O que eu vejo de líderes opinando em cima do púlpito... eita. "Bolsonaro foi traído", "Globo lixo quer transformar sua criança em homossexual", "Sergio Moro é tipo Judas"... ... irmãos, cuidado com OPINIÕES!!!


©2021 ®Raphael Paiva

domingo, 11 de julho de 2021

Quarantine Diary 02 [July 11st, 2021]: Resigning things

QUARANTINE DIARY 02

Good night, people!
 
Now we are in the room watching the church online. Thank God we spent another day with mild symptoms! My father's cough subsided.
 
This is the time to reframe things! When you get the positive test, you get stuck and you're kind of obligated to see positive sides to it, otherwise you're going to suffer. Even the act of washing dishes becomes an important activity. You have to look for other hobbies, especially those who are anxious like me: drawing, studying other contents, reading a book, writing.
 
Anyway... God willing, in 13 days I'll be going back to the gym and my parents, to their usual activities.
 
XOXO to everyone!
 
Keep praying for us!

Diário de Quarentena 02 [11/07/2021]: Ressignificar as coisas

DIÁRIO DE QUARENTENA #02
 
Boa noite, pessoas!
 
Estamos nós três na sala assistindo ao culto. Graças a Deus, passamos mais um dia com sintomas leves! A tosse do meu pai diminuiu.
 
Este é o tempo de ressignificar as coisas! Ao receber o teste positivo, você fica preso e você é meio que obrigado a ver lados positivos nisso, senão tu vais sofrer. Até o ato de lavar a louça se torna uma atividade importante. Tu tens que procurar outros hobbies, ainda mais quem é ansioso como eu: desenhar, estudar outros conteúdos, ler um livro, escrever.
 
Enfim... se Deus quiser, daqui a 13 dias estarei voltando à academia e meus pais, às suas atividades de praxe.
 
Bju para todos!
 
Continuem orando por nós!

Quarantine Diary 01 [July 10th, 2021]: We're with Covid!

Beloved, unfortunately my parents and I are with covid.

I. Pray for us!
II. Whoever had contact with us will take the exam.
 
QUARANTINE DIARY #01
Good night, people! Thank God my parents and I have mild symptoms! Dinner today is on me: noodles with free-range chicken seasoning, with chicken nugget. Rich in protein lol

Served?

Diário de Quarentena 01 [10/07/2021]: Estamos com Covid!

Amados, infelizmente eu e meus pais estamos com covid.
I. Orem por nós!
II. Quem teve contato conosco, vai fazer o exame.
 
DIÁRIO DE QUARENTENA #01
Boa noite, pessoas! Graças a Deus, eu e meus pais estamos com sintomas leves! A janta hoje é por minha conta: miojo ao tempero de galinha caipira, com nugget de frango. Rico em proteína kkkkk

Servidos?

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Quem é Omar Aziz?

Omar Aziz

Senador pelo Amazonas
Período: 1 de fevereiro de 2015 à atualidade
 
46.º Governador do Amazonas
Período: 31 de março de 2010 até 4 de abril de 2014
Vice-governador: Nenhum (2010-2011)
                                José Melo de Oliveira (2011-2014)
Antecessor(a): Eduardo Braga
Sucessor(a): José Melo de Oliveira
 
10º Vice-governador do Amazonas
Período: 1 de janeiro de 2003 até 31 de março de 2010 (2 mandatos consecutivos)
Governador: Eduardo Braga
Antecessor(a): Samuel Assayag Hanan
Sucessor(a): José Melo de Oliveira
 
Vice-prefeito de Manaus
Período: 1 de janeiro de 1997 até 31 de março de 2002
 
Deputado Estadual do Amazonas
Período: 1 de fevereiro de 1991 até 1 de fevereiro de 1995
 
Dados pessoais
Nascimento: 13 de agosto de 1958 (62 anos)
Garça, São Paulo
Nacionalidade   brasileiro
 
Partido
PDC (1989-1993)
PPR (1993-1995)
PPB (1995-1996)
PFL (1996-2004)
PMN (2004-2011)
PSD (2011-presente)
 
Omar José Abdel Aziz (Garça, 13 de agosto de 1958) é um engenheiro civil e político brasileiro. Foi o 46.º Governador do Amazonas, pelo qual, atualmente, é Senador. Filiado ao PSD, é seu líder no Senado Federal.
 
Membro de uma família de ascendência árabe e italiana, Omar já ocupou o cargo de vereador em Manaus e deputado estadual do Amazonas na década de 1990. É casado com Nejmi Aziz, com quem têm três filhos, Emjen, Enzo e Johara.
 
Trajetória política
Em 1996, após ter sido vereador e deputado estadual, foi eleito vice-prefeito de Manaus na chapa de Alfredo Nascimento. Em 2000, foram reeleitos, mas, em maio de 2002, Omar deixou o cargo para concorrer como vice da chapa de Eduardo Braga ao governo do Estado, pleito em que foram eleitos. Em 2006, foi reeleito com Braga.
 
Nas eleições de 2008, licenciado do cargo de vice-governador, Omar disputou o cargo de prefeito de Manaus pelo PMN, tendo conquistado a terceira colocação. Em 2010, Braga renunciou ao governo para concorrer ao Senado, ocasião em que Aziz ascendeu ao governo. Nas eleições daquele ano, foi eleito governador no primeiro turno com cerca de 64% dos votos (mais de 940.000 votos) em disputa contra seu antigo aliado, o então senador Alfredo Nascimento (PR). Em 2011, foi um dos co-fundadores do Partido Social Democrático (PSD) e tem sido o líder do PSD no Senado Federal.
 
Em 4 de abril de 2014, renunciou ao Governo do Amazonas para disputar uma vaga no Senado Federal. Com isso, o então vice-governador, José Melo de Oliveira, assumiu seu lugar. Ao final, com 58,51% dos votos válidos, venceu a disputa e conquistou seu mandato de Senador da República.
 
Em 2016, votou a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff e a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em julho de 2017, votou a favor da reforma trabalhista.
 
Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.
 
Nas eleições de 2018, foi novamente candidato ao governo do estado do Amazonas, tendo o então deputado federal Arthur Virgílio Bisneto como candidato a vice. Entretanto, terminou a disputa no quarto lugar e com cerca de 8% dos votos.
 
Em junho de 2019, votou contra o Decreto das Armas do governo, que flexibilizava porte e posse para o cidadão. Neste mesmo ano foi indiciado por desvio de mais de R$200 mi da saúde do estado AM. Permanece em liberdade devido as alterações pelo STF em relação ao foro privilegiado, fato que teve sua esposa e 3 irmãos presos na operação da policia federal.
 
Em maio de 2021, foi escolhido como presidente da CPI da COVID-19.
 

Prisão na CPI da Covid

Aziz manda prender ex-diretor do Ministério da Saúde sob a acusação de mentir à CPI
 
Roberto Dias foi convocado a dar explicações sobre acusações de que teria pedido propina em negociação de vacina e pressionado servidor do ministério a liberar Covaxin. Ele nega acusações.
 
Por Gustavo Garcia, Marcela Mattos e Sara Resende, G1 e TV Globo — Brasília
 
07/07/2021 17h28  Atualizado há 4 minutos
 
O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), determinou nesta quarta-feira (7) a prisão do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias. Segundo Aziz, a decisão foi tomada porque Dias mentiu e cometeu perjúrio, isto é, violou o juramento de falar de verdade.
 
Roberto Dias foi levado para a Delegacia de Polícia do Senado e, até a última atualização desta reportagem, não havia deixado o local. Esta foi a primeira prisão determinada pela CPI da Covid. Nesse caso, trata-se de crime afiançável, isto é, ele poderá deixar a prisão após pagamento de fiança, a ser estipulado pela autoridade policial.
 
Roberto Dias foi convocado a dar explicações sobre as acusações de que teria pedido propina de US$ 1 por dose de vacina em negociações e teria pressionado um servidor do ministério a agilizar a aquisição da Covaxin, vacina produzida na Índia. Dias nega as duas acusações.
 
Durante o depoimento, Aziz acusou Roberto Dias de ter mentido e ter omitido informações da comissão.
 
"Chame a polícia do Senado. O senhor está detido pela presidência da CPI", afirmou Aziz a Roberto Dias.

A decisão de Aziz provocou reação da advogada de Roberto Dias. Ela afirmou que a prisão é um "absurdo" e que o ex-diretor deu "contribuições valiosíssimas" para a comissão.
 
A advogada ainda questionou se Roberto Dias continuaria na condição de testemunha ou se havia passado à condição de investigado. "Se estiver na condição de investigado, eu vou orientar que ele permaneça em silêncio", declarou a responsável pela defesa do ex-diretor.
 
Reação de senadores
Aliado do Palácio do Planalto, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) perguntou a Aziz em qual fato e em qual argumento o presidente da CPI se baseou para determinar a prisão.
 
Aziz, então, respondeu: "Perjúrio desde o início."
 
Marcos Rogério, na sequência, indagou: "Qual o fato?".
 
Aziz, em resposta, disse: "Vários. Vários. Vários. Dizer que não tinha conhecimento que ia se encontrar com o Dominghetti. Marcar uma audiência relâmpago..."
 
A senadora Simone Tebet (MDB-MS), então, sugeriu uma acareação entre Roberto Dias e Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde.
 
Omar Aziz respondeu que não fará acareação "com dois mentirosos".
 
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), se dirigiu a Aziz e pediu respeito aos direitos de Roberto Dias. "Vossa excelência nunca se afastou desta posição de equilíbrio", argumentou Bezerra.
 
Aziz, então, respondeu que não aceitará que a CPI vire "chacota".
 
"Tenho sido desrespeitado como presidente da CPI, ouvindo historinhas. As pessoas se preparam. Não aceito que a CPI vire chacota. Temos 527 mil mortos, e os caras brincando de negociar vacina. [...] Ele está preso por mentir, por perjúrio", declarou Aziz.
 
"Se eu estiver cometendo abuso de autoridade, que a advogada dele me processe. Nós não estamos aqui para brincar, para ouvir historinha de servidor que pedir propina. Ele que recorra na Justiça, mas ele está preso e a sessão está encerrada. Pode levar", completou.
 
Após o encerramento da sessão, o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse considerar a situação "lamentável".
 
"Ainda buscamos negociar com a defesa do senhor Roberto Dias para ele trazer fatos concretos. Lamentavelmente, não foi possível, não se concretizou. Repito: a atribuição [de determinar a prisão] é do senhor presidente e fez o uso da sua prerrogativa", declarou.
 
Em outros depoimentos, como o de Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação do governo, senadores também defenderam a prisão do depoente. Aziz, no entanto, disse na ocasião que não mandaria prender depoentes por não ser "carcereiro".
 
Segundo Humberto Costa (PT-PE), no entanto, Omar Aziz "já vinha dizendo que a paciência estava esgotando". "Acho que dá uma espécie de freio de arrumação", acrescentou o senador.
 
O parlamentar disse ainda que o entendimento foi o de que Roberto Dias "participou de algum tipo de entendimento de vacinas", o que configuraria "negociação paralela em termos de vacina".
 
Dominghetti
Em depoimento à CPI da Covid, na semana passada, o policial Luiz Paulo Dominghetti afirmou que, em um jantar em 25 de fevereiro, em Brasília, Roberto Dias pediu propina de US$ 1 por dose de vacina em uma negociação que envolveria 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca.
 
Dominghetti se apresenta como representante da Davati Medical Supply.
 
Roberto Dias nega ter pedido propina e afirma que não conhecia Dominghetti e jantava com um amigo quando o vendedor de vacinas apareceu.
 
Quando a denúncia surgiu, a AstraZeneca informou que não tem intermediários no Brasil. Também afirmou que todas as doses de vacina do laboratório estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais, como o consórcio internacional Covax Facility. A empresa acrescentou que não disponibiliza vacinas para o mercado privado nem para prefeituras e governos estaduais.

Também na ocasião, a Davati disse que Dominghetti não tem vínculo empregatício com a empresa e atua como vendedor autônomo. "Nesse caso, ele apenas intermediou a negociação da empresa com o governo, apresentando o senhor Roberto Dias. Sobre a denúncia relatada por Dominghetti, de que o Ministério da Saúde teria solicitado uma 'comissão' para a aquisição das vacinas, a Davati afirma que não tem conhecimento", acrescentou a empresa.
 
Repercussão
Enquanto acontecia a sessão da CPI, o plenário do Senado estava reunido para votar indicações de autoridades. Quando a prisão de Roberto Dias foi determinada, Telmário Mota (PROS-RN) disse a Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado, que as decisões tomadas pela comissão precisam ser invalidadas.
 
Na sequência, Esperidião Amin (PP-SC) disse que "qualquer decisão da CPI pode ser considerada nula" com efeito retroativo. Argumentou que o plenário do Senado já estava na Ordem do Dia no momento da ordem de prisão.
 
Rodrigo Pacheco, então, respondeu:
"Não direi o contrário, senador Amin. [...] É preciso interromper os trabalhos das comissões enquanto houver a ordem do dia no plenário do Senado, sob pena de nulidade dos atos praticados nas comissões."

Jorginho Mello (PL-SC), então, disse a Pacheco que o presidente do Senado deveria avisar Aziz sobre a decisão. Pacheco respondeu que já havia encaminhado o comunicado a Omzar Aziz.
 
Outros senadores se manifestaram, em plenário, sobre o episódio. Ciro Nogueira (PP-PI) pediu a Pacheco que determine à Polícia Legislativa que não cumpra a ordem de prisão de Roberto Dias.
 
Rodrigo Pacheco, então, disse: "Eu aguardo a Secretaria Geral da Mesa relatar o momento em que houve o ato da comissão para tomarmos uma decisão."

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Nova teoria: Titanic afundou por incêndio e não pelo iceberg

Mundo

Nova teoria: Titanic afundou por incêndio e não pelo iceberg
 
"O fogo era conhecido, mas foi minimizado. Por isso, ele nunca deveria ter ido para o mar", afirma jornalista que teve acesso a nova documentação.
 
Mais de 100 anos após o trágico incidente que matou mais de 1.500 pessoas em 1912, uma nova teoria diz que o Titanic não afundou apenas por ter colidido em um iceberg, mas sim porque um incêndio contr...
 

Felipe Neto ultrapassa Whindersson Nunes e se tornar o maior youtuber do país

Felipe Neto ultrapassa Whindersson e se tornar o maior youtuber do país
 
O nome do comediante passou a ocupar os assuntos mais comentados do Twitter
 
Portal UAI
 
postado em 04/07/2021 19:03

Neste sábado (03/07), o piauiense Whindersson Nunes perdeu o posto de maior youtuber do Brasil em números de seguidores.

Atualmente, o lugar é ocupado pelo influenciador digital Felipe Neto. Mas a disputa é acirrada. Eles têm em média 42.500.000 seguidores no YouTube.
 
Entretanto, esse número muda regularmente na plataforma, preferida das pessoas que assistem conteúdos em vídeo.
 
Desde que o canal de vídeos ganhou popularidade, muitas pessoas ficaram conhecidas pelo público, ultrapassando os limites da plataforma.
 
Vale destacar que Felipe foi um dos primeiros youtubers a ter um vídeo viralizado na internet.
 
O empresário ficou um tempo afastado de seu canal, investindo em outros empreendimentos, como a produtora de vídeos Parafernalha. No entanto, voltou a produzir vídeos diários.
 
A ultrapassagem de Neto, foi o suficiente para o nome do comediante Whindersson ocupar o Trending Topics do Twitter.
 
Nunes está afastado das redes sociais para cuidar do emocional, após perder seu primeiro filho, que nasceu de forma prematura, não resistiu e morreu dois dias após o nascimento.
 

Ex-cunhada de Bolsonaro detona ele

Áudios de ex-cunhada indicam participação de Jair Bolsonaro em esquema de rachadinha, diz site
 
Reportagem do UOL mostra conversa atribuída a Andrea Valle, ex-cunhada do presidente. Ela diz que irmão foi demitido por Bolsonaro porque não repassava valor exigido do salário de assessor.
 
Por G1 — Brasília
 
05/07/2021 13h13  Atualizado há 3 horas
 
Uma sequência de áudios atribuídos a Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada de Jair Bolsonaro, e divulgados pelo site "UOL" nesta segunda-feira (5) indicam que o presidente da República teria se envolvido diretamente em esquemas de rachadinha.
 
As chamadas "rachadinhas" consistem na prática ilegal de confisco, por parlamentares, de parte dos salários de assessores de gabinete.
 
Na gravação atribuída a Andrea, obtida pelo UOL com fontes, a fisiculturista afirma que o irmão André Siqueira Valle foi demitido do cargo de assessor do então deputado federal Jair Bolsonaro porque se recusou a repassar o valor definido. Na gravação, a mulher não diz em que ano isso ocorreu.
 
""O André deu muito problema porque ele nunca devolveu o dinheiro certo que tinha que ser devolvido, entendeu? Tinha que devolver R$ 6 mil, ele devolvia R$ 2 mil, R$ 3 mil. Foi um tempão assim, até que o Jair pegou e falou: 'Chega. Pode tirar ele porque ele nunca me devolve o dinheiro certo'", diz Andrea.
 
 
André e Andrea são irmãos de Ana Cristina Siqueira Valle, que foi mulher de Jair Bolsonaro e é mãe de Jair Renan Bolsonaro, o "filho 04" do presidente.
 
"Não é pouca coisa que eu sei, não. É muita coisa que eu posso ferrar a vida do Flávio. Posso ferrar a vida do Jair, posso ferrar a vida da [Ana] Cristina. Entendeu? É por isso que eles têm medo aí, e mandam eu ficar quietinha, não sei o que, e tal. Entendeu? É esse negócio aí", diz Andrea em outro áudio.
 
Denúncia contra Flávio
O filho primogênito do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), foi alvo de investigação sobre suposta rachadinha em seu gabinete quando era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
 
O senador já foi denunciado à Justiça pelo MP do Rio em razão dessas investigações. O caso veio à tona em 2018, quando um relatório do então Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou movimentações suspeitas na conta bancária de Fabrício Queiroz, que era assessor de Flávio. Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
 
Em nota divulgada nesta segunda (veja íntegra abaixo), a defesa de Flavio Bolsonaro negou irregularidades do parlamentar e disse que "gravações clandestinas, feitas sem autorização da Justiça e nas quais é impossível identificar os interlocutores não é um expediente compatível com democracias saudáveis".
 
Também em nota, o Palácio do Planalto afirmou que não teve acesso à íntegra das gravações e, por isso, não poderia se manifestar. Segundo o governo, a "construção da narrativa" nas reportagens "parece ter como intuito induzir o leitor/expectador a conclusões precipitadas por carecer de contexto".
 

STF blinda Michelle Bolsonaro e arquiva pedido para investigar depósito em sua conta

Maioria do STF vota por arquivar pedido para investigar depósito na conta de Michelle Bolsonaro
 
Ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber acompanharam o voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello.
 
Por Rosanne D'Agostino, G1 — Brasília
 
05/07/2021 14h46  Atualizado há 3 horas
 
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta segunda-feira (5) a favor do arquivamento do pedido de investigação sobre os cheques depositados por Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro no valor de R$ 72 mil entre 2011 e 2016.
 
O pedido de investigação foi feito em 2020 em uma notícia-crime enviada ao STF pelo advogado Ricardo Bretanha Schmidt. Em parecer, a Procuradoria Geral da República disse que não havia informações de que o caso teria envolvido o presidente da República, Jair Bolsonaro, e que, por isso, não existiam elementos para abrir uma investigação no Supremo.
 
Em maio, o relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello, acompanhou o parecer da PGR e decidiu arquivar a ação. Schmidt recorreu e Marco Aurélio levou o caso para ser decidido em plenário.
 
“O titular de possível ação penal, o Ministério Público Federal, por meio da atuação do Procurador-Geral da República, ressalta não haver indícios do cometimento de crime”, afirmou Marco Aurélio.
 
Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber acompanharam o voto do relator.
 
O julgamento ocorre no plenário virtual, por isso, não é necessário a presença física dos ministros. Os votos dos magistrados são computados por meio de um sistema eletrônico. O término da votação está previsto para o dia 2 de agosto, fim do recesso judiciário.
 

Eleições 2022: Lula vence Bolsonaro! Será?

CNT: Desaprovação de Bolsonaro vai a 62,5% e Lula dispara no 1° turno
 
Levantamento CNT/MDA mostra que a aprovação do atual presidente caiu de 43,5% de fevereiro para 33,8% em julho
 
Gabriela Bernardes*
 
postado em 05/07/2021 14:43
 
Uma pesquisa do Instituto MDA Pesquisa, encomendado pela Confederação Nacional de Transportes (CNT) mostra que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alcançou uma desaprovação recorde desde 2019. Os dados do levantamento, divulgados nesta segunda-feira (5/7), indicam que a avaliação negativa do governo Bolsonaro disparou no período de quatro meses e atingiu, em julho, 48,2%.
 
A desaprovação do presidente chegou a 62,5% dos entrevistados, contra aprovação de 34,5%, registrando crescimento de 12,5% em relação à última pesquisa, de fevereiro de 2021, em que Bolsonaro era desaprovado por 51% dos entrevistados. O maior índice até então em uma pesquisa MDA/CNT havia sido registrado em maio de 2020, com desaprovação de 55%.
 
No mesmo período, a avaliação positiva do governo, que soma as opiniões ótimas e boas, piorou: passando de 32,9% em fevereiro para 27,7% em julho. A aprovação do desempenho pessoal do presidente também piorou entre as duas pesquisas. Segundo o levantamento de julho, 33,8% aprovam o desempenho de Bolsonaro, contra 43,5% em fevereiro. Já os que desaprovam somam agora 62,5%, ante 51,4% na sondagem anterior.
 
Em relação às eleições presidenciais de 2022, segundo a pesquisa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vence o presidente Jair Bolsonaro nas simulações de primeiro e segundo turnos.
 
Nas estipulações da pesquisa, no primeiro turno, Lula (PT) tem 41,3% das intenções de voto, Bolsonaro apresenta 26,6%, Ciro Gomes (PDT) e o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro (sem partido) aparecem empatados, com 5,9% cada um. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), registra 2,1% e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) apresenta 1,8% das intenções de votos. Os votos brancos e nulos somam 8,6%, já os indecisos 7,8%.
 
Pensando em um potencial segundo turno, o levantamento mostra que Bolsonaro perderia para Lula, por 52,6% a 33,3%. Ciro Gomes também venceria o atual presidente em um eventual segundo turno, por 43,2% a 33,7%. Em um eventual confronto com João Doria, Bolsonaro aparece à frente, mas dentro da margem de erro, por, 36,3% a 33,5%.
 
A pesquisa também apurou que 61,8% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum. Outros 22,8% disseram que votariam nele com certeza e ainda 11,6% poderiam votar nele. Já, se tratando de Lula, 44,5% dizem que não votariam no petista de jeito nenhum.
 
Além disso, 40,3% dos entrevistados disseram que preferem que Lula vença, 30,1% afirmaram que preferem que um candidato que não seja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro vença, e 25,1% optaram pela reeleição de Bolsonaro.
 
A pesquisa foi realizada com 2002 pessoas, presencialmente, entre quinta-feira (1º/7) e sábado (3/7). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
 
*Estagiária sob supervisão de Vinicius Nader