Aquela vontade de pegar o PASSADO e trazer pro PRESENTE!!!
Foi tão bom!!!
Foi tão intenso!!!
Foi tão gostoso!!!
Saudade, por que você existe???
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O que significa REVER O PASSADO?
Mais alegrias ou mais tristezas?
Mais conquistas ou mais derrotas?
Mais amigos ou mais pessoas longe de você?
O que você agregou e espalhou nos últimos anos?
O que você fez de bom e de ruim nos últimos anos?
As felicidades conseguiram sobrepor-se sobre as Tristezas ou elas não tiveram forças?
As pessoas que te consideravam, que te chamavam de AMIGO e que até diziam EU TE AMO ainda fazem parte de sua história?
O que você perdeu de mais valioso?
O que você ganhou de muito satisfatório?
#pensativo #reflexao #estudar #é #a #solucao
quinta-feira, 24 de abril de 2014
As Armadilhas da Simplificação! [Revista Veja]
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras. As explicações reducionistas exorcizam o medo, mas não ajudam a esclarecer a complexidade da violência em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: "mais polícia na rua", "pobreza", "desigualdade" e "vontade política".
Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar numa blitz. Esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem-intencionados digam que o crime é conseqüência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? O comportamento do policial é apenas a aplicação prática daquilo que está implícito na teoria do político. Por que então o primeiro é racista e o segundo um democrata sincero? Aparentemente contrárias, as atitudes de ambos têm uma conexão surpreendente, o que demonstra que a teoria é tão ruim quanto a prática que inspira. Ser pobre não torna ninguém criminoso. Os Estados mais miseráveis não são os recordistas em criminalidade.
Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Sai a pobreza, entra a desigualdade, mas o raciocínio tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de sociedades desiguais, inclusive de castas, ou com regimes monárquicos profundamente hierarquizados, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que assimilamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo como nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. A violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos "educados". Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz.
Uma tese que faz sucesso, talvez porque permite farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de "vontade política" das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas.
Para evitar esses equívocos, é preciso pensar em toda essa problemática com mais humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da simplificação. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam sua auto-estima e seu sentimento de poder em determinada comunidade. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza nem da desigualdade. Suas práticas são estimuladas, para começar, pela impunidade.
Pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade: tudo depende do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
Luiz Eduardo Soares (12 de março de 1954, Nova Friburgo) é um antropólogo, cientista político e escritor brasileiro. Soares é um dos maiores especialistas em segurança pública do país. Ele foi Secretário de Segurança Pública no Rio de Janeiro, durante o governo de Anthony Garotinho, e ocupou a Secretaria Nacional de Segurança Pública no governo Lula, tendo sido afastado dos dois cargos por pressões políticas. Na carreira de escritor, Soares foi co-autor dos best-sellers Elite da Tropa e Elite da Tropa 2.
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quinta-feira, abril 24, 2014
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sábado, 19 de abril de 2014
Marina de Oliveira no Canecão (1989) [Vídeos & Fotos]
Intérprete: Marina de Oliveira
Local: Canecão
Data: 27 de julho de 1989
Objetivo: Lançamento do álbum "Marina de Oliveira - Hinos: Canções de Luz"
eg.: Primeiro show de uma cantora evangélica no Canecão.
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ÁLBUNS RELACIONADOS
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ÁLBUM PRINCIPAL: FOTOS
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MÚSICAS CANTADAS &
VERSÕES ORIGIANAIS
MEDLEY
01. JESUS, EM TUA PRESENÇA
Music by Asaph Borba
02. DEIXE EU LOUVAR
Music by "Imenso Amor"
Versão Original: Let there be praise - Sandi Patty
Edição: José Carlos Freitas e Marina de Oliveira
Restauração de vídeo/áudio: Danilo Santos
Versão Original
Jesus, Em Tua Presença
Asaph Borba
Versão Original
Let There be Praise
Sandi Patty
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USA-ME
Music by "Imenso amor"
Edição: José Carlos Freitas e Marina de Oliveira
Restauração de vídeo/áudio: Danilo Santos
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SOU FELIZ
Music by "Hinos: Canções de Luz"
Edição: José Carlos Freitas e Marina de Oliveira
Restauração de vídeo/áudio: Danilo Santos
Versão Original
It is well with my soul
Sandi Patty
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TROMBETA DE DEUS
Music by "Imenso amor"
Versão Original
The Trumpet of Jesus
The Imperials
Rio de Janeiro, 19 de abril de 2014 - 15:10h
Raphael Paiva
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Thalia - En Éxtasis!
Primeiro álbum da Thalía lançado internacionalmente, "En Éxtasis" marcou uma verdadeira mudança radical no que se diz respeito à estilo e composição musical de Thalía. Vendedor de mais 3,5 milhões de cópias no mundo inteiro, o disco abriu portas de vários mercados para Thalía, como o Brasil e Filipinas, por exemplo.
No Brasil, foi certificado como disco de ouro pela ABPD por vender mais de 150 mil exemplares no país, e é o álbum mais vendido de uma solista mexicana por aqui até hoje!
O álbum é conhecido mundialmente pelo hit "Piel Morena", que a consagrou como uma das maiores cantoras pop da América Latina.
CHARTS:
Billboard Latin Albums - #13
Billboard Latin Pop Albums - #7
México - #1
CERTIFICAÇÕES:
Argentina - Duplo Disco de Platina
México - Duplo Disco de Ouro
Chile - Disco de Ouro
Estados Unidos - Triplo Disco de Platina
Filipinas - Disco de Platina
Uruguai - Disco de Ouro
Brasil - Disco de Ouro
Texto por: Adaílton Junior - Facebook
FOTOS
CLIPES E/OU APRESENTAÇÕES:
PIEL MORENA - Domingo Legal
GRACIAS A DIOS - Clipe
GRACIAS A DIOS - Domingo Legal
AMANDOTE - Clipe
AMANDOTE - Domingo Legal
MARIA LA DEL BARRIO - Clipe
MARIA LA DEL BARRIO - Domingo Legal
MARIA LA DEL BARRIO - Hebe
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Mais Vídeo de Thalia, Clique AQUI!
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sexta-feira, abril 18, 2014
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quinta-feira, 17 de abril de 2014
Thalia: Ao vivo ou Dublado? [Retificado]
Sou admirador de Thalia desde 1996, mas uma das coisas que me deixava incomodado nela era o fato de ser muito difícil ela cantar ao vivo, ou seja, sem dublar. Há algumas apresentações da "turnê" Amor a la mexicana em 1997 e 1998 e uns eventos feitos no Peru e Argentina em 1996. Depois destes, temos os Grammys Latino 2002 (No me enseñaste) e 2003 (A quien le importa?), nos quais ela dá um show de interpretação. Entretanto, não se acha, por exemplo, "Amar sin ser amada" ao vivo. Há belíssimas apresentações, mas dubladas, perdem um pouco a graça. O porquê disto ninguém sabe: pode ter sido a gravadora EMI, o empresário ou até ela mesmo.
Mas o que importa é que, desde a entrada dela na Sony Music, sua carreira deu um UP. Gravação de CDs, DVDs, Carreira infantil e até uma mini turnê, o que os admiradores já estavam desacreditados de ocorrer.
Thalia tem o dom musical, tanto que está há mais de 20 anos na estrada e já vendeu mais de 40 milhões de discos em todo o mundo. Ela é dona de uma voz clara, forte e cheia. Atinge notas dificílimas, como nesta apresentada:
Este vídeo mostra claramente que não se pode colocar defeito nem na voz, nem no corpo e em nada nesta grande intérprete da Música Latina.
Rio de Janeiro, 17 de abril de 2014 - 16:23h
Raphael Paiva
RETIFICANDO...
Amar sin ser amada AO VIVO
Tu y yo AO VIVO
RETIFICANDO...
Amar sin ser amada AO VIVO
Tu y yo AO VIVO
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quinta-feira, abril 17, 2014
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
Minha 1ª Vez com um Policial! [Crítica]
Boa noite!
Hoje, pela primeira vez em meus 24 anos de idade, fui revistado (por um policial no ônibus). Estava eu quase dormindo em um dos bancos, quando chega o dito cujo e coloca uma metralhadora em minha cabeça e pede para eu abrir minha mochila. Eu, com todo carinho e sem tique nervoso, fiz e ainda abri o estojo. Depois pede para mostrar a identidade. Ele fez isto com mais um que estava em minha frente. Até aí, não vejo nada de ruim no trabalho. Aliás, eu acho que deveria ter muito mais revistas em ônibus, metropolitanos. Nas duas vezes que fui assaltado, foi dentro deste meio de transporte tão utilizado pelo povo, que como sempre, sofre.
A minha crítica é em relação ao fato de que: o esteriótipo não mostra mais quem é quem. Aliás, eu acho que nunca mostrou. Há uma "filosofia" na sociedade que bandido é aquela pessoa que se veste mal, está mal penteado, está fedendo, ou seja, está todo largado. Mas isto não existe. Experiência própria: a primeira vez que fui assaltado, foi um homem moreno que trajava terno e uma maleta, o qual colocou um revólver em minha barriga e pediu meu celular. Em pleno século XXI, o preconceito "da genética", o preconceito do "não ter um semblante dito bonito" e/ou "o mais sujo do local" ainda existe.
Outro ponto que acho errado é o seguinte: se a faina dada para os policiais é revistar, então entra no veículo e revista todo mundo. Eles entram, escolhem um ou dois com uma "cara mais ou menos" e pronto... a revista foi feita!
Por hoje é só!
Boa noite!
Rio de Janeiro, 16 de abril de 2014 - 22:56h
Raphael Paiva
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quarta-feira, abril 16, 2014
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terça-feira, 15 de abril de 2014
O Marxismo Cultural no Meio Evangélico!
"Marxismo cultural refere-se em sentido estrito ao conjunto de ideias e ações de natureza marxista que aplica a teoria crítica da sociedade, desenvolvida pela Escola de Frankfurt, à análise das sociedades ocidentais, abordando temas como família, gênero, etnia e identidade cultural, além do papel da mídia, das artes plásticas, do teatro, docinema e das instituições culturais da sociedade. Em sentido amplo também se refere aos desdobramentos do marxismo resultantes das ações realizadas com base naquela escola, bem como a série de movimentos originados a partir destas ideias."
Diante do Trono 10 - Príncipe da Paz
O último bom!
O 11 foi mais ou menos!
O 12 é horrível!
A partir daí, mudou muita coisa que eu, particularmente, não curto muito, como ter tirado o instrumental que abrilhantava o grupo. Mas, ok, neh!?
O 14 é um pouco legal, mas são músicas "mela"/passageiras.
Infelizmente, o Marxismo Cultural chegou ao Gospel. Poucos são os que hoje continuam gravando qualidade, como Grupo Prisma Brasil, Arautos do Rei, Alessandra Samadello.
Não se faz mais músicas como "How great thou art", "In the Name of The Lord", "Upon this Rock" e "Via Dolorosa". Vindo para o Brasil: "Nasce em mim", "É o fim da dor", "Preciso de Ti" e até "Faça um teste" (simples, mas resgatou muitas almas!).
Nos últimos 5 anos, os únicos álbuns que salvaram foram "Alessandra Samadello - Impossível dizer", "Grupo Prisma Brasil - Luz", "Aline Barros - Graça", "Fernanda Brum - Cura-me", "Estevão Nascimento - Liberdade", "Cristiane Carvalho - Todos os Tons 2", "Eduardo e Silvana - Aba Pai" ... ... ... calma ae, estou pensando, tentando achar mais algum... "Anderson Freire - Raridade" e "Raquel Mello - Sinais de Deus".
Cadê aquela Qualidade Musical/Autoral como achamos em "Marina de Oliveira - Aviva", "Fernanda Brum - Apenas um toque", "Voices - Por toda vida", "Cassiane - Com Muito louvor" e "Shirley Carvalhaes - Há uma saída"???
Não vou citar aqui os álbuns bons dos anos 80 e 90, senão ficarei aqui escrevendo um livro de tantos discos maravilhosos, como "Marina de Oliveira - Acredito no amor", "João Marcos - Universo de emoção", "João Marcos - Canto Livre", "Cristiane Carvalho - Ao mestre com louvor", "Cristiane Carvalho - Amigos pra sempre" e, claro, "Denise Cerqueira - Meu clamor".
Não estou falando mal, mas Eyshila, que CD chato "Jesus, o Brasil te adora". O CD "Perlla - A minha vida mudou" (zZzZzZ); "Os arrebatados - Na real 1 e 2". E para vocês não dizerem que estou falando mal só pelo fato de eu não curtir a voz delas, vou nas que eu admiro: "Marina de Oliveira - Meu silêncio", Sandi Patty não grava um álbum BOM desde 1998 e "João Marcos - Magnífico".
Observação básica:
Não estou falando mal dos intérpretes. Eu refiro-me à qualidade das músicas. Houve uma desproporcionalidade nos últimos anos: à medida que a qualidade técnica aumentou (ex.: podemos analisar isto no DVD Fernandinho - Teus Sonhos e no DVD Diante do Trono 15), a qualidade de letra diminuiu amargamente. A visão de Lucro é tão grande que certos cantores são "obrigados" a gravar de dois em dois anos (por exemplo) e tem que vender, pois senão serão demitidos.
Para finalizar, assistam ao testemunho de Léa Mendonça em seu DVD "Recordações", quando ela refere-se à Yvelise de Oliveira. Todo este meu texto, ou grande parte, pode ser resumido nestes seis minutos.
Eu acho que por hoje é só!
Raphael Paiva
Rio de Janeiro, 15 de abril de 2014
12:30h
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terça-feira, abril 15, 2014
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História dos Leões da MGM!
Quem é que não se lembra do leão simpático que enaltecia as aberturas da Metro Goldwyn-Mayer com um rugido “ encantador” ? Aquele mesmo leão, que seria / será lembrado como simbolismo usado em praticamente todas as produções do estúdio, ora com o grande rei das selvas, ora somente com a logomarca do canal e seus dizeres dourados remetendo uma ideia ao mesmo tempo clássica e poderosa. Tudo bem! É um bom começo para uma curiosidade peculiar sobre a Metro Goldwyn-Mayer.
Alguém tem ideia sobre um pouco da vida do famoso leão da abertura de filmes, desenhos, seriados e outras produções? Felizmente existem pesquisadores e cinéfilos que nos fazem este trabalho ao mesmo tempo cansativo, porém extremamente prazeroso.
Sobre o leão da MGM, sabe-se que a indústria usou 5 leões diferentes para abrilhantar suas produções no decorrer de mais de 85 anos desde a sua fundação (1924). O primeiro leão chamava-se Slats (1919-1936), foi usado pelo estúdio até os meados de 1928, tendo viajado bastante para promover aquilo que seria um feito inédito de um cunho artístico: um leão em uma abertura televisiva/cinematográfica. As exibições mais clássicas do primeiro leão do estúdio devem-se aos títulos: Lady of the Night, Go West e Show People, com Charlie Chaplin em excelente atuação.Slats foi o primeiro de mais 4 que ainda estariam por vir.
O segundo foi o leão Jackie (1928-1956) que entrou na era pós cinema-mudo. Teve algumas diferenças em torno de aberturas e vinhetas pelo estúdio e produtora, porém sem sombra de dúvidas será mais lembrado por O Mágico de Oz (1939). Inaugurou também vinhetas de filmes como : Dr Jekyll e Mr Hyde, Billy the Kid e Quo Vadis.
O terceiro leão foi Tanner (1934-1956). Possivelmente o mais lembrado deve ser este leão, afinal com ele, o estúdio também usaria o rei das selvas nas animações da indústria cultural cinematográfica, sendo conhecido como definitivamente o Leão de Ouro da era mais brilhante da MGM tratando-se de uma história de infinitos trabalhos notáveis. Pode ser visto em aberturas de desenhos como : Tom & Jerry , Droopy Dog e afins. E filmes como : 2001, Uma Odisséia no Espaço ( Kubrick ) , Dr Zhivago e a franquia do espião mais famoso do mundo: 007 (iniciada contra o satânico Dr Nô).
George, o 4º. Este foi o leão menos usado pelos estúdios da MGM. Ficou no período curto de 1956-1958. Os proprietários do estúdio usaram teses que o leão era diferente dos demais leões, porém o rugido forte e expressivo foi o seu diferencial entre os 3 anteriores. Aberturas: Jailhouse of Rock (Elvis Presley) e Cat on a Hot tin roof (1958) estrelada magistralmente por Elizabeth Taylor e Paul Newman.
Por fim, o último leão dos estúdios da MGM fica a cargo de Leo (1957-2009). Este último foi o leão que pegou a era tecnológica e cyber difusor das redes digitais. Suas aparições em aberturas e vinhetas foram mudando de acordo com o decorrer das produções, para os novos públicos que mudaram desde a trajetória brilhante do estúdio. Leo foi o único leão a ganhar um tratamento de imagem digitalizada pelo estúdio, além de ganhar tons vintages para a produção em si. Aberturas: Polteirgeist, Desesperate Hours , Thelma e Louise e 007 – Quantum of solace ( primeiro filme de uma fase tecnológica do estúdio ) e mais centenas de produções a cargo da Metro.
Infelizmente estes leões, não rugem mais. A MGM – Metro Goldwyn Mayer, entrou com pedido de falência devido às enormes dívidas geradas em decorrer dos tempos. Outras empresas se propuseram a aceitar parcerias, porém basta ao leão mais do que força nesta nova empreitada. Basta um pouco mais que força de vontade para reerguer um gigante da indústria cultural, basta uma palavrinha muito usada neste mundo globalizado: Capitalismo Selvagem ( digno de um rei das selvas ).
Fonte: http://produtoraart7.blogspot.com.br/2011/04/o-leao-da-mgm.html
Visualização: 15 de abril de 2014 as 08:42h
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terça-feira, abril 15, 2014
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